AS PATACOADAS ABSURDAS DE CHAMUSCA

Marcelo Chamusca foi mil anos ao pedir para deixar o comando técnico do Paysandu.
Caé Cunha, auxiliar técnico, e Roger Gouveia, preparador físico, acompanham o técnico, que nunca teve a simpatia da torcida bicolor. E deu motivos…
Chamusca, em seis meses no comando do time de “Suíço”, não conseguiu dá um padrão tático ao time e, em algumas vezes, escalou errado a onzena bicolor, como essa invencionice de Hayner como meia, em detrimento de Jhonnatan, jogador da posição.
Desde 30 de novembro de 2016, em Belém, Chamusca comandou o Papão em 32 jogos: 15 vitórias, 9 empates e 8 derrotas.
Deixou a Curuzu, sem antes cometer um festival de patacoadas surrealistas nos microfones de rádios e TV.
E o pior: ninguém ousou a contestar os festivais de absurdos nonsenses.
“Jhonnatan não sabe jogar de costas. Mandii não está bem fisicamente, porque ele era acostumado a jogar naquele campo de Marabá”, relatou chamusca na coletiva após empate em zero a zero com o Juventude.
Desde quinta-feira, 15, que a diretoria, com medo da fúria da torcida, mudava horário dos treinos do time alviceleste: passou da tarde de quinta para a manhã, e nesta o Leandro Carvalho se ferrou.
E o Chamusca, que não tolera Jhonnatan, Mandii e, por conseguinte, Leandro Carvalho aproveitou o vacilo do atacante reincidente em indisciplinas, e pune o Paysandu num jogo propício às características de Leandro Carvalho.
Rogerinho assume o time até que a diretoria contrate o novo técnico, que não deverá ser Givanildo Oliveira, por já ter encerrado seu ciclo no futebol paraense, e Mazola Jr, que quando técnico bicolor, revelou que na Curuzu havia diretor que “adorava ver pomba de jogador no vestiário”.
Fernando Leite, gerente de futebol do Paysandu, antes do jogo contra o Juventude-RS, revelou ao blogue que Leandro Carvalho foi punido financeiramente pela diretoria bicolor, mas que tem “talento”.
Com Rogerinho comandando o Papão contra o Boa, Leandro Carvalho deve fazer parte do time.
É o que há!

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TIME BICOLOR PRECISA HONRAR A BANDEIRA ALVICELESTE

ESTA BANDEIRA PRECISA SER HONRADA PELOS JOGADORES ( Foto:Eliercio Santino)

O Paysandu teve posse de bola, mas não criou e nem finalizou com perfeição.
E o Juventude-RS marcou em linha no seu próprio campo, saindo rápido no contra-ataque.
Zero a zero foi o resultado do jogo entre Paysandu e Juventude, à tarde de sábado, 17, no Mangueirão.
Gilmar Dal Pozzo é um técnico sistemático, sabendo armar suas equipes no setor defensivo, sempre trabalhando em linhas bem forte na marcação.
E a oportunidade cristalina de gol quem teve foi o Juventude através de Tiago Marques, aos 19’ do primeiro tempo, quando o atacante ficou de cara com o goleiro Emerson e mete para fora.
Paysandu jogou no campo do Juventude, mas errava passes, e disso se aproveitava o time da Serra Gaúcha para saí em velocidade com Tiago Marques pela esquerda e Ramon pela direita.
Na metade do primeiro tempo, Dal Pozzo faz a inversão: Tiago passou a se movimentar pela esquerda e Ramon pela direita.
Lateral-esquerdo Peri, o melhor jogador bicolor em campo, marcava e apoiava com desenvoltura.
Ayrton não foi à toa que foi vaiado pelo torcedor bicolor presente nas arquibancadas: errou muitos passes.
O jogo do Paysandu contra o Juventude ficou evidenciado que o time não teve capacidade técnica de furar a forte marcação do time de Gilmar Dal Pozzo, que veio para Belém com a finalidade de jogar por uma bola, e por pouco não conseguiu.
Quem tem demonstrado qualidades técnicas ficou a dever, errando passes na entrada da área do goleiro Matheus Cavichioli: Diogo Oliveira não se houve bem nos passes e nas finalizações.
Desde que está na Curuzu, Marcelo Chamusca não tem demonstrado trabalho técnico-tático para fazer seu time penetrar em defesas bem postadas como à do Juventude no jogo de sábado, no Mangueirão.
O mundo do futebol sabe que o antídoto para se romper defensivas bem postadas, como aconteceu contra o Goiás e o Juventude, é o toque de bola rápido e perfeito. O time de Chamusca não tem esta qualidade.
A individualidade técnica de um jogador, também, pode fazer a diferença. Quem tem essa qualidade é “ruim da bola”: Leandro Carvalho.
Time bicolor é incapaz de tocar a bola num 1-2 com perfeição. Isso é falta de treino!
Marcelo Chamusca continua técnico bicolor, e o jogador Fernando Gabriel não tem tido apoio da esposa, que não deseja vir morar em Belém.
É o que há!

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PRC-5

PROFSSIONALMENTE, FUI FORJADO POR QUERER SABER QUEM FALAVA NESTA CAIXA (removido)

Não escrevo sobre Edgar que, diz que, chegou “mamado” no Baenão, e nem do Leandro Carvalho que treinou em separado do grupo bicolor.
Escrevo sobre a Rádio Clube do Pará!
Foi preciso 690 saí do ar para que eu tivesse consciência da minha idealização profissional.
Desde sexta-feira, 9, que a Rádio Clube do Pará não está nos céus da Amazônia. Estou com saudade de alguns profissionais da emissora! Estou ansioso!
Gosto de ouvir Cláudio Guimarães, Ronaldo Porto, Carlos Gaia, Dinho Menezes, Paulo Fernando, Mauro Borges, Urbano, o “Coroné”. J. R. Avelar e a nova revelação do rádio, Alex Ferreira. Estes profissionais me enchem a alma.
Inobstante, o mundo jornalístico esportivo desta terra saber que alguns desses radialistas não tolerarem o meu caráter, e eu os deles, contudo nada que me impeça de ouvi-los. São ótimos!
Abri os olhos: o pai ouvia O REGATÃO VEM AÍ, da PRC-5, com Jacy Duarte, e aos domingos, à tarde, o açougueiro Joaquim, com um rádio TRANSGLOB, a pilha, fazia a festa da garotada na praça Nossa Senhora da Conceição, no Trem, ouvindo os gols de Pau Preto, Quarentinha, Edson Piola, Rubilota e tantos outros…pela PRC-5.
Volto ao primeiro parágrafo, meu fino leitor: quando “muleque”, em Macapá, na década de 60, o meu pai tinha um rádio MULLARD sobreposto numa estante com um adorno de proteção preparado pela minha mãe.
O velho passava olho de peroba na moldura do rádio, que brilhava, mas havia um ciúme da maravilha que falava e cantava. Eram essas faculdades humana que me davam cuíra para mexer no rádio do meu pai, que sabia como deixava o “brinquedo”.
Eu, com a minha inocente ignorância, pensava que dentro daquela caixa havia um homem e uma mulher falando ou cantando. Minha mãe preparando o almoço da farta prole e cuidando das guloseimas que vendia, e eu pegava uma cadeira colocava sob a estante e ficava de pé de cara para o “brinquedo” do meu pai. “Brinquedo” que custava caro, porque comprava fiado na Casa Líbia, da família Bessa.
Abria o rádio e ouvia vozes robustas com palavras bem postadas: homens e mulheres. “Quem são? ”, eu me perguntava. “Como eles conseguiam entrar naquela caixa? ”, intuía…
Quando chegava em casa, após o banho e o jantar, “Pereirinha” ia curtir o seu “brinquedo” e via que havia algo errado: “Maria, quem pegou no meu rádio? ”, indagava. “Foi o teu ‘pomba leza’”, respondia mamãe.
Pendurava-me pela orelha dizendo: “Não pegue no meu rádio! ” E pagando a dor da inquietação, ruminava internamente: “Um dia tu vais me ouvir falando dentro desta caixa! ”
Aonde estou, hoje?! Daí a certeza de que fui forjado, profissionalmente, devido minhas inquietações com aquela caixa que falava.
5 de maio de 1979. 13h. Entrei no Palácio do Rádio para pedir emprego, porque já cheguei aqui repórter esportivo. Cláudio Guimarães, diante de uma máquina datilográfica, me recebeu, mas não me olhou na cara. Pedi-lhe emprego, e como resposta ouvi: “Não tem vaga! ”
Não desanimei. Meu sonho era falar no microfone da Rádio Clube do Pará. Em 1987, quando os Barbalho compraram a Rádio, que passou a funcionar na Travessa Curuzu, fui na leva dos profissionais contratados pelo Luiz Guilherme Barbalho. Realizei um sonho. E passei 2 anos na casa.
A velha oitentona está em mim porque foi ela que me fez sonhar e realizar o profissional que sou hoje. Embora separado por 4 baias – Macapá, Vieira, arrozal e Guajará -, a PRC-5 me deu régua e compasso.
Fora do ar, há um vazio nos céus do Brasil. E que logo, logo este vazio possa ser preenchido pelo som que “fala e canta para a Amazônia”.
A minha solidariedade a todos os funcionários da Rádio Clube do Pará!
É o que há!

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VAZIO DE ESPERANÇA

Sobre Leandro Carvalho, penso que há um vazio de esperança dentro de Sérgio Serra.
Presidente bicolor tem apostado, acreditado que o jovem atacante pense na carreira.
Reuniu a família, alugou apartamento próximo da Curuzu para que Leandro Carvalho saísse da periferia da cidade grande.
Sérgio Serra está nesta luta inglória porque Leandro Carvalho não compareceu ao treino.
Segundo Fernando Leite, todos os jogadores foram comunicados da mudança no horário do treino: que passou da tarde de quinta-feira, 15, para a parte matinal.
Leandro Carvalho decaiu da confiança dos técnicos Lecheva, Mazola, Dado Cavalcante, Gilmar Dal Pozzo e, segundo se informa, Marcelo Chamusca não acredita mais no jovem atacante.
Será que todos esses profissionais que conviveram com Leandro Carvalho estão errados?
“Mas como não há bom sem defeito”, Leandro Carvalho tem abusado da paciência do presidente bicolor, que desta vez deve se mirar no gesto de Pôncio Pilatos.
Lembro de alguns jogadores talentosos e que deram muito trabalho para quem neles acreditavam: Paulo de Tarso, Marajó, Rildo, Joari, Alencar, Albertinho, Souza, Rafael Oliveira e em evidências, no Baenão, Eduardo Ramos e Edgar.
Paulo de Tarso, meia que batia com a canhota, teve apoio de Jouber Meira, Françoise Thin e César Moraes, mas que fora de campo tomava todas e, de ressaca, não aparecia para treinar.
Zagueiro Marajó virava o bicho na concentração quando atrasava salários e transformava prato em disco voador.
Rildo, liso, cantarolava o hino do Paysandu na concentração e ninguém ousava a encará-lo porque era bom de briga.
Joari, Alencar e Souza tomavam todas; Albertino tarado por baralho e quando recebia “bicho” se entocava na boate “Locomotiva”.
Há quem diga que Albertinho sofre da “síndrome do Leão”, porque num jogo entre PSC e TLB, no Baenão (14.11.2001), ao fazer um gol, tirou a camisa e vestiu a cara do Leão, símbolo remista que há num dos cantos do estádio “Evandro Almeida”.
Albertinho teria recebido 3 mil reais de um endinheirado bicolor para encapuzar o símbolo azulino com a camisa alviceleste.
Rafael Oliveira louco por festas de aparelhagens; as “peripécias” de Eduardo Ramos e Edgar são evidenciadas nas redes sociais.
O que há em comum entre esses profissionais é que eles foram (ou são) ótimos atletas, mas que a maioria, hoje, vive de forma humilde porque não soube aplicar o dinheiro que ganhou como atleta de futebol.
Nada contra, mas muitos, hoje, são seguranças, vigias, porteiros e “biqueiros” porque viveram o presente sem se preocupar com o futuro, e este, a nós, pertence.
O nosso futuro não pertence a Deus, como dizem os empíricos, mas a nós mesmos, e ele está a um palmo dos nossos narizes límpido e cristalino.
Por pensar que é o que não é, Leandro Carvalho deverá ser multado em seus vencimentos.
É o que há!

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DÁ-LHE FENÔMENO AZUL!

CERTIDÃO DE REGULARIDADE DA CEF AO CLUBE DO REMO

22% de todo o dinheiro arrecadado com a TIMEMANIA são divididos entre os 80 clubes com representatividades no jogo da CEF.
Flamengo (RJ) é o campensíssimo de popularidade, seguido do Corinthians paulista os clubes que mais arrecadam.
No concurso 144, que acumulou, o Remo apareceu em 36º lugar com 31.148 apostas, e o Paysandu na 52ª posição com 26.403 apostas, e a TLB, 65ª colocação, 10.261 apostas.
Proporcionalmente aos 22% que cabe aos clubes, o Remo abocanhou 1,01% representando faturamento superior a R$ 1 milhão.
0,86% coube ao Paysandu o que representa valor financeiro superior a R$ 800 mil.
Os clubes devedores à CEF, sobretudo FGTS, têm na TIMEMANIA a grande receita de pagamentos de impostos devidos à entidade.
E esta ajuda tem sido importante para os nossos clubes que não recebem, mas têm seus débitos desonerados.
Na quarta-feira, 14, a CEF divulgou a CERTIDÃO DE REGULARIDADE DO FGTS – CRF do Clube do Remo.
Atual diretoria remista, ao comando do presidente Manoel Ribeiro, busca às certidões de regularidades da Receita Federal e à da Fazenda Nacional.
Sobre a reunião de conciliação pedida pela direção do CR com o Ministério Público do Trabalho do Pará.
O Remo precisa, urgentemente, estancar ações no TRT-PA, e quitar salários dos seus funcionários, que estão atrasados em cinco meses (outubro e novembro do ano passado) e 3 deste ano.
A FENÔMENO AZUL tem feito a sua parte!
É o que há!

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CR PEDE AO MPT AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO

ADVOGADO PABLO COIMBRA APRESENTOU PROPOSTA DE CONCILIAÇÃO AO MPT

No dia 2 de junho, quando o CR dividiu R$ 770 mil entre alguns credores, juiz Raimundo Itamar, da 16ª Vara-TRT-PA, comunicou aos advogados azulinos da denúncia do MPT.
Ministério Público do Trabalho recebeu denúncia de que o Clube do Remo não pagou seus funcionários em outubro e novembro de 2016 e, deste ano, deve três meses, portanto, 5 meses.
Clube do Remo e Ministério Público do Trabalho, em 2016, assinaram TAC (Termo de Ajuste de Conduta) com a finalidade de o time azulino em seus jogos fazer a propaganda contra o trabalho infantil em Belém do Pará.
Carla Afonso de Novoa Melo, Procuradora do Trabalho, fez conhecer ao TRT-PA que o Remo descumpriu com o TAC e não paga em dia funcionários e jogadores, o que poderá representar complicações ao Clube junto ao PROFUT.
A Procuradora Carla Afonso deseja que o Clube do Remo comprove que cumpriu com o Termo de Ajuste de Conduta (TAC), ou seja, a atualização dos salários e propaganda contra o trabalho infantil.
Na manhã de terça-feira, 13, advogado Pablo Coimbra protocolou na secretaria do Ministério Público do Trabalho documento em que o presidente Manoel Ribeiro solicita à Procuradora Carla Afonso prazo para apresentar as comprovações da propaganda, em jogos, no Mangueirão, contra o trabalho infantil.
Por outro lado, Manoel Ribeiro, no mesmo documento, solicita à autoridade do MPT audiência de conciliação entre Clube do Remo e Ministério Público do Trabalho para explicar sobre salários atrasados.
É complicada a situação financeira do Clube do Remo e, a cada dia, apresenta-se uma nova situação: Josué Teixeira anunciou que o tem dois (2) meses para receber e não abre mão da multa rescisória.
Segundo o repórter Nelson Torres, o ex-técnico remista tem contrato até outubro deste ano.
É o que há!

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AFINIDADES E GRATIDÃO

BORORÓ (3º DA ESQUERDA PARA DIREITA) CONSEGUIU A ADESÃO DE LUÍS OMAR

A eleição para presidente da FPF passa por afinidades entre os homens e gratidão.
Por não trilhar o “caminho das pedras”, Zé Ângelo deixou de ser o ungido do velho coronel Nunes, vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol – CBF.
Por ter indicado Fernando Castro como seu vice, Zé Ângelo perdeu a confiança do Nunes, e este passa a apoiar Adelcio, Bororó e Paulo Romano.
Fernando Castro, por mudança de domicílio, deixa de ser candidato a vice de Zé Ângelo. Este convida Marco Antônio Pina, diretor do CR, que não aceita em respeito ao Bororó.
Luís Omar Pinheiro, que foi candidato na eleição de 2013, quando obteve 55 votos, ficando em segundo lugar, perdendo para o Nunes, que alcançou 88 votos, lança sua candidatura.
Como dispõe de tempo e recursos financeiros, Luís Omar logo é abordado pelo Adelcio, que lhe oferece a presidência do Conselho Fiscal da FPF para aderir a chapa da situação.
Luís Omar não aceita proposta do Adelcio, e tem em Marcio Tuma, vice-presidente da TLB, o seu primeiro vice.
Na semana passada, Zé Ângelo telefona para Luís Omar e definiram encontro para formalizar a chapa tendo Luís Omar como cabeça de chapa e Zé Ângelo como um dos vice-presidentes.
Tudo definido e aos dois candidatos só faltavam definir um vice, que poderia ser oriundo de Marabá.
Antônio Carlos Nunes de Lima toma conhecimento da chapa Luís Omar-Zé Ângelo e escala Maurício Bororó para chegar junto de Luís Omar, que é presidente do Carajás Esporte Clube.
Luís Omar e Bororó são condôminos do mesmo prédio e as esposas dos dois cartolas são amigas: dona Chica, de Luís Omar, e dona Ana, de Maurício Bororó.
Em menos de uma semana a história muda: Adelcio, Bororó, Feliz e Luís Omar se encontraram em restaurante e selaram a união. Luís Omar anuncia que não é mais candidato.
Luís Omar comunica a Zé Ângelo que desiste da campanha à presidência da Federação Paraense de Futebol. Só restando a Zé Ângelo desistir também.
Sacramentada a desistência de Luís Omar, o presidente Adelcio, em ato de gratidão, marca eleição da FPF para o dia 4 de agosto. Por que 4 de agosto? É a data de aniversário de Bororó.
Ao final da tarde de segunda-feira, 12, Zé Ângelo diz: “É irreversível: não sou candidato à presidência da Federação Paraense de Futebol! ”
É o que há!

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ZÉ ÂNGELO DEIXA CONFIS DO PAYSANDU

MAGOADO, ZÉ ÂNGELO DEIXARÁ O CONFIS DO PAYSANDU

Com a desistência de Luís Omar Pinheiro em concorrer à presidência da FPF, em eleição que acontecerá dia 4 de agosto, José Ângelo Miranda também poderá desistir da sua candidatura.
Zé Ângelo deu este depoimento ao blogue…
…. Realmente, conversei com Luís Omar na sexta-feira e havíamos tratado que desistiríamos da candidatura às eleições à presidência da Federação, mesmo eu abrindo mão da minha candidatura e sendo vice de Luís Omar, por quem tenho maior respeito pelo que ele fez pelo Paysandu, agora, o que me causou surpresa foi tomar conhecimento da adesão dele à chapa da situação…
…. Neste caso refletirei muito e na segunda-feira, 12, tomarei uma decisão definitiva…eu acho que eu já dei o que tinha que dá, dentro da minha visão, neste momento, é retirar minha candidatura, que ainda não oficializei, e retirar de uma maneira muito tranquila; afinal de contas eu não dependo do futebol paraense; eu iria prestar os meus serviços ao futebol do Pará como prestei durante 4 anos como vice-presidente da Federação e como auxiliei na Federação de maio a dezembro de 2016, e no meu tempo tudo era transparente… tudo era publicado transparentemente; desta forma só me resta cuidar dos meus netos; curtir minha vida; curtir o futebol paraense e torcer que o CR consiga o acesso à série B, o Paysandu à A, e torcer para que a gestão da Federação tenha sucesso; e lamentar que Clube do Remo e Paysandu, que sustentam o futebol paraense, estejam em situação diferente dos das ligas, que são mais de 100, e com um voto cada uma, tenham mais força na eleição; isso tem que mudar; afinal de contas o continuísmo não é algo interessante para ninguém; segunda-feira, à tarde terei uma decisão em definitivo; e acrescento mais ainda: lamento a posição do meu clube, o Paysandu, clube do qual sou presidente do Conselho Fiscal, e eu acho que eu merecia ter tido uma atenção da diretoria do Paysandu, do presidente Sérgio Serra, que eu reputo pessoa de bem e que está conduzindo o Paysandu no caminho certo, mas desta forma estarei renunciando ao cargo de presidente do Conselho Fiscal do Paysandu. Eu não preciso do Paysandu! Eu não preciso do futebol paraense! Tenho 67 anos e uma conduta ilibada! Fui presidente da Assembleia Paraense! Fui Secretário de Esporte e Lazer durante 4 anos! Integrei a comissão de construção da nova Curuzu! Desta forma digo, com muita mágoa, com muita tristeza acho que parou o Zé Ângelo no futebol paraense. Continuarei sendo a mesma pessoa: humilde e honesta como sempre fui.
MANOEL RIBEIRO E JOSUÉ AINDA VÃO CONVERSAR
Desde início da tarde de domingo, 11, que Josué Teixeira deixou de ser técnico do CR.
Após empate com o CSA em 1 a 1 que a torcida azulina protestou nas redes sociais e ameaçou ir ao Baenão a quando da reapresentação do time na manhã desta segunda-feira, 12.
Desde dezembro de 2016 quando assumiu o Remo, Josué comandou time azulino em 24 jogos, sendo 14 pelo paraense; 1, Copa Brasil; Copa Verde, 4, e 5 pela série C.
Josué obteve 10 vitórias, 9 empates e 5 derrotas. (Informações do jornalista Rafael Graim, assessor de imprensa do CR).
A sua insistência em manter Mikaele no time do Remo o fez ser alvo de “agulhadas” da torcida remista através das redes sociais.
Em reunião que aconteceu na manhã de domingo, 11, diretoria azulina dispensou o técnico, e começou a busca por um nome de prestígio para comandar o time leonino.
(Oficialmente, técnico Josué será comunicado na manhã de segunda-feira, 12, pelo presidente Manoel Ribeiro, que não mais está nos planos da diretoria azulina).
É o que há!

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TRT LEVA 30% DA RENDA LÍQUIDA DO CR

Fui ao Mangueirão à noite de sábado,10, não com o intuito de assistir ao jogo CR e CSA.
De olho na sala onde funciona a tesouraria da Federação Paraense de Futebol.
Do pouco que vi do jogo, não entendo como o Josué mantem Mikael em campo, que erra passes em exaustão, e tira Edgar, que saiu de campo jururu.
Mas não me atenho ao jogo em que o Remo empatou em 1 a 1 porque fiquei entre o setor das cadeiras e de olho em pessoas indiferentes à sala onde funcionários da FPF confeccionam o borderô.
Henrique Lobato, advogado que representa os maiores credores do Clube do Remo junto à Justiça do Trabalho, na semana passada peticionou ao juiz Raimundo Itamar, da 16ª Vara-TRT-PA, que fosse bloqueado na boca do cofre os 30% dos jogos em que o Remo fosse o mandante.
O magistrado acatou a solicitação do advogado Henrique Lobato e no jogo contra o CSA oficiais de justiça visitaram a sala da tesouraria da FPF e levaram R$ 29.700,00 (vinte e sete mil e setecentos reais) dos R$ 99.000,00 (noventa e mil reais) da renda líquida do jogo.
R$ 190.140,00 (cento e noventa mil e cento e quarente reais) foi a renda bruta, sobrando ao CR R$ 71.300,00 (setenta e um mil e trezentos reais).
No Mangueirão conversei com o vice-presidente azulino, médico Ricardo Ribeiro, antes do jogo, e me revelou as dificuldades financeiras que a diretoria está enfrentando para quitar folhas de funcionários e jogadores.
O clube deve salários do ano passado (outubro e novembro) e deste ano estão atrasados 3 meses dos funcionários e o acordo na 16ª Vara, além dos bloqueios das cotas de publicidades da FUNTELPA e BANPARÁ, a partir do jogo deste sábado a justiça bloqueará na fonte.
Referente a este problema, o Ministério Público do Trabalho já denunciou o Remo ao Tribunal Regional do Trabalho.
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LUÍS OMAR E ZÉ ÂNGELO ESTÃO FORA DA ELEIÇÃO DA FPF

LUÍS OMAR E ZÉ ÂNGELO DEVEM COMUNICAR À IMPRENSA A DESISTÊNCIA ...

Deu chabu a chapa idealizada por Luís Omar e Zé Ângelo Miranda para concorrer à eleição da presidência da Federação Paraense de Futebol.
Eleição federacionista acontecerá no dia 4 de agosto, na boate da Tuna Luso Brasileira.
Das 110 ligas filiadas à FPF, 40 estão sem licenciamento e não realizaram seus campeonatos, o que diminuirá o colégio eleitoral, em relação a eleição de 2013, quando 97 ligas, 25 clubes amadores e 23 clubes profissionais totalizaram 190 votos.
Desse total, Nunes obteve 88 votos, Luís Omar, 55, e Sereni, 43, num total de 186 votos, porque 4 presidentes de ligas não compareceram no dia da eleição!
Por estar cuidando da saúde, e sendo aconselhado pela esposa, dona Chica, para não concorrer, e com viagem programada à Europa, com a família, em julho, Luís Omar não aceitou às propostas para compor, primeiro com Delcio, e por último com José Ângelo Miranda lhe propondo cabeça de chapa.
À noite de quinta-feira, 8, Luís Omar e Zé Ângelo conversaram e, cada um expondo seus obstáculos, decidiram, em comum acordo, desistirem de concorrer à presidência da Federação Paraense de Futebol.
“Eu tenho os meus 55 votos da eleição passada, mas como a eleição foi marcada para início de agosto, e para me ver livre dos tititis da dona Chica, conversei com o Zé, e resolvi saí da disputa’, confirmou Luís Omar ao blogue.
Em comunicado à imprensa, o que deve acontecer segunda-feira, 12, Luís Omar e Zé Ângelo divulgarão suas dificuldades de concorrerem ao pleito federacionista.
Vinte dias úteis, antes do pleito – dia 7 de julho -, a presidência da FPF divulgará o edital da eleição, com as chapas apresentando 40% de eleitores que o apoiarão.
Se não aparecer outra chapa, Adelcio, Bororó e Paulo Romano deverão ser aclamados
É o que há!

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