TIME BICOLOR PRECISA HONRAR A BANDEIRA ALVICELESTE

ESTA BANDEIRA PRECISA SER HONRADA PELOS JOGADORES ( Foto:Eliercio Santino)

O Paysandu teve posse de bola, mas não criou e nem finalizou com perfeição.
E o Juventude-RS marcou em linha no seu próprio campo, saindo rápido no contra-ataque.
Zero a zero foi o resultado do jogo entre Paysandu e Juventude, à tarde de sábado, 17, no Mangueirão.
Gilmar Dal Pozzo é um técnico sistemático, sabendo armar suas equipes no setor defensivo, sempre trabalhando em linhas bem forte na marcação.
E a oportunidade cristalina de gol quem teve foi o Juventude através de Tiago Marques, aos 19’ do primeiro tempo, quando o atacante ficou de cara com o goleiro Emerson e mete para fora.
Paysandu jogou no campo do Juventude, mas errava passes, e disso se aproveitava o time da Serra Gaúcha para saí em velocidade com Tiago Marques pela esquerda e Ramon pela direita.
Na metade do primeiro tempo, Dal Pozzo faz a inversão: Tiago passou a se movimentar pela esquerda e Ramon pela direita.
Lateral-esquerdo Peri, o melhor jogador bicolor em campo, marcava e apoiava com desenvoltura.
Ayrton não foi à toa que foi vaiado pelo torcedor bicolor presente nas arquibancadas: errou muitos passes.
O jogo do Paysandu contra o Juventude ficou evidenciado que o time não teve capacidade técnica de furar a forte marcação do time de Gilmar Dal Pozzo, que veio para Belém com a finalidade de jogar por uma bola, e por pouco não conseguiu.
Quem tem demonstrado qualidades técnicas ficou a dever, errando passes na entrada da área do goleiro Matheus Cavichioli: Diogo Oliveira não se houve bem nos passes e nas finalizações.
Desde que está na Curuzu, Marcelo Chamusca não tem demonstrado trabalho técnico-tático para fazer seu time penetrar em defesas bem postadas como à do Juventude no jogo de sábado, no Mangueirão.
O mundo do futebol sabe que o antídoto para se romper defensivas bem postadas, como aconteceu contra o Goiás e o Juventude, é o toque de bola rápido e perfeito. O time de Chamusca não tem esta qualidade.
A individualidade técnica de um jogador, também, pode fazer a diferença. Quem tem essa qualidade é “ruim da bola”: Leandro Carvalho.
Time bicolor é incapaz de tocar a bola num 1-2 com perfeição. Isso é falta de treino!
Marcelo Chamusca continua técnico bicolor, e o jogador Fernando Gabriel não tem tido apoio da esposa, que não deseja vir morar em Belém.
É o que há!

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