“ESTÃO LESANDO O REMO”

Paulo Oliveira, Sérgio Dias e Marco Antônio conversando sobre a base azulina

Nem o título do 1º turno deixa o ambiente do Remo em paz.
Na sede a maioria dos funcionários não tolera o comportamento do diretor comercial e marketing do clube, Stefani Henrique Monteiro dos Santos, que é acusado de promover festas e vender camisas do clube e não presta conta.
A ASSOREMO, que o indicou para o cargo, já lavou às mãos e o mesmo está por conta e risco do presidente Zeca Pirão, que revelou ao blog que por “pressão” ninguém sai do clube.
Em uma das comemorações realizadas na sede, Stefani se excedeu em comportamento antissocial ao tirar a camisa e ficar nu da cintura pra cima.
Uma boma foi detonada quarta-feira no terreiro azulino quando o colunista Abner Luís publicou no AMAZÔNIA que figuras como Roberto Porto, Rafael Levy, Jones Tavares, Baralho, Ângelo Carrascosa e Francisco Rosas estão “fritando” o presidente azlunio, Zeca Pirão.
Os conselheiros que integram o Conselho de Futebol – Paulo Motta, Raniere Gadelha e Francisco Rosas – querem que o departamento de futebol mandem ao conselho contratos dos jogdores, despesas de hotel e passagens aéreas. “E até a presente data não deram explicação”, diz um conselheiro.
O blog ouviu Paulo Motta sobre o tema e revelou que tem conversado com o presidente Pirão e que ainda não é o momento para o conselho de futebol exigir isso e aquilo. “Vamos deixar o homem trabalhar”, minimizou Motta.
No departamento de futebol amador a coisa é pior: são denúncias de “acertos” de diretores com empresários para tirarem jogadores da base remista.
No início da tarde de quinta-feira, 27, no restaurante do hotel Sagres, em mesa separada, o vice-presidente azulino, Marco Antônio Pina, o “Magnata”, Paulinho Oliveira, diretor da base, e Sérgio Dias, representante do clube na FPF, conversavam sobre a situação em que se encontra a base remista, e Oliveira dizia está propenso a entregar o cargo que “tem nome a zelar”.
Paulinho Oliveira, dietor da base, disse que Tsuname estaria sendo emprestado com autorização da diretoria, mas apareceu uma outra situação: “Tsuname vai com um diretor da base…Não sei prá onde.”
Marco Antônio Pina, vice-presidente remista, revelou ao blog que não tem nada comprovado, mas que essas conversas chegm ao nosso conhecimento. “Agora, vamos apurar. Estou à frente e vou elaborar um documento pra levar ao CONDEL para que sejam tomadas providências cabiveis e necessárias quem está nas divisões de base do Remo”, acrescentou Pina.
Para Sérgio Dias o clube está sendo “lesado”.
Urge que o vice-presidente remista, advogado Marco Antônio Pina, tome a frente das investigações, indo na casa dos familiares de alguns jogadores da base, conversar com os pais, que se chegará àqueles que estão iludindo e desviando os jogadores do Remo.
Jaime, 21, desde os 12 anos no clube, não serviu para o Remo, e serviu para o Fluminense-RJ, que deu ao jogador pré-contrato, cama, mesa e luz, e o “atravessador” continua dentro do Baenão.
COPA VERDE
Paysandu e Remo vão a Manaus para os jogos de ida contra Princesa do Solimões e Nacional.
Bicolor, que goleou de 6x 1, joga dia 8 em Manacapuru; CR, que empatou em 1 x 1 com o Nacional, joga dia 9, na Arena Verde “Vivaldo Lima”, na capital manauara.
Não gosto de dar palpite em futebol vendo pela TV. Não é como se estivesse no estádio tendo o campo escancarado a frente e vendo como se posicionam os jogadores.
Vejo o Paysandu com jogadas trabalhadas, tendo padrão de jogo, tocando a bola e valorizando o toque rápido.
O Remo tem um elenco com valores individuais, mas atuando dependendo da aplicação de cada atleta.
Eduardo Ramos continua andando em campo. Se fosse armador atuando de uma intermediária à outra o Remo estaria melhor servido. Quem tenta fazer este papel é o volante Dadá, quando o time precisa empatar ou vencer.
É o que há!

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