BANPARÁ REPASSA, MAS TRT NÃO PAGA

ADVOGADO ÂNGELO CARRASCOSA: "IMBRÓGLIO JURÍDICO ATRAPALHA O CR"

O advogado Ângelo Carrascosa foi um dos mentores do acordo dos credores do CR no TRT-PA.
O consenso entre Clube do Remo e advogado Henrique Lobato, que representa mais de 27 credores, aconteceu em 27 de novembro de 2015.
André Meira, Ângelo Carrascosa (advogados) e Manoel Ribeiro, presidente do CR à época, representaram o Clube do Remo, firmando acordo para salvar área do carrossel do leilão.
Remo cumpriu com os depósitos da FUNTELPA (R$ 960.000,00), BANPARÁ (R$ 54.500,00) e 30% das rendas líquidas dos jogos do Clube do Remo em Belém.
Os 30% do RE-PA do dia 23 de abril o clube não depositou até a presente data.
O blog foi ao encontro do advogado Ângelo Carrascosa.
Eis a entrevista.
SATISFAÇÃO
Nós temos mantido diálogo constante com advogado Henrique Lobato e ele tem entendido as dificuldades do clube, mas que vamos conseguir superar esses embaraços.
ATRASO
De fato, está havendo atraso no depósito de uma renda, mas já foi explicado a ele à justiça, e a nossa expectativa é de que com a renda de segunda-feira a gente faça não só o repasse da renda do jogo, quanto do que está em aberto. Pelo menos é o compromisso que o presidente André assumiu comigo, com a comissão e com o doutor Henrique Lobato.
A COTA DO BANPARÁ
Foi criado um problema jurídico, porque nós entramos com ação de suspeição contra o juiz Jorge Vieira, que é o titular da vara (nada contra a honestidade dele) e entendemos que o juiz não estava mais conduzindo o processo de forma adequada, ao nosso ver, o processo; de forma que ação ainda vai ser julgada. Enquanto ele não poder atuar no processo, a juíza substituta (Érika Moreira Bechara) tem se limitado a praticar poucos atos. Ela entendeu que o acordo da forma como foi redigido não permitiria ao doutor Henrique Lobato fazer levantamento dos recursos oriundos do BANPARÁ. Apenas da FUNTELPA e bloqueios de rendas.
COTA DO BANPARÁ ESTÁ INTOCÁVEL
Nós iremos na próxima semana (eu, doutores Henrique e Kayath) tentar sensibilizar a corregedoria para que as cotas do BANPARÁ sejam liberadas e os credores recebam. Não é interessante nem para o Remo, nem para os credores o dinheiro parado na justiça.
SITUAÇÃO INUSITADA
É. O Remo tem o dinheiro (R$ 327.000,00) do BANPARÁ, mas estamos com problema de interpretação judicial. Penso que está havendo um preciosismo muito grande de interpretações jurídicas.
CORRE JUROS
O dinheiro do BANPARÁ está em conta remunerada, mas o maior prejuízo é do credor que não recebeu. A gente espera que na semana que vem a justiça nos dê um posicionamento de quem de fato analisará os processos.
THIAGO BELÉM (R$ 1,7 mi)
Este ano nós fechamos com o doutor Kayath, mas a justiça ainda não homologou o acordo e nós temos interesse que a justiça homologue o acordo que é para que o Clube do Remo pague a inicial de R$ 100.000,00 (cem mil reais) e que doravante ele passe a receber os depósitos do BANPARÁ, que são de 54 mil e 500 reais, e ele receberá 40 mil reais e ainda sobram valores. Diante deste imbróglio jurídico, o Remo tem dinheiro na justiça, mas não consegue honrar.
CARLOS KAYATH
Pelo celular, o editor do blog conversou com o advogado Carlos Kayath, que patrocina a causa do Thiago Belém (R$ 1,7 mi), e revelou que a juíza Érika Moreira Bechara absteve-se de homologar o acordo entre Clube do Remo e Thiago Belém: 100 mil reais de entrada e 40 parcelas de 40 mil reais.
É o que há!

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SEQUESTROS DAS RENDAS NA BOCA DO CAIXA

ADVOGADO HENRIQUE LOBATO AMEAÇA BLOQUEAR RENDAS DO CR

A fim de salvar a área do carrossel do leilão, CR fechou acordo com o TRT no dia 27.11.
Advogados André Meira e Ângelo Carrascosa, defendendo os interesses do Clube do Remo, e Henrique Lobato, patrono dos mais de vinte e sete credores (27), fecharam acordo ante a presença da desembargadora Francisca Oliveira Formigosa.
Manoel de Nazareth Santana Ribeiro, presidente do Conselho Deliberativo (CONDEL), acumulava a função de presidente do Conselho Diretor (CODIR) assinou o acordo.
Na conta da 13ª Vara, que tem como juiz Jorge Antônio Ramos Vieira, o Remo depositara R$ 1.300.000,00 (um milhão e trezentos mil reais), que foram repassados aos clientes do advogado Henrique Lobato.
O débito azulino com os clientes do advogado Henrique Lobato está na ordem de R$ 5 mi (cinco milhões de reais). O débito total do CR no TRT-PA é de R$ 11.217.098, 61 (onze milhões, duzentos e dezessete mil, noventa e oito reais e sessenta e um centavos).
O consenso entre as partes, sacramentado no dia 27 de novembro de 2015, foi definido assim: Clube do Remo se responsabilizou, através de Manoel Ribeiro, em repassar à conta-conciliação do TRT-PA, na 13ª Vara, os patrocínios do BANPARÁ (R$ 54.500,00) a cota da FUNTELPA (direito de televisionamento do campeonato paraense de 2016) na ordem de R$ 960.000,00 (novecentos e sessenta mil reais) pago em duas parcelas e mais 30% das rendas dos jogos do Clube do Remo em campos paraenses.
O clube cumpriu com os repasses do BANPARÁ, da FUNTELPA (estes a FPF repassou ao TRT) e dos 30% dos borderôs dos jogos do Remo, pelo campeonato paraense, o clube deixou de depositar os percentuais do RE-PA do dia 23 de abril.
Além dessa pendência, o clube não cumpriu com o acordo de pagar R$ 40.000,00 (quarenta mil reais) em 8 (oito) parcelas de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para a ex-funcionário azulina, Leiydiane, não depositando 5 de abril e 5 de maio.
“Conversei com o doutor Ângelo Carrascosa, que é quem me atende, sobre o não cumprimento do acordo, e ele me disse que está difícil, mas que iria conversar com o André, e se não depositarem até sexta-feira os 30% do último RE-PA e os dez mil reais da Leydiane, sexta-feira entro com pedido de sequestro na boca do caixa das rendas dos jogos do Clube do Remo, em Belém”, confirmou Henrique Lobato ao blog.
Advogado Ângelo Carroscosa falou ao blog: “Sou conselheiro do clube e faço parte da comissão que engendrou o acordo no TRT. Falei ao doutor Henrique Lobato que essas pendências nós resolveremos a partir de segunda-feira. ”
Carrascosa revelou que as cotas do BANPARÁ estão depositadas na conta conciliação, mas que não são repassadas aos credores do advogado Henrique Lobato. “O juiz entende que dinheiro do BANPARÁ deverá cobrir outros débitos”, confirmou advogado Ângelo Carrascosa.
É o que há!

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A VERDADE!

DIFICILMENTE, MARCELO COSTA VOLTARÁ A JOGAR FUTEBOL (foto ASCOM-PSC)

Em 6 de janeiro deste ano diretoria bicolor anunciou a contratação do meia-armador Marcelo Pereira da Costa, 36, junto ao Joinvile-SC, por empréstimo até dezembro deste ano.
Ao se apresentar na Curuzu, o atleta se submeteu a todos os exames de praxe. Nada de irregular foi constatado.
Marcelo Costa treina normalmente e toma, após cada treino, os suplementos vitamínicos e nada sente.
Marcelo Costa fez quatro jogos pelo Paysandu: ganhou dois e empatou dois e fez um gol contra o Clube do Remo.
Dia 04 de fevereiro, Marcelo Costa estreia pelo Papão contra o Independente em, em Tucuruí, e o bicola vence de 1 a 0.
Remo e Paysandu, 06 de março, e houve empate em 1 a 1. Marcelo Costa fez o gol do Papão.
Paysandu e Cametá se enfrentam no dia 30 de março e Marcelo Costa faz seu terceiro jogo pelo Papão.
Em 03 de abril, Marcelo Costa faz seu último jogo com a camisa bicolor contra o Clube do Remo: 1 a 1.
Num dia do final do mês de abril, em casa, à noite, após um dia de treinos intensivos, Marcelo Costa se sente mal. A esposa comunica o executivo do Paysandu, Alex Brasil, que o leva para o “Porto Dias”, onde é submetido a todos os exames e de imediato é levado para a UTI do hospital.
A esposa do jogador, que tem temperamento mercurial, é comunicada que Marcelo Costa é paciente renal crônico.
No dia seguinte, o ex-presidente do Paysandu, Wandick, vai ao “Porto Dias” visitar Marcelo Costa, mas é aconselhado pelo médico Joaquim Ramos, um dos diretores da casa de saúde, que  não é possível visitar o atleta por estar internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).
Wandick é comunicado que Marcelo Costa é renal crônico.
Após passar alguns dias internados, Marcelo recebe alta e volta para o “apê” onde reside, mas com acompanhamento de clínico geral.
Ao saber do estado de saúde do atleta, presidente Alberto Maia ratifica o cumprimento do contrato até o final deste ano.
Marcelo Costa prefere voltar para Joinvile-SC onde deve continuar o tratamento.
Por questões éticas, os médicos do Paysandu mantêm silêncio.
Mas, um médico, a quem o blog consultou, Marcelo Costa não pode jogar bola, porque está impedido de ingerir os suplementos vitamínicos, que são ministrados aos jogadores após os treinos.
É a verdade!
É o que há!

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OS “LEPRENTOS” DOS CAMPOS DE FUTEBOL

REPÓRTERES ESPORTIVOS PROTESTAM CONTRA A MEDIDA DA CBF

Poderia me aprofundar na questão do jogador Marcelo Costa, que é renal crônico.
E o Paysandu pagará salários até o final do contrato – dezembro. Está definido pela diretoria.
Welber, que teve contrato rescindido, recebeu tudo que tinha direito, mas deixou a sede do Clube dizendo que “vem chumbo grosso”.
Ao ser entrevistado por mim, no SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara-AM-1130, revelou que o grupo de jogadores bicolores está descontente com que está acontecendo na Curuzu: “Vocês verão o que acontecerá. Os jogadores que foram campeões paraenses e Copa Verde estão descontentes”.
Ao ser indagado se vai levar o clube à justiça trabalhista, o “Risadinha” disse não “saber do dia de amanhã! ”
Tenho opinião formada sobre os dois temas abordados no frontispício deste texto.
No primeiro, o Paysandu foi enganado. Culpa de quem?
O caso Welber: é ingratidão do mais alto grau. E todo ingrato é monstro! …
São questões que envolvem o Paysandu e hoje o Papão está muito bem administrado e, portanto, Maia e sua diretoria sabem o que estão fazendo.
OS “LEPRENTOS” DO SÉCULO XXI
Os repórteres de rádio estão sendo tratados pela CBF, nas suas competições, como os “leprentos” dos campos de futebol.
Todos os dias, ao acordar rogo ao meu Deus – que é rico, poderoso e festeiro – não me deixe ter ódio. Ter raiva. Murmurar negativamente de mim mesmo e não me deixar sem o sentimento da compaixão.
Que não me falte a percepção de o mundo que me cerca. Aprendi a ver o mundo que me cerca lendo Michel Foucault e a obra “Vigiar e Punir” em que o filósofo aborda o poder do panoptismo.
A CBF paga dois funcionários da FPF (Scotta e Cláudio) para vigiar e controlar os passos dos repórteres esportivos, nos campos de futebol, em Belém, nos jogos dos campeonatos brasileiros das séries “B” e “C” em que Paysandu e Remo estão inseridos.
E o pior: os repórteres de rádio não poderão inserir em seus coletes a marca dos seus patrocinadores. É desumano!
Os árbitros de futebol, os todo-poderosos “ditadores” dentro das 4 linhas, em seus uniformes usam a logomarca de canal de TV fechada. E nem por isso a CBF implica com os caras.
E os repórteres de rádio, além de não usarem suas marcas nos coletes, são obrigados a ficarem num “curral” determinado pela dupla Scotta-Cláudio, atrás das traves. E se chover? Quem se responsabilizará pelos equipamentos das emissoras de rádio?
Disciplinar a atividade jornalística à beira dos gramados é essencial, mas proibir de usar patrocínios e controlar a atividade profissional é antidemocrático. Não concordo!
É “Vigiar e punir”, na mais pura essência “Foucaltiana”, profissionais que, honestamente, impunham microfones das rádios de todo o Estado do Pará e que têm relevantes serviços prestados ao futebol da Amazônia.
Os repórteres, nos campos de futebol paraenses, são controlados “pela força do olhar” de um ex-militar da aeronáutica (Scotta) e Cláudio (ex-coronel da PM-PA).
Para Foucault o panoptismo funciona como “Laboratório de Poder”.
Nildo Matos, vice-presidente da ACLEP, informou que vai a Brasília em dias desta semana, participar de simpósio da ABRACE, e será porta-voz dos confrades.
Se não houver acordo, justiça, galera!
É o que há!

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WELBER AMEAÇA LEVAR PSC À JUSTIÇA…MONSTRUOSIDADE.

WELBER, A IMAGEM DA INGRATIDÃO...(foto removida)

Pela “B”, Paysandu empatou em 1 a 1 com o Oeste um time que não dá chutão.
O Remo, pela “C”, na Arena Pantanal, empatou em 1 a 1 com o Cuiabá e pulou uma fogueira, porque o time cuiabano perdeu pênalti.
Neste post, não me atenho aos jogos de Remo e Paysandu, e divulgo a monstruosidade de um mau-caráter.
Tenho dito que todo ingrato é mau-caráter. É monstro!
Dois dias após completar 37 anos, Welber Augusto Pantoja Conceição, “Risadinha”, foi preso por não cumprir com a obrigação como pai de dois filhos (9 e 11 anos de idade) de um relacionamento que teve com a jovem Cristiane Souza.
Pensão alimentícia é um direito da criança, do adolescente e do idoso.
Um mês de atraso, o juiz pode expedir um mandado de prisão do pai desnaturado.
Welber fugia havia dois anos dos mandados judiciais e devia aos filhos R$ 57 mil.
No seu sítio, em Ananindeua, em 22 de maio do ano passado, Welber foi preso em penitenciaria da área metropolitana de Belém – em Marituba.
Oberdan, ex-jogador, presidente do Sindicato dos Jogadores Profissionais do Estado do Pará, e Wandick, vereador, ex-jogador, que atuou com Welber no Paysandu, promoveram “vaquinhas” para arranjar dinheiro e pagar as pensões dos filhos de Welber.
Jogadores de Remo, Paysandu e ex-atletas ajudaram o “Risadinha” e o presidente do Paysandu, Alberto Maia, colocou o departamento jurídico do clube a disposição de Welber.
Ao se ver livre da prisão, Werlber, com 38 anos de idade, foi contratado pelo Paysandu, em 1º de dezembro de 2015. Alberto Maia foi criticado por Hamilton Gualberto, o Crítico dos Críticos, da Rádio Liberal, e pelo Paulo Fernandes, da Rádio Clube: “O Paysandu não é casa de caridade…”, diziam os críticos de Maia.
Seis meses no Paysandu, Welber não conseguiu ficar no peso ideal e, por ato caridoso de Alberto Maia, “Risadinha” permaneceu fez parte do elenco do Paraense e da Copa Verde.
Para a campanha da série B, a comissão técnica bicolor fez avaliações e não mais se interessou por Welber e foi dispensado.
Maia mandou pagar os direitos trabalhistas do jogador, mas antes Welber se indispôs com o presidente Alberto Maia, na Curuzu, alegando que desejaria receber premiação das conquistas do Paraense e da Copa Verde.
Maia teria lhe dito que as premiações ainda não haviam sido pagas aos jogadores porque dependiam de o clube receber valores do governo do Estado. Welber não concordou e exigiu que lhe fossem pagas logo porque não desejaria voltar à sede do clube.
Quinta-feira, 19, Welber foi à sede do Paysandu e ao receber direitos trabalhistas saiu dizendo que “vinha chumbo grosso para cima do Paysandu”.
Alberto Maia ao saber das ameaças revelou ao blog: “O Welber foi uma grande decepção para mim. Foi importante dá uma oportunidade para um atleta, para o ser humano, mas quando os homens não reconhecem Deus está lá em cima anotando…, mas foi uma grande decepção para mim…ele não deve nada para mim e ele para mim…o clube pagou tudo que devia com juros e correções monetárias. Passou”, resignou-se Maia.
O repórter insistiu nas cobranças feitas pelo “Risadinha” na hora de rescindir contrato com o clube: “Ele se recusou a receber direitos trabalhistas, pois só receberia se pagassem premiações e isso me fez vez que ele estava desconfiando da diretoria e eu não admito que ninguém desconfie do meu trabalho e isso me deixou muito chateado e disse a ele que todos os jogadores receberiam a premiação na sexta-feira, 20, e o clube paga todos juntos, e na sexta-feira ele foi receber e, por determinação judicial, temos que descontar as pensões alimentícias. É decisão judicial. E decisão judicial não se discute, cumpre-se. A tesouraria do clube fez os descontos nos direitos trabalhistas e nas premiações. Ele se revoltou e saiu dizendo “que vem chumbo grosso por aí”.
Alberto Maia disse que odeia homem que manda recado: “Homem tem que falar na minha cara e odeio quem sugestiona o meu nome. Lamento! Uma grande decepção! Um cara ingrato! Errei! Errei por ter dado oportunidade de ele vestir a camisa do Paysandu”, concluiu Maia.
MARCELO COSTA
Sem poder entrar em detalhes com relação a doença de Marcelo Costa, afirmo com todas as letras que dificilmente este jogador voltará a vestir a camisa do Paysandu.
Ele tem contrato com o bicolor  até dezembro, e o clube cumprirá com que está no papel.
Mas, infelizmente, no mundo do futebol há quem viva enganando às pessoas de bem.
É o que há!

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“SEJA QUENTE OU SEJA FRIO, NÃO SEJA MORNO QUE EU TE VOMITO” (VAGABUNDO)

50 ANOS DE MAIO NA BASÍLICA DE NAZARÉ

No dia 7 de maio Alberto Maia, presidente do Paysandu, completou 50 anos.
Familiares mandaram celebrar missa em ação de graça na Basílica de Nazaré.
Na homilia, o celebrante dissecou um dos mais importantes ensinamentos de jesus: “O mais importante é servir”.
Por quase dois anos, advogado Alberto Maia larga escritório (com apoio dos sócios e ganha pró-labore) e passa a se dedicar ao Paysandu Sport Club.
No início da administração, em 2015, lembro que ouvi da boca de advogado que comandou a Assembleia Geral do clube, Paulo Moraes, que “vocês verão quem é Alberto Maia”.
Fiquei com a expressão na cabeça e percebi que Alberto Maia chegou no Paysandu com sangue no olho.
Mudando o que tinha para ser mudado e fazendo o que deveria ser feito: implantou o estilo Maia de ser presidente. Cortou na carne.
Desagradou muitos, inclusive repórteres setoristas que passaram a não ter sala na Curuzu (faz o teu e vai embora) e a ninguém, que não seja funcionário do clube, será permitido ficar nas dependências da Curuzu.
Chefes de torcidas, desde o tempo de Tourinho, eram os donos das lojas e não pagavam uma “ana” ao clube.
Adentrar na Curuzu de bermuda, nem pensar. Fui barrado e tive que comprar calça de 1,99 em loja de São Brás. “Te acerto, Maia”, murmurei no fundo d’alma…
Tive que me render as evidências da administração honesta, transparente e progressista. Maia é articulador. Maia não espera acontecer: busca propósitos em prol de um Paysandu límpido e cristalino.
Diferente de Artur Tourinho que conquistou títulos para o Paysandu (misturou família, política com o clube), Maia conquistou títulos, deu visibilidade nacional e internacional e financeiramente transforma o Paysandu num clube rentável em que os diretores não são obrigados a meter mão no bolso e nem se locupletam com o dinheiro da instituição.
Dinheiro do clube não anda em mala de carro de diretor. É transportado pela SAGA. E as dívidas do Papão têm que ser provada e muito bem provada, do contrário Elmar Saúde não paga. A este homem o Paysandu deve muito: criou o caixa único e as “ratazanas” desapareceram do clube.
Maia conquistou dois títulos (Parazão e Copa Verde), ousa em criar à LOBO (o grande sol bicolor), compra LOBUS (ônibus), constrói hotel concentração e paga em dia acordos no TRT: R$ 1,2 mi (um milhão e duzentos mil reais) depositados na 6ª Vara-TRT para Jobson e Arinelson.
À noite de quinta-feira, 19, na premiação mais popular do esporte paraense, o Troféu Camisa 13, da RBA, Alberto Maia é eleito a personalidade esportiva do ano. Merecidamente!
Lembrei do padre por ocasião dos 50 anos de Alberto Maia: “O mais importante é servir”. E é!
Servir com amor! Servir sem a praga do interesse pessoal!
Não somente no meu, mas no grande panteão do esporte paraense, Maia é o destaque, porque “seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito” (vagabundo) é a essência do ser Alberto Maia. Está entendido, Paulo Moraes!
É o que há!

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PAREI!

"FOI UM LAPSO", CONFIRMOU PIRÃO SOBRE A CT DE EDUARDO RAMOS NÃO ASSINADA

Alguns energúmenos querem me explodir pelos fatos que noticio.
E se algumas dessas tralhas vestem a carapuça que me façam bater ponto na justiça.
O encontro dos remistas, à noite de quarta-feira, 18, em restaurante no centro de Belém, me chegou por via concreta: um taxista.
“Como é que ele sabe das coisas? ”, indagou o presidente André.
“O Zeca é bem informado, e ele já está tuitando o nosso encontro”, respondeu um dos comensais.
Ora, como sei das coisas? Sabendo! A minha maior riqueza nesta cidade é a credibilidade que consegui ao longo dos 37 anos que vivo nesta cidade e desempenhando a função de repórter esportivo.
E, por intuição, chamei alguns celulares e não me atenderam; então, deduzir que os paredros estavam em volta à mesa farta tratando das coisas do Clube do Remo. Insisti…
Zeca Pirão, Maroja, Marco Antônio Pina, Agnelo, Cláudio Jorge, Fábio Cebolão, Fábio Bentes e outros remistas reuniram com os egos serenados para ouvir o presidente azulino André Cavalcante sobre o momento difícil pelo qual passa o Clube do Remo.
André revelou as dificuldades para pagar 30% à justiça sobre os valores das cotas do Clube do Remo em cada partida jogada em Belém. À do último RE-PA (23.04) não foi depositada.
O porquê de o clube manter o executivo Fred Gomes se ele não fedeu e nem cheirou nas últimas contratações. “São de inteira responsabilidade do técnico e da diretoria”, confirmou o presidente.
Pirão questionou porquê mantê-lo no Baenão. O presidente garante que Fred Gomes é indispensável na logística da delegação azulina. “E o Fernando Oliveira? ”
E o que mais chamou a atenção dos presentes foi a confirmação do presidente André de que o meia Eduardo Ramos não tem Carteira de Trabalho assinada pelo presidente que o contratou, em 2014, o Zeca Pirão.
O difícil de entender é que o diretor de futebol à época era o advogado Thiago Passos, e o diretor jurídico era André Cavalcante: esqueceram de levar a CT de Eduardo Ramos ao presidente Pirão para assinatura. Engana-me que eu gosto!
“Foi um lapso. Não me lembro se assinei ou não à do Eduardo Ramos. Assinei várias Carteiras de Trabalho de jogadores, mas à do Eduardo não lembro”, revelou Zeca.
A revelação do blog no post CRUZ-CREDO foi tema da reunião dos azulinos e houve a confirmação do fato.
Zeca Pirão me revelou que por conhecer o caráter de Eduardo Ramos acredita que o jogador não prejudicará o Remo no futuro. “Se necessário for, assino retroativamente a Carteira de Trabalho do jogador e o clube paga direitos trabalhistas”, confirmou Pirão.
Aos maledicentes que querem me explodir, que pensam que desejo o mal do Clube do Remo, o tema da não assinatura da Carteira de Eduardo Ramos, para mim, é prego batido e ponta virada. Parei!
É o que há!

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ESPERTOS E IMBECIS

ESTA FOTO É SIGNIFICATIVA PARA ENTENDIMENTO DO POST

O post aí debaixo (CRUZ-CREDO) fez fluir a bílis e o ódio dos que não toleram o meu jornalismo.
Mas há azulinos que batem palmas para as informações reveladas neste blog. São fatos!
A revelação de que Eduardo Ramos não tem Carteira de Trabalho assinada havia 3 anos pelo Clube do Remo foi consumada em mesa de restaurante de shopping no centro de Belém pelo pai do atleta, o “seu” Carlos, que disse que é obrigado a vir a Belém porque o presidente azulino, André Cavalcante, não atende chamado telefônico.
É factual! À mesa estavam radialistas, ex-presidente remista, conselheiro azulino e o analista político Eliércio Santino, que me mandou foto – via “uatzap” – dele com o pai de Eduardo Ramos (foto)
Se há quem queira me explodir pela revelação da “bomba”, há azulinos que aplaudem meu trabalho, pois só assim eles ficam informados sobre o que se passa intramuros na paróquia remista.
Eduardo Ramos e o seu procurador (o pai) não cobram assinatura da Carteira de Trabalho e os depósitos dos tributos trabalhistas porque têm consciência da polpuda poupança que estão aplicando.
A revelação dos fatos por este blog chamou atenção dos membros do Conselho Fiscal (CONFIS) do Clube do Remo, que reunirão dia 23 deste mês: Heitor Freitas (presidente) e Orlando Ruffeil e Fábio Cebolão (membros efetivos) tomarão providências junto ao CODIR (Conselho Diretor) do Clube do Remo.
“Primeiro vamos propor ao CODIR a criação de caixa única no Clube do Clube do Remo, e cobraremos a verdade sobre o contrato de Eduardo Ramos com o clube”, disse Orlando Ruffeil.
Gostem ou não os tralhas…não arredo pé de divulgar a verdade.
O Remo tem jeito desde que haja união entre os remistas de bem. E defenestrar os camafeus e forasteiros que vivem às custas da instituição.
É necessário um plano gestor – que corte na carne – para salvar o Filho da Glória e do Triunfo.
Os espertos existem porque a conivência produz os imbecis, dizia o jornalista paraense com quem convivi em Macapá, Haroldo Franco.
É o que há!

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CRUZ-CREDO!

ALÉM DE DEVER OS CABELOS DA CABEÇA, REMO NÃO ASSINA CT DE EDUARDO RAMOS

Não foi à toa que Zeca Pirão, quando presidente do Clube do Remo, pagou 450 mil reais para tirar Eduardo Ramos do Paysandu, no início da temporada 2014.
Desde 2013 que Eduardo Martins Ramos, 30, é o melhor meia-atacante do futebol paraense. Campeão, em 2013 pelo Paysandu, e bicampeão pelo Remo (2014/15).
A relação entre o meia e a direção atual do Clube do Remo é incestuosa: pelo salário que ganha e o comportamento duvidoso de Eduardo Ramos quando o clube atrasa pagamento.
“Seu” Carlos, pai do jogador, é quem cuida dos contratos e das finanças do filho que, financeiramente, é rico, possuindo bens patrimoniais no interior de Goiás.
Se para os olhos dos torcedores azulinos, Eduardo Ramos é um ídolo, para alguns dirigentes o atleta faz o tipo do ex-jogador baiano Vampeta, que em Belém, em entrevista para o Paulo Fernando, da Rádio Clube, revelou: “Eles fingem que me pagam e eu finjo que jogo”.
Eduardo Ramos não fala à imprensa, mas quem convive com o jogador sabe que ele muda de comportamento quando não recebe vencimentos: do último contrato, o Remo deve ao jogador 120 mil reais e mais dois meses de salários atrasados.
O atleta não cobra dos dirigentes, porque é o pai quem tem esta função. “Telefono para André e ele não atende meu chamado, então sou obrigado a vir a Belém para cobrar salários do meu filho”, revelou “seu” Carlos em mesa de restaurante.
Jogando havia 3 anos pelo Clube do Remo, Eduardo Ramos, segundo seu papai, não tem Carteira de Trabalho assinada pelo clube, e, consequentemente, o Remo não deposita FGTS, INSS, e não paga décimo-terceiro salário. É mais um futuro milionário as custas do Clube do Remo.
O Remo pode se salvar desta dívida se o torcedor remista eleger Eduardo Ramos vereador de Belém, na eleição de outubro, e este – se eleito – ter gratidão pelo clube que o fez político. Caso contrário, é mais um processo milionário contra o Clube do Remo no Tribunal Regional do Trabalho do Pará.
É o que há!

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“NÃO REFRESCO”

DIRETORIA BICOLOR PUNIRÁ CARRASPANA DE CEARENSE (foto ascom-PSC)

Ao comando do presidente Alberto Maia, diretoria bicolor reuniu à tarde de segunda-feira, 16, e decidiu multar Leandro Cearense.
Atacante, quando retornar do Paraná, será chamado pela diretoria do Paysandu, não para se explicar, mas para ser comunicado que será multado em seus vencimentos.
“O Paysandu paga em dia seus atletas e todos que trabalham no clube, então, não admito que um jogador que foi liberado para descansar em casa vá à festa e se envolva em confusão. Não refresco”, garantiu o presidente alviceleste.
O atacante Leandro Cearense foi liberado pela comissão técnica do Paysandu para descansar em sua residência.
Em Castanhal, onde reside, no final de semana foi à festa e se envolveu em discussão com uma torcedora do Clube do Remo, Lyllian Diniz, conforme BO registrado na Delegacia de Castanhal, nordeste paraense, em que Cearense é acusado de agressões físicas.
“É prioridade dessa diretoria cumprir com as obrigações com os atletas, e cobramos a contrapartida deles, que é a responsabilidade com o clube, e como o Leandro Cearense foi além dos limites, o clube punirá”, confirmou o diretor de futebol Roger Aguilera.
A LOBO
Camisas da Lobo não dá para quem quer.
A diretoria do Paysandu confessa que falhou na previsão de remessas dos kits de camisas do clube.
“Ao término da minha administração, o maior legado que deixarei ao Paysandu é a sua própria marca. Na semana passada, as lojas da Lobo, na sede, venderam 500 kits de uniforme para crianças e 10 mil camisas listradas. Vendemos tudo”, revelou Alberto Maia ao blog.
Presidente Alberto Maia informou ao blog que o clube comprou e espera receber esta semana 4.800 (quatro mil e oitocentos) kits do terceiro uniforme do Paysandu, que será lançado em breve.
“A fábrica está trabalhando para entregar kits de todos os tamanhos”, concluiu Maia.
ÁREA
Presidente bicolor confirmou que espera que o dono da área, em Águas Lindas, lhe entregue esta semana as certidões exigidas pelo departamento jurídico do Papão para análises.
As certidões da Receita Federal, da Justiça do Trabalho e de cartório são aguardadas pela diretoria do Paysandu. “Quando o dono me entregar estas certidões e receber o aval do departamento jurídico do Paysandu, pago”, confirmou Maia.
É o que há!

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