BARATA VOA NO FUTEBOL PARAENSE

Eu já vi de tudo no futebol profissional do Pará.
Dirigente botar revolver na cara de árbitro de futebol a cambista vender bilhetes mais barato que os clubes.
Cartola se esconder para não pagar terreno que comprou em nome do clube.
Filho de presidente saí do estádio, após uma partida de futebol, com toda a “baba” do clube e no portão do condomínio, onde morava, foi assaltado, e os bandidos levaram todo o dinheiro do clube. Pasmem: Não houve registro policial e ficou o dito pelo não dito.
Isso aconteceu no Paysandu. No Remo, diretor sai com toda a “baba” do clube na mala do carro e no Posto Azulino é assaltado. Os “sócios” levaram a renda. E quem viu?
Recentemente, jogador de futebol é despejado de hotel porque o clube não pagou teto, cama e mesa.
Mas, nos últimos dias, tenho observado e testemunhado fatos inusitados nos círculos bicolores e remistas.
No Paysandu, conselheiro Costinha registrou BO na Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Pará contra o coronel da reserva remunerada, Marques, que é diretor de segurança do clube.
No Remo, vice-presidente, Henrique Custódio, registrou BO, na Seccional de São de Brás, contra o diretor das divisões amadoras do clube, Fernando, por àquele ser criticado por este.
Presidente Minowa assinou contrato com a ACESSO FÁCIL (de ingressos) com duração de dois anos (1º de janeiro de 2015 a 31 de dezembro de 2016) e não leu, e sem explicação ao empresário Leandro Brito, quebra contrato, e assina um novo acordo com a CONEXUS, que em Belém é representada pelo empresário Guizo, administrador da NAÇÃO AZUL.
Por dois anos, Leandro Brito, executivo da ACESSO FÁCIL, com sede em Goiânia, confeccionou os ingressos dos jogos do Clube do Remo, cobrando 6% da renda bruta.
Pelo celular, Brito não consegue falar com o presidente Minowa.
Voando, igual barata tonta, Brito determina ao seu representante em Belém, Fabrício Braga, que acionasse a justiça para que o clube dê explicação da quebra de contrato sem quê nem pra quê.
A cópia do contrato está sobre a mesa do advogado Hamilton Gualberto, que é conselheiro do Clube do Remo.
Há multa contratual de R$ 500 mil.
“Para todo problema complexo existe uma solução clara, simples e errada”. No Remo há muitas coisas confusas, sem rumo.
É o que há!

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FECHA-SE O CERCO

Bruno Raiol (esquerda), da SECON, notificará donos de bares da Curuzu

Desde que assumiu o Paysandu, presidente Maia tem demonstrado desejo de fechar os bares apensos e lojas apensos ao estádio “Leônidas Castro”.
No início do mês, Maia foi de loja em loja comunicou os locatários o desejo de ver as salas desocupadas. Uns acreditaram, outros nem tanto.
No dia 9 de março o presidente bicolor expediu Ação Extrajudicial aos ocupantes do patrimônio bicolor.
“Ante a existência de contrato de locação comercial de imóvel, localizado na Travessa do Chaco – Estádio Leônidas Sodré de Castro – Curuzu, loja nº 01, entre o notificante (locador) e o notificado (locatário), celebrado em 02 de janeiro de 2014, vencido em 01 de janeiro de 2015 e prorrogado tacitamente, desde então, por tempo indeterminado, é a presente para cientificar formalmente o locatário-notificado que inexiste interesse do locador-notificante na continuidade da locação em questão, devendo o imóvel ser desocupado no prazo de 30 (trinta) dias contados do recebimento desta, nos termos do art. 57 da lei nº 8.245/914 sob pena de propositura de ação de despejo. Até a efetiva entrega das chaves e a desocupação do bem, deverá, ainda, haver a quitação de obrigações porventura não adimplidas, cuja subsistência ensejará a tomada das medidas judiciais cabíveis.”
Portanto, no dia 10 de abril, Maia deseja ver todas as salas desocupadas.
Na reunião de quinta-feira, 26, no Ministério Público, entre os órgãos envolvidos no RE-PA de domingo, 29, no Mangueirão, o mandatário alviceleste pediu providências aos órgãos competentes para fechar os bares da Curuzu a quando dos jogos do Papão.
“Os bares vendendo cervejas, em jogos do Paysandu, têm nos causado problemas sérios e a PM tem sido nossa aliada”, garantiu Maia.
“Não é competência do Ministério Público”, asseverou o promotor Domingos Sávio. Todavia, Sávio opinou de que se há problemas na parte externa do estádio bicolor é “assunto para a SECON” (Secretaria de Economia da PMB).
No encontro, o órgão municipal se fazia representar pelos funcionários Bruno Raiol, diretor do Departamento de Vias Públicas, e Arlindo, Chefe de Operações, e de imediato marcaram encontro para segunda-feira, 30, com o coronel Marques, diretor de segurança do Paysandu, para definir ação perante os donos de bares da Curuzu.
Advogado Bruno Raiol, em conversa com o repórter José Maria Trindade, revelou que não é difícil proibir venda de cervejas nas adjacências dos estádios, basta que se cumpra a lei municipal nº 7862 de 1997, que em seu artigo 28 diz: “É vedado ao permissionário comercializar bebidas alcoólicas”.
No mais tardar na terça-feira, 31, a SECON, através do Departamento de Vias Públicas, notificará os donos de bares anexos ao estádio da Curuzu que não deverão vender cervejas nos dias de jogos do Paysandu.
Aos poucos, diretoria bicolor fecha o cerco sobre os que ocupam salas no estádio bicolor.
A torcida Terror Bicolor comunicou à direção do clube que desocupará sala no dia 31 deste mês.
É o que há!

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SÓ IMPLODINDO…

MP cobra mais ação dos órgãos envolvidos no RE-PA

Reunião no Ministério Público para tratar do RE-PA foi uma das mais “apimentadas”.
Promotor Público Domingos Sávio não poupou críticas aos mandatários máximos do Remo – Minowa e Custódio – pelo não comparecimentos à reunião.
“A diferença é que o Paysandu se fez presente com o seu presidente. O fato do Remo está sem o seu presidente ou seu vice é diferente. É claro que estou me referindo a questão do compromisso dos dirigentes”, confirmou Sávio.
A feira de carros usados, domingo de manhã, uma montanha russa que está sendo montada em área externa do estádio e os equipamentos das obras do BRT que estão sendo estocados em frente ao DETRAN são preocupações dos Promotores Públicos Domingos Sávio, Nilton Gurjão e Joana Coutinho, que comandaram o encontro na sala de reunião do Juizado da Infância e do Adolescente na manhã de quinta-feira, 26.
Na opinião de Domingos Sávio, o Mangueirão está sendo “isolado”.
Outra denúncia do representante do Ministério Público é a falta de dignidade de alguns funcionários dos órgãos públicos envolvidos no evento. “Estes representantes entram no estádio com muita gente, nos carros dos órgãos, que não é da instituição. É prejuízo para os clubes. É um absurdo”, confirmou.
O editor do blog questionou o promotor sobre o blá-blá-blá de sempre em reuniões no Ministério Público antes dos clássicos e ele respondeu-perguntando ao repórter “o que fazer?”. “Implodir o Mangueirão”, disse o repórter. “Eu concordo”, garantiu Sávio.
“As instituições envolvidas em jogos no Mangueirão fazem milagres porque o estádio é antifuncional e enquanto o estádio for como é, vamos ter problemas. É fato”, garantiu Sávio.
O momento crítico aconteceu entre o coronel Maroja, diretor do departamento de segurança do CR, e o major Luís Otávio, subcomandante do Batalhão de Eventos da PM, que foi atingido em um jogo do Remo, no Mangueirão, por sapato atirado por um torcedor em direção ao policial e este foi ao juiz da partida e pediu para que este relatasse em súmula. Não foi atendido.
Maroja defendendo o Remo e o Luís Otávio a PM. “Nós, a PM, não podemos segurar este piano sozinhos”, reclamou Otávio.
Os remistas ficarão responsáveis pelos portões do setor A; setor B, os bicolores.
As gratuidades terão acesso pelo portão A2. Portões serão abertos ao público às 14h.
As 320 cadeiras da Tribuna de Honra são distribuídas pela SEEL. A secretaria disponibiliza de 60 cadeiras para os clubes: 30 pra cada.
O presidente do Paysandu, Alberto Maia, revelou sua insatisfação com o DETRAN, que faz com que os bicolores que vão ao estádio pela rodovia do trabalhador são obrigados a contornar anel viário do estádio, passando pela torcida azulina, correndo risco de ser agredido. “Já aconteceu com os meus filhos”, asseverou Maia.
Maia solicitou aos representantes da SECON (Secretaria de Economia da PB) que proíbam venda de cerveja nos bares localizados nos lados externos do estádio da Curuzu.
Bruno Raiol, diretor do Departamento de Vias Públicas da SECON, reuniu com o coronel Marques, diretor de segurança do PSC, e definiu que os locatários da Curuzu serão comunicados da proibição de venda de cerveja a quando dos jogos do bicola no “Vovô da Cidade”.
As vendas antecipadas dos ingressos para o RE-PA estarão à disposição dos torcedores nas sedes dos clubes e da FPF, Baenão e Curuzu, CEJU (PSC) e um ônibus no estacionamento do DETRAN para os remistas.
É o que há!

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PLANO DIRETOR PARA A CURUZU

Na próxima semana a Comissão de Construção do Paysandu receberá das mãos de um arquiteto Plano Diretor da parte externa da Curuzu.
Projeto consta de arquibancadas com dois pisos, museu bicolor, lanchonetes e restaurantes.
Através de ação extrajudicial, presidente Maia notificou os locatários de que dia 9 de abril os mesmos deverão desocupar as salas da parte externa do estádio ‘Leônidas Castro”.
“Se não desocuparem dia 9, no dia seguinte, 10, entro com ação de despejo”, confirmou Maia.
Diretoria da Terror Bicolor confirmou à direção do Papão que dia 30 deste mês desocupa a sala que havia 18 anos ocupa sem pagar aluguel.
A Comissão de Construção do hotel-concentração recebeu na semana passada 28 Split de 12 mil BTUs, cada um, e que serão instalados nos quartos e outras dependências do hotel.
Engenheiro Toni Couceiro, responsável pela obra, confirmou ao blog que todo o material necessário à construção do prédio está estocado; dos 300 mil reais previsíveis para pagamento dos operários, a comissão disponibiliza de 200 mil reais. “Os 100 mil reais restantes conseguiremos com os nossos colaboradores”, acredita Toni.
A previsão da Comissão é de que em agosto, o Paysandu deixe de pagar concentração em hotéis de Belém e passe a utilizar a sua concentração.
Segundo Toni Couceiro, ano passado o clube pagou 380 mil reais em concentração do elenco em hotéis belenenses.
PARAZÃO É PRA JOGADOR CASEIRO
De nada adiantou o time bicolor ter ido a Tucuruí em voo fretado.
Contra o Independente, em Tucuruí, time bicolor começou de forma intensiva, mas acabou perdendo de 2 x 0 para o “Galo Elétrico”.
Zero a zero, no primeiro tempo, foi placar normal, pelo que fizeram as duas equipes.
A falta de luz por alguns minutos, a chuva e a saída de Souza fizeram com que time bicolor perdesse volume de jogo. Aos poucos, time de Dado perdia a intensidade inicial.
No segundo tempo, com a saída de Souza no time bicolor, Lecheva adiantou a marcação e foi pra cima do Papão.
Nos dois gols do Independente, a zaga bicolor falhou.
Dudu, aos 9m, e Joãozinho, aos 17m, deram a vitória ao Independente.
Está mais do que provado e comprovado: campeonato paraense quem resolve são os jogadores da região.
Os outros resultados: São Francisco ganhou do Tapajós de 1 x 0.
1 x 1 foi o resultado de Castanhal e Cametá.
E Parauapebas e Paragominas empataram em zero a zero.
É o que há!

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CHICO FERREIRA, PSC E ARINELSON

,No presidio, Chico Ferreira estuda e é diplomado em teologia

Desde 2010 que vou a Americano visitar o ex-empresário Chico Ferreira.
Vou vê-lo por gratidão. Em 2010, o empresário Chico Ferreira arrenda o departamento de esporte de uma emissora belenense e me faz oferta irrecusável para deixar a Rádio Marajoara.
Deu-me carro zerado e salário três vezes mais do que ganhava e 5 (cinco)  cotas de comerciais.
E sempre que fico cara a cara com Chico, peço a ele que me revele como foi a chegada do Arinelson à Curuzu. “Um dia te conto”, dizia.
Na manhã de terça-feira, 24, volto a Americano e reencontro Chico Ferreira com diploma do Curso de Teologia em mãos.
“Zequinha, vou ser pastor”, disse abrindo os braços e sinto o afeto daquele que um dia me valorizou como repórter-apresentador de programa esportivo.
“Estão nas portarias as camisas de Remo e Paysandu que te mandaram”, digo. “Quem, Zequinha”, Indaga, e eu revelo os nomes dos remistas e bicolores.
Inobstante o estado tenso do presídio, devido aos últimos acontecimentos, Chico se diz feliz por ter se “encontrado com Deus”.
Chico deseja falar de Deus, da sua fé; Chico quer que eu seja “irmão na fé”. E eu querendo saber do mundo do futebol do qual Chico era o cartola bambambã nas décadas de 90 e início de 2000.
Chico Ferreira era sócio de Wanderlei Luxemburgo.
De repente, Chico começa a escrever numa folha de papel A4.
Pega outra folha e escreve e ao assinar me diz: “Toma. Está aí o que tu queres.”
Eis o escrito: “Em 1999 fui procurado, em meu escritório, por Tonhão e Fernando Oliveira querendo jogadores para o Remo e eu botei no Baenão estes jogadores: Luciano (goleiro), Almir Conceição (zagueiro), Williams (meia), Oberdan (meia) e Mael (atacante). O Remo não pagou e eu os paguei.”
“Em 2000 fui procurado por Miguel Pinho e Artur Tourinho. Contratei e coloquei na Curuzu: Paulinho (lateral), Sérgio (zagueiro), Manoel (volante), Murilo (atacante), Sandro Goiano (meia), Velber (meia. Todos estavam na Tuna), Rodrigo (meia-CR), Valber(zagueiro-CR), Borges (atacante), Jobson (meia-TLB), Magnum (meia), Wanderson (volante) e Rafael Moura (atacante). Contratei técnicos Fito Neves, Givanildo Oliveira, mas foi com “Giva” que o Paysandu conquistou o tri”.
“Em 2004, contratei Heron Ferreira para comandar o Paysandu. Numa conversa, Heron pediu a
Contratação do meia Arinelson, que havia deixado o Fluminense-RJ. Por cinco mil reais na mão e cinco mil de salário levei o Arinelson para a Curuzu. Num dia, chego à Curuzu, Arinelson me diz que assinou contrato. No primeiro RE-PA do ano, Paysandu perde de 1 x 0. O Arinelson entra, joga 15 minutos e é substituído. Heron perdeu para o Agnaldo de Jesus. Após o jogo, Tourinho dispensa Heron e manda Arinelson embora, porque não queria ‘drogado’ na Curuzu. Arinelson queria receber um mês atrasado e dias trabalhado. Tourinho mandou embora e não recebeu o jogador”.
Com contrato bem “amarrado” sob CLÁUSULA PENAL no valor de R$ 1.800.000,00 (Um milhão e oitocentos mil), assinado pelo presidente Artur Tourinho, Arinelson, depois de dez anos o processo rolando na justiça, ganhou R$ 3.600.000,00 (Três milhões e seiscentos mil reais) e que Wandick, em 2013, fez acordo e o clube deposita 30 mil reais/mês até 2018.
É o que há!

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VAI ROLAR A FESTA

GUILHERME TADEU

Meus amigos! Eu não entendo como a direção de um clube de massa, acolha no seu núcleo diretivo, passionalistas extremistas que, qual adolescentes desvairados, se atém a uma postura, absolutamente apaixonada e inflexível. Compraz-me e sobretudo me impressiona positivamente, a postura, a retidão de caráter e o espírito de responsabilidade do vice-presidente da FPF, o Bororó; desportista probo, de uma experiência elevada e de uma facilidade de transitar e fazer gravitar para si, o respeito, a confiabilidade, e, principalmente, ante seu poder de aglutinação, a facilidade de construir um juízo de valor prático e isento de dúvidas, dúvidas estas, que são, devidamente pulverizadas, pelo poder de confiabilidade e de aglutinação que irradia-se do vice-presidente da FPF, o Mauricio Bororó.
Minha gente! alguém, tem que pensar com a razão e não com os nervos, diante de uma competição, que ao afunilar-se, cega, enlouquece, turbina os desagregadores, que, geralmente, inventam ou arranjam problemas aonde não tem. Diria que no momento mágico de um certame, que é a reta de chegada, quando, então, se aproxima o instante de finalizar o certame, há que ter alguém, blindado contra “porralouquices”, para, assegurar, a fluência de uma das maiores razões, da longevidade de um clube, que é o seu poder de “liquidez” (capacidade de valorizar-se financeiramente e granjear recursos). Leão e Papão, óbvio, estarão dentro do gramado, credibilizados, para buscarem triunfos nos clássicos e avançarem ao laurel.
Está tudo pronto para a maior festa futebolística do norte do Brasil: Remo x Paysandu. Que vença o melhor, e que, sem dúvida: a arbitragem passe despercebida, que os torcedores venham e voltem em paz, para seus lares. Minha gente! Sem dúvida: Vai rolar a festa.
Maurício Bororó foi uma das melhores figuras que apareceu no futebol paraense nos últimos anos. É do bem! E os diretores bicolores o querem acompanhando a delegação do Papão em jogos fora de Belém.

GUILHERME TADEU é professor, advogado, radialista e colunista do JORNAL AMAZÔNIA. Escreve neste blog um vez por semana

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AS “LOCOMOTIVAS” VÃO SE CRUZAR…

As locomotivas puxam vagões teitei de minérios (CR E PSC levarão milhares de torcedores ao Mangueirão (foto removida)

Com Aderbal Lana no comando do Nacional-AM, time amazonense teve atitude e foi para cima do Paysandu, no primeiro tempo, em jogo que aconteceu no estádio da Colina, e que terminou em 1 x 1, com o Papão classificado à semifinal da Copa Verde para decidir com o Clube do Remo.
Papão se assustou com a correria e forte marcação do time nacionalino nos 45m iniciais.
Aderbal Lana entrou com três zagueiros (Maurício e Robinho), com Kelvin jogando à frente da zaga.
Três volantes – Denis, Lídio e Bruno Veiga – não deram espaço aos jogadores de meio-campo do Papão, com a liberação de Peter, pela direita, levando perigo à zaga bicolor.
Logo no início de jogo, Papão perde lateral-esquerdo Caio (agredido por Peter), que foi substituído por Pablo.
Paraense Fininho se destacou no meio-campo do Leão Amazonense com objetividade nos passes e foi num lance iniciado por Fininho que Leonardo fez 1 x 0 Nacional, aos 9 minutos.
Se não teve objetividades no primeiro tempo, por falta de qualidade no meio-campo, na segunda etapa o Papão equilibrou as ações e Aylon e Bruno Veiga se destacaram. Pikachu foi apático.
Tendo que fazer mais dois gols, Aderbal passa a jogar com três atacantes: tira lateral Peter e entra com atacante Weverton; substitui Fininho pelo atacante Hyantony e continua com Leonardo, que depois sai para a entrada do atacante Wanderlei.
Com tranquilidade, Djalma entra no lugar de Carlinhos Madureira, que marcou mais que serviu o ataque.
Esperando o Nacional em seu campo, Paysandu jogou para não perder e saindo em contra-ataque e foi neste padrão de jogada que Aylon penetrou pela direita, recuou para Jhonnatan e este saiu da marcação e meteu colocado para estabelecer igualdade no marcador: 1 x 1, aos 37m.
Paysandu mais que classificado à semifinal da Copa Verde para dois jogos, no Mangueirão, nos dias 5 e 15 de abril, contra o Clube do Remo.
Dia 25, em Tucuruí, Papão enfrenta o Independente pela Taça Estado do Pará.
Remo recebe o Gavião, no Mangueirão, quinta-feira, 26.
E no domingo, 29, RE-PA, no Mangueirão.
É o que há!

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SE NÃO CHEGAR, FICA DIFÍCIL, DISSE ZÉ TEODORO

Eduardo Ramos cobra escanteio e Daurick faz contra: 1 x 0 CR

Clube do Remo passa à semifinal da Copa Verde eliminando o Princesa do Solimões-AM, ganhando de 2 x 1, no Mangueirão, à tarde-noite de sábado, 21.
Mesmo escalado errado, sem Rony, Remo, no primeiro tempo, jogou sem marcação individual, e Eduardo Ramos determinou o ritmo de jogo no ataque remista.
Caça-Rato continua “roubando”; deixou o campo vaiado pelo torcedor remista.
Tecnicamente o jogo foi ruim, mas o Princesa do Solimões, no primeiro tempo, dependeu dos cruzamentos de Emerson, lateral-direito, e Jaime, lateral-esquerdo para as arrancadas de Léo Paraíba.  Bom jogador.
Antes dos 15m, Val Barreto desperdiçou três jogadas cristalinas, com passes de Eduardo Ramos, que foi aplicadíssimo enquanto teve fôlego.
Jogando adiantado, Dadá cumpriu função tática e foi um dos melhores jogadores do Remo.
Se o meio-campo do Remo não marcou, o do Princesa idem.
O primeiro gol azulino surgiu em lance de escanteio cobrado por Eduardo Ramos e que Daurick fez contra, aos dez minutos.
Aos 42, Felipe Macena chutou de fora da área e o goleiro Luís Paulo deu rebote pra frente e Val Barreto aproveitou e fez 2 x 0 Remo.
O que não fez no primeiro tempo, o Princesa fez na segunda etapa: foi pra cima do Remo e a zaga remista voltou a ser ineficiente em bolas cruzadas.
Meio-campo do time amazonense envolveu um Remo cansado.
Rony tem pique, dribla, mas pensa com os pés.
O gol do Princesa aconteceu aos 17m do segundo tempo com falha da zaga remista e do goleiro Fabiano.
Por jogada violenta, Amaral, volante do Princesa, foi expulso pelo árbitro Rodrigo Batista, que falhou na disciplina.
Com a vitória, Remo espera pelo classificado do jogo entre Nacional-AM e Paysandu, que jogam neste domingo, em Manaus.
ZÉ TEODORO AMEAÇA DEIXAR REMO
Ao final do jogo, em coletiva, Zé Teodoro, foi objetivo ao dizer que “se a diretoria não chegar mais, fica difícil…”
Zé Teodoro ameaçou deixar o time se os dirigentes não colocaram salários dos jogadores em dia e não cumprirem com suas obrigações. Zé Teodoro tem comprado metido a mão no bolso e comprado gelo para a cozinha azulina.
Sexta-feira, após o treino, comissão técnica e jogadores esperaram pelo presidente Minowa, no Baenão, e ele não apareceu. Em represália, jogadores não concentraram no Hotel Sagres como estava prevista.
Caça-Rato e Mateus Carioca foram despejados do hotel MACHADOS PLAZA e estão no Sagres.
O dono do hotel, Roberto Machado (que é delegado da SEGUP), cobra do CR 60 mil reais.
Na sexta-feira, 20, diretoria acertou quitar débito em duas parcelas de 30 mil reais.
CÃO E GATO
O relacionamento entre Minowa, presidente, e o Henrique Custódio, vice-presidente, é azedo.
Numa roda de médicos na UNIMED, Custódio falava que Minowa é incompetente, e um confrade retrucou: “Tu falavas mal do Pirão, agora falas mal do Minowa, por que não largas o Remo?”
Por assim dizer, Minowa revelou ao blog que “era feliz e não sabia”.
É o que há!

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MEDIDA PROVISÓRIA

Bororó, vice-presidenrte da FPF, representou o fuetbol paraense no Palácio do Planalto

O blog publica os principais pontos da Medida Provisória assinada pela presidenta Dilma, e que será encaminhada ao Congresso Nacional
1 -Publicação de demonstrações contábeis padronizadas, separadas por atividade econômica e por modalidade esportiva, após terem sido submetidas a auditoria independente.
2 – Regularidade de pagamento das obrigações tributárias, previdenciárias, trabalhistas e contratuais com atletas e demais funcionários, inclusive quanto ao direito de imagem.
3 – Limite máximo de gastos com a folha de futebol profissional – 70% da receita bruta anual.
4 – Manutenção de investimento mínimo em categorias de base e no futebol feminino – a ser regulamentado, confirme o porte e as condições dos clubes.
5 – Proibição de antecipação ou comprometimento de receitas referentes aos próximos mandatos, salvo até 30% das receitas referentes ao primeiro ano do mandato seguinte ou em substituição a passivos onerosos, desde que isso implique a redução do nível de endividamento.
6 – Redução progressiva do déficit: a) para até 10% da receita bruta apurada, a partir de 01/01/2017; b) para até 5% da receita bruta apurada, a partir de 01/01/2019; c) déficit zerado a partir de 01/01/2021
Exceções: O Comitê Executivo do Programa estabelecerá critérios para que os investimentos em infraestrutura permanente (estádios, cetros de treinamento, etc) não sejam contabilizados para fins do cálculo do déficit do clube e da limitação antecipada de receita.
II) Os clubes de futebol somente poderão disputar competições organizadas por entidade de administração do desporto ou liga que:
7) Publique na internet suas prestações de contas e demonstrações contábeis padronizadas, após terem sido submetidas a auditoria independente.
8) Garanta a representação dos atletas no âmbito dos órgãos e conselhos técnicos incumbidos da aprovação de regulamentos de competições.
9) Assegure a existência e a autonomia do Conselho Fiscal.
10) Estabeleça em seu estatuto mandato de até 4 anos para seus dirigentes, permitida uma recondução, e a participação dos atletas nos colegiados de direção e na eleição para os cargos de entidade.
11) Preveja em seu regulamento geral de competições a exigência, como condição de inscrição, de que todos os participantes observem as práticas previstas acima e que tenham regularidade fiscal atestada por meio de CND.
12) Preveja, a partir de 2016, em seu regulamento geral de competições, no mínimo, as seguintes sanções para o descumprimento dos itens 1 a 6 acima:
1 – Advertência;
2 – Proibição de registros de novos atletas;
3 – Descenso para divisão inferior.
II) Refinanciamento oferecido aos clubes e entidades que aderirem ao programa
- 36 meses de período de transição, onde o pagamento será vinculado a um percentual da receita dos clubes ou entidades
- O restante poderá ser pago em: (a) 120 meses; ou (b) 204 meses, à escolha do clube ou entidade.
III) Aplicação e Fiscalização da Lei
- Prioridade para penalidade desportiva e aplicação gradativa das penas: a aplicação tempestiva de penalidades desportivas (item 12) pelas entidades de administração substitui a necessidade de exclusão do parcelamento. Além disso, a proposta prevê aplicação gradativa das penas mais graves – objetivo é fazer com que os clubes cumpram as novas regras. O clube pode ser rebaixado, caso não o faça.
IV) Gestão Temerária
Os dirigentes respondem solidariamente pelos atos ilícitos praticados e pelos atos de gestão irregular ou temerária.
Consideram-se atos de gestão irregular ou temerária:
- Aplicar créditos ou bens em proveito próprio ou de terceiros;
- Obter para si ou para outrem vantagem que não faz jus e que resulte em prejuízo para a entidade desportiva;
- Celebrar contrato com empresa que tenha como dirigente seu parente, até 3º grau;
- Antecipar receitas de mandatos futuros, salvo nas exceções contempladas na lei;
- Elevar o nível de endividamento da entidade durante o seu mandato, salvo as exceções previstas na lei;
- Provocar déficit anual maior de 20% da receita bruta;
IMPRESSÕES
No papel a lei é exemplar, contudo não acredito que seja respeitada na íntegra.
É sabido que o “jeitinho brasileiro” se faz presente em todos os seguimentos da sociedade nacional.
Exemplo: jogador brasileiro, a grande maioria, só registra em CT metade do salário.
Cartolas “profissionais” já esbravejaram contra limite de mandato: um dos vice-presidentes da CBF, Delfim Pádua Peixoto Filho, revelou que a presidenta Dilma deve cuidar da “roubalheira dos tempos Lula”
CR e PSC não têm estrutura para futebol feminino.
É o que há!

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SEM “BABA” NÃO TEM CONCENTRAÇÃO

Por falta de pagamento do mês de fevereiro, jogadores do CR não concentraram no Hotel Sagres, como estava previsto.
Após o treino da tarde de sexta-feira, 20, jogadores pretendiam conversar com o presidente Minowa sobre quando o clube pagaria seus vencimentos, mas o presidente azulino não compareceu ao Baenão.
Às 18h o presidente remista se encontrava na sede da FPF, acompanhado do coronel Maroja, diretor de estádio e de segurança do Leão Azul.
Segundo o blog conseguiu apurar, Cláudio Bernardo era o único diretor presente ao estádio remista, mas não apresentou aos atletas solução para o problema.
Em decorrência da ausência de Minowa, técnico Zé Teodoro resolveu liberar os jogadores para que eles fossem para suas residências e retornassem na manhã deste sábado, 22, onde deverão almoçar e depois irão ao Mangueirão para o jogo contra o Princesa do Solimões pela Copa Verde.
Segundo fontes reais, presidente Minowa tomou conhecimento do fato por volta das 19h, na sede azulina, na Avenida Nazaré, e teria comentado que vencimentos dos atletas deverá ser pago na segunda-feira, 23,  quando a FUNTELPA paga primeira parcela do direito de televisionamento do Parazão/2015.
É o que há!

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