OUSADIA, FUTEBOL ENGANADOR E DÍVIDA

Os ousados, os que pensam ser diferentes, pagam caro pela coragem, pelo atrevimento de fazerem a diferença ou se rebelarem contra o poder dos poderosos.
Em 1971, Afonsinho bateu às portas da justiça e conseguiu o seu direito de ser dono do seu destino como jogador futebol: o passe livre em disputa com o Botafogo (RJ).
Para os cartolas, Afonsinho, por usar barba e cabelos longos, era subversivo – a palavra da época para quem ousava discordar dos patrões sociais ou políticos da sociedade brasileira.
Após conseguir o seu passe livre, Afonsinho jogou em Vasco da Gama, Santos, Flamengo e Fluminense. Afonsinho eu vi jogar pelo Santos de Pelé e Cia no Vivaldo Lima, em 07.10.1971, em Manaus.
Na tarde de domingo, 19, Atlético-PR e Coritiba ousaram a desafiar a poderosa RPC (filiada da Globo) e a Federação Paranaense de Futebol por não aceitarem a proposta financeira para a transmissão dos seus jogos.
O clássico ATLETIBA seria jogado com transmissão dos canais fechados dos clubes pelo “Feicebuque” e “Yutube” e a Federação Paranaense não permitiu que a arbitragem entrasse em campo, como não entrou, enquanto os profissionais das produtoras estivessem em campo, porque não houve credenciamento.
O Sul e Sudeste do Brasil têm sido um grande tambor em todos os seguimentos profissionais deste país: o que bate lá ressoa cá.
A ousadia dos dirigentes de Coritiba e Atlético-PR pode marcar uma nova era no futebol brasileiro, como aconteceu com Afonsinho, em 1971, que ousou a desafiar o “status quo”.
FUTEBOL ENGANADOR
Não falo do jogo porque não vi e nem ouvi em decorrência de questão de não acreditar no que estou vendo no futebol de Remo e Paysandu.
Não é patacoada, não, mas não consigo ver na maioria dos jogadores de CR e PSC intimidade com a bola, passes perfeitos, dribles desconcertantes, dribles curtos e futebol coletivo.
Josué Teixeira, no Remo, desenvolve pedagogia de aproveitamento das qualidades de cada atleta, e, assim por dizer, tem conseguido tirar leite de pedra.
No Paysandu, não vejo padrão tático, e o técnico Marcelo Chamusca é bom de verbo, mas em campo ainda não vi um Paysandu organizado taticamente, ação, reação e contra-ataque e tática. É preocupante!
FINALMENTE, A DÍVIDA
O áudio que recebi e que rodeio no SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara, é do “seu” Carlos, pai de Eduardo Ramos, relatando a um homem que ele trata de Sodré.
Eis: Sodré, você sendo um diretor do ₢, que gosta do Remo do jeito que você fala, você é o único cara que não pode falar mal do Eduardo. Deixa eu te falar um negocinho aqui, que talvez você não saiba: Ô, o Eduardo tem no Remo 100 mil que ficou do tempo do Pirão; quando o Minowa assumiu dois meses e meio de salários atrasados; o Eduardo tem de 2014, de um acordo que foi feito e não foi cumprido, 120 mil e mais 30 mil reais; de 2015, 125 mil e mais 50 mil; de 2016, 120 mil e mais 50 mil reais, e este ano cinco meses e meio de salários atrasados. O Eduardo não tem um encargo depositado de INSS e FGTS que o Remo não depositou. O Eduardo nunca recebeu férias e décimo-terceiro salário, entendeu? O Eduardo, o único jogador dos 16, que não colocou o Remo na justiça. Os 16 jogadores ou 14 colocou o Remo na justiça. Então, só de INSS e FGTS, Remo deve uma fortuna para o Eduardo, entendeu? Você como remista não podia falar mal do Eduardo: ele é o único jogador que não levou o clube para a justiça. Então, se for soma tudo isso, só de salários atrasados, o Remo deve 700 mil reais para o Eduardo…700 mil reais. Fora outras coisas, entendeu? Você tinha que reconhecer isso que o Eduardo não colocou o clube na justiça. Sabe porque ele não colocou o clube na justiça? Você devia falar porque ele não colocou o clube na justiça! Isso você não fala, né? Você sabe meter o pau nele!
Veio à tona quanto o Remo deve para um jogador que para alguns torcedores é um mito!
Cedo ou mais tarde, Eduardo Ramos se tornará mais um dos grandes credores do Remo, como é Thiago Belém, que cobra do clube no TRT, R$ 1,8 mi.
É o que há!

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CURUZU TERÁ ILUMINAÇÃO DE LED

CBF, ATRAVÉS DO NUNES, PODERÁ AJUDAR PSC A ILUMINAR CURUZU COM LUZ DE LED

Os clubes de futebol brasileiros têm até 2020 para se adaptarem às determinações da CBF, e já começam a valer para os clubes da série “A” a partir de 2018.
É o futebol moderno chegando de mansinho e pedindo passagem, e a CBF, como entidade gestora do futebol brasileiro, faz exigência aos seus filiados: práticas de gestões eficientes, equilíbrio e transparência financeira, categorias de base, futebol feminino, Centro de Treinamentos, estádios adequados, gestão profissional, departamentos de comunicação e marketing.
Depois da padronização dos gramados pelo Brasil afora (105 metros de comprimento por 68 metros de largura), a Confederação Brasileira de Futebol em breve expedirá comunicado aos Estados e municípios donos de estádios de futebol que a nova padronização de iluminação exigida pela Fifa é de LED e com potência de 2.500 LUX.
Segundo Paulo Romano, diretor técnico da FPF e engenheiro eletricista, o novo sistema “dá mais segurança e é viável economicamente. ”
Paulo Romano, que foi convidado pelo vice-presidente “cebefiano”, Antônio Carlos Nunes de Lima, para compor a chapa da situação, encabeçada pelo Adélcio, revelou ao blog que a entidade nacional disponibilizará de 70 milhões de reais para injetar nos clubes que têm estádios e que precisam de suporte financeiro para se integrarem ao novo padrão de iluminação.
Toni Couceiro, vice-presidente bicolor, confirmou ao blogue que a CBF faz um trabalho para a “uniformização da iluminação dos campos de futebol” e os técnicos eletricistas da entidade já visitaram a Curuzu.
“Já fizeram este serviço na Curuzu. Eles estiveram no estádio um dia à noite, mediram toda a iluminação do estádio, detalharam as falhas, e estamos esperando o relatório desse levantamento para podermos fazer as modificações”, afirmou couceiro.
Fontes fidedignas informaram ao blogue que o presidente Sérgio Serra, que representou o Paysandu na abertura da Copa Verde, em Macapá, conversou com o Nunes, vice da CBF, sobre ajuda da entidade para que o Paysandu mude o sistema de iluminação do velho “Leônidas Castro” para LED e com 2.500 LUX, ainda este ano.
FUTEBOL ENGANADOR
O futebol enganador do Paysandu ameaça muito, mas realiza pouco.
Não consigo ver padrão tático no time do Paysandu.
Enquanto o Águia, no primeiro tempo, foi um time covarde, Paysandu fez 3.
No segundo tempo, com a marcação forte, o “Azulão” marabaense mudou o panorama do jogo.
O que os técnicos ensinam aos jogadores: jogadas ensaiadas, capacidade física, concentração, finalizações, passes certos, dribles curtos, cabeceio e técnica coletiva. São os fundamentos técnicos do futebol moderno.
Em grande parte, não vejo essas qualidades no atual elenco bicolor.
É o que há!

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REMO PODE PERDER TERRENO DA MERCÊS

A derrota para o Brusque (SC), pela Copa do Brasil, fez o Clube do Remo deixar de ganhar muito dinheiro.
Para os credores, não interessa se perdeu ou se ganhou, o que eles querem é receber o que o Clube lhes deve.
Advogado Henrique Lobato cobra R$ 147.000,00 (50 mil reais dos 30% do jogo contra o Cametá e o mesmo percentual da partida contra o Paysandu: R$ 97.000,00) que o Clube não depositou na 16ª Vara do TRT-PA.
Na quarta-feira, 15, Lobato representou contra o Remo junto ao juiz Raimundo Itamar Lemos Fernandes Junior, da 16ª Vara-TRT-PA, alegando que não houve cumprimento do acordo estabelecido em 2015.
Segundo o advogado Henrique Lobato, juiz notificou o Clube do Remo, que, segundo fontes reais, pretende quitar esse débito após o jogo contra o Paragominas, domingo, 19, no Mangueirão.
Mas, o que mais aperreia a atual administração remista é o débito com o “seu” Lulu (Luiz Filgueira de Souza), que é representado pelas filhas, Sulamita e Selma, donas do terreno da travessa das Mercês, que o Clube comprou em 2013, quando era presidente, o vereador Zeca Pirão.
Primeiro, Pirão alugou a casa erigida no terreno por 3 meses com valor de 12 mil reais, que foi pago. Ao final do contrato, Remo manifestou interesse pela compra do terreno e de imediato o casebre foi derrubado.
Em 13 de dezembro de 2014 termina o mandato de Zeca Pirão. Pedro Minowa assume e o diretor de patrimônio do Clube do Remo, Agnelo Pinto Valente Junior, reúne “seu” Lulu e as filhas, na sede do Clube, e o presidente Minowa define pagamento do patrimônio: 100 mil reais de entrada, oriundos da Nação Azul, e duas promissórias de 25 mil reais, que foram pagas, e os 200 mil reais restantes divididos em 8 parcelas de 25 mil reais. Estes não foram pagos até hoje.
O editor deste blogue, o repórter José Maria Trindade, pelo “uotizap”, falou com Sulamita, e revelou “não saber mais o que fazer para receber” o que o Remo deve, mas que um advogado está analisando o contrato para tentar vender o terreno para quem está interessado.
Fonte remista que conhece o conteúdo do contrato revelou ao blog que há “cláusula leonina” e que as herdeiras não poderão vender a terceiros por terem assinado o documento sem a revisão de um outro advogado, defensor dos interesses das herdeiras.
Quem conhece a estrutura do Baenão informou ao blogue que águas pluviais e os dejetos do estádio são escoados por sistema de tubulação que foi assentado em vala que corta todo o terreno de norte para sul para escoamento do esgoto da rua.
“Se elas venderem, o que não acredito devido o contrato beneficiar o Remo, o prejudicado será o Clube, porque o dono não permitirá que esgoto de um outro terreno atravesse o subsolo de sua casa, mas, confio, que o ‘Manezinho’ dê o jeito dele”, revelou conselheiro remista, que pediu anonimato.
Eras!
É o que há!

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FORA DA COPA DO BRASIL, CR PERDE MUITO DINHEIRO

Técnico Josué Teixeira gosta de fazer experiências táticas com os laterais.
Em 22 de novembro de 2014, no Mangueirão, quem matou o Paysandu, em jogo contra o Macaé, foi o lateral direito Diego Correa, que marcou o terceiro gol, igualando o jogo em 3 a 3, e dando o título da série C ao time carioca.
No domingo passado, 12, no segundo gol do Remo contra o Paysandu, pelo campeonato paraense, o lateral-esquerdo Jaquinha entra em diagonal para dá o passe decisivo em que Edgar concluiu 2 a 1 Leão Azul.
No jogo de quinta-feira, 16, contra o Brusque, na cidade do mesmo nome, em Santa Catarina, pela Copa do Brasil, Josué teve 31 minutos para ver que o jovem lateral-esquerdo Caio Ribeiro foi escalado de forma errada ao ser “inventado” de meia caindo pela esquerda.
Ao perceber o erro, Josué substituiu Caio por Jayme, ainda no primeiro tempo, mas “queimou” o jovem atleta.
Com início intensivo, time de Pingo adiantou a marcação e pressionou o Remo, que não existiu no setor de meio-campo perdido e Val Barreto com a função de marcar, quando o Leão Azul era atacado.
Edgar sozinho à frente, facilmente dominado pelo zagueiro Cleyton.
1 a 0 para Brusque chegou aos 25’ em jogada pelo lado direito com Carlos Alberto cruzando para trás com a finalização perfeita de Jonatas Belusso.
Com Jayme em campo, Remo sai da defensiva para o ataque, porque o empate lhe beneficiava a chegar à outra fase da Copa do Brasil contra o Corinthians paulista, no Mangueirão. Era!
Em cruzamento de Jayme, Tsuname aproveita o rebote e mete na trave direita do goleiro Rodolpho.
Em falta cobrada, aos 33’, Zé Antônio mete no ângulo direito de Rodolpho para empatar a partida em 1 a 1. Remo classificado.
Aos 47’, Assis perde pênalti, que não houve, mas que foi marcado pelo assistente, e o juiz confirmou. André fez ótima defesa.
Uma falha na comunicação entre o técnico Josué Teixeira e o médico fez com que zagueiro Henrique fosse substituído, quando na realidade quem deveria ter saído era o Zé Antônio, que andava em campo.
Henrique sofreu falta e foi atendido fora das 4 linhas, e neste momento o Brusque entra com Eliomar, que entrara no posto de Assis, e mete para Jonatas e este cruza rasteiro na zaga azulina para Ricardo Lobo concluir e fazer 2 a 1. Remo estava sem um zagueiro em campo.
Como a bola não chegou nele, Edgar não ameaçou, a não ser nos minutos finais que chutou bola para fora.
Com a desclassificação da Copa do Brasil, Remo perde muito dinheiro, e agora foca no campeonato paraense, domingo, o Paragominas, no Mangueirão.
É o que há!

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NUNES NÃO SERÁ CANDIDATO À PRESIDÊNCIA DA FPF

EM UM DIA DO MÊS DE ABRIL DE 2017, NA SEDE DA CBF, NUNES MANIFESTOU APOIO AO ZÉ ÂNGELO

Pelo “uotizap” conversei com Antônio Carlos Nunes de Lima, vice-presidente da CBF, que na quarta-feira, 15, estava em Brasília.
Hoje, Nunes e a entourage da CBF passam por Belém com destino a Macapá, onde acontecerá a cerimônia de abertura da Copa Verde deste ano.
Às 15h desta quinta-feira, os dirigentes da FPF, CR e PSC se encontrarão com Nunes em avião vindo de Brasília e que faz escala em Val-de-Cães e depois decola para a capital amapaense.
Nunes informou ao blogue que a Confederação Brasileira de Futebol assinou Protocolo de Intenções com o Ministério do Meio Ambiente, que tem como ministro Zequinha Sarney, um dos vice da entidade.
- Nunes, és candidato à presidência da FPF às próximas eleições? – Indaguei pelo “wotizap”.
- Eleição to fora (sic) – respondeu.
- Nunes, quem apoiarás? – Perguntei.
- Fica para mais adiante – concluiu.
Insisti em querer saber se apoiaria Zé Ângelo ou Adelcio, mas o vice “cebefiano” não me deu resposta.
No dia 2 de abril do ano passado, na sede da Confederação Brasileira de Futebol, ante a presença de José Ângelo, Nunes me revelou que os “dirigentes do futebol paraense deveriam apoiar José Ângelo Miranda por ser um esteio da FPF” e, como se não bastasse, “muito prestígio no meio político”.
Em busca de votos, Adelcio visita os presidentes das ligas interioranas.
José Ângelo Miranda já tem apoio do Paysandu, da Tuna Luso Brasileira e do Águia de Marabá e prepara projeto para apresentar aos clubes profissionais e às ligas.
Se presidente federacionista, já tem esboço das vice-presidências das ligas: vice do Marajó, vice do sul do Pará, vice do nordeste e oeste paraense.
Os campeonatos de futebol profissional dos próximos quatro anos – 2018, 2019, 2020 e 2021 – serão patrocinados pela iniciativa privada.
É o que há!

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DIFICILMENTE, “MAGNATA” DEIXARÁ CLUBE DO REMO

MAGNATA TEVE ENTREVERO COM PRESIDENTE, MAS PERMANECE NO BAENÃO

A falta de dinheiro tem sido o grande problema do Clube do Remo.
Todos os credores azulinos estavam de olho na renda líquida do Leão Azul do jogo contra o Paysandu para saldar parte dos compromissos.
Até do Rio de Janeiro, advogado Mário Bitencourt está cobrando R$ 10.000,00 (dez mil reais) do Remo, que veio para o diretor de futebol do Leão Azul, Marco Antônio Pina, e que repassou à diretoria.
Honorários do advogado carioca referente a contratação pela diretoria anterior.
R$ 325.425,07 (trezentos e vinte e cinco mil, quatrocentos e vinte e cinco reais e sete centavos) renda líquida do Leão Azul, não deu para pagar R$ 97.627,52 (noventa e sete mil, seiscentos e vinte e sete mil e cinquenta e dois centavos) referente aos 30% do acordo com a Justiça do trabalho.
O Remo ainda deve R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) dos 30% do TRT referente ao borderô do jogo contra o Cametá.
Advogado Henrique Lobato telefonou para o confrade Sefer, advogado responsável pela defesa azulina nos processos trabalhistas, dizendo que se o Clube do Remo não depositar R$ 147. 625,00 (cento e quarenta e sete mil e seiscentos e vinte e cinco reais) vai oficiar ao juiz Raimundo Itamar lemos Fernandes Junior, da 16ª Vara, onde estão centralizados os processos, que o Clube não fez depósitos referentes aos jogos contra o Cametá e Paysandu.
Fonte fiel informa ao blogue que o Remo tem procurado, na administração Manoel Ribeiro, atender funcionários, jogadores e comissão técnica, mas que a receita tem sido inferior à despesa, e alguns compromissos – como o da justiça trabalhista – estão programados para pagar após o jogo contra o Paragominas.
No início da tarde de terça-feira, 14, Marco Antônio Pina, “Magnata”, que dividi com Sérgio Dias o cargo de diretor de futebol do Clube do Remo, telefona para a sede querendo saber quando a secretaria depositaria o salário do técnico Josué Teixeira, que não recebeu na sexta-feira, 10, porque deu preferência aos funcionários e jogadores.
Ao saber da cobrança do diretor, Manoel Ribeiro não gostou e respondeu, pelo telefone, de forma “atravessada”. Marco Antônio Pina não aceitou as “espartanices” de Ribeiro e respondeu: “estou fora do Baenão”.
Ao blogue, advogado Marco Antônio Pina, conhecido como “Magnata”, disse que “respeita a todos para ser respeitado e que está no clube por amor, mas que não tolera desaforos”.
No início da noite de terça-feira, técnico Josué Teixeira manifestou desejo de se encontrar com Magnata para fazer ver que o momento não é de estorvos no ambiente remista.
Os “bombeiros” entraram em ação e fonte fiel revelou que “dificilmente, Magnata deixa o Baenão. ”
Se o Remo vive drama financeiro, o bicola, segundo advogado Henrique Lobato, “depositou as duas prestações desse ano em dia….Não teve atraso. ” São as prestações dos processos Jobson e Arinelson.
É o que há!

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“PELÉ DESAFIOU DEUS E PERDEU”; CEARENSE DESAFIOU SUA LUCIDEZ E SE…

Na vida profissional não acontece nada por acaso.
A partir daí não sou partidário da conjunção apassivadora “se” para se explicar causas e efeitos no dia a dia da humanidade.
“Se o Leandro Cearense não perdesse o pênalti, o Paysandu venceria! ” Foi o que mais ouvi cedo no “Veropa”, à porta da Rádio Marajoara, dos meus vizinhos e li nas redes sociais.
Ora bolas! Faltou humildade! Faltou talento! E acima de tudo faltou raça, determinação e postura tática ao time bicolor, que não tem padrão tático.
Em cinco jogos – Santa Cruz 1 a 0, Paragominas 2 a 0, Independente 1 a 0, CR 2 a 0 -, Paysandu perdeu 4; ganhou do Castanhal de 3 a 0. Não lembro de início de temporada tão sofrível como o que vive o time alviceleste.
(A partida amistosa contra o Paragominas, foi o time B do Papão que entrou em campo e comandado por Rogerinho)
Pelas laterais – Ayrton e Wllian Simões -, o Paysandu apresentou duas “avenidas”, com liberdade para Jaquinha (esquerda) e Léo Rosas (direita) se destacarem.
O meio-campo sem produtividade e a marcação foi frouxa, contrariando o que preceitua o manual moderno de futebol: forte marcação e ótimo preparo físico. Paysandu não tem àquele mas tem este.
O primeiro gol do Remo, Edgar estava impedido. Eu estava nas cadeiras na linha da defesa bicolor, e ao ser conferido o gol, indaguei para Antônio Couceiro se ele viu impedimento, porque eu estava indeciso, ele me disse que não viu a irregularidade.
Vendo o lance, em casa, com calma, tive a convicção que Edgar estava à frente dos zagueiros bicolores, porque a jogada não nasce do cruzamento de Léo Rosas, e sim, na trajetória da bola, do raspão de cabeça de Flamel, o que caracteriza o impedimento do atacante remista. Aí ele já estava adiantado. Portanto, impedimento.
Daí, lembro da resposta de Heber Roberto Lopes quando indagado por mim se impedimento que só a TV vê é impedimento, ele respondeu: “A câmera não pisca. ”
Ora bolas! Mais uma vez! Se eu precisei ir à tecnologia para tirar dúvida, imagine o assistente Élcio Araújo, que não acompanhou o lance. Talvez viu o início da jogada com Léo Rosas e ao saí correndo para acompanhar o lance, não viu que bola raspou na cabeça de Flamel.
Quanto ao lance de Jaquinha, que é lateral caindo pelo meio, o que me chamou a atenção foi o risca que deu no Wllian Simões e meteu do lado direito dos zagueiros canhotos do Paysandu, para Edgar fazer 2 a 1. É jogada trabalhada, planejada. Josué trabalha as características dos seus jogadores.
Igual a ele, faz Júnior Amorim, no Pinheirense. Eu vou aos treinos, inclusive do “General” e aprendo observando o que fazem os técnicos.
O pênalti perdido por Leandro Cearense, me fez lembrar do drible de Pelé no goleiro uruguaio, Mazurkiewiez, no dia 17 de junho de 1970, no estádio jalisco, no México, na Copa de 70.
Sergio Rodrigues, em O DRIBLE (Companhia das Letras), diz que “Pelé desafiou Deus e perdeu”. Discordo porque quem vê o lance percebe que ao dar o drible da vaca no goleiro uruguaio e ficar com a área escancarada, o Rei não olhou o mundo que o cerca e chutou  a bola sem olhar pra frente, e ela passou tirando fino da trave direita de Mazurka. Perdeu porque, pela única vez, Pelé foi despercebido.
Como me disse, Romário: “Futebol é antevisão da jogada. ” Não à toa que o “baixinho” foi considerado por Johan Cruijff “o gênio da área”.
Como despercebido foi Leandro Cearense, que além do “complexo de Nietzsche”, pensou que é único na cobrança de pênalti no elenco bicolor, mas igual a Pelé, que perdeu gol certo, saiu do jalisco aplaudido, assim foi Cearense que também deixou o campo ovacionado.
Até quando Leandro Cearense vai continuar a desafiar a sua lucidez como jogador de futebol?
“Não é a dúvida, mas a certeza que nos enlouquece”, torcedor bicolor, de assistir a um início de temporada tão imerecido para a grandeza do clube que deu – e continua dando – as maiores glórias para o futebol da Amazônia.
É o que há!

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ABECEDÁRIO DO RE-PA

EDGAR FEZ DOIS GOLS E ENLOQUECEU A FENÔMENO AZUL

A – André Luiz, goleiro remista, além de ótimo profissional, foi o herói do clássico.
B – Bastidores: Remo ficou no banco fungando no pescoço do assistente Élcio Araújo.
C – Catracas da Imply corresponderam a expectativa de azulinos e bicolores.
D – Determinação tática do time azulino em defender e saí rápido no contra-ataque.
E – Edgar, o atacante remista, tem faro de gol e sabe se movimentar à frente dos zagueiros. Fez os dois gols do Clube do Remo (aos 16’ do 1º tempo e aos 48’ do 2º tempo).
F – Falsos ingressos foram rejeitados pelas catracas.
G – Galera bicolor em maior número: 15.800. À do CR: 15.130.
H – Henrique com ótima postura na zaga remista.
I – Igor João, parceiro de Henrique, atento às investidas de Leandro Cearense.
J – Jaquinha perfeito quando passou para fazer a transição no meio-campo azulino. Mas perfeito na passagem. Acabou com o velho Ayrton; Jhonnatan sem objetividade.
L – Leandro Cearense não sabe se desmarcar e perdeu pênalti, aos 25’ do 2º tempo. Léo Rosas cometeu pênalti, mas foi firme no apoio ao ataque, cruzando para a finalização de Edgar no primeiro gol.
M – Marcelo Chamusca reconheceu que o “Remo foi mais eficiente”. Meio-campo bicolor sofrível.
N – Negativa a atitude de Josué Teixeira – que é ótimo técnico – ao ser expulso da beira do campo, xingou a torcida do Paysandu. Fechou uma porta.
O – Organização da FPF sobre as entradas de Remo e Paysandu no gramado. Ótima,
P – Pouco foi à frente zagueiro Pablo,
Q – Quem não mata morre: foi o que aconteceu com o Paysandu.
R – Renan dá até na mãe. Rodrigo Andrade ótimo, fez gol do Papão, mas se perdeu e mereceu ser expulso ao pisar na perna de Edgar.
S – Sobralense precisa melhorar para ser o meia que o Paysandu precisa.
T – Tsunami tem pegada, mas a bola resvalou nele no gol do Paysandu, aos 36’ do primeiro tempo.
U – Urgentemente, o Paysandu de Sérgio Serra precisa melhorar postura do time dentro de campo.
V – Val Barreto, enfiado pelo meio, segurou os zagueiros bicolores.
W – Willian Simões perde bola para Jaquinha e este mete para Edgar fazer 2 a 1 Remo.
X – Xeque-mate da PM nos cambistas e nos falsificadores de ingressos.
Z – Zoação da torcida do Paysandu para cima do técnico do Remo.
IMPRESSÃO DO PALPITEIRO
Josué Teixeira me dá demonstração que sabe trabalhar as características dos jogadores que têm em mãos.
O time do Remo soube mudar a bola de um lado para o outro com a troca rápida de passes.
Foi bafejado pela sorte quando Leandro Cearense perdeu pênalti e, em menos de dois minutos, o Paysandu perde por expulsão o Rodrigo Andrade.
Paysandu teve posse de bola, mas não teve perfeição no passe e se perdeu em chutes de fora da área.
Marcelo Chamusca começa a “sentir o cheiro da perpétua”.
É o que há!

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RELATIVIZANDO E DELEGANDO

O Dicionário da Academia Brasileira de Letras diz que “relativizar” tem a ver: “Os problemas se relativizam diante do caráter efêmero da realidade. ”
No RE-PA deste domingo, válido pelo Campeonato Paraense de Futebol Profissional, no Mangueirão, a cobrança de 5% do ISS foi relativado pelos dirigentes dos clubes e dos agentes da Prefeitura Municipal de Belém.
A fim de checar a notícia, por volta das 20h de sexta-feira, 10, “persegui”pelo celular e “watizap” sem sucesso: telefone chamava e não atendia e o as mensagens de texto não eram recebidas.
Pela Federação Paraense de Futebol Maurício Bororó; pelo Clube do Remo, Manoel Ribeiro; Sérgio Serra e Toni Couceiro representaram o Paysandu, e José Batista Capelone (SEFIN) e às auditoras fiscais, Rosete Reis Oliveira e Érica Santos Gama sentaram para conversar sobre a cobrança do Imposto Sobre Serviços nos jogos de futebol em Belém do Pará.
De forma “atravessada”, o presidente do Paysandu, engenheiro eletricista Sérgio Serra (ao que parece resolveu atender depois de muita “perseguição”) e revelou: “Estamos em conversação. Eles entenderam o nosso lado e nós entendemos o deles. ”
E depois desta expressão relativa, Serra não relativizou esta: “Zé, eu pedi para a assessoria de imprensa do Paysandu comunicar a vocês que eu não falo antes, durante e depois dos jogos do Paysandu. Dá pare entender, Zé? ” “Desculpe, presidente”, respondi…
Se telefonei para Sérgio Serra é porque não recebi nenhum comunicado dos jornalistas que cercam o presidente alviceleste. Pensando que talvez, por eu não está no dia a dia do clube, como repórter, conversei com o mais significativo setorista do Paysandu, Agripino Furtado, da Rádio Liberal-AM, que me disse: “Não me comunicaram nada. Ninguém me falou sobre esta ordem. ”
Sérgio Serra me deu a letra, na sala de embarque do Galeão, no dia 21 de agosto de 2016, quando eu e ele nos cruzamos depois de 20 dias de Olímpiadas, e que expus para o futuro presidente (à época) que ele, quando presidente bicolor, tivesse um jornalista, no Paysandu, com representatividade, e que não fosse apenas um servil, que não fosse “expert” em redes sociais, mas que respondesse, efetivamente, pelo presidente, e citei alguns exemplos dos políticos envolvidos em corrupção, que não falam, mas que os jornalistas são os que dão às caras…
Serra me revelou que, quando presidente do Papão, bem pouco iria aparecer na mídia, não por ser avesso a jornalista, mas por delegar poderes aos que lhe cercam. “Nossas decisões serão em grupo”, não relativizou o ainda candidato bicolor.
No que me compete, estou de pleno acordo com o presidente do Paysandu, mas há alguns questionamentos que não tem como o dirigente fugir, como por exemplo: quem falará sobre os 5% que a PMB descontará nos jogos do Paysandu? E outra: quem cabe falar sobre o que levou o clube a preferir que uma sobrinha do “seu” Francisco Meireles volte a fornecer a merenda (e almoço) para policiais e todos os envolvidos nos jogos do Paysandu?
Foi feito uma tomada de preço para saber quem oferecia melhor preço, mas o funcionário da secretária bicolor, “Sizoca”, não tem interesse que sua sobrinha fosse a fornecedora do alimento?
Não é nepotismo?
Quem puder que me explique!
É o que há!

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CLÁSSICO DA PAZ

ÉLBER (MANGUEIRÃO), CLÁUDIO (FPF) E CEL-PM HARTUR OS RESPONSÁVEIS PELA SEGURANÇA -CADA UM NA SUA...

No início da década de 90, quando esteve em Belém, entrevistei João Saldanha, presidente da Fifa.
Em uma das minhas indagações, inquiri-o sobre o porquê de nunca ter visto em gramados de futebol, e eles respondeu-me com simplicidade: “Lugar de dirigente é na tribuna, gramado é dos jogadores. ”
Os biógrafos do brasileiro que levou o futebol aos cinco continentes retratam-no como um cartola de bastidores, daí nunca o terem visto dentro de campo.
Quinta-feira, 9, numa sala de um pouco mais de 4 m², no Mangueirão, representantes da FPF, autoridades policiais, Ministério Público, funcionários da SEEL (Secretaria de Esporte e Lazer), DETRAN, Guarda Municipal, representantes dos ambulantes e outros reuniram para definir o que fazer antes, durante e depois do clássico deste domingo, 12, entre Remo e Paysandu.
Cláudio, diretor de segurança da Federação Paraense de Futebol, tocou um tema que mexe com a vaidade dos dirigentes “pavão” que ficam a se expor antes do jogo à beira do gramado.
“Alertamos aos dirigentes dos clubes que só vai ao gramado quem estiver trabalhando. Vamos evitar problemas”, disse o representante da Federação, que tem sido exigente com quem não deve estar à beira do gramado.
Em dia de RE-PA, os “empavonados”, tanto de Remo como Paysandu, vão à beira do gramado e permanecem papeando com os colegas. Quem gosta são os repórteres de rádio, que entrevistam quem lá não deve estar, mas estão para aparecer para o torcedor.
Coronel-PM Hartur, comandante do policiamento, disse que a PM agirá rigorosamente nos portões, vistoriando torcedores e carros que terão acesso aos estacionamentos do Olímpico.
Menores de 12 anos terão acesso ao estádio acompanhados dos pais e provado e muito bem provado com documentação. O juizado especializado se fará presente ao estádio.
Élber Maia, 41, gerente de segurança do Mangueirão, revelou ao blogue que das 72 catracas, 6 apresentaram problemas, mas que a SEEL acionou a IMPLY, empresa detentora dos direitos do equipamento, para que os técnicos solucionem o problema antes de domingo.an
A valeta que circunda o estádio está em 90% sem a proteção de ferro, permanecendo, pelo lado dos portões A1, A2 e A3 (do Clube do Remo) abertas, oferecendo perigo aos torcedores.
“A SEEL está providenciando proteção de concreto que será chumbada, a fim de evitar furtos”, revelou Élber.
“Com a compreensão dos torcedores, teremos o clássico da paz”, concluiu cel.-PM Hartur, que comandará mil PMs.
ISS
No final da tarde, entrando pela noite de sexta-feira, 10, os dirigentes da FPF (Maurício Bororó), CR (Manoel Ribeiro), PSC (Sérgio Serra e Toni Couceiro), reuniram, primeiramente, com o prefeito Zenaldo Coutinho, e trataram da cobrança do Imposto Sobre Serviços – ISS – nos jogos de futebol em Belém do Pará.
Após preliminares com o gestor municipal, dirigentes reuniram com José Batista Capelone, secretário de finanças da Prefeitura de Belém, e às auditoras fiscais Érica Santos Gama e Rosete Reis Oliveira, e alinhavaram como o município fará a cobrança.
Sérgio Serra, presidente do Paysandu, pelo celular, revelou que a reunião foi proveitosa, mas que “estão em conversação”, acrescentando que “eles entenderam o nosso lado e nós entendemos o deles. ”
“Foi boa e proveitosa a reunião, e nós convidamos às auditoras a estarem domingo no Mangueirão para acompanhar ‘in loco’ a feitura do borderô, e teremos outras reuniões”, revelou Manoel Ribeiro.
Agente municipal disse ao blogue que o recolhimento do ISS (5%) sobre receitas de competições esportivas está regulamentado no Decreto Municipal nº 61.727/2009 e os clubes mandantes, quando de jogos em Belém, terão que pagar.
Às auditoras  Rosete Reis Oliveira e Érica Santos Gama estarão, domingo,  na sala destinada à tesouraria da Federação Paraense de Futebol acompanhando a elaboração do borderô do jogo. Os dirigentes estão sentindo o cheiro da perpétua…
É o que há!

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