COM A MÃO NA MASSA

No café da manhã, na BIG BEN (BC), Maia define, com diretores, contratações e dispensas no PSC

Advogado Alberto Maia assumirá Paysandu em 5 de janeiro, mas já está com a mão na massa.
O café da manhã de domingo, 22, foi em uma das mesas da BIG BEN Batista Campos com Roger Aguilera, Papelim e Vitor Sampaio . O trio do futebol bicolor alinhava dispensas, permanências e contratações de jogadores.
“Estamos pensando o Paysandu para 2015 e queremos contratações que venham para o campeonato paraense, Copa Verde e brasileiro, mas antes temos que sentar e conversar com Mazola”, confirmou Alberto Maia, presidente do Paysandu eleito recentemente.
Alberto Maia, Roger e Papeplin reunirão com Mazola nesta segunda-feira, 23, pela parte da tarde, para definir permanência do técnico na Curuzu.
Goleiro, meia e atacante estão na agenda dos dirigentes.
No progrma SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara-AM-1130, Maia e Serra falaram das prioridaders da nova administração.
1 – O departamento de segurança do Paysandu terá um profissional contratado para gerir o setor;
2 – A Curuzu será administrada por um profissional contratado pelo clube (Maia acabará com o aspecto desajeitado que há no portão do estádio pelo lado da travessa da Curuzu);
3 – Papelim permanecerá como executivo do futebol;
4 – Sérgio Serra conversará com Eumar Saúde para que este permaneça no comando do setor financeiro do clube;
5 – Na Copa Verde e campeonato Brasileiro, por decisão do presidente Maia, em cada jogo fora do clube, será sorteado um sócio-torcedor para acompnhar o time com despesas pagas pelo clube;
6 – Empresa foi contratada para sonorizar o estádio em linke com o placar eletrônico;
7– Os locatários das lojas do lado externo do estádio já foram comunicados que terão que deixar os espaços porque o clube fará reformas estruturais;
8 – Alberto Maia sentará com Toni Couceiro para definir aumento da capacidade de torcedores nas arquibancadas do estádio (já se aventa a possibilidade de empréstimo bancário a fim de levantar fundos)
9 – Empresário está propondo torneio internacional, no final de janeiro de 2015, em Belém com CR, PSC, COSMO (NY) e CORINTHIANS (Com as presenças de Pelé e Carlos Alberto Torres em Belém)
10 – Alberto Maia regozija-se com a informação que o presidente Vandick lhe passou: “Deixarei o clube com jogadores e funcionários pagos dezembro e 13º salários”.
Sérgio Serra garante que Vandick dará sua colaboração à base do clube.
É o que há!

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MAZOLA, O MÁGICO

Mazola fez mágica com time bicolor

Não foi à toa que time do Macaé calou 63 mil pessoas no Castelão ao empatar em 1 x 1 com o Fortaleza.
Time do interior do Rio de Janeiro não tem estrela, mas sabe jogar jogando bola com qualidade tática.
E voltou a silenciar 37.960 mil pessoas no Mangueirão, à tarde de sábado, 22, ao empatar em 3 x 3 com o Paysandu.
E levou o título de campeão da série C por ter feito três gols na casa do Papão, enquanto que este só fez um jogando em Macaé, no dia 15.11: 1 X 1.
Bicolor paraense chegou longe sem um ótimo goleiro, sem um meia que jogue de uma intermediária à outra e atacante de referência.
Mazola fez mágica com o elenco bicolor, explorando de cada atleta o pouco que cada um sabe fazer. E na maioria das vezes jogando com o regulamento debaixo do braço.
Desde o jogo contra o Fortaleza, que o Paysandu empatou em 0 x 0, que Mazola arrumou time bicolor para não tomar gols. E, aos trancos e barrancos, deu certo até enquanto não pegou um time bem arrumdinho como o Macaé.
Nos dois jogos, elenco do Macaé foi um time organizado taticamente, tem ótimo goleiro, um lateral-esqurdo, Diego, que é multiúso, um meia de excelente visão de jogo, Marquinho, e um atacante que tem força no cabeceio, tem qualidade no passe e sabe entrar na área tocando a bola.
Os dois treinadores – Mazola Júnior e Josué Teixeira – sabem fazer fazendo seus atletas jogarem dentro de esquemas táticos engendrado para cada jogo.
Se Mazola fez de Capanema mais lateral que volante, a fim de parar as penetrações de Marquinhos pelo lado esquerdo; Josué Teixeira fez de Dos Santos lateral que não permitiu as subidas de Picachu, que teve que se movimentar saindo de trás, ora pelo meio, ora pelo lado direito do ataque bicolor. Se das outras vezes Lenine foi herói, no jogo contra o Macaé, atuando mais adiantado, não sabia o que fazer. Não é a sua.
Era jogo para Djalma que tem pegada na marcação e sabe evoluir.
Bruno Veiga apagadíssimo. Falhou defesa e Paulo Rafael idem.
Os oito gols que aconteceram nas duas partidas entre Macaé 1 x 1 Paysandu (15), e Paysandu 3 x 3 Macaé(22) demonstraram a clarividência sobre futebol dos dois treinadores, que fizeram jogos de gato contra rato e vice-versa.
Campeão Macaé da série C, merecidamente, por ser um time arrumado e com melhor toque de bola e que não se avexa diante de torcidas.
Aos dirigentes bicolores ficaram as inquietações: três decisões e três vice-campeonatos no ano do Centenário do clube.
Ao ver o mosaico bicolor no Mangueirão, Sérgio Chermont disse: “É bom ser Paysandu”.
É verdade, doutor Sérgio, mas o bom mesmo é ser campeão.
Valeu pela ascensão à série B!
É o que há!

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REELEIÇÃO

Dr. Ney Siqueira quer mais dois anos à frente do CONDEL bicolor

“Eu penso na reeleição para presidir o CONDEL porque tenho experiência e falei com o Maia sobre esta possibilidade: ele me apoia para presidente e a vice e o secretário seriam indicação dos conselheiros. Estou esperando pela resposta do doutor Alberto Maia”.
É o pensamento do professor e advogado Ney Siqueira Mendes, 72, que por dois anos dirige o primeiro CONDEL bicolor eleito pelos sócios.
Revelou ao blog que durante seu mandato teve que se indispor com um conselheiro e mandou que ele se retirasse da reunião (não revelou nome); as constantes reuniões para aprovação das contas de Luiz Omar e a resposta “atravessada” do presidente Vandick, no dia 12.08.2014. o deixaram decepcionado.
(“…informo que não estarei presente nesta e em nenhuma reunião deste conselho…”)
Por ser mestre em filosofia do direito (matéria que lecionou na UFPA e UNAMA), Ney Siqueira se diz não ser homem de grupo e pensa na instituição. “Foi assim que administrei o CONDEL, pensando no Paysandu que é maior que todos nós, que todos os grupos”, disse.
As mensalidades dos conselheiros forçaram o CONDEL a ter conta bancária e as despesas são controladas pelo vice, Naife Daibes, como pagamento de secretária, materiais de expediente e limpeza, água, café e salgadinhos quando das reuniões e ajuda à Comissão do Centenário quando possível.
A mesa diretora, antes de deixar o CONDEL, pretende homenagear os 41 beneméritos com diplomas (eram 48, morreram 7, restam 41, mas o novo estatuto estabelece 40).
Havia cem anos, os conselhos bicolores eram vinculados a pessoas: os presidentes convidavam os conselheiros, e estes rendiam obediência à diretoria do clube. Com o advento do novo estatuto, Siqueira comandou um conselho histórico e heterogêneo, de cultura plural.
“No momento foi muito difícil, mas depois me deu muita alegria porque gosto de viver essa pluralidade, essa diversidade que tenho de concepção de democracia, de diálogo, de participação e não se importar com divergências. Só divergem quem têm posições próprias”, acrescentou Ney.
Para Ney Siqueira, o novo CONDEL deve pensar mais na instituição que em grupos. Nada que transcendam os interesses pessoais. “Eu gosto muito de observar e de ler sobre comportamento humano”, revelou.
O presidente do CONDEL aproveitou para solicitar ao Conselho Fiscal que mande as contas do Vandick de 2013 e 2014 para que o órgão analise e aprove. “Pra coroar a administração Vandick”, regozijou-se.
Finalizou dizendo uma pérola: “Quando se fala em dinheiro as pessoas ficam alvoroçadas. O coração bate mais ligeiro”.
E o blog acrescenta: tem gente que se avexa quando se cobra prestação de conta do dinheiro que é arrecadado junto ao povo em nome do Paysandu. Não é o caso da administração Vandick!
QUEM PUDER QUE RESPONDA
1 – Por que o Paysandu é conhecido por CLUBE DE SUÍÇO;
2 – Cadê o DVD do RANCHO NÃO POSSO ME AMOFINÁ cantando o CENTENÁRIO BICOLOR no carnaval de 2014?
3 – Quem são os homens que ajudaram a construir o patrimônio do Papão?
4 – Cadê o LIVRO DO CENTENÁRIO?
5 – Quem vende o Paysandu?
PRA PENSAR
No restô do Paysandu, no dia da eleição: “Zé, não aguento mais! Quando vejo um empenado com uma pasta preta na mão, na sala de espera, digo pelo interfone à secretária: ‘diga que não estou! Não dá mais. Final de ano tem 13º salário pra pagar e os caras ficam pedindo na caradura”.
“Não vou pedir para os caras me fazerem homenagem com título disso e daquilo. Eles sabem o que tenho feito pelo Paysandu. O dia que eles reconhecerem, eles me dão qualquer coisa, vou lá e recebo”, disse-me outro empresário que nunca se avexou em meter a mão no bolso e ajudar o clube. E ponha ajuda! Diferente de alguns aproveitadores pirangueiros.
É o que há!

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LEVIANO E OUTROS BICHOS

Taí a prova: os coordenadores da festa não dão uma "ana". É só pirangagem!

Meus finos leitores, sei que não sou repórter querido nesta terra. Pode parecer mosoquismo, mas sou feliz.
Reconheço que vivo nos limites do ódio e o amor pelo tipo de jornalismo esportivo que pratico em Belém.
Tenho consciência que não sou homem amorfo e indefinido: sustento minhas paradas e não fujo do pau.
Como repórter esportivo não sou amestrado e busco exaustivamente fatos.
O que me interessa é o fato.
Numa conversa com o vice-presidente bicolor, Sérgio Serra, do PSC, disse a ele que não me interessa o tamanho e material usado na estátua do “Quarentinha”. O que me interessa é divulgar o que a imprensa esportiva não divulgou: o valor da obra!
E isso eu divulguei porque fui ter com o mestre, escultor e professor da UEPA em designe, ALACY RODRIGUES, que me revelou que cobrou e a Comissão do Centenário do Paysandu pagou 20 mil reais pela bela obra.
E que a Comissão encomendou duas estátuas: uma para o ex-jogador de basquetebol do Papão, “Maneca”, e outra para o torcedor bicolor que será colocada na arquibancada. Merecedora de encômios. Sou favorável, inclusive, que se homenagei um dirigente que ajudou a construir o patrimônio do clube.
Divulguei que o bolo do QUARENTINHA foi doação do empresário George, dono da Panificador Cometa, de Ananindeua, e que a “vaquinha” foi insuficiente pra cobrir despesas.
Não é meu dever, como repórter, cobrar prestação de conta da COMISSÃO DO CENTENÁRIO BICOLOR, que arrecadou dinheiro o ano todo junto aos endinheirados bicolores?
Para as festas que aconteceram na sede, quando ressuscitaram a banda SAM BRASIL, estátua do “Quarenta”, corrida do centenário, arranjaram dinheiro. E a sessão solene no Teatro da Paz?
E os 25 mil reais pagos ao pesquisador e jornalista Ferreira da Costa pelo seu acervo sobre o Paysandu?
E o livro do Centenário, que contactaram com o mestre em História ALAN WATRIN, e este cobrou 60 mil reais para fazer as pesquisas?
O mestre Watrin me confirmou que espera pelo “sinal” financeiro para começar o trabalho de campo. “E não será mais 60 mil reais. Este preço foi tratado ano passado, agora tem que haver majoração”, confirmou.
Por tudo isso, sou acusado de leviano, mau-caráter, sapo fedorento por um marqueteiro rabo de cabra que vive dentro do Paysandu.
Pensem: a ideia de colocar os nomes dos endinheirados nos vidros da Curuzu foi do advogado Alberto Maia, quando deveria ser do marqueteiro!
Este marqueteiro deveria aconselhar o pai a prestar conta com o Vandick, que está deixando o clube, do montante financeiro arrecadado para a festa do centenário do Paysandu.
Pra vocês terem ideia: a corrida do centenário foi vendida a uma empresa que tem como símbolo um leão. Foi preciso um bicolor da gema passar “carão” nos caras pra desfazerem o contrato.
A BIG BEN pagou 10 mil reais.
Tem gente que se avexa quando é cobrado a prestar conta do dinheiro que arrecadado em nome do Paysandu. Medo de quê?
Não deixarei por menos! Continuo sendo leviano, mau-caráter, menos sapo fedorento porque não faltam a minha penteadeira: UDV, KAIAK, FAHRENHEIT e AZZARO. Compro na BIG BEN DOCA!
Velho que não se perfuma nem o carro do lixo leva, quanto mais as gostosinhas!
O doutor Alacy Nahum, que nunca se aproveitou do Paysandu, ao contrario, tem nome a zelar, deveria, como membro da Comissão, fazer valer a excelência em transparência.
POSSE
Está confirmada para o dia 5 de janeiro as posses de Alberto Maia(presidente) e Sérgio Serra (vice). Vandick concordou em ficar por mais um mês à frente do clube que deu as maiores glórias para o futebol da Amazônia.
Dia 1 de dezembro, o proficiente Edson Ortiz dará posse ao presidente da Assembleia Geral, advogado Marcio Tuma, e aos membros do Conselho Fiscal.
Empossado, Marcio Tuma comandará sessão de posse dos novos 50 conselheiros natos e 25 suplentes. E estes elegerão a mesa diretora do CONDEL.
À boca miúda, comentou-se nos corredores da sede bicolor que o atual presidenter do CONDEL, professor e advogado Ney Siqueira pensa em compor com o presidente da diretoria, advogado Alberto Maia, composição para que seja reconduzido ao cargo de presidente do CONDEL. Ou seja: reeleição.
ENCÔMIOS
O promotor público Nilton Gurjão, o décimo votado conselheiro (64 votos) bicolor, dizia em roda, na noite da eleição, que a “Jôse é um DC-10 pra trabalhar”.
Além da atenta segurança em todos os cantos da sede bicolor, Jôse ajudou a eleger membros da Novos Rumos, Sempre.
No almoço de quinta-feira, 20, no restô da sede bicolor, em uníssono, a diretoria bicolor reconhecia o pau pra toda obra que é a senhora Jôse. Parabéns!
É o que há!

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PAYSANDU, FINALMENTE, UMA EMPRESA

Maia e Serra comandarão uma empresa chamada Paysandu

A rapaziada da NOVOS RUMOS, SEMPRE não se aproveita do Paysandu.
Em dois anos da administração Vandick, os Aguilera, os Sereni, os Couceiro, Lopes Maia, Alexandre Pires, Eumar Saúde, Sérgio Chermont, Rômulo Raposo, Satochi Sató, Antônio Maciel, família Leal e tantos outros trabalharam para dar ao clube novos rumos – e deram.
O novo Paysandu que Alberto Maia e Serra irão administrar – de direito – a partir de janeiro de 2015 é uma empresa que tem no sócio torcedor (beirando os 10 mil sócios) o seu maior capital de giro. “O sócio torcedor começa a bancar o Paysandu”, garantiu Serra.
Nenhum se aproveita da condição de diretor para entrar de graça nos jogos do clube. “Eu sou diretor jurídico e compro o meu ingresso e dos meus filhos”, disse Maia.
Essa rapaziada permanecerá ao lado de Maia e Serra gerenciando a empresa Paysandu Sport Club.
Eumar Saúde, o homem do cofre, será convidado a permanecer no comando das finanças.
Roger Aguilera e Wlisses Sereni serão os comandantes do futebol;  executivo Papelim será convidado a continuar no clube. “Se os novos dirigentes me quiserem, eu quero”, disse “Minha Joia”.
Maia irá a São Paulo negociar a marca Paysandu com multinacionais.
Mas: as obras que marcarão o início da administração Maia-Serra serão tocadas na Curuzu. A construção do hotel-concentração e a reforma da área externa do “Vovô da Cidade”.
Os locatários das salas já foram avisados sobre as obras que darão uma nova cara ao estádio “Leônidas Castro”.
Serra não aparece, mas é eficaz. Está atento às finanças e ao futebol de base do clube e se adapta ao estilo do presidente.
Se Vandick é humilde, calado, honesto, agregador; Alberto Maia é correto, associativo, rápido no raciocínio e meticuloso. Não tem crítica sem resposta.
Maia e Serra foram eleitos presidente e vice com 538 votos.
Para o CONDEL, Toni Couceiro foi o espoca urna com 119 votos.
Advogado Marcos Tuma é o presidente da Assembleia Geral em substituição ao ótimo e didático doutor Edson Ortiz, que com proficiência acadêmica comandou o processo eleitoral bicolor.
É o que há!
P.S.: Informações passadas ao blog pelo confrade Agripino Furtado. Obrigado!

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ATITUDE

Quem quer ser presidente tem que ter atitude, diz Rezende

Se a oposição bicolor fosse organizada, teríamos nesta quarta-feira, 19, uma festa apoteótica no segundo piso da sede social do clube que deu as maiores glórias do futebol da Amazônia.
NOVOS RUMOS, SEMPRE e PARA CIMA, PAPÃO têm cargas semânticas futurísticas. Não é especulação. É realidade a partir dos dados do presente cultivado pela administração Vandick.
O grupo de Alberto Maia (Novos Rumos, Sempre) se preparou e o do Luiz Omar(Para Cima, Papão) agiu apressadamente e não teve o cuidado de verificar que um dos seus aliados – Henrique Jorge Ribeiro da Costa – não cumpria com suas obrigações como sócio proprietário.
E o pior: não procurou se quitar com o clube. Pelo telefone o editor deste blog conversou com “Henricão” (como é conhecido entre amigos de Assembleia Paraense) e ele confessou que deve o clube porque o “cobrador do Paysandu não passa na empresa”.
Havia tempo de se quitar e participar do pleito. Não houve interesse. O que se intui é que queriam era bagunçar. Ricardo Costa Rezende, presidente da Assembleia Geral na chapa Para Cima, Papão, acabou com a desordem, retirando seu nome da chapa.
Ricardo Costa Rezende, 58, comandou o Paysandu no período de 1996 a 1999, é grande benemérito bicolor e falou ao repórter José Maria Trindade, que houve reunião no escritório de Luiz Omar e algumas posições ficaram definidas.
Indagado sobre que posições eram estas, Rezende disse: “Ficou definida uma coisa e de repente ele (Luiz Omar) resolveu mudar tudo sozinho, sem reunir de novo. A gente serve para uma coisa e não serve para outra? Eu preferi saí fora e deixar o Paysandu trabalhar da melhor forma possível”.
O que deixou Rezende chateado é que se os recursos da PARA CIMA, PAPÃO fossem esgotados perante ao CONDEL, a chapa deveria ir à justiça, mostrando que Alberto Maia e Sérgio Serra não poderiam ser candidatos porque são diretores do clube e as contas de 2013 não chegaram ao Conselho Deliberartivo.
“Este protocolo foi quebrado. E aí resolvi desistir e comigo o vice-presidente Mauro César Diniz de Souza. Na realidade houve vacilo (o caso do Henricão) e eu reconheço: era só pagar, mas isso não foi feito, então faltou um pouco mais de empenho de quem queria ser presidente do Paysandu, e não pegar um navio e largar tudo de mão. Não pode: quem quer ser presidente tem que tomar atitude. Eu tomei a minha”, confirmou Rezende.
Ricardo continua tendo respeito por Luiz Omar, mas o que houve entre eles acontece em qualquer grupo: “divergências”, concluiu.
Indagado se irá à sede do Paysandu votar, o ex-presidente disse que, como grande benemérito, tem direito a cinco (5) votos para o CONDEL. “Um é do Paulo Faciola e os outros eu não tenho ainda, mas prá presidente voto no Maia. Não vejo problema”, finalizou.
É o que há!

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CARÃO

Cel-PM Cavalcante, Sávio, Gurjão(promotores públicos) e Nunes (FPF) em reunião no MP

O Ministério Público aplicou uma carantonha no Paysandu.
“O Paysandu deveria ter chegado aqui com seus planos definidos”, disse o promotor público Domingos Sávio por ocasião da reunião de segunda-feira, 17, na sede do Ministério Público do Estado do Pará.
Representantes da SEEL (Secretaria de Esporte e Lazer), FPF (Federação Paraense de Futebol), DETRAN (Departamento de Trânsito), SEMOB (Superintendência de Mobilidade Urbana), SECON (Secretaria de Economia), juizado da Infância e da Adolescência, PSC e Goiás participaram da reunião que objetivou alinhavar as seguranças dos torcedores que assistirão aos jogos GOIÁS e CORINTHIANS, quarta-feira, 19, e Paysandu e Macaé, 22, no Mangueirão.
Foi denunciado pelo departamento de segurança do Paysandu que o ambulante Joaz Andrade de Souza é useiro e vezeiro em ser flagrado no Mangueirão vendendo bebida alcoólica e que causa tumulto a quando da entrada dos ambulantes.
Se continuar a causar problemas deverá ser denunciado ao Ministério Público e ter sua presença barrada nos jogos do Paysandu.
“Mexicano”, diretor de segurnça do Remo, mas que está a serviço do Goiás, saiu em defesa do ambulante: “Nos jogos do Remo ele nunca nos causou problema. Pelo contrario, tem nos ajudado”, disse.
Ministério dos Esportes mandou ao MP e à PM ofício pedindo atenção redobrada para a segurança dos integrantes da GAVIÕES DA FIEL que chegam em Belém para o jogo do Corinthians contra o Goiás.
Dênis, responsável pela logística do clube paulista, em Belém, informou que a direção do clube “não tem nada a ver” com a presença dos torcedores em Belém.
“Nós estamos cansados. Todo grande evento reunimos com as mesmas pessoas e é o mesmo tema: segurança. Agora, nós vamos passar a responsabilizar o chefe das instituiçõs que não cumprirem com suas obrigações”, disse Domingos Sávio
Ficou registrado em ATA que a Transmangueirão será toda fiscalizada pela SEMOB no horário das 13h às 21h de quarta-feira, 19, e sábado, 22.
Na manhã de terça-feira, 18, no Mangueirão, representantes do Paysandu, SEMOB, DETRAN, SEEL e SECON reunirão para engendrar PLANO DE AÇÃO e apresentar ao Ministério Público.
O juizado da Infância, Adolescência e Juventude foi criticado pela inércia dos seus representantes a quando dos jogos no Mangueirão.
Marcos Pessoa, chefe do setor de comissariado do juízado da Infância, da Adolescência e da Juventude, revelou ao blog que o juízado cumpre com que determina a “portaria 011”.
“Para que a criança e o adolescente adentrem ao estádio é necessário que a criança esteja acompanhada dos pais ou responsáveis (guardião, tutor) e o adolescenrte pode adentrar desde que esteja acompanhado com um parente até terceiro grau e cabe aos agentes fiscalizar se o mandante do jogo está cumprindo com que determina a portaria”.
Pelo que informou o representante do Juízado, não é competência do juízado ficar nos portões dos estádios dizendo quem entra e quem não entra. “É dever do mandante. A nós cabe a fiscalização se a portaria está sendo respeitada”, revelou.
É o que há!

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CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA

Goverrnador Simão Jatene em café com empresário Carlos Santos

Em seu primeiro governo, em 2004, o governador Simão Jatene criou o Pro Paz.
O programa visa articular, fomentar e engendrar políticas públicas com a finalidade de incentivr a cultura e a paz junto a infância, adolescência e juventude dos bairros periféricos da área metropolitana de Belém.
É este projeto que o governador Simão Jatene colocou a disposição das torcidas REMISTA e TORCIDA BICOLOR. “Eu procurei o governador e ele me disse que em janeiro de 2015 eu procure o Pro Paz que ele vai nos ajudar”, disse Arinaldo Mendes, presidente da REMISTA, torcida proscrita pela justiça.
No início do mês de novembro esteve em Belém o assessor da Secretaria Nacional de Futerbol e Defesa dos Direitos do Torcedor, Helvécio Eustáquio de Araújo, 56, agilizando junto ao Ministério Público o Encontro Nacional das Torcidas Organizadas que poderá acontecer em fevereiro de 2015 em Belém.
“Torcidas Organizadas passa pelo poder público porque mexe com gente jovem cheia de sonhos, que deseja mostrar à socieade que ama o seu clube”, afirmou Eustáquio ao blog.
Terça-feira, 11, no gabinete do empresário Carlos Santos (Rádio Marajoara) o repórter José Maria Trindade conversou com o governador Simão Jatene sobre Pro Paz e Organizadas.
TT – O senhor colocou o Pro Paz a disposição das Organizads?
SJ – É verdade. O Pro Paz tem como fundamento a difusão de cultura de paz, e a violência temos que trabalhar muito com a prevenção e a repressão (a ação policial nas ruas) e temos que trabalhar com a recuperação desses jovens.
TT – Como será a ação preventiva, governador?
SJ – O programa de Paz do Pro Paz tem apresentado resultado importante porque ele tem trabalhado com seguimentos; o esporte é paixão e a simbiose entre imprensa e torrcidas tem sido uma coisa fantástica; a ideia é que se trabalhe esse seguimento de forma que se retire desses jovens o que eles têm de posítivo.
TT – Que positividade é essa, governador?
SJ – Torcer, vibrar, lutar pelas suas crenças de forma ordeira, pacífica, correta. É possível fazer com que essa paixão que empurra às pessoas pra ingrressarem nas torcidas seja também o chamariz pra que às pessoas participem de atividades nas áreas do esporte, das artes, do lazer, da cultura e com isso se fortalace a consrtrução da cidadania.
TT – E o patrocíno do campeonato de 2015?
SJ – Vamos discutir forma de aprimorar. Essa é a ideia: aprimorar o campeonato para que ele seja realmente estadual.
TT – O governo vai fazer sua parte, governador?
SJ – O importante é que estejamos juntos. É um momento novo de articulação. É muito fácil você, às vezes ficar apontando o dedo criticando, e nós precisamos trabalhar nisso: na prevenção. É criar condições para que os nossos jovens, os nossos adolescentes possam utilizar essas energias de forma positiva e construtiva. Isso é o grande desafio.
É o que há!

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NÃO TEM JEITO

Minowa conquista novos eleitores na corrida pela presidência do Remo

REMOCRACIA e CORTE AZULINA apoiaram Pirão na eleição do dia 8.
No sábado, 15, no HIGASHI, na “Rômulo Maiorana” com Vileta, os líderes das duas torcidas anunciaram apoio a Minowa e Henrique Custódio.
“Se o meu pai voltasse a terra e me pedisse para unir com Pirão eu diria que não. Fui bastante humilhado pelo presidente do Remo e eu – só se Deus não quiser – serei presidente do clube”, disse Pedro Vasconcelos Minowa, 75, ao blog em mesa do restaurante HIGASHI, no bairro do Marco, sábado, 15, 13h.
Acusando Pirão de o ter humilhado, Minowa está mais do que disposto a buscar seus direitos na justiça antes da eleição do dia 13 de dezembro, mas é assunto para os advogados Nelson Tupinambá e Hamilton Guedes.
Bráulio Uchoa, líder da REMOCRACIA, diz que na eleição do dia 8 arregimentou 35 votos para Pirão, e que agora está apoiando Minowa por entender que a chapa 2 tem melhor planejamento para o Clube do Remo.
“Minowa e Henrique Custódio têm planejamento para tirar o clube desta situação em que se encontra”, garante Uchoa.
Os membros da CORTE AZULINA prometem trabalhar em busca da vitória de Minowa. “Vamos trabalhar por Minowa e Custódio por entender que eles são os melhores para o Remo”, diz Vânderson.
Minowa e Henrique Custódio irão às rádios, TVs e jornais de Belém mostrar planejamento e solução para tirar o Clube do Remo da situação em que se encontra.
“Temos planos para obras do Baenão e proposta para pagar débitos no TRT”, concluiu Minowa.
(Sonora completa com Pedro Minowa no programa SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara-AM-1130, 12h, domingo, 16)

BEM PERTINHO DA 3ª ESTRELA
A proposta de Mazola Júnior teve êxito: entrar em campo bem fechadinho.
3 zagueiros (Charles, Lombardi e Pablo); 2 alas (Picachu e Airton) e 2 volantes (Augusto Recife e Zé Antônio) Augusto Recife tem fôlego e visão de espaço. Tem postura na cobertura.
No segundo tempo, com a entrada de Lenine, Papão passou a jogar com 3 zagueiros e 3 volantes. Macaé não entrou na área, mas é um time com poder ofensivo.
Lenine deu qualidade ao passe do meio-campo bicolor.
Dos pés do lateral esquerdo Diego saem os principais lances do time do Macaé.
No primeiro tempo, Macaé teve melhores chances, mas se perdeu nas finalizações.Paysandu se perdeu nos lançamentos para Bruno Veiga.
Ruan apagadíssimo: não fez nada.
Às vezes aparecendo com duas linhas de 4, zagueiros bicolores tinham a cobertura de Airton e bloquearam as investidas de Juba, João Carlos e Romário.
Por reclamação acintosa, Marcos Paraná foi expulso do banco bicolor pelo árbitro Edmundo Alves. Francamente, não tem futuro…
Aos 16 minutos, do segundo tempo, o ótimo lateral esquerdo Diego vai a frente e lança em diagonal e o goleiro Paulo Rafael sai mal e rebate nos pés de João Carlos, que fez 1 x 0 Macaé.
Paysandu despertou e muda panorama tático: de fechadinho, busca lançar com mais eficácia Bruno Veiga, que desperdiçou algumas oportunidades.
Lenine é multiúso: protege os zagueiros e tem qualidade no passe.
Aos 34 minutos, Picachu cobra falta em diagonal e o excelente Milton Rafael é enganado na trejetória da bola, que passa sem tocar em ninguém, e estabelecer o empate em 1 x 1.
Charles recebeu o terceiro amarelo e não joga a decisiva sábado, 22, no Mangueirão. Mazola tem Reniê e o Pablo para a zaga.
Paysandu joga por um zero a zero para se constituir no clube que deu – e continua dando – as maiores glórias para o futebol da Amazônia.
É o que há!

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“NÃO HÁ ACORDO!” É MESMO?!

Sem Minowa, Pirão e aliados conversando com Henrique Custódio e Hamilton

Componentes das chapas de pirão e Minowa no Avenida

Os “bombeiros” estão tentando acalmar os assanhados neurônios de Pedro Minowa.
Pedro Vasconcelos Minowa, 75, na eleição de sábado, 8, obteve 647 votos, contra 629 de Zeca Pirão. Diferença de 18 votos. Minowa comemorou, mas não levou, e Pirão continua sendo o presidente do Clube do Remo.
Advogados Nelson Tupinambá e Hamilton Guedes, na quinta-feira, 13, entraram com TUTELA ANTECIPADA COM OBRIGAÇÃO DE FAZER E DE NÃO FAZER junto ao juiz da 6ª Vara Cível de Belém, Roberto César Oliveira.
(Obrigação de Fazer: suspender a anulação da eleição; De Não fazer: a prorrogação do mandato do presidente Pirão). Nenhuma e nem outra! Continua tudo dantes no quartel de Abrantes.
Juiz deseja ouvir membros da Comissão de Eleição do Remo, que era composta do juiz Altemar Paes, advogado Roberto Porto e contador Carlos Gama. É o princípio da defesa e do contraditório.
Em decorrência dessa posição judicial, presidente da Assembleia Geral do Remo, advogado Albério D’Oliveira, comunicou ao presidente da FPF, Antônio Carlos Nunes de Lima, via ofício, que prorrogou mandato do presidente do CONDEL (Manoel Ribeiro) e do CODIR(Zeca pirão) até o dia 13 de dezembro, data da nova eleição.
Grupos do Pirão e do Minowa se juntam em mesa do restaurante Avenida, em Nazaré, para almoço e no prato de resistência a união das chapas. Advogado Marco Antônio Pina, “Magnata”, estava disposto a abrir a vice-presidência de Zeca Pirão.
2015: Pirão, presidente; Minowa, vice, e Henrique Custódio, no futebol. Ou: Custódio, vice, e Minowa comandante do futebol remista. 2016: Pirão abre para Minowa. Este não aceitou e deixou a mesa emburrado sem falar com os repórteres Syanne Neno e José Maria Trindade.
Zeca Pirão, Marco Antônio Pina, Hamilton Gualberto, André Cavalcante e assessores continuaram à mesa saboreando os pratos da casa.
À noite de sexta-feira, 14, 21h, repórter José Maria Trindade consegue conversar, por telefone, com Pedro Vasconcelos Minowa que disse sem rodeio: “Não tem acordo! Os advogados da chapa estão pensando o que fazer segunda-feira, 17!”
Segundo o advogado e jornalista Hamilton Gualberto “essa eleição não passa pelos ‘cardeais’. Segunda-feira,17, os advogados da chapa entrarão no TJE com AGRAVO DE INSTRUMENTO contra a decisão do juiz Roberto César Oliveira.
“Nada impede de sentarmos e conversarmos para o bem do Clube do Remo. Todos nós aqui queremos o bem do Remo. Não vejo dificuldades em conversarmos sobre planejamento do clube. Eu tenho que ser leal às pessoas que nos apoiaram, e vamos ver o que a chapa 2 decide sobre a união”, disse Henrique Custódio.
O jornalista e advogado Hamilton Gualberto foi enfático: “Esta eleição do Remo não vai passar pelos ‘cardeais’, que era exatamente o que nós queríamos. Vai ser o grupo do José Wilson e o do Pedro Minowa. Ninguém tem que se envolver nisso. Eles estão fora do processo…Ainda vejo uma luz no fim do túnel!”
O presidente Pirão prega a união: “Você sabe que eu sempre preguei essa união. Eu acho que o Remo unido vai chegar lá. Espero que tenham consciência, sentem e veremos o bem do Remo. Espero poder sentar outra vez e planejar o futuro do Clube do Remo.”
Ao lado da família e amigos, Pedro Minowa festejará domingo, 16, na sua mansão, em Mosqueiro, os 75 anos completados dia 7, e há quem aposte que ao término dos rapapés e salamaleques, Minowa aceite unir-se a Pirão em uma única chapa. É mesmo?!
É o que há!

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