INGRATO

Fiel escudeiro de Minowa, Zumero diz que houve ingratidão do presidente azulino

“Depois de eleito ele não  ouviu os amigos. Numa reunião de almoço no Hilton Hotel ficou acertado que o Hamilton seria o diretor jurídico e o Pedro já havia se comprometido com outro advogado, então foi um ato de ingratidão”, revelou o médico pediatra Sérgio Zumero em reportagem ao programa SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara.
O presidente afastado do Clube do Remo pelo CONDEL, Pedro Ernesto Vasconcelos Minowa, 75, na opinião do aliado Zumero é um homem humilde e honesto, mas se perdeu por se cercar de pessoas que não têm conhecimento do clube.
Para o conhecido pediatra belenense, Minowa não se locupletou com nada do Remo, ao contrário de quem “arrebentou escudo e destruiu o Baenão”. Zumero se referiu a Amaro Klautau (que mandou arrebentar o símbolo do clube do portal do Baenão pela Almirante Barroso, em 2011) e o ex-presidente Zeca Pirão, que arruinou com o principal patrimônio do clube, o estádio “Antônio Baena”.
Ao repórter José Maria Trindade, editor deste blog, Zumero deu este depoimento.
NÃO OUVIU AMIGOS
Minowa é uma pessoa de bem, mas ele precisa se impor como presidente do Clube do Remo. As decisões teriam que sair dele. Infelizmente, ele se deixou levar por diretores com várias ideias e que não poderiam cada um decidir. Minowa é uma pessoa sofrida dentro do Remo, mas que infelizmente não fez o que os amigos disseram, como por exemplo, um conselho consultivo para que ele esteja respaldado de todas as negociações que o clube fizesse, infelizmente não aconteceu isso.
ACREDITA NA HONRA DO PEDRO
Sou amigo e eleitor de Pedro Minowa, mas se as provas contra ele forem fundamentadas eu sou o primeiro a assinar para que ele deixe o clube. Tenho certeza absoluta que ele não se locupletou com o dinheiro do Remo. Ele é honrado. Pelo contrário, nesses cinco meses, ele já colocou mais dinheiro dele no clube.
GESTÃO TEMERÁRIA
Gestão temerária é uma coisa e gestão que prejudicaram o clube são coisas diferente. As pessoas que destruíram o patrimônio do clube estão aí e o Pedro Minowa que está sendo acusado de gestão temerária? O que o Pedro fez de prejuízo patrimonial do Clube do Remo? Minowa não perdeu sede! Não perdeu jogador! Não destruiu Baenão! Não destruiu escudo! Então, gestão temerária? Isso é uma hipótese! É muito pouco para que se afaste uma pessoa que foi eleita democraticamente. Pedro Minowa pagou salários atrasados que não eram da gestão dele.
O QUE PEDRO FEZ DE ERRADO
Nós pedimos para ele contratar treinador local para o campeonato paraense e ele fez outra. Era para o Remo ter começado com treinador local. Outra: mostramos a ele que o Hamilton Gualberto era importante no departamento jurídico. Foi prometido ao Hamilton em almoço no Hilton, ao meio-dia, a posse da diretoria foi à noite, e qual a surpresa nossa? Já tinha sido indicado e nomeado outro advogado. As amizades acabam sendo arranhadas, por mais que a gente perca lá na frente, mas nós não podemos perder a palavra. Então, foi isso que aconteceu e eu sou solidário ao Hamilton Gualberto. Foi uma ingratidão! Tá! Foi uma ingratidão!
NÃO PODE HAVER REVERTÉRIO.
Hamilton e os outros membros são honrados. O Hamilton esquece o passado e julga os fatos. Ele e os seus pares de comissão. Não terá o espírito de revanchismo. Nós temos que seguir o exemplo do nosso rival, onde todos estão unidos (Zumero se refere ao Paysandu)
A FRIEZA DE MINOWA
Eu não ataco, mas não gosto de ser atacado. Se eu for atacado, respondo à altura. A origem Japonesa, paciente até demais, e venho observando há tempo que ele não diz nada. Eu e o Hamilton que temos defendido. “Espera aí, ninguém pode afastar alguém sem ser julgado”, disse Hamilton. O que aconteceu no CONDEL foi uma coisa açodada. Deveriam esperar o relatório da comissão, que termina prazo quinta-feira, 28, e se reuniria após a conclusão da comissão. Nós temos que apagar o fogo.
OS CARDEIAIS A TROCO DE MERDA O DONO DA MERDA TEM PREJUÍZO
Eu não concordo com nenhuma palavra que ele disse sobre os remistas. Eu sou benemérito, mas não sou cardeal. Ele foi totalmente infeliz. Nenhum sócio, nenhum benemérito, nenhum grande benemérito é merda (desculpa pela palavra). Ele foi infeliz. Ele deveria ter pedido desculpas aos conselheiros do Clube do Remo, concluiu Sérgio Zumero.
É o que há!

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VENCEU E CONVENCEU

APÓS GOL, PIKACHU É ABRAÇADO PELOS COLEGAS

Pela 3ª rodada da série B, no Mangueirão, Paysandu venceu o excelente Ceará por 2 a 1.
Time de Silas Pereira tem ótimo meio-campo, mas zaga claudicante.
Bicolor paraense não se houve bem no primeiro tempo porque Jhonnatan se preocupou mais em cobrir os avanços de Pikachu e não atuou como meia-armador. Cumpriu função tática.
Ceará, ainda no primeiro tempo, perdeu a qualidade técnica de Marinho, que é rápido no passe e qualidade no chute. Excelente jogador.
Idem para Ricardinho que tem qualidade no chute de fora da área.
Coube a Carlos Alberto, o melhor bicolor em campo, aos dois minutos, meter bola no travessão.
Com maior volume de jogo, do meio-campo para frente, Ceará não penetrou na zaga bicolor porque havia perfeita sintonia entre a dupla de zagueiros do Paysandu – Thiago Martins (este convocado para a seleção brasileira sub-20) e Gualberto. Capanema, na marcação, é um monstro.
Paysandu foi mais ativo pelo lado esquerdo com João Lucas.
Aos 40m, Carlos Alberto viu Pikachu entrando em diagonal da direita para a esquerda e serviu: de pé esquerdo Pikachu concluiu 1 a 0 para o Paysandu.
Tocando com rapidez, Vovô Alencarino voltou aceso no segundo tempo e Ricardinho cobrando falta em diagonal empatou o jogo em 1 a 1.
Misael, Edinho e Augusto Recife entraram no segundo tempo e qualificaram o meio-campo bicolor.
Com toque de bola e saindo em velocidade, Papão chegou ao segundo gol em lance de sobra de bola na área do Ceará e Fahel concluiu com perfeição estabelecendo a vitória de 2 a 1 bicolor aos 27m.
Com a expulsão do lateral esquerdo Fernandinho, aos 34m, Papão tocou a bola e deixou o tempo passar, estabelecendo sua primeira vitória na série B, diante de 9.688 pagantes, que proporcionaram arrecadação de R$ 171.767,00 (Cento e setenta e um mil, setecentos e sessenta reais).
Paysandu joga sábado, 30, em Varginha (MG), contra o Boa Esporte.
Mangueirão foi uma praga na vida dos deficientes físicos que foram ao estádio: o elevador não funcionou.
E no B2 a cavalaria da PM sufocou arrastão. 4 homens foram presos.
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O MESMO ERRO

AÇÃO CONTRA MANOEL RIBEIRO

Pedro Minowa contrariou o dito popular de que de bumbum de criança e pena de juiz pode-se esperar qualquer coisa.
Na tarde de quinta-feira, 21, nos programas de rádio, o presidente remista convocou a imprensa para uma coletiva à tarde de sexta-feira, 22, no Baenão. Minowa contava com o ovo no “toba” da galinha.
Através do advogado Hamilton Francisco de Assis Guedes, Pedro Ernesto Vasconcelos Minowa,75, entrou na justiça cível com Ação Cautelar Inominada, requerendo, liminarmente, o retorno ao cargo de Presidente do Clube do Remo.
Minowa foi afastado, temporariamente, do cargo por decisão do Conselho Deliberativo do Remo em reunião que aconteceu na noite de segunda-feira, 18, em que 53 conselheiros votaram a favor do afastamento contra 20.
Secretaria do TJPA despachou a liminar para o magistrado João Lourenço Maia da Silva, da 2ª Vara Cível e Empresarial de Belém, que à tarde de sexta-feira, 22, exarou despacho, acusando que o objeto da ação estava equivocado, ou seja, não era contra Manoel Ribeiro (pessoa física) e sim contra o CONDEL – Conselho Deliberativo do Clube do Remo. Houve erro.
Boa parte da tarde de sexta-feira, 22, o editor desta página, José Maria Trindade, insistiu em falar com o advogado Hamilton Guedes, sem sucesso. Início da noite, uma senhora atendeu ao chamado, em celular do advogado, que respondeu: “Ele está ocupado. Depois ele retorna”.
Advogado criminalista, que pediu reserva, revelou ao blog que “deve ser a mesma ação, mas contra o CONDEL, e não Manoel Ribeiro”.
Acompanhando este caso, lembrei de um verso cantado por James Blunt: “Cause I’ll just make the same mistake again” (Porque cometerei o mesmo erro novamente)
É o que há!

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MELHOR TRATAMENTO À PM

Promotores públicos Gurjão e Sávio apoiam decisão do comando geral da PM

Policiais escalados para garantir a segurança em jogos de Remo e Paysandu reclamaram da qualidade da merenda servida, e, quando necessário, almoçam em pé.
Quando os jogos acontecem à tarde, há o policiamento precursor, com este efetivo chegando no Mangueirão ou Curuzu às 11h, e o clube serve o almoço aos PMs. Às vezes de qualidade indesejável e saem com a “quentinha” procurando um canto para se alimentarem.
O assunto chegou aos ouvidos do promotor militar Armando Brasil e este solicitou ao Ministério Público do Estado do Pará providências a quem de direito.
Os promotores públicos Nilton Gurjão e Domingos Sávio convocaram representantes da Federação Paraense de Futebol (FPF), Clube do Remo (CR) e Paysandu Sport Club (PSC) para reunião que aconteceu na tarde de terça-feira, 19, na sede do MP.
“O promotor militar Armando Brasil recebeu denúncias sobre o almoço servido aos militares, que comem em pé (e no chão) porque os mandantes dos jogos não providenciam mesas e cadeiras e isso gerou uma nota oficial do comando geral da PM e isso fez com que eles cobrassem dos agentes que fazem o futebol em Belém”, confirmou o promotor Nilton Gurjão.
Coronel Campos, comandante geral da PM, não admitirá mais tratamento desqualificado aos policiais que são escalados para os jogos de Clube do Remo e Paysandu, em Belém.
A SEEL – Secretaria de Esporte e Lazer – destinou sala onde serão servidos lanches e almoço, mas não forneceu mesas e cadeiras. “Então, cabe ao clube mandante locar essas mesas e cadeiras”, afirma Gurjão.
Coronel Gilmar Marques, diretor de segurança do Paysandu, garantiu que para o jogo deste sábado, contra o Ceará, os PMs se alimentarão devidamente sentados, porque o clube locará mesas e cadeiras.
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DE VOLTA PARA CASA

Alheio as intrigas, Helder trabalha para fazer o Remo "voltar para casa"

Enquanto na sede, Manoel Ribeiro e Pedro Minowa dividem a sala da presidência do Clube do Remo, no Baenão Helder Sidney Cabral, 58, e alguns amigos, desprovidos de vaidades, tocam às obras, na tentativa de fazer, ainda este ano, que o time do Remo “volte para casa”.
“Não sou Manoel Ribeiro, não sou Minowa e não sou Pirão, sou Remo. Nasci Clube do Remo e não estou aqui com a intensão de aparecer ou ganhar dinheiro, estou aqui dando o meu tempo e o pouco que tenho para ver a torcida nas arquibancadas e o time em campo. O Remo tem que voltar para casa e se possível ainda este ano”, acredita Helder Cabral.
Helder  é advogado, comerciante e sócio do Clube do Remo havia 35 anos, mas diz que o clube vive um momento triste, mas que prefere ficar “alheio” a tudo que se passa no clube.
Eis o seu depoimento:
TEM TEMPO E NÃO DEVE NADA A NINGUÉM
Eu tenho tempo para me dedicar ao clube e tenho isso aqui como desafio, e, também, a paixão que tenho pelo Clube do Remo. Estamos ajeitando a casa com certa dificuldade, mas estou aqui dando a minha contribuição. Eu não sou milionário, mas tenho para o meu gasto. Tenho para pagar minha vaidade. Eu não tenho dívida.
FUNDAÇÕES
Estamos trabalhando no gramado e as arquibancadas e cadeiras vão ficar para uma segunda etapa. O meu foco, hoje, é liberar os dois tobogãs e daqui a dez dias vamos concretar porque eles estão interditados pelo Corpo de Bombeiros e nós estamos trabalhando nas fundações e vamos precisar da ajuda financeira da torcida. Os tobogãs estão interditados por medidas de segurança.
DOAÇÕES
Estamos recebendo doações dos apaixonados azulinos, mas vamos mostrar para a torcida o que estamos fazendo para que ela abrace a causa.
Construção é dinheiro e se você tiver, você acaba; então se a torcida responder ao apelo que faremos, eu te digo que poderemos ter o Baenão com capacidade para dez mil torcedores nos jogos da série D.
O MOVIMENTO
Eu creio em Deus e todos os dias estarei aqui tocando esta obra para que o Remo volte para Casa. Faço questão de dizer: não estou vinculado a nenhum grupo. O movimento de VOLTA PRA CASA vai fazer o Leão voltar para sua casa. O Zeca Pirão já confirmou que vai estar aqui, porque ele conhece a obra.
OPINIÃO DO BLOG
Aliás, seria a grande oportunidade de o ex-presidente se redimir do mal que causou ao Clube do Remo.
É o que há!

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QUE MERDA, MINOWA

Pedro Minowa chegou em 1998 no Baenão com a aura de homem endinheirado.
Levado pelo advogado Hamilton Gualberto, Minowa não titubeava em meter a mão no bolso para ajudar o clube quando estava em apuros. Um “cardeal” azulino dizia: “Contratem que o Minowa paga”.
Foi assim durante todos esses anos e até que um belo dia em cartório ele doou ao Clube do Remo R$ 500 mil. “O Remo não me deve nada”, Afirmou.
Em 3 oportunidades, Minowa foi rejeitado pelo colégio eleitoral azulino e num desses revezes ele foi enfático ao anunciar no microfone da Rádio Liberal, no programa BOLA NA ÁREA, apresentado pelo repórter José Maria Trindade, que os “cardeais remistas trocados por merda o dono da merda tem prejuízo”. Plantou ódio silencioso. É uma ferida insarável.
O sonho de ser presidente do Filho da Glória e do Triunfo passou a ser uma obsessão. Nunca escondeu de ninguém que este desejo se tornaria realidade um dia. E finalmente em dezembro do ano passado o sonho se tornou realidade depois de dois pleitos.
O sócio remista e o torcedor humilde acreditaram em Pedro Minowa o outrora homem que chegava no clube, em momento de crise financeira, e resolvia os problemas.
Em 8 de novembro Minowa ganhou, mas não levou. Anularam a eleição.
Em 13 de dezembro a vitória foi insofismável: 882 sócios votaram na chapa encabeçada por Minowa e 691, em Zeca Pirão. Eu estava lá e entrevistei Pedro para o programa SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara.
“Estou realizando meu sonho. Aos 75 anos chego a presidência do Clube do Remo. Estou emocionado (as lágrimas desciam pelo rosto), e hoje tenho muitos amigos que irão me ajudar a levar o Remo ao lugar de onde nunca deveria ter saído”. Tudo ilusão.
Minowa esqueceu os amigos que o ajudaram a chegar ao trono. O presidente não ouviu nenhum daqueles que contra tudo e todos lhe fizeram presidente azulino.
Passados alguns meses a ficha caiu de todos àqueles que apoiaram, que votaram em Minowa. Sérgio Zumero revelou: “Minowa tem que bater na mesa e se impor como presidente. ”
Manoel Ribeiro disse: “Falta ao Minowa governabilidade, e quando eu fui presidente me cerquei de pessoas competentes. ”
No início da administração, Minowa ganhou um inimigo figadal: o seu vice-presidente, médico Henrique Custódio, que em rede social confirmou “decepção” com a mudança de comportamento do presidente.
O pior momento do presidente foi ter revelado que assinou contrato com empresa fantasma sem ter lido o documento. Estava decretada a instabilidade da administração Minowa.
Em tão pouco tempo, Minowa cai no descrédito dos jogadores e no TRT, onde não cumpriu acordo firmado em janeiro. Recebe a primeira cota do direito de televisionamento da FUNTELPA (23 de março) não deposita os 240 mil acertado na 13ª Vara; deixa 300 mil no clube e 100 mil reais desaparecem…
Sem tino administrativo, Minowa perde a credibilidade de toda a nação azulina. E na noite de segunda-feira, 18, a tudo ouviu sem esboçar reação. Não se defendeu das acusações. Que merda, Minowa!
É o que há!

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MINOWA, CHEGA PRA LÁ!

Conselheiros azulinos, na reunião do CONDEL da noite de segunda-feira, 18, pediram o afastamento da diretoria comandada por Pedro Minowa por GESTÃO TEMERÁRIA.
E Minowa foi afastado da presidência do CODIR – Conselho Diretor do Clube do Remo.
Causas:
1 – Venda de Roni ao Cruzeiro;
2 – Empresário Hércules não merece confiança;
3 – Negociações dos atletas Ameixa, Silvio, Igor João feitas pelo Miléo, que nada tem a ver com o Clube do Remo;
4 – O Remo não tem diretor financeiro;
5 – Quem manuseia o dinheiro do Remo;
6 – Assinou contrato com empresa fantasma para comandar NAÇÃO AZULINA;
7 – Conselho de Futebol não tem conhecimento dos contratos dos jogadores.
Em dado momento, presidente Manoel Ribeiro solicitou aos inadimplentes com o CONDEL que deixassem a reunião: 26 conselheiros.
Manoel Ribeiro colocou em votação afastamento da diretoria comandada por Pedro Minowa.
Hermes Tupinambá e Ubirajara Salgado conferiram os votos: 53 conselheiros votaram a favor do afastamento do presidente Minowa e sua diretoria;  20 a favor da permanência.
Presidente do CONDEL, Manoel Ribeiro, assumiu a presidência do CODIR e a comissão composta por Hamilton Gualberto, Haroldo Picanço e Ulisses Oliveira terá 15 dias para apresentar relatório sobre as denúncias apresentadas ao Conselho Deliberativo.
Pedro Minowa revelou que irá recorrer à justiça.
Por muito pouco afastaram Minowa, e o ex-presidente Zeca Pirão que destruiu o Baenão?
É o que há!

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SOBERBA

Caro José Maria, Discordo sobre a questão da soberba. Respondi a altura para algumas pessoas que precisam de respostas. Não sou e nunca serei omisso, e não deixarei denegrirem a imagem do meu clube, mas é bom saber que você me acha soberbo. É a resposta do presidente do Paysandu, Alberto Maia, ao meu texto aí de baixo, que no último parágrafo afirmo: A soberba precede a queda.
Em hipótese alguma sou contra a quem respondi no frontispício. É uma das minhas características.
Quando me referi a soberba, é porque li e reli o diminuto texto do presidente no tuite: “Aí galera que não tem time e presidente…” A resposta do líder bicolor foi para a galera azulina que “zoava” nas redes sociais, mas indiretamente o texto ofendeu o presidente Minowa e a instituição Clube do Remo. Penso que o presidente bicolor açodou-se em sua resposta.
Quanto a “soberba”, a palavra não se refere tão-somente a “vaidade”, mas a “grandeza” de algo, como de pensamento. E o presidente Maia pensou soberbamente ao se referir indiretamente ao presidente remista e à instituição.
Reconheço a grandeza da administração da NOVOS RUMOS (que começou com Vandick), mas penso que os presidentes das duas maiores “locomotivas” do futebol da Amazônia estão acima de toda e qualquer “zoação” em redes sociais.
É o que há!

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O MOMENTO DO FUTEBOL PARAENSE

Meus amigos! Como nossos torcedores poderiam ser, digamos, contemplados ou reconhecidos pelo empenho e apoio incondicional, que prestam as duas bandeiras, altaneiras, de nosso esporte rei? Sinceramente, é triste e revolta, a nós operadores dos noticiosos esportivos, nos depararmos com os maiores investidores de nossos clubes, seus torcedores, a contemplarmos, os rostos macerados dos mesmos, sob a tristeza de ter ido ao estádio, ou ter viajado com seu clube, ou até mesmo assistido na televisão e constatar seu clube ser roubado, por bandeirinhas, ou árbitros. Despreparados, e/ou mal-intencionados, e, após os noventa minutos, tentar induzir-nos que seu erro, decorreu-se de falha técnica, seja em um pênalti que não existiu, ou um impedimento não assinalado que acabou com a bola na rede da agremiação prejudicada.
Pera aí. Minha gente, ou o Pará esportivo, como um todo, se revolta e de forma veemente vai para a cobrança, ou, vamos sucumbir e morrer lá nos estertores da competição, rebaixados, mais uma vez, justamente, por nossos clubes, não lutarem, não repelirem, não criticarem, não representarem contra os marginais ou as marginais do apito ou da bandeira. Chega de ladroagem contra os clubes paraenses. Ou se impõe a seriedade pela coercetividade, ou locupletemo-nos todos nós. (Guilherme Tadeu é professor, advogado, radialista, colunista do jornal AMAZÔNIA )

OPINIÃO DO EDITOR
Futebolisticamente, o Paysandu passa por um momento difícil.
Qual tem sido o custo benefício de jogadores da qualidade de Radamés, Rogerinho, Souza, Fahel e outros que engordam o plantel bicolor?
Penso que Rogerinho não tem compromisso com ele enquanto atleta, terá compromisso com o clube?
Radamés vive à sombra da gostosinha Viviane Araújo.
Souza não é jogador de área e se faz necessário que o técnico encontre forma para que ele possa desenvolver o futebol que o consagrou pelos clubes que jogou.
Além de não ter meia articulador, o ataque bicolor não mete medo a ninguém. O artilheiro no Parazão foi Pikachu.
Entendo (e reconheço) o esforço da diretoria para dar ao time boa concentração, salários em dia, mas não posso aceitar que os dirigentes não vejam um palmo longe do nariz que falta aos jogadores compromisso com a instituição. Ou somos todos idiotas?
Ao técnico Dado Cavalcanti penso que ele pensa que é mais sabido que a sabedoria. Não é.
Se o time não se houve bem no primeiro tempo, muda. Não deixa chegar a segunda parte do jogo para processar mudanças.
Jogar com cinco jogadores no meio-campo, contra o Bragantino, e deixar Leandro Cearense isolado à frente, no primeiro tempo, foi perda de tempo.
Ao destemido presidente Alberto Maia tenho um dedo de prosa: presidente, esqueça redes sociais. Você é presidente do clube que representa a Amazônia na série B, e até o presente momento nenhum clube da região se compara a história do Paysandu Sport Club.
Então, não pegou bem a resposta aos remistas: “Aí galera que não tem time e presidente para acompanhar vão procurar o que fazer”
A soberba precede a queda!
É o que há!

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DE NOVO, O ÁRBITRO…

Paysandu perde a segunda partida na série B para o Bragantino por 1 a 0.
Gol de pênalti mal marcado pelo árbitro Antônio Carvalho Schneider-RJ, aos 6m do segundo tempo por Jobinho. Falta cometida por Thiago Martins sobre Jobinho.
Time bicolor foi derrotado em campo pelo Bragantino, mas fora das quatro linhas perdeu para Dado Cavalcanti que insistiu, no primeiro tempo, em permanecer com meio-campo inoperante.
Fahel, Gilson e Rogerinho, no meio-campo, e Edinho, no ataque, foram inexpressivos.
Leandro Cearense sozinho se virava como podia entre os zagueiros Leandro Silva e Pedro Henrique.
Jogando com os alas Alemão e Moisés, Bragantino apresentou volume de jogo, mas sem levar perigo ao arco do goleiro Emerson. Tecnicamente, é um time fraco.
João Lucas se destacou pela conscientização de saber a hora de armar as jogadas pelo lado esquerdo do ataque bicolor. É um bom jogador.
Bragantino jogou com os três atacantes – Bryan, Jobinho e Chico – atuando a partir do meio-campo em velocidade, lançando os alas Alemão e Moisés.
No primeiro tempo time de Dado não existiu. Bragantino tocava a bola, mas não concluía pela ineficiência técnica e a atuação segura dos zagueiros Thiago Martins e Fernando Lombardi.
Foi preciso levar gol de pênalti, para que Dado mudasse o setor de meio-campo, no segundo tempo, tirando o apagadíssimo Gilson para a entrada de Aylon, que deu qualidade na saída de bola do meio para o ataque bicolor.
Ganhando de 1 a 0, e o Papão pressionando, técnico Osmar Loss reforça seu meio-campo com a presença de dois volantes: Rodolfo, no lugar de Bryan (atacante), e depois sai Rodolfo para a entrada de Wigor, e Alan Mineiro no posto do meia Guilherme.
Pelo lado bicolor, Souza entrou no lugar de Leandro Cearense e continua a dever melhor futebol.
Paysandu perdeu para Fahel, Gilson, Rogerinho e Edinho. O técnico demorou em substituir. E Dado precisa urgentemente dar qualidade tática ao elenco bicolor.
Papão volta a jogar terça-feira, 18, em Natal, contra o ABC, pela Copa do Brasil, jogo de volta.
É o que há!

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