CBF COBRA TRANSPARÊNCIA E DISCIPLINA FISCAL DOS CLUBES

Bororó em reunião com Ministro  dos Esportes, George Hilton, em Brasília

O Ministro George Hilton convocou CBF, federações, Bom Senso Futebol Clube e cartolas para reunião que ocorreu na quinta-feira, 30, no Gabinete do Ministério dos Esportes, em Brasília.
Maurício Bororó representou a Federação Paraense de Futebol no encontro que visou apresentar “proposta legislativa para modernizar a gestão do futebol brasileiro”.
Além da gestão, a proposta ministerial tem foco na responsabilidade fiscal dos clubes brasileiros e “disciplinar” o refinanciamento das dívidas desta entidade para com a União.
A CBF apresentou sugestões, conforme dispõe o art. 105 do Regulamento das Competições.
“Para participarem das competições coordenadas pela CBF e garantirem o direito à manutenção dos pontos e classificação conquistados, os clubes deverão obrigatoriamente comprovar:
I – Regularidade das obrigações tributárias federais correntes, vencidas a partir de 01.01.2015, inclusive as retenções legais, a serem demonstradas anualmente mediante a apresentação das respectivas CNDs ou certidões positivas efeitos de negativas.
II – Existência e autonomia de Conselho Fiscal em seus estatutos.
III – Redução do déficit operacional ou prejuízo, nos seguintes prazos:
a) – a parir de 1º de janeiro de 2016, para até 10% (dez por cento) de sua receita bruta apurada no ano anterior, a ser demonstrado no balanço publicado até o último dia do mês de abril de 2017;
b) – a partir de 1º de janeiro de 2018, para até de 5% (cinco por cento) de sua receita bruta apurada no ano anterior, a ser demonstrado no balanço publicado até o último dia do mês de abril de 2019;
c) – a partir de 1º de janeiro de 2020, sem déficit ou prejuízo, a ser demonstrado no balanço publicado até o último dia do mês de abril de 2021.
IV – Cumprimento de todos os contratos de trabalho e regular pagamento dos seus respetivos encargos, de todos os profissionais contratados, mediante a apresentação dos comprovantes de pagamento de salários, de recolhimento de FGTS, de recolhimento das contribuições previdenciárias e de pagamento das obrigações contratuais e quaisquer outras havidas com os atletas e demais funcionários, inclusive direito de imagem, ainda que não guardem relação direta com o salário.
V – As demonstrações financeiras do exercício de 2015, a serem publicadas até o último dia útil do mês de abril de 2016, bem como as posteriores, deverão:
d) – ser elaboradas separadamente por atividade econômica, por modalidade esportiva, distinguindo-as, quando for o caso, das atividades recreativas e sociais mantidas pela entidade;
e) – explicar os valores referentes a:
a) – receita de transmissão e de imagem;
b) – receitas de patrocínios, publicidade, luva e marketing;
c) – receitas com transferência de atletas;
d) – receitas de bilheteria;
e) – receitas e despesas com atividades sociais da entidade;
f) – despesas totais com modalidade desportiva profissional;
g) – despesas decorrentes do pagamento de direitos econômicos de atletas;
h) – despesas decorrentes dos direitos de imagem de atletas;
i) – despesas com modalidades não profissionais; e
j) – receitas decorrentes de repasses de recursos de qualquer natureza, origem e finalidade.
k) – ser submetidas a auditoria independente e publicadas no sítio eletrônico da entidade até o último dia útil do mês de abril de cada ano, ficando disponíveis para consultas, análise e fiscalização pelo prazo mínimo de dois (2) anos contados a partir da publicação.
Os clubes que desrespeitarem as obrigações estipuladas neste documento fica, darão sujeitos a:
a) – advertência;
b) – proibição de registro de contrato especial de trabalho desportivo, para fins do art. 28 § 5º, da Lei nº 9.615, de 1998, até o pagamento da remuneração em atraso;
c) – perda de pontos nas competições;
d) – exclusão do campeonato;
e) – descenso para a divisão imediatamente inferior; ou
f) – proibição de participação em competições, em caso de reincidência.
Parágrafo único: As sanções referidas nas alíneas “c”, “d”, “e” e “f” somente serão aplicadas com base nas demonstrações financeiras de 2016, a serem publicadas até o último dia do mês de abril de 2017.”
É o que há!

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MP EXIGE QUE SEEL ACABE COM OS “CURRAIS”

Governador Simão Jatene, Domingos Sávio, Nunes e clubes na Estação Gasômetro

Está confirmado o aval financeiro do governo do Estado ao Parazão deste ano.
Os jamegões foram colocados nos contratos no final da manhã de sexta-feira, 30, em solenidade, na Estação Gasômetro: governador Simão Jatene, Nilce Nicodemos (SEEL), Adelaide Oliveira (FUNTELPA), Augusto Sérgio Amorim Costa (BANPARÁ) e nove dos dez dirigentes dos clubes que disputarão a competição. Parauapebas não deu as caras.
Domingo, 1 de fevereiro, a primeira rodada: CR X Parauapebas, Mangueirão; Cametá e Paragominas; São Francisco e Castanhal. Na segunda-feira, 2, Paysandu e kyikatejê, na Curuzu.
Promotor público Domingos Sávio se fez presente à solenidade e confirmou ao blog que quarta-feira, 4, haverá reunião, no auditório do MP, às 9h, com José Megale, Chefe da Casa Civil do Estado do Pará.
“Vamos tratar de um tema que entra ano e termina ano e àquelas entradas do Mangueirão estão mais para currais que para entradas de torcedores”, revelou Sávio.
Cláudia Moura, diretora do Mangueirão, confirmou ao blog que o processo licitatório está em aberto e a empresa que vencer a concorrência deverá entregar a parte física ainda no primeiro semestre deste ano.
“As 84 catracas (top Fifa) estão estocadas em uma sala no Olímpico; além da parte física, há necessidade de adaptação elétrica e a implantação do sistema de fibra ótica”, afirmou Moura.
No encontro com o representante do governo estadual, Domingos Sávio cobrará providências para que a SEEL – Secretaria de Esporte e Lazer – agilize às adaptações necessárias às entradas do Estádio Olímpico do Pará.
A beleza do Mangueirão só serve pra ser vista. E nada mais! O nosso Mangueirão, olhado do alto, é tão monumental, que é por isso que não é funcional.
“Beleza não se põe à mesa”
É o que há!

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FALAR E FAZER

No meio, deputado Neil em evento policial no auditório da UFPA

Depois de 25 anos nas fileiras da PM, coronel Neil foi eleito o quarto mais votado deputado estadual (50.989 votos) pelo Partido Social Democrata.
“Quando você sente a dor, você tem vontade de falar, mas às vezes não fala; eu vivi durante 25 anos a dor de um policial, sabendo o que é bom, o que é certo e o que é errado; então, agora como deputado vou falar e concretizar o falar”, revelou o deputado Neil ao blog.
Perde a PM-PA o policial eficiente, atuante e diligente, mas ganha a sociedade menos favorecida – que ele tão bem conhece – o político, que tem como propósitos trabalhar em prol das políticas públicas e à própria corporação que terá no parlamento estadual o seu verdadeiro representante.
Neil Duarte de Souza, 43, comandou a ROTAM – Ronda Tática Metropolitana – e o 1º Batalhão, mas foi na ROTAM que conheceu as realidades das comunidades Bengui, Catalina, Pantanal e Xavante. “Sei o que é carência, sei o que é criminalidade, mas sei também o que é a ausência do Estado com suas políticas voltadas para o cidadão”, assevera o deputado.
Com um grupo de assessores, deputado Neil pretende trabalhar na periferia da metrópole em conjunto com as ONGS – Organização não Governamentais –, Associações de Bairros e igrejas e assim “investir na prevenção”.
Ao blog, no final da manhã de quinta-feira, 29, no Centro de Convenções da UFPA, deputado Neil falou sobre suas primeiras ações na ALEPA.
1 – AÇÃO DE PREVENÇÃO ÀS DROGAS: Projeto determinando que toda escola pública (fundamental) tenha uma hora aula, por semana, sobre drogas, ministradas por agentes de segurança das forças públicas – Polícia Militar, Corpo de Bombeiro e Polícia Civil;
2 – HABITAÇÃO PARA O POLICIAL MILITAR;
3 – SUBVENÇÃO PARA O BATALHÃO DE EVENTOS. Diz o deputado: “O Estado não pode mais trabalhar de graça para empresários que arrecadam dinheiro com eventos e usam a PM na segurança”, garante o deputado.
O parlamentar não deixa de ter razão. A FIFA, em seus eventos, na Copa do Mundo, não usa a força pública. A segurança é particular. Foi assim no Brasil.
“Os eventos públicos continuam tendo o aparato do Estado, mas os particulares, como futebol, terão que pagar. Vamos buscar todas as leis e fazer a coisa legal”, revelou o deputado Neil.
Tenente-coronel Cavalcante, Comandante do Batalhão de Eventos, em breve irá a São Paulo e Rio Grande do Sul, onde as PMs desses Estados já são beneficiadas com projetos estaduais, a fim de colher subsídios para a formulação do projeto junto a Assembleia Legislativa do Estado do Pará.
É o que há!

 

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IMPRESSÕES DO PALPITEIRO

Radamés: feliz no amor..(foto removida)

Doutor Rizaldo montará consultório dentário na Curuzu

SONHO
Desde que se formou em odontologia, em 1978, pela Universidade Federal do Pará, que o doutor Rizaldo Luiz Rodrigues da Silva, 62, tem um sonho: dá um pouco do que aprendeu ao Paysandu Sport Club.
Ser útil ao clube que ama é o propósito. “Eu penso em montar um consultório dentário dentro da Curuzu para atender jogadores, funcionários e familiares destes, e hoje visualiso que este sonho pode ser concretizado”, diz.
De sócio, Rizaldo chega ao CONDEL bicolor ao ser eleito na última eleição, e nesta condição conversou com o vice-presidenre Sérgio Serra, que concordou com a ideia.
No hotel-concentração que está sendo construído na Curuzu há sala para o consultório dentário o que deixa Rizaldo feliz: “Honra-me muito ser conselheiro bicolor. Agora, sou conselheiro. E o presidente Maia e o Sérgio Serra sabem o que pretendo fazer na Curuzu; eles abriram as portas; eu vou realizar minha vontade: montar um gabinete dentário dentro da Curuzu. Sem ônus para o clube”, confirmou.
Doutor Rizaldo tem apoio de empresários ligados a área.
No Paysandu o que não falta são estes sonhadores. Ainda bem!

FELIZ NO AMOR
Na roda dos cassinos, quando um jogador ganha muito dinheiro numa “33” (roleta) ou mesa de bacará, a parceirada diz: “Feliz no jogo, infeliz no amor”.
Penso não ser o caso de Radamés, 28, volante destro, 18º jogador contratado pelo Paysandu.
Bisbilhotando a vida do atleta carioca, o únlico clube de ponta que Radamés defendeu foi o Fluminense (RJ), onde começou, em 2005, passando por Juventude (RS), Náutico, Al-Jazira (Arábia Saudita), Botafogo-SP, Boa Esporte, Icasa e Vila Nova (GO).
Se não é muito feliz pelos clubes por onde passou, no amor, Radamés é namorado da classuda global Viviane Araújo.
Imagino, Viviane em um dos camarotes da Curuzu ou Mangueirão torcendo pelo Papão.
HERMÉTICOS
Rosas, Gama e Dico estão fechadinhos em fazer valor o status de Conselheiros do Departamento de Fuetebol do CR, segundo o Estatuto do clube.
O trio pediu, por escrito, ao CONDEL providências a respeito de solcitações não atendidas pelo Conselho Diretor do Remo.
1 – Contratos dos jogadores;
2 – Contrato do CT Carajás com o Clube do Remo (além dos dez mil/mês para utilização do espaço, em Outeiro, Remo paga 4 funcionários ligados ao dono do imóvel);
3 – Contratos dos empréstimos que o clube tem feito com terceiros para contratações de jogadores;
4 – Quem são os diretores remunerados no clube/
5 – Com o anúncio de que a diretoria repassará ao TRT todas as cotas de publicidades da BIG BEN, FUNTELPA E BANPARÁ, os conselheiros perguntam: o Remo viverá de quê?
SERÁ VERDADE?
Conselho Diretor do CR apresentou ao CONDEL a previsão orçamentária do futebol profissional para 2015: R$ 8.140.000,00
Remo pretende ter de receita:
1 – Cota de jogos: R$ 3.960.000,00
2 – Patrocínios: R$ 1.680.000,00
3 – Transmissão de jogos (TV): R$ 1.400.000,00
4 – Loteria Esportiva: R$ 30.000,00
5 – Premiação do campeonato: R$ 200.000,00
6 – Sócio torcedor: R$ 666.000,00
7 – Seu time, sua energia (CELPA): R$ 84.000,00
8 – Jogos amistosos: R$ 120.000,00
A maior arrecadação do Remo está nas bilheterias. Cá como lá,  nada muda.
Remo e Paysandu têm que ter departamentos de marketings pofissionalizados e acabar com a praga das abnegações.
Os marqueteiros não passam de aproveitadores.
É o que há!

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O SUCESSO NÃO VEM À TOA

Delfim Pádua falando sendo entrevistado pelo Plácido no Largo da Trindade

Nos últimos dez anos, em nenhum Estado brasileiro o futebol foi tão ascendente como o de Santa Catarina.
Se nos maiores centros se destacam dois ou três clubes, no futebol de Santa Catarina cinco times estão nas duas principais séries do campeonato nacional: Figueirense e Avaí (Florianópolis, capital); Chapecoense, Joinville e Criciúma (interior). Economicamente a força está no interior. Figueirense passou a ser empresa e mudou a razão social: Figueirense Futebol Ltda.
Figueirense, Avaí, Chapecoense e Joinville estão na A do brasileiro; Criciúma, na B.
O sucesso do futebol catarinense não é por acaso. Deve-se a uma conjugação de fatores: planejamento, gestão, união e competividade entre as regiões do Estado, onde concentram-se empresas de porte nacional e internacional.
Laticínios, tecidos, agricultura, carvão, porcelanato, lajotas e a capital Florianópolis se sobressai através da empresa sem chaminé – o turismo.
Advogado Delfim Pádua Peixoto Filho, 74, está no comando da Federação desde 1985 e havia 30 anos incentiva os clubes a construir seus CTs e investir na base, com a entidade patrocinando campeonatos amadores com atletas a partir dos 15 anos. Inclusive o futebol feminino.
“Santa Catarina não tem tanta gente como aqui; Santa Catarina não tem estádio para 50 mil pessoas como aqui; Santa Catarina não tem torcedor apaixonado como aqui. O futebol catarinense não precisa de dinheiro público e de bilheterias para se manter. O futebol catarinense é organizado, estruturado e paga em dia”, vangloria-se Delfim.
Santa Catarina é um Estado diferenciado de outras unidades da Federação a começar com a capital, Florianópolis, que não tem a maior população e não tem indústria. “É a sede do poder, mas o forte é o turismo (é uma ilha), contudo, a força econômica está no interior: em Chapecó, a agroindústria; Joinville, indústria pesada; Brusque, tecidos; Criciúma, no carvão e no porcelanato, hoje temos a montadora da BMW bem perto de Criciúma; temos uma montadora da Chevrolet perto de Joinville. Com todas essas empresas no Estado, os nossos clubes não são aventuras nos campeonatos que participam”, diz Filho.
Todos os clubes catarinenses vivem dos patrocínios e do programa sócio torcedor; a iniciativa privada entendeu que investir nos clubes “é marketing”.
O Criciúma, segundo Delfim, é o clube mais rico do Estado, mas acabou decepcionando, ano passado, ao ser rebaixado para a B do brasileirão
Os megas negócios de laticínios do Brasil estão no interior de Santa Catarina: SEARA, PERDIGÃO, SADIA E AURORA. “O futebol catarinense é trabalho e planejamento. Nada é à toa”, concluiu Delfim.
É o que há!
P.S: Se não fosse o caráter benevolente do jornalista diplomado Gandur Zaire Filho, organizador do Troféu CAMISA 13, da RBA, não seria possível este post. Sou grato, Zaire!

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DU-VI-DE-O-DÓ…

Leiloeiro Aldenor Boadana diz que tem gente interssada na área do carrossel

Não foi fácil chegar ao leiloeiro público Aldenor Boadana.
Os organizadores desses leilões, quando o patrimônio pertence a Clube do Remo ou Paysandu, esquivam-se de repórteres com receio de aparecer na mídia porque é “melindroso” mexer com as duas maiores “locomotivas” da Amazônia.
“Envolve paixão”, disse certa vez Nisson Tobelem, outro leiloeiro com atuação no TRT-PA.
É a terceira vez que a área de 4000m2 (carrossel), parte frontal do estádio “Evandro Almeida”, conhecido “Baenão”, será exposto em hasta pública para pagamento de dívidas acumuladas nas 13ª e 17ª Varas do Tribunal Regional do Trabalho, em Belém do Pará.
Débito do Clube do Remo, já sentenciado, está orçado em R$ 11 mi. (sem os créditos de Zé Soares (400 mil reais) e Adriano (que cobra R$ 1,2 mi) em processo que tem audiência marcada para 20 de fevereiro.
Em 2012 e 2013 (não houve compradores); em 2014, leilão determinado pelo juiz Jorge Antônio Ramos Vieira, da 13ª Vara, foi suspenso por determinação do juiz-corregedor Marcos Lousada Maia.
Agora, por decisão da magistrada Silvana, que substitui Jorge Vieira na 13ª Vara, foi liberado o Alvará Judicial ao leiloeiro Aldenor Boadana, que marcou para o dia 27 de fevereiro, 10h, no átrio da 13ª Vara.
Valor real do imóvel: R$ 7.510.841,21.
Mesmo se esquivando de perguntas mais incisivas sobre o leilão, Boadana recebeu o repórter José Maria Trindade e concedeu curta entrevista.
TT – Estão lhe procurando?
AB – Muitos empresários têm telefonado querendo saber o valor do imóvel.
TT – É fácil vender patrimônios de CR e PSC (sedes e campos)?
AB – É a 3ª vez que o Baenão é posto em leilão e em duas ocasiões não apareceram compradores e ano passado foi suspenso.
TT – Se eu colocar agora R$ 7.510.841,21, a área é minha?
AB – Levo à juíza a proposta e no dia 27, 10h, bato o martelo. Tem que haver a hasta pública.
TT – E se não aparecer comprador no dia do leilão?
AB – Permanece em aberto para receber propostas de compra e essas propostas serão encaminhadas à magistrada. A ela, somente a ela, cabe a apreciação e decisão.
TT – Você acredita que a área será vendida?
AB – Nós, leiloeiros, juízes e advogados sabemos que não é fácil vender patrimônios de Remo e Paysandu, mas nós estamos fazendo o nosso papel.

IMPRESSÕES E PROPOSTA
No dia 15 de janeiro do ano passado, em uma das salas do terceiro piso do prédio do TRT, presentes mais de 20 advogados credores do CR, presidente Zeca Pirão e o advogado Pablo Coimbra, antes de fecharem acordo, que Pirão cumpriu apenas 4 meses (fevereiro, março, abril e maio), juiz-corregedor Marcos Lousada Maia disse: “Senhoras e senhores, não é fácil vender bens de Clube do Remo e Paysandu”.
Diante desta situação, diretoria do Clube do Remo se prepara para apresentar à corregedoria do TRT todo o pacote de publicidade do campeonato paraense – FUNTELPA, BANPARÁ e BIG EBN para salvar área do carrossel.
É o que há!

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PARA EVITAR LEILÃO, CR APRESENTA PROPOSTA

Adv. Nelson Tupinambá apresenta proposta concreta aos credores remistas

Diretoria do Clube do Remo corre contra o tempo para que a área do carrossel não vá ao leilão em 27 de fevereiro, às 10h, na antessala da13ª Vara do TRT.
Dentre as vinte regras básicas de convivência social, ou seja, as relações humanas, todas definem o caráter do ser humano.
Comprou? Pague! Pediu emprestado? Devolva! Copiou? Dê crédito! Prometeu? Cumpra! Recebeu favor? Agradeça! E tantos outros que fazem parte das relações sociais.
Em 2013, Wandick chegou ao Paysandu e procurou se cercar de pessoas honestas, que desprovidas de vaidades, pensarem, em conjunto, saldar compromissos financeiros que rolavam no TRT havia tempo e procurar credores demonstrando desejo de pagar.
Wandick bateu à porta de Jobson, Arinelson, de donos de hotéis que o Paysandu devia e pediu a todos votos de confiança, e que, nos limites financeiros do clube, pretendia pagar a todos. Não pagou tudo, mas pagou parte dos débitos nos dois anos de sua administração.
Sérgio Chermont tomou conta da administração; Elmar Saúde e Sérgio Serra à frente das finanças; Alberto Maia estancou os contratos de cláusulas duvidosas. Taí o Papão entregue a competência do presidente Alberto Maia, que continua com a mesma equipe, com algumas mudanças.
E durante os dois (2) últimos anos, o Paysandu não teve pendência judicial no TRT. Graças a transparência, a honestidade e a competência administrativa de todos que cercaram Wandick.
Pedro Minowa chega ao Remo com uma grande equipe para tocar o Filho da Glória e do Triunfo nos próximos 24 meses, mas dois se destacam pelo dinamismo e visão dos setores que administram: advogado Nelson Tupinambá, no Jurídico, e Cláudio Jorge, administrador geral do Clube do Remo.
Com a anuência do presidente Minowa, Tupinambá e diretoria foram ao encontro dos advogados Henrique Lobato e Carlos Kayath (os maiores credores do Remo) e apresentaram proposta de pagamento da dívida acumulada no Tribunal Regional do Trabalho.
Os créditos financeiros das marcas estampadas na camisa do CR passarão direto para a conta centralizadora no TRT. “O Remo não pegará em dinheiro. E esta a nossa proposta e, em conjunto, iremos à Corregedoria do TRT apresentar os contratos dos patrocinadores”, revelou Tupinambá.
Nesta semana, os remistas pretendem se encontrar com o empresário Raul Aguilera para fechar contrato para a atual temporada. BIG BEN, BANPARÁ e FUNTELPA serão comunicadas da decisão da direção do clube.
Cláudio Jorge chama as filhas do seu “Lulu”, dono do terreno da Mercês, que o ex-presidente Pirão comprou por 300 mil reais e não pagou, e demonstra interesse em pagar.
Sulamita, a procuradora do pai, de comum acordo com as irmãs, aceita a forma de pagamento proposta por Jorge, e contrapropõe que o valor do terreno seja majorado para R$ 350 mil. Negócio fechado!
Sexta-feira, 30, Cláudio Jorge e as filhas do “seu” Lulu voltarão a se encontrar para assinatura de contrato. “Eu acredito no Cláudio porque ele fala olhando nos olhos da gente”, disse Sulamita.
Aproveitando a convocação da CBF para a reunião do dia 27, na sede da entidade no Rio de Janeiro, diretoria remista pedirá ajuda ao presidente Marin.
É o que há!

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VEJO SERIEDADE NA DIRETORIA DO CR , DISSE ADVOGADO

Advogado Henrique Lobato diz acreditar na diretoria do Clube do Remo

Jorge Antônio Ramos Vieira é o juiz titular da 13ª Vara do TRT – Tribunal Regional do Trabalho. Está licenciado.
O maior volume dos processos do Clube do Remo está concentrado nesta Vara, que hoje tem como titular a juíza Silvana Matos Pereira.
Foi esta magistrada quem liberou Alvará Judicial, no dia 19 de janeiro, para o leiloeiro público Aldenor Boadana vender a área do carrossel em leilão que está marcado para o dia 27 de fevereiro, às 10h, na antessala da 13ª Vara.
“Daquela primeira vez que o juiz liberou pra venda, nós tínhamos comprador, mas por ordem do corregedor Marcos Lousada Maia a praça foi suspensa, mas agora nós já estamos com o Alvará e estamos contatando os interessados”, revelou Boadana ao blog.
Mas, segundo o leiloeiro, somente no dia aprazado (27 de fevereiro) é que se conhecerão às propostas apresentadas pela área de 4000m2, avaliada, segundo a justiça trabalhista, em R$ 7,5 mi.
Em dias da semana passada, a alta cúpula do CR, encabeçada pelo presidente Pedro Minowa, se antecipou e reuniu – sigilosamente – com os advogados que representam 28 processos contra o Remo, no TRT – Henrique Lobato e Carlos Kayath. Àquele representa R$ 5,5 mi e este, R$1,6 mi.
Embora houvesse sigilo na reunião, este blog descobriu que o Clube do Remo, através dos seus dirigentes, prometeu aos dois (2) advogados que colocará os valores das cotas de publicidades do BANPARÁ, BIG BEN e GOVERNO DO ESTADO a disposição de conta no TRT.
Do acordo feito em janeiro de 2014, pelo ex-presidente Zeca Pirão, o clube pagou fevereiro, março, abril e maio, depositando todo dia 20, R$ 120 mil. De lá para cá há acúmulo de R$ 960 mil.
“Pela primeira vez, desde que esta dívida rola na justiça, os dirigentes do CR nos procuraram para formalizar um acordo concreto, e eu vi seriedade no presidente Minowa, porque além do desejo de pagar, ele nos apresentou fontes arrecadadoras. Pelo que ficou acordado, o Remo não pegará no dinheiro. Os valores serão repassados direto à justiça. Essa é a proposta e eu acredito que agora o Remo cumpra com os pagamentos”, revelou Lobato.
Se no Paysandu tem um Elmar Saúde, que faz “milagre” com dinheiro que entra no clube, no Remo tem Cláudio Jorge, diretor geral do Leão Azul, que tem negociado com os credores.
Foi assim com Leandro cearense; está negociando o terreno da travessa das Mercês; conversou com Jonathan, que o repórter José Maria Trindade os encontrou em uma das mesas do BETO GRILL na sexta-feira, e com habilidade não permitirá que a área do carrossel seja leiloada.
Cláudio Jorge já conversou duas vezes com Sulamita Filgueiras de Souza, filha e procuradora do “seu” Luiz Filgueiras de Souza, dono do terreno da travessa das Mercês, que Pirão comprou e não pagou R$ 300 mil.
Cláudio Jorge e Sulamita voltarão a se encontrar na terça-feira, 27, na sede azulina, quando o executivo apresentará planos de pagamento da área, que servirá de acesso às cadeiras do Baenão. O Remo tem um exímio negociador, Cláudio Jorge.

É o que há!

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PM QUER SUBVENÇÃO NOS GRANDES ESPETÁCULOS

Domingos Sávio e representantes da PM e FPF: laudos dos campos de futebol

Ministério Público, através do promotor Domingos Sávio, PM e FPF reuniram à tarde de sexta-feira, 23, para que o órgão fiscalizador das leis tomasse conhecimento do porquê da decisão que levou a PM a cancelar a final do torneio denominado de Primeira Copa Amazônica de Futebol.
Coronel Marinho, Comandante do Policiamento Especializado da Capital; Ten.-cel. Cavalcante, Comandante do Batalhão de Eventos da PM, e Maurício Bororó e cel. Cláudio, vice-presidente e Diretor de Segurança da FPF, respectivamente, reuniram com o Promotor Domingos e trataram de vários temas, inclusive do Parazão/15.
“A motivação que levou a PM a cancelar o evento foi o princípio da legalidade; a PM não pode ficar à mercê de quem não cumpre normas”, afirmou o ten-cel. Cavalcante.
Sobre a transferência da sede do Batalhão de Eventos para as dependências do Estádio Olímpico, Cavalcante confirmou que na segunda-feira, 26, haverá reunião entre ele e a secretária Renilce Nicodemos (SEEL) para definir as salas que os 270 soldados ocuparão e o local em que ficarão estacionadas as 4 viaturas e 6 motocicletas da corporação.
“O Mangueirão nos dá estrutura para montar o laboratório que nos especializará em grandes eventos. Não somente o nosso batalhão, mas outras unidades da PM”, garantiu Cavalcante.
O coronel-PM Neil, que foi eleito na última eleição deputado estadual, tem em pauta a elaboração de um projeto com o intuito de garantir à PM-PA subvenção pecuniária nos eventos em que for convocada ao garantir a segurança.
Tem-cel. Cavalcante estará indo a São Paulo a fim de conhecer mais detalhadamente a aplicação da lei que vige na capital paulista.
O coronel Marinho revelou ao blog que o Estatuto do Torcedor é claro: “Nós precisamos cumprir este tempo e nós comunicamos ao Ministério Público. Nós precisamos nos planejar para estes eventos, daí o tempo necessário e não pode ser assim a toque de caixa. Além do planejamento, precisamos ter responsabilidade sobre aquilo que vamos executar”, afirmou.
Quanto à Federação Paraense de Futebol, através de Bororó e Cláudio, confirmou ao Ministério Público que apenas dois (2) estádios não estão em condições de receber jogos do campeonato paraense: Baenão (CR) e “Maximino Porpino” (Castanhal)
“O estádio de Castanhal esperamos que na próxima semana os laudos técnicos sejam apresentados à FPF. Na segunda-feira chega em Belém enviado da CBF para inspecionar os campos de futebol que servirão de locais para os jogos da Copa Verde, Copa do Brasil e brasileirão”, revelou o vice-presidente da FPF, Bororó.
Doutor Domingos Sávio voltou a reiterar à SEEL as modificações físicas que deverão ser processadas nas entradas do Mangueirão: “Nós estamos atentos aos lados técnicos dos estádios de futebol para o campeonato paraense e isso a FPF está atenta. Nós sabemos que quase tudo está ultrapassado no Mangueirão. Nós estamos com essa preocupação de tornar o estádio mais acessível. Vamos tentar sensibilizar o governo do Estado que ele mexa naquelas estruturas físicas daquelas entradas: aquilo não é entrada, é curral”, sentenciou.
Sobre a ideia do deputado estadual recentemente eleito, cel. Neil, de criar projeto dando a PM direito de auxílio pecuniário a quando dos grandes eventos. “É inconstitucional. Já há parecer do ministro Ricardo lewandwski sobre a lei”, enfatizou Sávio.
Este tema merecerá mais aprofundamento deste blog. Aguardem!
É o que há!

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FAZENDO A CABEÇA

Desta vez não foi mijo, mas a rapaziada fazia a cabeça nas arqibancadas do Mangueirão

Infelizmente, “No balanço de perdas e danos, tivemos muitos desenganos…”
Todos nós fomos enganados e principalmente os dirigentes que cresceram o olhão nos 300 mil ofertados pelo Geraldo Magela sem o devido suporte financeiro.
Segundo fontes reais, Remo e Paysandu receberam R$ 108.000,00 (Cento e oito mil reais).
“Roberto Carlos para cantar em Belém recebe 90% do cachê na assinatura do contrato e os dez por centos restantes antes de subir ao palco”, disse ao blog o advogado Jorge Borba.
Os dirigentes de Remo e Paysandu desconheceram o velho adágio popular: “Quando a esmola é grande, o santo desconfia.”
As imagens do Mangueirão “teitei” de torcedores, a quando do RE-PA, corre o mundo e empresários pensam que a qualquer momento se pode reunir as duas “locomotivas” e, de afogadilho, botar para jogarem no Mangueirão e o torcedor vai. Não é mais assim. Foi-se o tempo.
Está mais que provado, em Belém, o torcedor vai a campo valendo pontos, e mesmo assim, ano passado, a enxurrada de RE-PAs tirou o torcedor do estádio Olímpico.
Financeiramente, não foi de tudo um mau negócio, mas foi decepcionante para quem pensava em ter o ressarcimento do dinheiro que está colocando, do seu bolso, no clube. São 300 mil reais…
O clássico Rei da Amazônia serviu para mostrar a todos nós que Remo e Paysandu fizeram ótimas contratações para a atual temporada.
Para o blog serviu pela revelação do cel.-PM Marinho, Comandante do Policiamento Especializado de Belém, que não há mictórios no andar superior do Olímpico. É real.
E na quarta-feira, 21, nas arquibancadas do Mangueirão os “lombreiros” foram flagrados pelos policiais, ao comando do Ten-cel. Cavalcante, “fazendo a cabeça”. Foram presos!
É o que há!

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