ESTÁ PAGO O ÔNIBUS

Ônibus que o Paysandu adquiriu junto a montadora Volkswagen do Brasil, em São Paulo, está pago.
Deve chegar no início de setembro, em Belém, plotado com símbolo do clube, o lobo.
Guy Peixoto foi atleta de basquetebol do Paysandu, na década de 90, que depois de passar pelo Clube do Remo, se transferiu para o Monte Líbano-SP e daí chegou à seleção brasileira.
Com a camisa 7 do Papão, Gui Peixoto fez história e sagrou-se um dos maiores atletas da história do Paysandu.
Com o peso da idade, Guy deixa as quadras e se dedica a sua empresa, a Horizonte Transportadora, e passa ajudar o Paysandu em melhorias do patrimônio do clube.
Na administração Ricardo Rezende, Guy Peixoto é distinguido com o título de benemérito.
Quando Vandick presidente (2013-14), Guy ajudou o presidente a reformar o ginásio
E, agora, na administração Alberto Maia a camisa 7 do time de basquete do Papão é eternizada
Parênteses: Guy Peixoto está perpetuado como o 7 do time de basquetebol do Papão e nenhum outro jogador usará camisa com o número 7.
Desde que Vandick e Serra assumiram o Paysandu, em 2013, que os dirigentes alinhavam entendimentos para a aquisição de um ônibus zerado. E as negociações começaram tendo Guy Peixoto à frente.
600 mil reais é o valor do carro e os endinheirados bicolores, tendo à frente Guy Peixoto, se cotizaram a arrumaram 300 mil reais.
Os trezentos restantes, Guy Peixoto levou Alberto Maia à presença dos dirigentes da montadora alemã, em São Paulo, e as negociações foram se costurando até que ao saber que o Paysandu passou às oitavas de final da Copa do Brasil e, coincidentemente, com o jogo contra o Botafogo, pelo nacional, o martelo foi batido e a ponta do prego batido.
Com a logomarca da montadora Volkswagen na camisa, nos jogos contra Botafogo e Fluminense, no Rio de Janeiro, Paysandu pagou o “busão”. É a vitória do empreendedorismo que tomou conta do Paysandu com a Novos Rumos.
Alberto Maia e Guy Peixoto levaram os executivos da montadora para assistirem aos jogos do Papão, no Rio de Janeiro, dos camarotes do bicola, no Maracanã, e no “Engenhão”.
É o que há!

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ÉGUA DO SHOW!

Nas arquibancadas do Mangueirão, mosaico bicolor arrepiou

Paysandu perde em campo para o qualificado Fluminense-RJ por 2 a 1, pela Copa do Brasil, mas os mais de 30 mil torcedores nas arquibancadas do Mangueirão proporcionaram show espetacular.
O mosaico bicolor, patrocinado pelo empresário Raul Aguilera Neto, mereceu encômios de alguns jogadores do Fluminense, como o Magno Alves.
Meio-campo bicolor não existiu com Carlinho e Fahel, que continuam aplicando “mememe”, e só o Dado não ver.
Ficou pior o Papão quando Capanema saiu e entrou Misael, com o time ficando num 4x3x3, que não permitiu os avanços de Pikachu e João Lucas.
Os dois gols do Fluminense foram construídos nas costas de Pikachu, porque técnico do Fluminense colocou Gustavo e Magno Alves nas costas do lateral bicolor e este não pôde evoluir, porque não tinha quem fizesse a cobertura.
De nada adiantou o Papão jogar com 3 ou 4 atacantes se não tem quem articule as jogadas de meio-campo. Time bicolor não foi nem a sombra daquele papão contra o próprio Fluminense, no jogo no Rio de Janeiro, quando perdeu por 2 a 1, mas foi mais aplicado taticamente.
Cícero deitou e rolou no meio-campo.
Sem meio-campo competitivo e sem Capanema, a partir dos 20’ do primeiro tempo, Paysandu se perdeu.
Cícero fez 1 a 0 Fluminense, aos 16’do primeiro tempo.
Pikachu empatou em 1 a 1, de pênalti, aos 40’.
No segundo tempo, Marcos Júnior, aos 8’, fez Fluminense 2 a 1.
Betinho, que entrou no lugar Fahel,  atingiu Edson com uma cotovelada, foi expulso.

SUSPENSO LEILÃO DO CARROSSEL
Vitória do departamento jurídico do Clube do Remo no TRT-PA.
A Correição Parcial com Pedido de Liminar, patrocinada pelo advogado André Meira, foi concedida pelo desembargador-corregedor, Gabriel Velloso.
“Acolho a medida para determinar que o leilão judicial seja realizado em data diversa e, caso designado novamente para as dependências desta justiça, que seja informado previamente não coincidindo com os dias 8 e 9 de setembro, nem com a semana institucional”, sentencia Velloso.
No post RESIGNAÇÃO OU ESTRATÉGIA, aí debaixo, revelei: “Em ações delicadas como esta do leilão do carrossel, advogados das partes envolvidas, trabalham estrategicamente e silenciosamente”.
Taí o resultado!

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RESIGNAÇÃO OU ESTRATÉGIA?

Ao comando de Manoel Ribeiro, CONDEL (Conselho Deliberativo) do Clube do Remo reuniu à noite de segunda-feira, 24, para analisar leilão da área do carrossel programado para sexta-feira, 28, 10h, no átrio da 13ª Vara-TRT-PA.
Embora sabendo que é iminente leilão da área frontal do Baenão, conselheiros azulinos acreditam nos procedimentos judiciais impetrados pelo advogado André Meira.
Aos conselheiros, Meira confirmou que desde o dia 10 de agosto que há na 13ª Vara EMBARGO À EXECUÇÃO, mas o juiz titular da Vara, Jorge Vieira, não se manifestou sobre a ação.
Na semana passada, o desembargador Gabriel Veloso despachou parecer sobre o PLANO DE PAGAMENTO apresentado pelo Clube do Remo, ao juiz Jorge Vieira, em que num do excerto do documento diz: “…. Ao revés, tem-se uma mera proposta de acordo, que deve ser tratada como um pedido de quitação e parcelamento que somente pode ser apreciado em concerto com os credores. Adotada às razões do parecer, acolho o documento como proposta de acordo, orientando o MM. Juiz do primeiro grau, onde está centralizada a execução, que realize assembleia de credores com a participação do requerente, para analisar a proposta de pagamento, realizada no mais curto prazo possível. ”
“Se ele (o juiz Jorge Vieira) não convocou a assembleia de credores até agora, não convocará mais. Não há mais tempo”, resigna-se André Meira, que defende Clube do Remo no TRT-PA.
Aldenor Bohadana, leiloeiro, confirmou que o leilão da área do carrossel está confirmado para sexta-feira, 28, às 10h.
Em ações delicadas, como esta do leilão do carrossel, advogados das partes envolvidas, trabalham estrategicamente e  silenciosamente.
É o que há!

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MUDINHO, ERA SÓ PRAZER

"Mudinho" sendo entrevistado pelo jornalista Sandro Galtran

Dificilmente, falo sobre morto.
No Brasil, nunca vi um morto vil. Todos são santos.
Então, prefiro silenciar diante de alguns mortos.
Mas, Raimundo dos Santos, 53, o “Mudinho”, não é qualquer um morto.
Era tão querido que alguns torcedores do Paysandu, ao saberem do infausto acontecimento, foram ao Baenão se solidarizar com a dor dos funcionários do clube.
“Era o primeiro a chegar no Baenão e o última a deixar o clube”, disse o advogado Marco Antônio Pina, o “Magnata”, que faz parte do grupo que comanda o futebol azulino.
Pela sua própria natureza não fazia mal ao semelhante.  Era mudo. Daí o “Mudinho”.
A sua linguagem gesticular era precisa e tão forte quanto qualquer elemento linguístico.
Chegou no Baenão, em 2005, inocente, puro e afável. Era pau para toda obra.
Não tirava do corpo a marca Clube do Remo: vestia chapéu, camisa e bermuda azulinos.
Ao ver a importância do seu labor, Amaro Klautau, presidente azulino, determinou que “Mudinho” deixasse de ser diarista para ser funcionário do clube que amava.
Logo se transformou na alegria, na felicidade em pessoa de todos que o cercavam. Principalmente de Eduardo Ramos, que o tinha como amigo “ex-corde”.
Mudinho para cá! Mudinho para ali! E a todos atendia com urbanidade e sorriso largo nos lábios. Era um ser de boas maneiras.
Quando eu chegava no Baenão para produzir material para este blog, ao me ver, “Mudinho” gesticulava, fechando a mão esquerda e com a palma da mão direita batia, estava me comunicando que eu estava fudido, porque eu criticava (ou critico) algumas pessoas que vivem dentro do Clube do Remo.
“Humhumhum”, resmungava. E com o dedo indicador em minha direção e com o esquerdo tocando no ouvido estava me dizendo que me ouvia na rádio e não gostava do que eu falava sobre o seu Clube do Remo.
“Mudinho”, antes de entrar no Baenão, passava na feira da 25, e nesta segunda-feira, 24, ao chegar na feira dos passarinhos se sentiu mal e se escorou na parede de uma casa: AVC o atacou…
É o que há!

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CARÁTER E GRATIDÃO

Advogado Luciel Caxiado foi eleito presidente da FRP com apoio de CR, PSC e TLB

Sou tarado por futebol.
É vendo  e falando – bem ou mal – do esporte bretão (e seus dirigentes) que ganho o suficiente para pagar meus compromissos e a minha vaidade – comer bem, dormir bem e amar muitíssimo bem.
Reportando futebol me fez viajar Brasil afora e no currículo duas Copas do Mundo (Alemanha, em 2006, e à do Brasil, em 2015) e me deu conhecimento e de compreender culturas, falares regionais e idiomas.
Em junho de 2006, deixei o Brasil sabendo que “obrigado” em alemão é “danke”, mas quando cheguei no centro de imprensa, em Munique (Alemanha), uma jovem alemã, ao verificar meus documentos, disse: “dankeshe”. “Danke”, respondi. Ela sorriu.
Que diabo é isso? Perguntei aos meus botões. Com a curiosidade aguçada, indaguei de uma garçonete togolise que falava espanhol.
“O governo alemão patrocinou curso de boas maneiras, e o ‘dankeshe’ é ‘obrigadinho’, uma forma carinhosa de receber”, explicou-me a serviçal togolise Pareka-tou Biao Too.
Desde que aqui cheguei, em 1979, que acompanho, nas manhãs de domingos, os campeonatos de regatas e me enche a alma, gosto de ver o sincronismo dos remadores e os barcos singrando a água da baia do Guajará.
Os torcedores de Remo, Paysandu e Tuna sentam à mesma mesa, ficam lado a lado no corrimão da orla belenense, gritam, vibram com as chegadas dos páreos. E ninguém se agredi.
Manhãs de regata na Estação das Docas é manhã de irmandade entre todas as faixas etárias.
Mas, na manhã de domingo, 23, percebi a diferença: banheiros químicos, soldados do Corpo de Bombeiros, marinheiros, lanchas acompanhando remadores, uma farta mesa com tudo que tem direito para a primeira refeição.
É a marca do novo presidente da Federação Paraense de Remo, advogado Luciel Caxiado, 55, que foi eleito mandatário da entidade de Remo com apoio de CR, PSC e TLB.
“Fui remador de Remo, Paysandu, Tuna e seleção paraense e tenho o esporte na alma porque foi nesse ambiente que conheci amigos que me ajudaram a ser o que sou hoje; então, chego com apoio de todos os clubes e de amigos que me ajudarão a transformar o Remo do Pará”, revelou Caxiado.
Em dez dias como presidente da entidade, Luciel Caxiado já deu à FRP um teto: “a partir de hoje a Federação não é mais morador de rua. Já tem sede na Siqueira Mendes, ao lado das garagens náuticas”, confirmou.
Luciel fala com amor e demonstra gratidão ao esporte náutico, porque foi onde ele encontrou amigos e o futuro para ser o advogado que é hoje. Isso é caráter!
É o que há!

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GOLS STORE DEVE AO CR 500 MIL REAIS

Pablo Coimbra garante ação contra a GOL STORE

Desde janeiro de 2015 que a GOL STORE COMERCIO DE ARTIGOS ESPORTIVOS LTDA não faz repasses dos royalties do Clube do Remo.
A GOL STORE, que tem sede em Santa Catarina, assinou contrato de dez anos com o Remo, em 2008, à época Amaro Klautau era o presidente azulino.
A empresa detinha direitos de comercialização da marca CLUBE DO REMO e mantinha duas lojas: uma na sede e outra no Baenão.
Com repasse mensal de 10% sobre a venda, Zeca Pirão, quando assumiu o clube, não concordou e ameaçou quebra de contrato, mas não prosperou. Ficou na ameaça.
Com a presença de Manoel Ribeiro como presidente do Conselho Diretor azulino, a GOL STORE teve a loja, da sede, lacrada: Manoel Ribeiro determinou que se passasse corrente e cadeado na porta.
Clube do Remo entrou com ação na justiça cível, e no final da manhã de quarta-feira, 19, o juiz Marco Antônio Castelo Branco, da 8ª Vara Cível e Empresarial de Belém concedeu a Liminar de Tutela Antecipada ao Clube do Remo.
“Não resta dúvidas que o atraso na prestação de contas dos royalties junto ao cedente por parte da GOL STORE COMÉRCIO DE ARTIGOS ESPORTIVOS LTDA faz com que haja o descumprimento contratual por parte da requerida que pode levar o clube a uma situação de déficit crescente com imensos prejuízos para seu funcionamento…”, confirma Marco Antônio.
Com o distrato, Clube do Remo está livre para firmar livremente novos contratos de patrocínio, fabricação, comercialização e/outra qualquer transação comercial com fornecedores de material esportivo, podendo, inclusive, firmar novos contratos de licenciamento da maca Clube do Remo, ratifica o magistrado.
Advogado Pablo Coimbra, que defende CR na área cível, revelou ao blog que a ação cabe recurso, mas a GOL STORE não recorrerá, e já informou que está procedendo levantamento do estoque para devolver ao clube todo o material existente em seu poder.
“Não basta só devolver o que a GOL STORE tem de material do Clube do Remo, já entramos com ação para que a empresa faça o repasse do que deve desde janeiro, que é de aproximadamente R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais). Todo mundo ganha dinheiro com ação contra o Remo, agora vamos buscar o que devem ao clube”, concluiu Pablo.
Durante sete (7) anos a GOL STORE explorou a marca do Leão Azul e em nenhum momento mostrou à diretoria remista planilha de venda de produtos comercializados.
É o que há

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É IRREAL! ABSURDO!

Henrique Lobato e Kayath representam os maiores credores do CR no TRT

Como o CR não quitou a primeira parcela do acordo com ATHOS, ação chegou na 13ª Vara, onde estão centralizadas as ações.
Acordo que ficou em R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais), como o clube descumpriu o que acordara, soma-se 50% sobre o valor, totalizando R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais).
Nos corredores do TRT-PA, na Praça Brasil, advogados que representam credores se cruzam e ficam a resenhar sobre o PLANO DE PAGAMENTO apresentado pelo Clube do Remo e a maioria não concorda.
“Estou esperando dez anos por esse pagamento, agora tenho que esperar por mais dez? É irreal”, diz advogado Henrique Lobato, que patrocina o maior volume de processos trabalhistas contra o Clube do Remo.
No final da manhã de sexta-feira, 21, repórter José Maria Trindade, editor deste blog, esteve na 13ª Vara, e se encontrou com advogados interessados em saber sobre a “assembleia de credores” proposta pelo corregedor Gabriel Veloso ao juiz Jorge Vieira.
“Até o presente momento o juiz ainda não se manifestou sobre o tema”, informava funcionário da secretaria da 13ª Vara.
Uma advogada indagava se havia proposta concreta para o leilão da área do carrossel dia 28. “Tem”, respondia secamente funcionário.
“Seria melhor se o Clube do Remo apresentasse comprador para a área do carrossel, porque o clube venderia pelo preço de mercado e pagaria tudo o que deve aqui; se for batido o martelo, no leilão, não paga a totalidade e ainda fica resíduos. Não é bom para o Remo”, afirmava Henrique Lobato.
O questionamento primordial entre os advogados é o tempo que o Clube do Remo apresentou para quitar o débito: dez (10) anos. “Eu estou há dez anos esperando pela quitação dos processos, agora o clube propõe dez anos para quitar? É totalmente absurdo! É totalmente descabido! Eu não concordo! Nós estamos preparados para brigar neste processo! Tem que pagar”, sentencia Lobato.
A quizília dos advogados é que o Clube do Remo, em administrações passadas, não cumpriu com os acordos, como o de fevereiro do ano passado com o ex-presidente Zeca Pirão. “O Remo protelou, ficou criando protocolos no processo, enchendo a corregedoria de petições, e o juiz tem sido benevolente. Eu, sinceramente, não tenho como recuar. Não concordo com o plano e não vou recuar”, afirma.
A expectativa entre os mais de 30 advogados que patrocinam ações contra o Clube do Remo é pela venda da área do carrossel, o que deve acontecer na sexta-feira, 28, às 10h, no átrio da 13ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho do Pará.
É o que há!

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JUIZ MANDA BLOQUEAR RENDA, MAS JURÍDICO AGE A TEMPO

Advogado A.Maciel promoveu acordo com confreira Valéria Cypriani

À época de Geraldo Rabelo, em 1995, o Paysandu pagava jogadores com notas promissórias.
Foi assim com Gilson César Granzotto, que veio do Guarani (SP) e quando retornou recebeu o título cambiário assinado pelo presidente Geraldo Rabelo.
Rabelo e os presidentes que se sucederam não pagaram. Em 2000 o atleta entra na justiça cível cobrando juros e correções monetárias.
Na sexta-feira, 14, juiz da quinta vara cível e empresarial de Belém, Luiz Ernane Ferreira Ribeiro Malato, promoveu a penhora da cota do Paysandu na partida contra o Fluminense programada para o dia 26.08.2015, no Mangueirão, pela Copa do Brasil.
Em seu despacho diz o juiz: “…a fim de que efetue o depósito judicial, no prazo de 48h, da quantia da execução, qual seja R$ 847.077,08 (oitocentos e quarenta e sete mil, setenta e sete reais e oito centavos), mediante guia de depósito a ser expedida pela Secretária desta Vara…”
Alexandre Pires e Antônio Maciel, advogados do Departamento Jurídico do Papão, entraram em ação e passaram a alinhavar acordo com a advogada Valéria Cipriani Moraes, que patrocinou a ação.
Ontem, ante a presença do juiz Ernane Malato, Gilson, pelo celular, concordou em receber R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais) em 24 parcelas de R$ 25.000,00 mensal (vinte e cinco mil reais), com a primeira sendo paga no ato da assinatura do acordo.
Prego batido e ponta virada. À tarde, no escritório Alberto Maia e Associados, a advogada Valéria Cipriani assinou o acordo e recebeu a primeira parcela de 25 mil reais.
“É mais um na folha de pagamento dos atletas bicolores. Nós temos que sentar e acordar, e temos encontrado colegas que confiam na diretoria do Paysandu”, revelou Maciel.
COPA DO BRASIL
Se é competente para concluir, Paysandu não perderia para o Fluminense como perdeu de 2 a 1, no Maracanã, pela Copa do Brasil.
As melhores oportunidades de gols estiveram nos pés de Pikachu que não concluiu e sempre esbarrou na brilhante elasticidade do goleiro Júlio César.
Primeiro tempo de zero a zero com o Papão marcando a saída de bola do Fluminense.
Na segunda etapa, em cruzamento de Gustavo para a conclusão de Magno Alves de cabeça, aos 10’, Fluminense 1 a 0.
De fora da área, cobrando falta, Pikachu fez 1 a 1, aos 26’.
Aos 47, em jogada de rebote, Renato fez 2 a 1.
No jogo em Belém, quarta-feira, 26, no Mangueirão, Paysandu se ganhar de 1 x 0, classifica-se à outra fase da Copa do Brasil.
Paysandu permanece no Rio de Janeiro para o jogo de domingo, 11h, no Engenhão, dando largada à segunda fase da série B, contra o Botafogo!
É o que há!

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DEPENDE DOS CREDORES

O Blog teve acesso ao parecer do desembargador-corregedor do TRT-PA, Gabriel Veloso, sobre PROPOSTA DE PAGAMENGO do CLUBE DO REMO.
Desembargador-corregedor do TRT-PA, Gabriel Veloso, foi mais que explícito ao afirmar em seu parecer sobre o PROPOSTA DE PAGAMENGO DO CR, que se embasou em “manifestação técnica” da contadora da justiça do trabalho.
“Ratificando a manifestação técnica da senhora contadora desta justiça, o PLANO DE RECUPERAÇÃO, apresentado pelo clube, não tem condições de prosperar, pois não foram carreados documentos que possam assegurar que existe suporte para os recursos oferecidos”, garante o corregedor em parágrafo inicial.
Mais adiante: “Da forma que está estruturado o documento, não é possível dizer que contabilmente se trata de PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL, seria necessário que fosse esclarecido o fluxo de caixa, o orçamento anual, as relações com as instituições financeiras, os débitos de outras naturezas, à luz dos balanços e demonstrações contábeis com os documentos que embasem a proposta. ”
E finalmente: “Ao revés, tem-se uma mera proposta de acordo, que deve ser tratada como um pedido de quitação e parcelamento que somente pode ser apreciado em concerto com os credores. Adotada às razões do parecer, acolho o documento como proposta de acordo, orientando o MM. Juiz do primeiro grau, onde está centralizada a execução, que realize assembleia de credores com a participação do requerente, para analisar a proposta de pagamento, realizada no mais curto prazo possível.”

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ÀS PROXIMIDADES, IGUAL NÃO TEM

Nenhuma empresa vizinha tem o píer que Ulisses Sereni construiu para a sede náutica bicolor.
Aliás, faltam 1,5m de rampa para a conclusão total da obra que avança 120m à baia do Guajará por 15m de largura.
80 estacas de concreto sustentam o píer que está avaliado em R$ 250 mil (duzentos e cinquenta mil reais). Estrutura que será para sempre.
Localizada na travessa Dom Bosco, 13, Cidade Velha, a sede náutica rende de aluguel de salas R$ 2.200,00 o que é insuficiente para se manter, e a diretoria bicolor faz repasse mensal de R$ 4.000,00 (quatro mil reais) para custear despesas. É muito pouco.
Ulisses Sereni, diretor náutico bicolor, conversou com o presidente Maia sobre as necessidades para manter a estrutura do departamento como: inscrição de atletas, gasolina para o motor da lancha que acompanha treinos, salários de técnicos e atletas, vale transporte, alimentação e, às vezes, reforma de barcos quando sofrem avaria.
“Estamos encontrando dificuldades, sim, porque, demos preferência para a construção de uma estrutura que o clube não tinha, o píer, e hoje nossos atletas saem para treinar do píer do Iate Clube, mas em pouco tempo voltaremos à nossa sede na Cidade Velha”, garante Sereni.
Para a regata de domingo, 23, a náutica precisa de R$ 13.000,00 (treze mil reais) para pagar transferências e inscrições de remadores vindos de outros Estados, que serão repassados ao departamento pela diretoria bicolor.
Segundo Ulisses Sereni, o presidente Maia já determinou ao departamento financeiro do Papão a fazer o repasse da importância para garantir a presença do Paysandu na regata de domingo.
É o que há!

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