DEWSON NÃO ESTÁ ACIMA DO BEM E DO MAL

GUILHERMINO CONVERSA COM DEWSON SOBRE ATIPICIDADE DO PARAZÃO

Ao ver o filho apitando jogo pelada em um dos campinhos da Marambaia, numa manhã de domingo, Fernando Lucas Oliveira da Silva chegou em casa e falou para a esposa: “Maria, segunda-feira vai à Federação de Futebol e inscreve o Dewson no curso de arbitragem. ”
Ordem dada, ordem executada: no dia seguinte a senhora Maria do Socorro Freitas foi à sede da FPF e inscreveu o filho Dewson Fernando Freitas Silva no curso de árbitros da entidade.
Em 2004 Dewson começa a despontar nos campos de futebol paraense. Em 2006 chega ao quadro nacional e em 2012 é aspirante à Fifa. Em final de 2014, Dewson é Fifa pelos próprios méritos.
O olhar do pai foi futurístico. Visionário.
Se para a Comissão Nacional de Arbitragem Dewson Fernando, 34, (Fifa-PA) está entre os melhores apitadores do Brasil, para o futebol paraense ele está entre a cruz e a espada, neste início de temporada.
Para algumas pessoas, que fazem parte do apito paraense, Dewson, em campo, mudou a conduta, por força das normais internacionais, mas isso não o torna um árbitro acima do bem e do mal.
Dewson Fernando Freitas Silva está “queimado” pelo Paysandu e Águia de Marabá.
Dirigentes desses dois clubes comunicaram à Federação que não escale o Dewson para os jogos dos times do Papão e do time marabaense.
Ofício assinado pelo presidente do Águia, Sebastião Ferreira Neto, “Ferreirinha”, chegou ao final do expediente de quinta-feira, 11, no protocolo da Federação e o documento se encontra com o Guilhermino, comandante da arbitragem paraense.
José Guilhermino de Abreu, diretor do Departamento de Árbitros da FPF, revelou ao blog que tem conversado com o Dewson sobre “jogo corrido” como determina CBF e que em campos encharcados como é jogado o campeonato paraense é impossível a aplicabilidade das normas internacionais.
Embora os dirigentes federacionistas mantenham silêncio sobre as “queimações” dos dirigentes de Paysandu e Águia, na Federação há disposição de zelar pela imagem do Dewson.
Antes do jogo Remo e Águia, no Mangueirão, o repórter Nildo Matos, da Rádio Marajoara, entrevistou Dewson sobre a intenção do Paysandu em vê-lo fora dos seus jogos: “Os clubes deveriam se preocupar em contratar bons jogadores e bons técnicos e não se preocupar com o árbitro. Eu entro em campo para aplicar as regras e nada mais. Se eu não apitar aqui, eu apito na Copa Verde, apito na Copa do Brasil, no Campeonato Brasileiro e na Libertadores da América”, concluiu.
Penso que os novos dirigentes da Federação Paraense de Futebol não irão de encontro aos seus filiados.
É o que há!

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“NÃO TRABALHO COM PATIFE”

POR SER CAMPEONATO ATÍPICO, GUILHERMINO NÃO CONCORDA COM JOGO CORRIDO

É inegável as qualidades técnicas do árbitro de futebol Dewson Fernando (Fifa-PA).
A sua atuação no jogo Remo 5 a 3 Águia, na primeira rodada do Parazão, não agradou a comissão que comanda o Departamento de Árbitros da FPF.
O tranco em Eduardo Ramos foi falta, mas que o Dewson preferiu a sequência da jogada que culminou com o primeiro gol do jogo – 1 a 0 Águia.
O campeonato paraense é diferente de todos: é atípico porque é jogado em campos encharcados e, por assim dizer, não se pode deixar a bola rolar, o jogo corrido como quer a CBF.
“O futebol praticado no campeonato paraense é pegado devido os campos ‘pesados’ e os árbitros paraenses terão que ter a consciência que as determinações da CBF, em relação ao jogo livre, são impraticáveis por essa época do ano no Pará”, afirma Guilhermino.
José Guilhermino de Abreu, 51, há 6 anos à frente do Departamento de Árbitros da Federação Paraense de Futebol, revelou ao blog que tem conversado com o Dewson e os demais árbitros para o problema, mas que não pode interferir no estilo de apitar dos seus comandados.
Guilhermino falou ao blog.
JOGO CORRIDO
Eu penso que o jogo corrido é muito bom para o Campeonato Brasileiro, Copa Verde, Copa do Brasil, mas para o Campeonato Paraense não é bom. O paraense tem características diferente devido aos campos enlameados. A falta é falta! A intensidade como se faz a falta num campo molhado para um campo seco, então não se pode usar as mesmas características do Brasileiro no Campeonato Paraense.
DEWSON
Eu tenho conversado com o Dewson na tentativa de que ele se adapte às nossas diferenças. Mas, o Dewson foi preparado para uma arbitragem moderna. Ele é árbitro de Campeonato Brasileiro. Então, é difícil para nós acharmos que o Dewson mudará suas características. Ele não marca qualquer falta. Independente do gramado enlameado, está chovendo, fofo ele não muda as suas características. É um negócio meio difícil, mas estamos batalhando e vamos encaixar tudo direitinho.
FALHAS NA MARCAÇÃO DE FALTA
É uma função nossa conversar, orientar os nossos árbitros. Após cada partida mostramos a eles acertos e erros. Em termos de arbitragem, a primeira rodada não foi boa, não. Eu não tenho porque esconder. Não sou leviano. Dois instrutores de fora do Estado fizeram palestras para os nossos árbitros.
PÊNALTIS
Foi de forma equivocada o lance do pênalti que o Dewson marcou a favor do Clube do Remo contra o Águia. Mostramos a ele a falha.
FALTA EM EDUARDO RAMOS
Se fosse um outro árbitro com certeza marcaria falta no meia do Clube do Remo. O Dewson não considera o lance falta. Ele não considera “alavanca” como falta. Então, são esses lances que precisamos fazer ajustes.
JOGADA BRUSCA, O TRANCO
No nosso campeonato não podemos considerar como normal. Para mim é falta! Ao Dewson, que está apitando, não é falta.
JOGADORES DIFERENCIADOS
Tranco é diferente de jogo brusco grave. O lance brusco grave merece cartão vermelho direto. O talento do atleta o árbitro tem que preservar.
2ª RODADA
Gostamos. Os árbitros escalados conseguiram encaixar o que trabalhamos. O Joelson e o Benedito Pinto se sobressaíram.
 CISMA DO PSC
A desconfiança do homem é da condição humana. Infelizmente, a gente tem que se acostumar com essa situação e temos que respeitar porque o regulamento da competição abre esta brecha, preferindo o árbitro de fora ao local. Não é bom, mas é o regulamento da competição e nós não temos como brigar com o regulamento da competição. Eu respeito quando os representantes dizem “eu não quero fulano e cicrano”, então eu digo coloquem no papel.
PAYSANDU NÃO OFICIOU
Não mandou nada. Eu já conversei com o presidente Maia e ele me disse que “não tem nada contra a arbitragem paraense”. Zé, nós não estamos tendo dor de cabeça com relação a isso. Os dirigentes são pessoas inteligentes. É mais especulação!
EU QUERO VER PARA CRER…
Eu também quero ver. A gente tem que tirar esta cisma. Os nossos árbitros são pessoas honestas, corretas e não é à toa que têm carreira de sucesso. Esta cisma tem que acabar. Eu não trabalho com patifes. Eu não trabalho com pessoas que não olham nos nossos olhos. Eu quero ganhar esta a posta de você. Eu não tenho dúvida que Dewson e o Andrei estão preparados para jogos de Paysandu e Remo.
Atenção Couceiro! Ano passado o Dewson foi “queimado” e foi escalado para um jogo do Paysandu, mas foi tirado da escala porque foi indicado para jogo da COMMEBOL.
É o que há!

ÁGUIA “QUEIMA” DEWSON

Ao final do expediente de quinta-feira, 11, chegou na Federação Paraense de Futebol ofício assinado pelo presidente do Águia de Marabá, Ferreirinha, solicitando ao Departamento de Árbitros da entidade que não escale o árbitro DEWSON FERNANDO nos jogos do time marabaense pelo campeonato paraense deste ano.

A solicitação do Ferreirinha deverá ser analisada pelos membros da Comissão de Arbitragem da FPF: José Guilhermino, Olivaldo Moraes e Paulo Romano.

Bicolores e aguianos  não desejam o Fifa Dewson apitando seus jogos.

É o que há!

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FILHOS QUEREM JUSTIÇA

DONA NAZARÉ ESTÁ NA UTI DA SC

MARCOS (FILHO) QUER ENCONTRO COM DIRETORES

Pelo amor que devota ao Remo, Maria de Nazaré dos Santos, 68, não permitiu que o filho Marco Antônio Santos Ribeiro, 47, levasse o caso da sua mãe à justiça.
Dona Nazaré mora na área do carrossel desde 1980 e hoje se encontra em estado crítico na UTI da Santa Casa de Misericórdia do Pará. Em 26 de novembro foi acometida de AVC.
“Minha mãe acredita que os diretores do Clube do Remo lhe concedam uma casa digna, porque ela foi vigia e cuidadora da área do carrossel desde a década de 80. O Pirão foi o púnico presidente que ofereceu uma casa para ela, mas ela não aceitou”, revelou Marco Antônio, 47, filho de dona Nazaré.
Dona Nazaré tem 4 filhos: Marco Antônio Santos Ribeiro, Patrícia Helena dos Santos, Paulo Silas Santos e Tereza Cristina. Sem saber dizer quem são os que foram ao leito de sua mãe, querendo conversar com ela, Patrícia se mostra indignada, querendo resolver a questão na justiça.
“Por que eles não nos procuraram. Agora, que nossa mãe está internada que eles procuraram, diz que, oferecendo 20 mil reais para ela deixar a área. A minha mãe está na UTI da Santa Casa, mas lá está o Silvinho, o seu marido”, confirmou Patrícia.
Na manhã de quarta-feira, 10, o repórter José Maria Trindade, editor deste blog, conversou com Marco Antônio Santos Ribeiro, 47, que é funcionário público estadual e pastor evangélico da Assembleia de Deus, Icoaraci.
20 MIL REAIS
O conhecimento que eu tive, sábado, foi o que a minha irmã me relatou: alguém do Clube do Remo havia procurado nossa mãe, no estado em que ela está, e eles fizeram um oferecimento na base de 20 mil reais para ela deixar a área. Mamãe passa por um momento difícil (ele chora).
O QUE OS FILHOS QUEREM
O que eu gostaria de verdade é que os dirigentes do Clube do Remo recebessem os filhos para que nós pudéssemos conversar. Ela está lá há 36 anos. Durante este período ela foi zeladora, ela foi vigia e não foi assalariada. Desde 80 que ela cuida do ambiente. Eu quero conversar com o presidente André Cavalcante.
JUSTIÇA
A minha mãe sempre amou o Clube do Remo. Cada irmão que nascia, quando grandinho, ela presenteava com camisa do Remo. Então, este amor pelo clube ela nunca permitiu que nós fôssemos à justiça em busca do direito dela. Como, agora, ela não tem como decidir, então, cabe a nós, filhos, exigir da diretoria do Clube do Remo justiça para a nossa mãe.
CASA
O Zeca Pirão foi o único que prometeu uma casa para ela, mas ela não aceitou porque não dava para vender tacaca na porta. Nós, como filhos, o que queremos é que o clube reconheça o que ela fez pelo carrossel. Eu não posso responder pelos meus irmãos, mas eu quero uma moradia apropriada para minha mãe. Se ela saí da UTI, ela não pode voltar para lá. Não tem condições dela permanecer ali. Eu não aceito casa alugada.
Marcos revelou ao blog: “Antes que haja o passamento de minha mãe, espero que o Remo faça justiça”.
É o que há!

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“TUDINHO”, HITLER, PIRÃO E TOURINHO

Havia tempo que não fazia o que fiz segunda-feira, 8, e terça, 9.
Na segunda-feira me entreguei a curtição (gosto desta palavra) de “Tudinho” e Mikaela – minhas extensões.
8 anos do “Tudinho” e aproveitei para passear e almoçar com Mika e o mentor deste “condomínio”.
Terça-feira, após ler jornais de papel, me entreguei ao laptop em busca de “Minha Luta”, o livro de Adolf Hitler, que a justiça carioca proibiu a venda nas livrarias do Estado.
De que adianta proibição se o mundo está na palma das nossas mãos? O livro do Fuher está disponível em centenas de sites.
Francamente, não gostei de ler a obra no mundo virtual. Gosto de desfolhar as páginas de um livro e sentir cheiro de papel. Não li toda a obra, dividida em dois volumes: UMA CONTA e O MOVIMENTO NACIONAL-SOCIALISTA. Daí o acrônimo NAZISTA.
Nada de literatura. É a concepção de mundo hitleriana. Penso ser ótimo para os cientistas políticos e as novas gerações interessadas em buscar saber.
É evidente o antissemitismo porque, para Hitler, judeu era uma raça inferior, portanto, uma ameaça à raça germânica. Para não dizer uma praga para a Alemanha, segundo Hitler.
Quando estive em Munique, em julho de 2006, conheci a HOFBRAUHAUS, a choperia mais antiga do mundo, segundo os cicerones da casa de espetáculo.
Em A MINHA LUTA: “No início do movimento a sala de festas do Hofbrauhaus de Munique era sagrada. Todas as semanas ali se realizava um comício…”. Eu pisei e subi as escadarias da casa de arquitetura pesada e de importância para os historiadores. Mesas de madeiras rabiscadas por Hitler e asseclas, inclusive o famoso Joseph Goebbels, o poderoso ministro da propaganda. Em uma das longas mesas sentei e tomei cerveja.
O “sapo-sapo” toca: “Depois de querer ver o Pirão presidente do Remo, agora queres a volta do Tourinho ao Paysandu. Moraes”. Para! “Peraí! ”
Fechei o laptop e pensei na mensagem. Não respondi. Faço através deste post porque sei que acessas, Moraes.
Critiquei e criticarei quando necessário. Mas, queria ver o Pirão presidente do Clube do Remo pela proposta – se eleito – de imediato reconstruir o Baenão. Estou com saudades de voltar a ver o Leão Azul jogar no gramado do seu estádio.
Inobstante a derrota, o ex-presidente Zeca Pirão, independentemente de quaisquer resquícios, deveria o Homem José Wilson Costa Araújo – querendo ou não o atual presidente, André Cavalcante – entrar com as máquinas e os operários no Baenão e calar a boca de muita gente, inclusive a minha. A galera te aplaudiria, Pirão.
É o que penso!
Sobre Artur Tourinho: revelei as falcatruas dele e da família no Paysandu e penso que o defeito dele foi misturar o Paysandu com a família e a política. Critiquei, sim!
Contudo, ninguém – mas, ninguém, mesmo – ganhou tantos títulos quanto ele quando presidente bicolor. Em virtude dessas vitórias é que o Paysandu é o único clube a ter dado as maiores glórias para o futebol da Amazônia.
Em abril de 2003 o reconhecimento veio através da Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS): “O Paysandu é o time com a melhor performance no mundo. É o 181º na classificação mundial. ”
Há, entre alguns conselheiros bicolores, movimento – à boca pequena – para que o ex-presidente seja aceito pelo CONDEL.
No SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara, domingo, 7, fiz enquete sobre o retorno de Tourinho ao CONDEL bicolor. 63 responderam sim; 50, não.
Não sou nada e nunca pretendi ser nem sócio do Paysandu – do Remo, também -, mas posso dar palpite: se dependesse do meu desejo, penso que o Tourinho, por ter mais serviços ao clube que alguns grandes beneméritos que nunca moveram uma palha pela instituição, está na hora de ser perdoado.
É inegável às maiores glórias do Paysandu ligadas ao ex-presidente Tourinho, e que o filme do centenário do clube não faz referência ao mentor de tantas glórias.
Por que o critiquei – e crítico quando necessário –não posso reconhecer a obra – até hoje – imbatível de Artur Tourinho?
No rádio tenho adversários figadais, mas essa condição não me impede de ouvir Cláudio Guimarães e Ronaldo Porto. É problema de caráter.
Penso que ninguém pode ser feliz com ódio no coração.
É o que há!

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CHEIRANDO A VARA DO BATISTA PELA SEGUNDA VEZ

POR FORÇA DE LIMINAR, BRUNO VEIGA ASSINOU COM PSC POR 3 ANOS (foto PSC)

Paysandu obtém contrato com Bruno Veiga de três anos (21.01.2019) por força de Liminar em Mandado de Garantia concedida pelo presidente do STJD.
A liminar, assinada pelo advogado de Bruno Veiga, André, foi concedida pelo presidente do STJD, Caio César Vieira Rocha, em dia semana passada.
De posse deste documento, conforme desejo de Bruno Veiga, atacante assinou contrato com o Paysandu até 21 de janeiro de 2019, que foi reconhecido pela Confederação Brasileira de Futebol.
A Liminar será analisada pelo pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva. Ainda não tem data para julgamento.
Os direitos federativos de Bruno Veiga estavam vinculados ao Duque de Caxias (RJ) e se encerraram no dia 21 de janeiro de 2016.
Automaticamente, os direitos econômicos do jogador, vinculado ao empresário Luís Henrique Oliveira, o mesmo que comprou o Pikachu, em 2012, por 700 mil reais, junto ao Paysandu, expirou e o jogador ficou livre para negociar.
É mais uma derrota da BIG INVESTIMENTOS & SERVIÇOS EMPRESARIAIS, que tem Luís Henrique como principal acionista.
Em 2012, Luís comprou os direitos econômicos de Pikachu junto ao Paysandu, que tinha Luís Omar como Presidente, por 700 mil reais.
O milionário empresário errou em não negociar com o Pikachu e seu procurador, o pai do atleta, o “seu” Lisboa, e os direitos federativos permaneceram vinculados ao Paysandu.
Mais uma vez, Luís Henrique “cheirou na vara do batista”.
FAKE
Bandidos da internet fizeram um face falso do presidente do Paysandu, Alberto Maia, com este pedindo desculpas à torcida bicolor pela “falsidade da Lobo”.
Advogado Alberto Maia solicitou à empresa FACEBOOK detalhes da origem do “fake” e quando de posse de documentos acionará a justiça em processo criminal e ação indenizatória por danos morais.
A ciumeira é porque no Paysandu não tem ladrão! Não tem vagabundo social! Não tem atravessador para ganhar percentual sobre a venda das camisas do clube.
É o que há!

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“OLHÃO” MATA MAIS QUE BALA E FACA

INFORMAÇÃO DA LOBO

À DA ADIDAS

À DA NIKE

Tia Maria, minha mãe, dizia que o “olhão” mata mais que faca e bala de “trezoitão”.
E para murchar “olhão”, o remédio era plantar um pé de arruda ou de pimenta malagueta na entrada da casa. Ou as duas: de um lado e de outro.
Quando o invejoso passava em frente à casa e botava o “olhão” o mau-olhado pegava na arruda ou na malagueta. Uma das duas murchava ou as duas feneciam.
Hábitos de antropofagia cabocla que muito há no interior da Amazônia.
Em 2006, na Alemanha, palavras como “danckche”, “wunderbar”, “sheibe”, “brot und butter” (obrigadinho, maravilhoso, merda e pão com manteiga) não me chamaram tanto a atenção como à que ouvi na boca de um repórter alemão no Centro de Imprensa, em Munique: SCHADENFREUD.
Eu andava com um alemão-português e não encontrei a palavra no dicionário.
Como o governo alemão colocou à disposição da imprensa mundial jovens poliglotas para auxiliar jornalistas, indaguei o significado de “schadenfreud”.
No núcleo de imprensa do IBC, uma jovem me revelou: “O invejoso que tem prazer em ver as outras pessoas sofrerem”; “o benefício que alguém consegue ao ver o infortúnio alheio; “o mal que fazemos a alguém que invejamos”.
“Olhão” ou “schadenfreud” é o que está acontecendo com a ousadia da diretoria bicolor em lançar à LOBO. (Camisa em que o Paysandu é o dono da sua própria marca).
“Zé, eu fui comprar a LOBO em loja do Ver-o-Peso para presentear meu filho que é torcedor bicolor e o dono da loja me disse que ele não vende a camisa porque a LOBO desbota. É falsa”, revelou-me um amigo, que pediu anonimato.
Tuitei e o “feedback” foi imediato: outras pessoas confirmaram a aleivosia do empresário. É o mesmo que desrespeitou o Paysandu, ano passado, e a diretoria aconselhou o torcedor a não comprar camisa na loja.
Não consegui falar com a diretoria de marketing do Papão, mas, por conta própria, pesquisei: o que há em camisas de marcas das megas empresas de materiais esportivos são avisos, na parte interna do colarinho.
ADIDAS: “Não usar amaciante/Lavar pelo avesso/Não passar a estampagem a ferro”.
NIKE: “Lavar com cores semelhantes/Não usar amaciante/Não dobrar a peça enquanto milhada”.
Pasmem! A inveja é tão grande com à Lobo, que tem monstro jogando perfume sobre o símbolo (Lobo). É claro que perfume é produto químico e perfume não é para o vestuário e sim para o corpo.
Talvez o Paysandu esteja pagando pela ousadia de não ter atravessador para negociar a sua marca.
Lojas serão instaladas na Curuzu e em pontos estratégicos da cidade para vender à Lobo.
É o que há!

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CAMAFEUS, MONSTROS E INGRATOS…

PRIMEIRA REUNIÃO DA CONFRARIA DOS INGRATOS

Eu sou tarado em Animal Planet.
O canal televisivo fechado que mostra comportamentos dos animais irracionais.
O rei dos animais, o mais temível de todos – o leão – quando velho, pega porrada do leãozinho, é expulso do grupo, o gostosinho mata os filhos. E só quer as leoas.
O velho leão sai triste e acaba caindo sob a sombra de uma árvore e morre sendo picado pelas varejeiras.
Ainda na terra, a hiena vive na “aba” dos outros animais, comendo restos – as carcaças. É um predador oportunista e nojento. É o pior de todos, porque alimenta os filhos com vômito…
No mar, as rêmoras vivem nas “abas” de tubarões, arraias e tartarugas, comendo a sobra…
À tarde de sábado, ligo-me no canal 53 da Sky e aprendo com os animais.
E todos são dotados de inteligência: na manada de búfalos, o leão não ataca o primeiro. Pula no último. Geralmente, búfalo velho desgarrado do bando. Sem força.
À beira do ribeirão, a onça não pula sobre o jacaré grande. Observa o pequeno para dar o bote.
Qualquer semelhança com o bicho homem é mera coincidência.
Os “camafeus”, os ingratos vivem nas “abas” de empresários e políticos e quando estes caem em desgraça àqueles os abandonam e procuram outros “padrinhos” – de preferências endinheirados vaidosos.
Na Sociedade Alternativa “faze o que tu queres há de ser tudo da lei”, já dizia Raul Seixas.
Tenho dito que todo ingrato é mau-caráter. O ingrato não olha para o retrovisor da vida. A ele só interessa o seu bem-estar. O mundo que o cerca não existe.
“Camafeus” e ingratos, custe o que custar, não importa se terão que pisar no pescoço da mãe, são estrategistas em busca dos seus objetivos.
Se voltam contra o criador. São monstros! Por causa de ingratidão eu vi as lágrimas correrem sobre o rosto do velho coronel Nunes, hoje, presidente da CBF.
Em Belém, um grupo de azulinos criou A CONFRARIA DOS INGRATOS.
Sinceramente, não sei a importância e o quê do grupo, mas, pela foto, não acredito que Cebolão, Marco Antônio Pina, Tereza, Bráulio e outros remistas sejam tão camafeus, ingratos ou monstros.
Nas rodas dos endinheirados, nos bistrôs e restaurantes da cidade há comentários de que o ex-presidente remista Pirão, perdeu para um ex-empregado, e na campanha para vereador poderá tê-lo como adversário. Pira paz!
Os “Frankenstein” vivem no nosso meio.
A CONFRARIA DOS INGRATOS não tem ponto fixo. A cada sábado se reúne em um local, de preferência restaurante, para um papo-firme sobre o Clube do Remo.
É o que há!

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FILHOS E ESPOSO QUEREM CASA

CHORANDO, SILVINHO LAMENTA ESTADO DE SAÚDE DA COMPANHEIRA

No ano em que o Clube do Remo comemora 111 fevereiros, a diretoria pensa em negociar com a senhora Maria de Nazaré dos Santos, 68, que desde 1980 mora num casebre na área do carrossel.
Diretoria ofereceu 40 mil reais para que dona Nazaré deixe a área, mas como está internada na UTI da Santa Casa, os filhos e o marido não concordam com a oferta azulina.
Maria de Nazaré dos Santos, 68, chegou no local no início da década de 80, com o aval do então arrendatário, João Bosco Moisés (falecido), que no local construiu imenso galpão, coberto de lona, onde acontecia shows de artistas locais e nacionais.
De vendedora de tacacá e comidas típicas, dona Nazaré se transformou em “vigia” da área, pois após os shows e as vendas permanecia na barraca. E assim foi ficando, ficando e permanece até hoje em local insalubre com o marido, Jurandir Alves dos Santos, 63, e o filho Paulo Silas dos Santos, 32.
Depois de João Bosco Moisés, o local foi arrendado para Luís Guilherme Barbalho, que passou a explorar casa de jogo. Dona Nazaré permaneceu no local.
O carrossel permaneceu em atividade, como casa de jogo (bingo de milho) até o ano 2010, quando o Clube do Remo conseguiu na justiça fazer com que o arrendatário (sobrinho de uma juíza de direito da comarca de Belém) deixasse o local.
O galpão foi demolido, permanecendo o piso e a dona Nazaré em choça insalubre, apensa ao muro interno do vértice do ângulo da Almirante Barroso com Antônio Baena.
No dia 16 de novembro de 2015, dona Nazaré foi encontrada agonizando no chão do casebre acometida de um AVC e foi levada pelo SAMU ao PSM da 14 de Março e deste, após uma semana, transferida para a UTI da Santa Casa, onde permanece em coma.
Jurandir Alves de Souza, 63, “Silvinho”, esposo de dona Nazaré, que está no casebre, revelou ao blog que um diretor remista, este ano, procurou o casal e fez a oferta de 40 mil reais, mas com a doença de dona Nazaré os filhos pretendem negociar.
“São quatro filhos da Nazaré que vão negociar com eles. Eu continuo aqui e com receio que esta mangueira desabe sobre a minha cabeça”, desabafou Silvinho se referindo a uma imensa árvore que faz parte do cenário.
Os filhos de dona Nazaré: Tereza Cristina Camargo, 50; Marco Antônio da Silva Ribeiro, 42; Patrícia Helena dos Santos, 40, e Paulo Silva dos Santos, 32. Repórter José Maria Trindade conversou com Patrícia sobre o tema.
“Desde 1980 que mamãe foi serviçal, vigia e roceira do Clube do Remo, e agora foi na Santa Casa um diretor oferecendo 30 ou 40 mil reais para ela deixar o carrossel, mas mamãe está internada e eu e meus irmãos pretendemos conversar com o presidente do Remo sobre o problema”, confirmou Patrícia.
Quando inquirida sobre a oferta de 30 ou 40 mil reais para que dona Nazaré deixe a área, Patrícia foi enfática: “Nós queremos uma casa, que o Zeca Pirão ofereceu para ela. Seja lá aonde for, queremos uma casa”, concluiu.
À boca miúda comenta-se nos bastidores azulinos, que empresário tem interesse em construir lojas na área para exploração de fast-food.
É o que há!

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TOCANDO A BOLA, PAPÃO VENCE O GALO

Paysandu 1 a 0 no Independente, no “Navegantão”, em Tucuruí.
E teve uma bola no braço do atacante Monga, dentro da área, aos 21’ do primeiro tempo, que o árbitro Benedito Pinto da Silva interpretou como lance casual.
(A arbitragem paraense precisa fazer reflexão – ou exame de consciência – para saber o que é falta, jogo corrido e bola na mão ou mão na bola.)
Jogo começou ativo, com o “Galo” jogando no campo bicolor, no primeiro tempo.
Time alviceleste preferiu o toque de bola, tentando penetrar pelo meio da zaga do Independente.
A jogada pelos lados com o lateral Jaquinha e o atacante Chaveirinho fez do time de Lecheva ser mais intensivo e forçando a zaga bicolor a se destacar na marcação, principalmente ao anular o grandalhão Monga.
Com mais posse de bola, Independente preferiu as jogadas áreas ou os chutes de fora da área com Fabrício e Dudu.
Papão teve nos pés de Fabinho a melhor jogada de gol aos 19’ do primeiro tempo, em lance iniciado por Raphael Luz. Fabinho ficou de cara com Alencar Baú e chutou sobre o excelente Alencar Baú.
De baixo de forte aguaceiro, Paysandu volta à segunda etapa com postura de posse de bola no campo do Independente, com Raí e Crystian, os alas, buscando intensamente as jogadas laterais.
Leandro Cearense, em ótima fase, defendia e atacava.
E, novamente, aos 19’, Fabinho voltou a ficar de cara com Alencar Baú e jogou para fora.
Paysandu foi mais ativo na segunda etapa ao se adaptar ao gramado pesado e a imensidão do gramado (110×75).
Em jogada iniciada por Rafael Luz, aos 22’, lateral Crystian penetrou em diagonal, fintou o zagueiro Rubran e de pé esquerdo meteu no canto direito de Alencar Baú, fazendo Papão 1 a 0.
Time bicolor conquistou a segunda vitória no Parazão e volta a jogar dia 14.02, em Santarém, contra o São Raimundo.
No outro jogo do grupo “A2”, Paragominas perdeu de 3 a 2 para o São Raimundo.
É o que há!

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O NÓ DE VALTINHO

Quando Eduardo Ramos é bem marcado o time do Remo não existe. Remo depende do talento do camisa 10. Marcou, acabou, porque ele não sabe saí da marcação implacável.
E se Eduardo Ramos não criou, porque Alan Peterson cuidou da marcação, Ciro desapareceu.
Com a forte marcação como fez Valtinho, técnico do São Francisco, que venceu o Remo de 1 a 0, gol de Buiu, aos 23’, do segundo tempo.
Diferente de João Galvão, do Águia, Valtinho, sem jogador diferenciado, determinou que sua equipe ocupasse todos os espaços de campo, não dando liberdade ao Eduardo Ramos e a Yuri, que nada, mas nada mesmo, fizeram.
E o pior: não souberam sair da marcação.
Sem Eduardo Ramos criando, e bem marcado, o Remo não existiu jogando no Colosso do Tapajós, em Santarém, contra o São Francisco.
As melhores oportunidades de marcação de gols estiveram nos pés de Ricardinho: aos 23’ do primeiro tempo, quando o atacante leonino mocorongo ficou frente a frente com Fernando Henrique, que corajosamente se jogou nos pés do atacante evitando a queda da sua meta.
Os laterais do Remo – Levy e João Vitor – não apoiaram em virtude da sacada de Valtinho em colocar pelas alas dois jogadores velozes: Ricardinho e Buiu.
Com a entrada de Léo Paraíba no posto de João Vitor, Leston Júnior desloca Marcos Goiano para a lateral esquerda, ficando Léo Paraíba no meio, mas em nada melhorou o ataque azulino porque Yuri não existiu.
Aos 16’ da etapa de complemento, Ricardinho entra pela direita e chuta em diagonal, perdendo a segunda oportunidade de abrir o marcador.
O gol do São Francisco, aos 23’, aconteceu em falha do zagueiro Henrique, que Samuel penetrou e chutou frontalmente para o rebote de Fernando Henrique, do que se aproveitou Buiu para marcar o único gol da partida.
A temporada começou ruim para os zagueiros azulinos, Henrique e Max.
Carlinho e Perema se destacaram no miolo da zaga do São Francisco.
Remo volta a jogar dia 17 contra o Parauapebas, no Mangueirão.
No outro jogo da “A1”, Águia venceu o Parauapebas de 1 a 0.
CARROSSEL
Há pretensão do presidente André Cavalcante em usar dinheiro do CONDEL (das mensalidades dos conselheiros) para pagar a senhora Maria de Nazaré dos Santos, que havia 36 anos reside, num casebre, em área azulina denominada de carrossel.
Dona Nazaré, 66, está internada na Santa Casa do Pará, após sofrer AVC.
Paulinho, esposo de dona Nazaré, e Paulo, filho, são os ocupantes do casebre, que se localiza no vértice do ângulo interno da Almirante Barroso com Antônio Baena.
É o que há!

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