PENSAMENTO E COMPREENSÃO

Diz a controvertida filósofa alemã, Hannah Arendt, “a capacidade de pensar nos faz distinguir entre o bem e o mal”.
E, por assim dizer, a compreensão é o sustentáculo de toda filosofia de Arendt.
“Eu não quero educar ou convencer, mas apenas compreender”, dizia aos seus alunos em sala de aula, acrescentando que “não concordassem com ela, mas apenas pensasse no que estava dizendo”.
Não sei se o presidente Tony Couceiro sofre influência da alemã Hannah, que como poucos soube interpretar o pensamento político do século XX – a rebelde Hanna Arendt.
Os relacionamentos dentro do Paysandu são para ser pensados, e o presidente Tony Couceiro tem sabido pensar o que é o clube que preside no atual momento: recheados de ódios e amores.
Sérgio Serra renunciou em 6 de julho à presidência, mas deixou todos àqueles que foram indicados para os cargos, e a grande maioria não tolera o caráter de Alberto Maia.
Portanto, o centro de todos estes sentimentos é Alberto Maia, que quando presidente fez amigos e inimigos figadais dentro do Paysandu Sport Clube.
Maia, quando presidente reunia e ouvia, mas decidia. É para fazer? Vamos fazer!
Mas se no ambiente bicolor, Maia era amado e odiado, na confraria dos cartolas de futebol, o ex-presidente soube angariar amizades, prestígio e respeito.
Volto ao terceiro parágrafo deste texto, parodiando Hanna, mas com outras palavras: Não acreditem no que escrevo, mas pensem.
Quem me revelou o que contarei aqui foram dois grandes beneméritos bicolores: Rui Sales e Antônio Couceiro.
Tony Couceiro desejava ir à CBF conversar com Del Nero e Nunes (presidente e vice da entidade) e deu conhecimento deste desejo ao Alberto Maia.
Na hora, na presença do Tony, Maia tirou o celular do bolso do paletó e mandou mensagem para Del Nero, pedindo audiência para o Tony, presidente do Paysandu, e a resposta veio em seguida: “Venha, traga o presidente dia e hora que quiser que receberei vocês…”
As tuitadas do Maia e às minhas, após a audiência do Tony com Del Nero e Nunes, na sede da CBF, não tiverem a ressonância nos grupos de “uatizaps” dos lobos de fina pelugem e nem nas redes sociais: calaram porque na pauta estava Alberto Maia.
Tony Couceiro tem sido um apaziguador emérito dessa “guerra de vaidades” entre os dois grupos: os dos ex-presidentes Alberto Maia e Sérgio Serra.
As divergências de Alberto Maia e Sereni são públicas, mas às indiferenças com o vice Ricardo Gluck Paul são superficiais, e os dois não são mais unha e cutícula como eram no início da administração de Maia em 2015.
Domingo de Círio, sede alviceleste, estava nas bocas e nas dicas: “Se Ricardo Paul e Sereni se lançarem presidente e vice às próximas eleições, Alberto Maia e Vandick serão candidatos! ”
“Eu só não serei candidato ao lado do Vandick se o presidente Tony se lançar à reeleição, se não for assim, e os dois que estão sendo falados à boca pequena se lançarem, eu e Vandick somos candidatos”, revelou Maia ao blogue.
Tony Couceiro tem tempo para decidir se será candidato à reeleição, enquanto o tempo passa, o presidente, diplomaticamente, convive com os grupos que há dentro do Paysandu.
Igual ao momento político-partidário pelo qual passa o Brasil, o Paysandu não é diferente, e o presidente Tony para comandar o barco bicolor tem que pensar igual Arendt e em si a sensibilidade de Michel Foucault.
“MENTIRA TEM PERNA CURTA”
Fazendo uso do adágio popular, advogado-jornalista conhecido como “Crítico dos Críticos Mata-velho”, Hamilton Gualberto, começou sua participação no programa da Rádio Liberal-AM, ao comando do nobre Toninho Silva, dizendo que “nada do que noticiaram sobre a ida do presidente do Paysandu à CBF não era verdade…”
“O presidente do Paysandu, acompanhado de um ex, foi à CBF tratar, como outros dirigentes, do PROFUT, que não será mais necessário clubes aderirem para participar de competições depois que o STF concedeu liminar…”, reverberou o “Critico Mata-velho”.
Vesti a carapuça, porque depois de conversar com Tony e Alberto Maia noticiei em meus “condomínios” digitais que dois foram à CBF e trataram de Copa Verde, Copa do Brasil e do CT bicolor.
De imediato, o ex-presidente bicolor Alberto Maia repercutiu em seu tuíter: “Hamilton Gualberto mais uma vez não sabe o que fala, não tem conhecimento do que tratamos na CBF e fica especulando. Lastimável. ”
Lastimável, digo eu, que um assassino covarde empunhe microfone de rádio e se arvore a chamar repórteres de mentirosos.
Antônio Pimenta Neves, ex-editor do ESTADÃO, deve se mudar para Belém e ser comentarista político em jornal de papel.
É o que há

Destaques

MAIA E TONY BUSCAM O PULO DO GATO NA CBF PARA CONSTRUÇÃO DO CT

Graciliano Ramos, o velho “Graça”, em rasgo de luminosidade cerebral revelou no início do século XIX que o esporte mais popular no Brasil era a “rasteira”.
Brasileiro é campeão em “pernada”. Ao cabo e ao fim, o consagrado romancista brasileiro disse que o brasileiro adora tapear, enganar os outros, e, por assim dizer, se diz “esperto”.
Em entrevista recente, Artur Tourinho deixou escapar uma “preciosidade”: “No Brasil, não se faz futebol sem ‘traço’”.
Ex-presidente bicolor falou cheio de orgulho do “traço” que deu no Remo sobre o caso Jobson, que vestiu a camisa remista de tarde e na manhã do dia seguinte estava na Curuzu vestindo a camisa alviceleste.
Hoje, o Paysandu paga caro este “traço” na justiça do trabalho.
As prisões de José Maria Marin (ex-CBF), Coaracy Nunes (Natação) e Carlos Arthur Nuzman, ex-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), revelaram os caracteres de velhos dirigentes “viciados”, como ficou patente em palavras da procuradora Fabiana Schneider ao revelar à imprensa a prisão de Nuzman: “Enquanto atletas olímpicos buscavam suas medalhas de ouro, dirigentes guardavam barras de ouro na Suíça”.
Carlos Arthur Nuzman tinha guardado em cofre de banco suíço 16 barras de ouro e o COB pagou 5 milhões de reais ao escritório do advogado de defesa do ex-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro.
Com o advento da mais nobre das invenções humana, a internet, não dá para se aplicar “rasteira”, “traço”, pegar propina, porque ninguém tem privacidade. O que os nossos olhos não veem, as lentes, porque não piscam, veem tudo.
No momento que vale é prestígio. São ótimos relacionamentos entre os dirigentes. Vale para os presidentes dos clubes, para os executivos de futebol e os técnicos.
No período de presidente bicolor, se foi um dirigente que colocou a imprensa paraense no seu devido lugar, e por isso é mal-encarado por muitos, Alberto Maia soube articular ótimos relacionamentos com seus confrades Brasil afora.
Não foi à toa que na festa de lançamento da Copa Nordeste/2018, em São Luiz, foi convidado, embora não sendo mais o dirigente bicolor.
Em 2015, em Assembleia Geral da CBF, Alberto Maia, presidente bicolor, e Eurico Miranda, pelo Vasco da Gama, foram escolhidos para falarem em nomes dos clubes das séries A e B, e o presidente bicolor se expressou com altivez, demonstrando as dificuldades de um clube da região Norte participar de competição nacional.
Agora, o mandatário Tony Couceiro convida o ex-presidente Alberto Maia para irem à CBF tratar de temas da Copa Verde, Copa Brasil de 2018 e ajuda para as divisões de base do Paysandu e, principalmente, da construção do mais moderno CT de um clube de futebol na Amazônia.
A quinta edição da Copa Verde poderá ter mais dois clubes de Goiás, que foram convidados pela CBF, que trata junto à CEF, em Brasília, de cotas de patrocínio para a competição em 2018.
Presidente Tony Couceiro tem um sonho: iniciar em sua gestão a obra do CT, em Águas Lindas, e em 2017 colocar à disposição das divisões de base do clube dois campos e um complexo administrativo com vestiários e restaurante. E este sonho será possível com parceiros indicados pela Confederação Brasileira de Futebol.
“Paysandu busca parcerias e se tudo se concretizar como se espera, Tony e Maia darão o pulo do gato”, revelou-me fonte da CBF pelo “uatizap”.
Dia 23, será a vez de Manoel Ribeiro, presidente do CR, ser recebido pela dupla Del Nero-Nunes, na CBF! Ribeiro será acompanhado pelo Maurício Bororó, vice-presidente da FPF.
É o que há!

Destaques

“NÃO PRECISO DO CR! NÃO VIVO DO CR!”

Desde julho de 2013, quando Sérgio Cabeça renunciou à presidência do CR, que a cadeira de presidente tem uma maldição.
Quem senta nela, as facções que há no clube, tentam cassar o presidente.
Foi assim com Pirão, que destruiu o Baenão; Pedro Minowa, Manoel Ribeiro, “Camafeu” e agora Manoel de Nazareth Santana Ribeiro, que já foi tudo no Filho da Glória e do Triunfo.
Digo: Manoel Ribeiro foi tudo, mas menos ladrão, destruidor do patrimônio azulino e aproveitador, emprestando dinheiro para o Clube a juros. Pelo contrário, tem dinheiro no Remo e não cobra.
Certa vez ouvir da boca do grande benemérito Paulo Motta: “Desarmem o palanque! ”
Na última reunião do CONDEL, conselheiro Diego Bessa de Castro falou para todos ouvirem: “Presidente, o senhor não é culpado, mas é responsável pelos atos dos seus diretores. É impressionante como qualquer assunto no Remo é levado para o lado da política. O Remo está quebrado, e nós estamos discutindo política do clube! ”
No programa SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara, advogado Antônio Miléo fez uma revelação bombástica: “Se o Remo fosse uma empresa séria, já estaria em “recuperação judicial”.
Sem demonstrar exacerbação com post “ÀS ‘LOBAS’ À MESA”, conselheiro Antônio Miléo, no SHOW DE BOLA revelou verdades sem desacreditar o conteúdo da matéria, como por exemplo…
“Não foram 150 mil reais que caíram na conta da factory, e sim 90 mil reais, e o Remo ainda deve 5 mil reais. Ora, se o Clube deve, tem que pagar, e o dono da factory só empresta para o Remo porque tem meu aval, mas agora, depois dessa, acabou…”, afirmou.
Que o débito com a factory do seu amigo do tempo de Pedro Minowa, de 2015, foi pago pelo seu escritório, mas, quem ouviu a reportagem disse em “off” que quem está pagando é a Nação Azul.
“Zé, quando surgir o novo balanço, vai para cima que tu verás quem paga a factory do amigo do Miléo, se não é a Nação Azul”, revelou-me conselheiro.
Antônio Miléo disse: “Veja quantas pessoas de bem estão fora do Remo por causa dessas coisas…claro que te digo: qual é a faturamento que o Remo tem? O valor das lojas? E o valor das dívidas que foram se acumulando de gestões, de gestões e gestões? Uma vai empurrando para outra e ninguém teve a coragem de ser enfrentado…isso tem que ser enfrentado…o Remo tem que parar para repensar no que está fazendo. O Remo é muito grande e seu e sou presidente este valor que a TOPPER paga para o Remo, jamais ela teria pago… tem que respeitar o tamanho do Remo…”
Miléo acrescentou que como o Remo não tinha renda, fez empréstimo da MEU BILHETE no valor de 320 mil reais para pagar em parcelas de 4 vezes, pagou uma e deve setembro e outubro está fechando em atraso.
“O problema é que às pessoas tem que aprender a falar a verdade. As rendas do Remo foram insuficientes para pagar jogadores e mais uma vez pediram emprestado. De minha parte acabou. Eu não vou mais…acabou…depois dessa história, para mim acabou essa história. Eu sou adepto da verdade, às vezes dolorida, mas eu conto o que acontece quando tu me procuras…”, disse.
Quando cutucado pelo apresentador do programa sobre às pessoas dentro do Remo que ficam azucrinando Manoel Ribeiro para que ele tenha cuidado com os Miléos e o Milton Campos, Miléo foi incisivo: “Essas pessoas têm medo da gente. Perdemos uma eleição porque eles sabiam que nós íamos botar todos esses caras para fora do Remo…todos esses caras que não nos querem no Remo, eles sabem que a gente assumia num dia, no outro eles estavam todos fora, porque o Remo precisa de gente que tenha caráter, para assumir o Remo tem que ter credibilidade, tanto que tu acompanhaste a nossa credibilidade na justiça do trabalho com juízes e desembargadores…isso aí não se cria com fofocas. Eu acho bom essas coisas, porque a verdade não é dita intramuros. A torcida do Remo tem que saber o que acontece no Clube. Eu não tenho segredo! Eu não preciso do Remo! Não vivo do Remo! Eu gosto do Remo! Agora, se precisa tirar umas pessoas que não devem estar no Remo! Eu sou igual Collor, bateu levou! ”
Advogado Antônio Miléo terá conversa reservada com Manoel Ribeiro nesta segunda-feira, 16, quando se aparam as arestas ou os Miléos (pai e filho) debandam de vez do Remo, enquanto Manoel Ribeiro for o presidente.
Sobre diálogo do presidente do CONFIS, Mauro Pontes, em grupo de “uatizap”, publicado aí embaixo, estão tentando adivinhar e acusando “este” e “aquele”, porém darei uma dica: é filho de um conselheiro que me passou áudio, porque gosta deste “condomínio” e deseja ser jornalista esportivo e seguir o meu caminho.
“Para se obter vitórias na vida, às vezes é necessário se pisar em caminhos que até os anjos se recusam a pisar”, revelou o religioso Desmond Tutu, em DEUS NÃO É CRISTÃO.
Obrigadinho, aos que gostam e aos que não gostam pela moral!
É o que há!

Destaques

ÀS “LOBAS” À MESA

LOBA 1
Houve quem dissesse que o mal do Remo era ser comandado por “múmias”.
Hoje, estes mesmos azulinos, dizem que o Manoel Ribeiro, por se cercar de pessoas inconfiáveis, está “gagá”.
Os antípodas de Manoel Ribeiro estão no CONDEL e no CONFIS.
A mesa do Conselho Deliberativo age sorrateiramente para desmoralizar o presidente da diretoria, mas não tem conseguido devido à ação nos bastidores do velho “Marechal da Vitória”.
O CONFIS, embora reconhecendo que houve avanço na contabilidade do Clube, produz relatório sugerindo, ao CONDEL, “pela não aprovação das contas apresentadas pelo CODIR”.
E, por assim dizer, há um descalabro de ideias entre CONDEL, CONFIS e CODIR, os três órgãos importantíssimos dentro do organograma organizacional da Instituição.
No relatório apresentado pelo CONFIS ao CONDEL, o presidente daquele agiu conforme o seu caráter, como demonstra em diálogo no grupo de “uatizape” dos conselheiros remistas.
DE UM CONSELHEIRO: “É a reforma do Estatuto que engessa muitas decisões. Ex: acho um absurdo eu, como membro do Confins não pode falar, contraditar sobre qualquer assunto.
MAURO LIMA PONTES: “Acho sinceramente que o CODIR deu um tiro no pé. Pode dar mais 10 anos, mas esses documentos não vão aparecer e se aparecerem vão ser arranjados e ou forjados, pois se eles existissem já teriam apresentados. ”
ALINE PORTO E SILVA: “Se os conselheiros não se unirem e reivindicarem por ética, as contas serão aprovadas. Temos que pedir para que os conselheiros que são CODIR não votem. Como pode votarem para aprovar suas próprias contas? ”
MAURO LIMA PONTES: “Temos que mobilizar os outros conselheiros, a maioria dos que estavam lá foram convocados e intimidados a estarem lá e votar a favor do MR.”
ALINE REMO: “Pois é”
MAURO LIMA PONTES: “Tiveram alguns diretores que não votaram com MR. Mileo e o João Marcelo por exemplo. Vamos ver o próximos acontecimentos. ”
Assim sendo, CONDEL e CONFIS tentam manietar o presidente Manoel Ribeiro, que se finge de canhestro, mas se prepara para dar o “pulo do gato” por saber dos caracteres duvidosos que há no Clube do Remo.
Numa certa manhã de um dia do mês de outubro deixo a Rádio Marajoara e passo na sede do CR, ao entrar na antessala da presidência ouvi um conselheiro dizer para Manoel Ribeiro: “Presidente, não confie em Miléo e Milton Campos! ” “Pira paz! ”, falei.
LOBA 2
Antes do jogo decisivo contra o Sampaio Corre, dia 2 de setembro (sábado), no Mangueirão, a diretoria prometera pagar salários dos jogadores, na sexta-feira, 1.
Com as vendas antecipadas dos ingressos, diretoria tinha em mãos 150 mil reais, e solicitou ao empresário Leandro, dono da ACESSO FÁCIL, parceiro do Clube, 150 mil de adiantamento, justamente para inteirar os 300 mil da folha dos atletas.
Leandro pede agência bancária para fazer o depósito e, em vez da conta do Clube do Remo, mandaram a conta da “factory” que empresta dinheiro ao clube.
Na sexta-feira, 1, Leandro telefona para Manoel Ribeiro comunicando que a “baba” estava depositada em conta da “fábrica de dinheiro”. Manoel Ribeiro telefona para a direção da empresa para fazer o repasse de os 150 mil reais para o Clube pagar jogadores.
Pasmem! A resposta veio como uma bomba nos ouvidos do Manoel Ribeiro: “Presidente, o CR deve 150 mil reais desde o tempo do Pedro Minowa, então este dinheiro quita o débito! ”
Manoel Ribeiro, os jogadores e o torcedor (que não sabe desta história) cheiraram na “vara do batista”.
Em campo, o Remo perdeu de 2 a 1 para a Bolívia maranhense.
Diz que, a “factory” é de um empresário amigo dos advogados Antônio Miléo e Miléo Júnior (pai e filho).
Esta postagem foi checada mais do que checada. Antes, conversei com o presidente Manoel Ribeiro pelo celular, que está em Salinas, e me confirmou tudo que aí está. “Pode publicar, que são verdades! ”
É o que há!

Destaques

MARQUINHO TEM RAZÃO: PSC TEM QUE SER HUMILDE, RESPEITANDO SUAS LIMITAÇÕES…

Quinta-feira, 12, em coletiva, técnico Marquinho Santos revelou que o time bicolor tinha que ter paciência para ganhar o jogo contra o CRB, porque o Paysandu tem que ser humilde em respeitar suas limitações.
Ao empatar em zero a zero com a sofrível equipe de Mazola Junior, na Curuzu, time bicolor demonstra ser um time, tecnicamente, inexpressivo, portanto, tem que ser humilde e, por assim dizer, tecnicamente limitado. Tem razão Marquinho Santos.
Posse de bola não representa qualidade ofensiva: Paysandu teve 55%, mas no primeiro tempo Paysandu e CRB não apresentaram assistência, finalizações, cabeceios, triangulações, passagens dos laterais e ameaça de gols.
Time bicolor chutou três bolas ao gol de Edson e a última aos 45’ do primeiro tempo com Lucas Taylor.
Time de Mazola, aos 29’, em cruzamento do lateral Diego, que Emerson socou a bola.
Mazola Júnior, com time sofrível, tecnicamente, soube armar a equipe “Cerrebeana” ao ocupar os espaços do campo e saindo em velocidade.
Paysandu adiantou a marcação, mas não encontrava o encaixe perfeito porque a dupla de zagueiros do CRB, Flávio e Adalberto, marcavam homem a homem o Bérgson.
No setor de meio-campo, as duas equipes foram iguais por não terem quem criasse as jogadas, preferindo a intensa marcação
Jogo feio no primeiro tempo! Ruim! Horrível! Então, tem que ser humilde, respeitando suas limitações técnicas!
Com estiramento muscular, lateral-esquerdo Guilherme Santos cedeu lugar para Pery.
Com as mudanças processadas, as equipes melhoraram na segunda etapa, pois buscaram os gols de Emerson e Edson, com este se destacando como o melhor em campo.
Caion, que entrou no posto de Marcão, aos 29’, obrigou Edson a fazer ótima defesa, metendo para escanteio a bola.
Logo em seguida, Neto, que entrara no posto de Zé Carlos, fez Emerson trabalhar redobrado.
Bérgson, aos 32, meteu em diagonal, e Edson salvou a meta do time alagoano.
Dos 12 aos 32’ o jogo melhorou tecnicamente, porque o Paysandu em busca do gol, cedeu espaço para Tinga, que entrara no posto de Edson Ratinho, que veloz, explorou o setor esquerdo da defesa bicolor e levou perigo.
Somando 37 pontos, time bicolor sai para dois jogos contra Luverdense e Londrina.
“LEIAUTE”
Este “condomínio” está passando por uma estruturação no seu “desaine”.
Alan Santos, o “Ueb-desaine”, preparou a arte e mandou para a HOSTNET, empresa paulista que hospeda este “blogue”, que pediu tempo para apresentar a nova cara do TUDÃO E Tudinho.
Rogo aos patrocinadores, a compreensão. Obrigadinho!
É o que há!
P.S: Eu tenho a loba!

Destaques

DA FESTA NA CURUZU AO PULO DO GATO

Merecedor de encômios a festa patrocinada pelo Sócio Torcedor bicolor na Curuzu para a gurizada.
No dia da criança, 12, o “Vovô da Cidade” foi aberto e recebeu pais e crianças que conversaram, abraçaram e tiraram “selfs” com os jogadores.
Bérgson, o atacante bicolor, foi bastante assediado pela gurizada, e sempre receptivo com os pais e os filhos.
Erick Almeida, diretor do programa Sócio Torcedor Bicolor, e a Responsabilidade Social do Clube, organizaram o evento, e os espaços do estádio foram ocupados por pula-pula, piscina de bolinha, futebol de sabão, orientação de como escovar os dentes e uma farta mesa com lanches.
“A festa de hoje teve como finalidade aproximar o torcedor do clube, com a diretoria, com o elenco, e a criançada, que é sócio lobinho. Todos que aqui estão portam suas carteirinhas de ‘Lobinho’ e isso representa muito para o presente e o futuro do Paysandu, porque daqui a alguns anos, o filho pedirá para o pai trazê-lo à Curuzu, e não ao shopping”, revelou Erick.
A manhã festiva na Curuzu contou com as presenças da diretoria alviceleste, conselheiros, beneméritos, grandes beneméritos e familiares dos jogadores.
No portão da Curuzu presenciei uma relação respeitosa de um filho para com a mãe: Rodrigo Andrade pedindo a benção de sua mãe, que carregava o neto no colo (filho do jogador).
– Benção, mamãe! – Pediu o jogador. – Deus te abençoe, meu filho! – Abençoou dona Ana.
EU E O MARQUINHO
Comunicado por um dos jornalistas da assessoria de imprensa do Papão, fui à coletiva com o técnico Marquinho Santos e fiz três perguntas ao comandante do time bicolor.
1 – É difícil fazer com que algum jogador de meio-campo chegue junto do Bérgson?
– Bérgson é um atleta que tem qualidade, mas ele tem sido bem marcado, e não é a postura do Paysandu de fazer apoiar o Bérgson, mas quando jogamos com 3 atacantes, o Rodrigo Andrade sempre chegar na área para encostar nele, desde que eu assumir o Rodrigo tem feito um trabalho de meia, tem feito esta função, e agora com retorno do Renato, o Rodrigo dará mais apoio com qualidade para encostar no Bérgson.
2 – Um ótimo time tem que ter qualidade na saída de bola e não vejo isso com os zagueiros do Paysandu.
– São características diferentes. Temos o Perema que não tem a característica de saída da bola, e os adversários estudam isso e fazem a marcação no Diego Ivo, e quando a bola chega no Perema os caras abafam e aí não temos a primeira linha de saída da bola, mas temos trabalhando isso com Renato e Recife que têm qualidades de saí com a bola, mas nós temos procurado melhorar essa primeira linha de saída de bola.
3 – Carandia tem me enchido os olhos ora fazendo marcação homem a homem, mas tem momento que ele marca por zona, é sua orientação?
– Muito bem observado. Tem jogos em que o Carandina faz função de marcação individual por necessidade, mas com o retorno do Renato, Carandina jogará marcando por setor.
O PULO DO GATO
Domingo, 8, estou na sede do CR e, numa roda, comentaram que o Paysandu fora desconvidado de participar da Copinha São Paulo/18.
Calei porque ouvi um cochicho!
Como no domingo de Círio às sedes de CR e PSC são “usinas” de notícias, fico entre uma e outra.
Fui à sede do Paysandu e indago do vice-presidente Alexandre Pires se o Paysandu havia sido comunicado do desinteresse da Federação Paulista na participação do Papão na Copinha.
Alexandre se espantou com a minha pergunta e me mostra no celular o convite da FPF.
Falei para o Alexandre que o Paysandu não participaria do evento.
Não divulguei o fato por saber que o Paysandu daria o pulo do gato. O “Caradura” e o “Patinho Feio” noticiaram em suas colunas de papel.
Alberto Maia, ex-presidente toma conhecimento do fato, e via “uatizap” fala com o seu amigo Reinaldo Bastos, presidente da Federação Paulista, sobre o tema, e comunica que o presidente Tony Couceiro estaria no Allianz Parque assistindo ao jogo Brasil e México.
No tuíter divulgo: Vem aí o Pulo do Gato!
Lado a lado na tribuna de honra da arena palmeirense, Tony Couceiro reitera apelo de Alberto Maia, e o presidente da paulistana, Reinaldo Bastos, que a FPF e o Paysandu receberiam a confirmação do convite.
Dito e feito: no início da tarde de quinta-feira o Papão recebe o convite oficial. Isso se chama prestígio e a construção de ótimas relações do ex-presidente Alberto Maia com dirigentes nacionais.
É o que há!

Destaques

A PODEROSA BOTOU NO “12”

Passei parte da tarde de quarta-feira, 11, na sede do Clube do Remo.
Como que não quer querendo, vi Manoel Ribeiro chegar à sede para o expediente vesperal e ouvi funcionários do Clube chamar para contadora Margarete Vieira de “A Poderosa”.
Vieira é a contadora que, com mais três funcionários, utiliza sala na sede e elabora as contas da administração Manoel Ribeiro desde dezembro de 2016.
Margarete Vieira é a gerente da Megaconta Assessoria Contábil e foi contratada pelo presidente Manoel Ribeiro para dar assessoria aos diretores do Clube do Remo.
Foi a contadora Margarete Vieira que mereceu encômios dos membros do Conselho Fiscal quando da elaboração do relatório que foi apresentado ao CONDEL na noite de terça-feira, 10.
“…deste Conselho reconhecer avanço nas contas do Clube, e que agora se começa a ter um mínimo de organização contábil necessária para uma melhor adequação técnica do departamento de contabilidade”, diz excerto do relatório do CONFIS.
Margarete em tom delicado e humilde, por ocasião da reunião do CONDEL, fez o presidente do órgão, advogado Ângelo Carrascosa ruborizar diante da insistência de dizer que não havia recebido documentos contábeis das mãos da contadora.
Gentilmente, ao solicitar a palavra, Margarete Vieira calou o presidente do CONDEL e àqueles que ousavam “armar” para desmoralizar o presidente Manoel Ribeiro.
“Pelo amor de Deus, doutor, não me leve a mal, mas não diga que é minha mentira! Eu lhe entreguei as pastas com os documentos contábeis em abril. O senhor não lembra? ”, inquiriu Margarete, que, assim, colocou no “12” todos que tentavam menosprezar seu trabalho.
Margarete reavivou a memória do presidente do CONDEL, e, por assim dizer, houve sensatez de ambos os lados.
O benemérito Orlando Ruffeil teve participação efetiva no embate por reconhecer o valor profissional de Margarete: “Somente uma profissional como a Margarete sabe o tempo necessário para dirimir as dúvidas indicadas pelo Conselho Fiscal”.
Manoel Ribeiro era só prazer! Pode ter errado, mas não é ladrão do patrimônio remista!
É o que há!

Destaques

30 DIAS PARA CODIR SE DEFENDER

Conselho Deliberativo do Clube do Remo dá prazo para Conselho Diretor se defender.
Colocado em votação, 36 a 24 foi o resultado favorável a dilatação do prazo para o CODIR apresentar sua defesa.
Em reunião de alto nível, conselheiros, beneméritos e grandes beneméritos do CR tiveram conhecimentos do relatório do Conselho Fiscal.
CONFIS azulino fez elogios ao trabalho da contadora, concluindo que a profissional foi “pedagógica” ao orientar os ordenadores de despesas da Instituição.
Contudo diz o quarto parágrafo do relatório: “Neste diapasão, a contadora apresentou trabalho de forma organizada como não se observava em outras gestões passadas no clube. Porém a contadora sempre apresentou os números com ressalvas diante de ausência de documentos necessários para dar legitimidade e confiança às contas apresentadas, em especial ao caixa relativo ao Nação Azul, uma vez que apesar de realizada a escrituração diário/razão, não foram feitas as conciliações bancárias e do caixa em virtude da falta dos documentos financeiros, mesmo diante dos reiterados ofícios”.
Assim sendo, a contabilidade apresentada ao Conselho Fiscal azulino há “ressalvas em suas escrituração e contas”.
Se os conselheiros fiscais ressaltam o profissionalismo da contadora, há reconhecimento que o “Clube começou uma nova era no que diz respeito a organização contábil, mas ainda carente de documentação adequada conforme as Normas Gerais de Prestações de Contas e com inconsistências na apresentação destes documentos…”
Finaliza o CONFIS: “Sendo assim, diante de inúmeras observações, apesar deste Conselho reconhecer avanço nas contas do Clube, e que agora se começa a ter um mínimo de organização contábil necessária para uma melhor adequação técnica do departamento de contabilidade…
Desta forma, como foram verificados erros graves para serem considerados apenas como meras ressalvas, este CONSELHO FISCAL, pela maioria de seus membros titulares, sugere pela NÃO APROVAÇÃO DAS CONTAS apresentadas pelo CODIR. ”
Abro parêntese: Foram 3 votos contra (Mauro Pontes, Fábio Yamada e Eduardo Chaves) e 2 favoráveis (Fábio Cebolão e Odilardo Filho). Fecho parêntese.
Orlando Ruffeil ao expor seu ponto de vista sobre o relatório do CONFIS disse que “nenhum profissional de contabilidade pode começar um exercício contábil sem o saldo remanescente do exercício anterior. ”
A diretoria passada do Clube do Remo ainda não apresentou suas contas, e o CONDEL cala diante da irregularidade.
É o que há!

Destaques

“ME ERREM!”

Chego à sede do CR, domingo, e um jovem me pergunta porque digo “me errem! ”
“É porque em Remo e Paysandu há pilantras que não me toleram”, respondi.
Mexicano, Paulo Vitor, Maurício Bororó, Raimundo Ribeiro, ex-presidente, os Miléos (pai e filho), faziam ás honras da casa, não que fossem recepcionistas, mas porque estavam no hall da sede azulina.
Entrei, cumprimentei a todos e varei em direção à mesa do “senadinho” para ter visão de quem estava no interior da sede, e o meu inquiridor atrás. “Zeca, porque tu diz (sic) que é para o presidente Manoel Ribeiro não entregar o Clube para o Milton Campos e o Miléo Junior? ”
Parei! “Meu gostosinho, eu divulgo fatos. Eu revelei que conselheiros azucrinam os ouvidos do presidente Manoel Ribeiro para que ele não entregue o futebol para Milton Campos e Miléo Júnior. É muito diferente do que você pensa. Agora, me erra! ” (Risos)
Ao voltar ao pátio da sede, deparo-me com os advogados Miléos (pai e filho) conversando com o ex-presidente Manoel Ribeiro (foto), e desse encontro abstrai pouca coisa, mas ficou a ideia de que o Remo é difícil a partir de quem “rema para trás”.
Jovem advogado Miléo Júnior me revelou que houve um primeiro momento dele e do Milton Campos no Clube, que foi uma “contribuição nos distratos com os jogadores, o que resultou num excelente trabalho”.
Sobre o gerenciamento do Departamento de Futebol para 2018, Miléo revelou que “há situações que precisam ser resolvidas, e que no momento quem gerencia é o presidente Manoel Ribeiro”.
Para que Miléo Junior e Milton Campos assumam o comando do futebol, passa por uma questão de gestão e ser visto com “carinho”.
“O futebol do Clube do Remo tem que ser tratado com compromisso, e a gente só estará à frente se houver uma contrapartida, haja vista que o futebol tem que ser cuidado com compromisso e tal qual a Nação Azul e o marketing estarem trabalhando sincronizados com o departamento para poder dar o suporte para o futebol”, afirmou Júnior.
Miléo ressaltou que a Nação Azul é voltada para o futebol. “É um recurso voltado para o futebol e vamos trabalhar junto ao torcedor e às novas parcerias para tornar o futebol forte”, disse.
Ao perceber que o meu inquiridor estava “pendurado” na minha reportagem, indaguei ao advogado Miléo Júnior se ele tinha consciência de que há conselheiros azucrinando ouvidos do Manoel Ribeiro para não que ele não entregue o futebol para ele e o Milton Campos.
“Nem Jesus agradou a todos. Nós temos uma visão de gestão do Clube que pode ser um pouco diferente de algumas pessoas que vivem no Clube. Entendemos que o Remo precisa entrar numa fase de profissionalização, precisa trabalhar com setores coesos, precisamos trabalhar com pessoas competentes nos setores, então, é assim, nem todo mundo tem essa visão e nós não agradamos essas pessoas, mas é gestão profissional que futebol moderno requer e o Clube precisa, mas tentamos, se não agora, mas um dia colocar o Clube numa profissionalização com pessoas qualificadas em cada setor. O Remo precisa de reformulação, de visão de gestão. ” Concluiu.
Volto-me para àquele jovem. Ô perseguição!
– Como é seu nome? Indaguei ao meu jovem inquiridor.
– Asaph! – Respondeu. “Como? ” – Indaguei.
O jovem pediu minha caneta e meu caderninho e escreveu: “ASAPH, mas a pronúncia é ASAFE. É hebraico. É bíblico.
– Eu sou remista e te dou moral todo domingo. Gosto do teu estilo e quero ser jornalista. Estudo no “Nazaré”. Hoje vai ter o programa? “Vai”, respondi. “Tu és f…Thau! ” E o meu inquiridor subiu para o segundo piso da sede azulina, e eu segui minha missão em busca de fatos, intuindo na moral que o jovem Asaph me dá. É legal! Enche o peito!
Chego na Rádio Marajoara, eis que me espera o “Caralhite” na “beca”, e me presenteia com perfume pelos meus 67, e fala no ar o que representei para ele no momento em que mais precisava de mão amiga, e me chama de “pai” como forma de agradecimento.
Na segunda-feira, 9, recebo a visita do Júnior, jovem macapaense, que veio passar o Círio e aproveitou para me conhecer, porque me dá moral no bairro onde nasci há 67 anos – Trem.
Não tem dinheiro que pague!
É o que há!

Destaques

“STAND UP”

José Artur Guedes Tourinho, 71, estava morto nas paradas, mas foi o STAND UP, neste “condomínio” e, em “sonora”, no SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara.
É prolíxo e foge de perguntas “apimentadas”, mas reconheço que, como ex-presidente bicolor, vive no “fio da navalha”, despertando ódio e amor.
Domingo, 8, Círio de Nazaré, tirei “plantão” na sede bicolor, onde fui recebido pelo presidente Tony Couceiro e o grande benemérito Rui Sales.
Tony, indiretamente, me revelou que ele e outros diretores meteram a mão no bolso e inJetaram 450 mil reais no clube para saldar compromissos com funcionários.
Em mesa, Ricardo Rezende era cercado por pessoas que desejam vê-lo encabeçando chapa para concorrer a presidência em eleição no final de 2018. Ouvi fatos do arco da velha, inclusive de médico criticando médico…
“Estou fora! Meu período no Paysandu passou! Sou torcedor!”, afirmou Rezende.
Quando inquirido pelo repórter José Maria Trindade o por quê de não falar com Artur Tourinho, disparou: “Pergunta para ele! Eu nunca fui mau-caráter com ninguém!”
Diante de muita insistência, Rezende me revelou: “Ele queria me usar para sacanear com Antônio Couceiro. Ele vivia no escritóio do Couceiro!”
Então, rememorei os fatos: nunca foi Rui Sales que desejou “descoucerizar” o Paysandu, e sim Artur Tourinho, que sonhou ser o que é Antônio Couceiro para o Paysandu. “Inez é morta!”
DEPOIMENTO DE FABRÍCIO ROBERTA SILVA
Esse cidadão já fez tudo que tinha que fazer dentro do Payandu. Não tem mais espaço para ele e tantos outros. Foi o presidente mais vitorioso da história do Clube, sim, porém um dos mais polêmicos, irregulares e incorretos. Ele sabe que fez muita coisa errada e afundou o clube num mar de dívidas. Seus acertos não justificam os seus erros. Usou o clube para se eleger deputado em 2002. Auge das maiores conquistas. Foi algemado ao lado de um dos maiores bandidos do Estado do Pará e depois condenado. Então, viva os anos que lhes restam ao lado de sua família e bem longe do Paysandu.
DEPOIMENTO DE PAULO ANTÔNIO OLIVEIRA
a dupla que levou o Paysandu a tantas conquistas, é muito maior que a matemática do MEU AMIGO José Arthur Guedes Tourinho. O plano de recuperação foi FANTÁSTICO ! Iniciando em 1996 ! Mas o futebol ⚽ e suas conquistas, não são pessoais ou em dupla. O Futebol VERTICALIZADO, foi a força motriz desses triunfos. Entre o poder estabelecido pela enorme vivência administrativa e as intimidades com inteligências comprovadas em Copas do Mundo, Brasileiros e a Libertadores, comandaram diretamente o futebol do Paysandu. Influências vitoriosas com portas escancaradas para o Paysandu no Flamengo e outras Instituições desportivas, bem como uma ponte direta com o poder político carioca, que na época comandava o futebol brasileiro. Todos usados como aprendizados e acessos legítimos, com bastante dignidade, de quem era escutado e atendido em suas reivindicações justas. Posso garantir, pois escreverei um livro, já em minha mesa. Vencemos Tudo ! Inclusive a máxima de centralizador do Tourinho. O que jamais vou concordar, pois sempre deu acesso a qualquer voz que levasse o Paysandu onde chegou. Grande “CHEFE” e de enorme democracia qd a via de ida e de volta, fosse os interesses do Paysandu. Tourinho escuta e trabalha coletivamente a favor do projeto que está envolvido. Mas até na área jurídica posso garantir, que tínhamos amparo decisivos fora de Terras Paroaras. Se não fosse assim, seu filho e meu AMIGO Alexandre Tourinho , não seria um conselheiro mais do que familiar, mas que influenciava o Presidente no contato com vc. Alexandre era jovem, como eu e outros. Inclusive Alberto Maia , Nilton Gurjão Das Chagas e toda uma energia de mentes brilhantes. Não chegaríamos a mais conquistas. Tourinho atingiu o máximo de excelência, com tão poucos recursos como tentam desfazer. Nada de SUDAM ou coisa parecida. Isso é covardia. Quanto ao filme, o mesmo ganhou notoriedade nacional e internacional. Exatamente por tudo que falei, em relação ao futebol e demais setores do Clube. Elaborado e dirigido por meu Irmão, juntamente com a Urca Filmes, que produziu o famoso Tropa de Elite. Somente teve o APOIO do Paysandú. O Filme não conta a história e nem Glórias do Clube de Suíço. Comemora o centenário narrando fatos curiosos e divertidos dessa PAYXÃO ! Exatamente pra não ter essa interpretação. Torcedores anônimos tiveram espaço. Pode-se criticar a forma em que foi concebido. Mas jamais o seu sucesso, como o segundo filme documentário mais assistido no Brasil do ano. Está até hoje em cartaz no canal NOW da Tv fechada. Meu amigo Tourinho continua com a inteligência afiada e aguçada. Mas seus traços são nos cegos de inteligência. Com todo respeito, ainda coloca todos os dirigentes no bolço.
É o que há!

Destaques