EMENDA PARLAMENTAR GARANTE A SEGUNDINHA

As enxurradas das emendas parlamentares salvaram a pele do presidente Michel Temer.
Uma emenda parlamentar estadual salvou a segundinha de 2017 gerenciada pela FPF.
Emenda parlamentar é constitucional. É um instrumento que o Congresso Nacional e as Assembleias Legislativas estaduais dispõem para participarem da elaboração dos orçamentos anual da nação e dos estados, diz a constituição federal.
“Por meio de emendas, os parlamentares procuram aperfeiçoar a proposta encaminhada pelo poder executivo, visando uma melhor alocação dos recursos públicos. As emendas podem ser individuais ou coletivas (de bancadas) ”, conclui o texto constitucional.
Na manhã de quarta-feira, 16, em gabinete da Casa Civil do governo do Estado do Pará(foto), acompanhei as tratativas para que garantiram a realização do campeonato da segunda divisão, que classificará dois clubes para o Parazão de 2018.
“Há uma ordem do governo que não tem dinheiro para futebol. O governo garante a conclusão dos projetos sociais e a folha de pagamento do funcionalismo público. O governo já tem dinheiro para pagamento da 1ª parcela do 13º salário deste ano”, revelou José Megale, chefe da Casa Civil.
Maurício Bororó argumentou que a segundinha envolverá clubes de regiões importantes do Estado, mas Megale arguiu reafirmando a orientação do governador Simão Jatene sobre a aplicação dos recursos públicos em momento de crise financeira.
– E a tua emenda parlamentar, Milton? – Indagou Megale.
Deputado Milton Campos coçou a cabeça, pensou e respondeu: “Tem tempo para apresentar a emenda, Megale?
O chefe da casa civil se levantou foi lá para dentro, e depois de alguns minutos voltou: “Tem 20 dias. Apresenta a emenda! ”
– São 150 mil reais. Dá para bancar? – Quis saber Milton Campos. – Dá – garantiu Paulo Romano.
– Então, o campeão da segundinha receberá troféu “Milton Campos” – postulou Bororó, e teve o aval dos presentes.
Desde ano passado, em outubro, que o governo do Estado vem sinalizando de que não há dinheiro para bancar o futebol gerenciado pela FPF; é chegado o momento dos atuais dirigentes buscarem alternativas junto aos empresários paraenses.
“Estamos sintonizados com a situação, e pensando neste problema que a Federação contratou o marqueteiro Renato Costa, que será apresentado sexta-feira, 18, às 16h, na sede da FPF”, confirmou Adelcio, presidente da entidade.
Além da emenda parlamentar que garantirá a logística da segundinha, deputado Milton Campos doará à FPF ambulância zerada.
É o que há!

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“OU PAGA PROFUT OU PAGA JOGADORES E JUSTIÇA”

É sempre prazeroso para este velho repórter ir ao Mangueirão.
A quando de jogos, chego cedo e me enturmo com os ambulantes entre um “chopinho” de fruta com pastel de camarão ouço como passa cerveja, “limãozinho”, e uísque para as arquibancadas do Mangueirão. Sei como chega o produto, mas não serei dedo-duro.
No último jogo, no Mangueirão, o pessoal da limpeza amontoou mais de 3 mil latinhas de cerveja. Como passaram os pacotes? Como a cerveja foi gelada? É uma tremenda hipocrisia não liberarem a venda de cerveja nos campos de futebol de Belém do Pará.
À tarde de terça-feira, 15, fui ao Mangueirão assistir ao treino do time do Remo, e por algumas horas, Lino Machado, Brás Chucre, Maurício Bororó, funcionários da SEEL e eu esquecemos de tudo para falarmos um pouco de cada tema: política, futebol, Baenão, Paysandu, Remo, Nunes (CBF), Jader Barbalho, Artur Tourinho, o maior “traço” da história do futebol paraense (Jobson à tarde veste a camisa do Remo e no outro dia amanheceu na Curuzu), e a forma de jogar do Corinthians.
Dois temas me chamaram atenção:
1 – No governo do PT, os pastores das igrejas neopentecostais jogavam “pelada” no gramado do Mangueirão. “Todos os pastores que vinham para congressos em Belém batiam suas ‘peladinhas’ no Mangueirão. Liberado pela governadora Ana Júlia Carepa”. Pira paz! …
2 – Artur Tourinho está costurando seu retorno ao quadro de conselheiros do Paysandu Sport Club.
Em metade do campo, Léo Goiano comandava treino-técnico-tático com mudanças no time principal: Vinícius; Jaime, Leandro Silva, Martoni e Jaquinha; João Paulo, Dudu, Flamel e Eduardo Ramos; Pimentinha e Luiz Eduardo. A título de experiência, Léo Goiano passa Flamel para a ala direita e Jaime entra no posto de Luiz Eduardo.
Ao ser questionado pelo repórter-editor deste blogue sobre a sua inquietação em campo, atacante Luiz Eduardo respondeu: “A bola não chega. Tenho que ir em busca. E cansa! ”
Em banco de reserva (foto), Manoel Ribeiro assistia ao treino, e revelou que fez empréstimo pessoal para bancar folha salarial de junho dos jogadores, e que o PROFUT tem sido uma carga pesada para o Clube do Remo cumprir com 42 mil reais todo mês.
“Ou o Remo paga o PROFUT ou paga jogadores, funcionários e justiça. Temos pago a justiça. Esperamos que o presidente da República edite logo a Media Provisória que dará fôlego aos clubes que estão em débito”, revelou o presidente do Remo.
Sobre o depósito de 10 mil reais à 16ª Vara-TRT-PA, Manoel Ribeiro garantiu que até sexta-feira o Clube fará o pagamento. “A renda de domingo não terá bloqueio porque pagaremos os dez mil reais que faltam daquele acordo dos 30% das rendas”, confirmou.
Volto ao sétimo parágrafo deste texto: Artur Tourinho foi o mais premiado presidente da história do Paysandu, contudo, pecou por misturar família e política com o Clube. Colocou a esposa e o filho para ganharem dinheiro com a marca Paysandu.
É o que há!

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100 ANOS DO BAENÃO, 3 ANOS DE SOLIDÃO!

Num dia de dezembro de 1979 eu adentrava pela primeira vez às dependências do Baenão como repórter da Rádio Guajará-AM.
Começa a realização de um sonho idealizado nas barrancas do Rio Amazonas, em Macapá.
O Remo tinha um timaço comandado por Jouber Meira e o clube presidido por Manoel Ribeiro, que encabeçava o “trio de ouro” ao lado de Ronaldo Passarinho e José Miranda.
Inocente puro e besta, deparei-me com Jurandir Bonifácio, que já o conhecia de Macapá, do Estádio Glicério Marques, quando Remo lá jogava contra Juventus, São José e Santana.
Falei ao “Juruca” que estava ali como repórter da Rádio Guajará, e logo ele cuidou da minha apresentação: às cozinheiras (Maria e Naza), “seu” Jorge Dahas e aos colegas Fontes Filho, Nonato Santos e Adonai do Socorro.
A minha relação com o Baenão é de gratidão, porque se hoje sou o que sou nesta terra – aos trancos e barrancos –, tudo começou no “Evandro Almeida”, quando aqui cheguei trazendo na bagagem o sonho de ser professor e jornalista. Havia passado no vestibular de Letras da extensão da UFPA no antigo Território Federal do Amapá.
Além de Jurandir Bonifácio, que me mostrou os caminhos de uma concentração, conheci gente que me estendeu às mãos e me ajudou a ir à faculdade em busca de conhecimentos: Jorge Dahas dava-me cinco cruzeiros, semanalmente, para o ônibus, e carne bovina para manter minha despensa. Foi o primeiro paizão que encontrei em Belém!
O Jurandir Bonifácio já sabia que eu era bicolor, mas se manteve calado. Um dia, Dahas me indaga qual o meu time em Belém, e eu sem meias palavras revelei: “Seu Jorge, torço para o Paysandu, mas aqui não está o torcedor, está o profissional! ” Percebi que o “dono do Baenão” passou a me respeitar muito mais e me aconselhava sobre os perigos de ser torcedor bicolor enfronhado dentro da toca do Leão.
Tempo passa e conheci homens de caracteres elevados: Paulo Motta, Ubirajara Salgado, Tonhão, Ronaldo Passarinho, João Braga de Faria Junior (que me salvou de ser despejado de apartamento que comprara no Conjunto Império Amazônico e de quem comprei não me passou documentos e nunca havia pago prestações da TROPICAL), Vinícius Bahuri de Oliveira, Dhélio Guilhon, Hamilton Guedes, Raimundo Ribeiro e Orlando Ruffeil, que me auxiliou neste texto com um pouco da história do Baenão, que hoje faz 100 anos.
Após seis anos da reorganização do Clube do Remo, o estádio Baenão foi inaugurado na administração do presidente José da Gama Malcher, com a partida inaugural acontecendo entre Reserva Naval e Liga Paraense de Futebol.
O time do Remo pisou pela primeira vez a grama do Baenão em 02.09.1917 e venceu do Phanter Clube de 3 a 1.
Em 14.10.1907 os times de Remo e Paysandu jogavam pela primeira vez no Baenão e houve empate em 1 a 1.
Sistema de iluminação foi implantado em 15.08.1940, e em 04.08.1965 foi reconhecido com estádio “Evandro Almeida”, homenagem ao ex-atleta e grande benemérito do Clube.
Dois ícones dos seus tempos passaram pelo Baenão: Pelé, com o Santos, em 29.04. 1965, e Eusébio, com Benfica, em 08.09.1968. Santos 9 a 4, e 1 a 1 com o Benfica de Portugal.
Baenão, que por pouco não foi vendido em 2010, mas que teve seu escudo da parte frontal, pelo lado da Almirante Barroso, destruído pelo presidente da época Amaro Klautau, foi minha “casa” por muito tempo. Vi coisas do arco da velha – e continuo vendo -, e aprendi a ser repórter esportivo setorista com as lições do meu mestre, o “Mais azul da cidade”, que se foi… mas que guardo seus ensinamentos, que me servem até hoje. “Trate bem o porteiro e a cozinheira de um clube”.
Em 2010 aconteceu a pior de todas as desgraças que o Clube do Remo já viveu: com a saga de ser deputado estadual, o presidente Zeca Pirão destrói parte da estrutura do Baenão – anunciado pelo “marqueteiro” e “chateado” Paulo Caxiado como a maior arena da Amazônia, a ser construída, mas o projeto não passou de um espasmo ilusiocionista.
Hoje, 100 anos do Baenão, 3 anos de solidão!
É o que há!

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“PSC É UMA EMPRESA QUE PAGA EM DIA SEUS COMPROMISSOS E TEM FUTURO”

Muito do que acontece com nossos filhos passam pelos exemplos em casa.
Nossos filhos são nossas extensões, principalmente na formação do caráter.
Os “muleques” crescem ouvindo, em volta da mesa, as conversas dos mais velhos.
Essas conversas, as prosas, as resenhas, os exemplos do papai e da mamãe forjam os futuros homens e mulheres – os nossos rebentos.
“Na nossa casa, meus filhos ouviram, em volta da mesa, muita conversa sobre o Paysandu”, revelou-me o engenheiro Antônio Diogo Couceiro pai de Tony Couceiro, presidente do Paysandu.
Atualmente, o Papão é comandado por uma geração de jovens que foi moldada pelos pais bicolores: os couceiros, os Aguileras, Os Serenis, Os Pires (vice-presidente Alexandre Pires, filho de um dos maiores meias do futebol bicolor, Patrulheiro) e outros…
Na manhã de domingo, 13, dia dos pais, encontrei na Curuzu pais acompanhando os filhos na corrida do Papão, e entre criador e criatura encontrei Antônio Couceiro (pai) e Tony Couceiro (filho) (foto) e com os dois o blogue teve um dedo de prosa.
TONY
É uma dádiva para mim ter o meu pai, com 77 anos, gozando de saúde, do meu lado, participando das coisas do Paysandu e sempre me dando conselho. É gratificante!
ANTÔNIO COUCEIRO
Na minha casa a gente fala de Paysandu. O Paysandu é o nosso café da manhã, o nosso almoço e o nosso jantar, e tenho está felicidade de estar junto dos meus dois filhos porque nós, também, trabalhamos juntos. O Tony tem o DNA do Paysandu. O meu sogro, o avô dele, foi presidente do Paysandu: Waldemar Valério. E eu também fui presidente do Paysandu e, agora, ele. Somos muito amigos! Meus filhos tomam bênção de mim e me beijam quando chegam à empresa.
TONY
Ele me aconselhou sobre a união no clube. Agregar todos. O Paysandu é mais forte quando todos estão trabalhando e dividi responsabilidades. Eu sou de muita conversa, de muita negociação e por isso todos estão conosco ajudando o clube.
ANTÔNIO COUCEIRO
Não! De jeito nenhum o Paysandu pensa em vender seu patrimônio. Não vão jogar a gente de encontro à torcida. Os Sereni não deixaram o Paysandu e estão dentro da náutica. Eles nunca saíram. Em momento de aborrecimento eles entregaram uma carta, mas estão trabalhando na náutica. O pessoal pode dizer o que quiser, mas nada atinge a gente.
TONY
Sempre que vamos jogar fora, vamos torcendo para ganhar, mas este ano o time muda a escrita e se encaixarmos em casa vamos ter muitas felicidades. Esta semana chegam as novas contratações para reforçar o grupo. Durante esta semana estarão chegando as novas contrações. O Roger está trabalhando neste sentido. Esta semana tem novidades!
ANTÔNIO COUCEIRO
Sobre a máxima de que o dia que o Paysandu fosse bem administrado o clube não teria futuro, Couceiro respondeu com uma sonora “imbecilidade de muitos! Paysandu está organizado! ”
TONI
Nós pagamos nossas contas em dia. Vendemos 9 milhões de reais, em 2016, dos produtos LOBO. É lógico que tem impostos, funcionários, distribuidores, mas isso dá um fôlego financeiro, dá um capital de giro grande ao clube e ajudam a pagar as dívidas que ficaram do passado: Gilson Grazotin, de 94; Mancha, e este mês pagamos dia 9, na 6ª Vara-TRT-PA, R$ 114.500,00 (cento e quatorze mil e quinhentos reais), e vamos continuar pagando porque o Paysandu é uma empresa e empresa que não paga impostos, não tem futuro, o Paysandu tem futuro porque se não pagar não teremos patrocínio da CEF. Tratamos o Paysandu como uma empresa, e como tal pagamos tudo em dia. Não é só a LOBO a fonte de renda do Paysandu: 1- A LOBO; 2 – Os patrocínios (CEF); 3 – Sócio bicolor, e 4 – Renda dos jogos. Mas o torcedor é importantíssimo. Sem o torcedor, Paysandu não existiria.
Taí a verdade sobre as finanças da empresa Paysandu Sport Club.
É o que há!

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“PAI, SEGURA ESTE CÁLICE!” PAY(SANDU), OBRIGADINHO! “LEVANTA A CARA QUE NÃO FALO COM BANDIDO!!!”

Uma única bola chutada a gol, pelo time remista, aconteceu aos 15’ do primeiro tempo, em jogada de escanteio. E somente!
Perdeu de 2 a 0 para o CSA que teve posse de bola, mas pecou por não ser muito eficiente nas finalizações.
Edinho e Rafinha infiltrando-se pelo lado direito do Remo forçaram Ilailson se desdobrar e recebeu cartão amarelo.
Depois Edinho, que foi o melhor em campo, se desloca para o setor direito do ataque do time alagoano e forçou Gerson a receber cartão amarelo.
Ainda no primeiro tempo, Léo Goiano substitui Ilailson por Flamel, passando Dudu para a ala direita da zaga azulina.
Embora tendo maior volume de jogada e domínio de bola, ataque do CSA não chegava ao gol de Vinícius pela postura da dupla de zagueiros, Leandro Silva e Bruno Costa.
Aos 35’, em cobrança de falta da intermediária azulina, Rafinha mete direto no pé do poste direito de Vinícius com a bola se chocando no poste esquerdo: 1 a 0 CSA.
Impedido, aos 38’, árbitro Diego Lopez desmarcou gol de Tales.
Se no primeiro tempo, elenco remista foi um time lento, com o meio-campo não produzindo e os laterais não apoiaram, na segunda etapa Léo Goiano avançou a onzena, que passou a jogar com a marcação alta. CSA explorava os contra-ataques.
Visivelmente, Edgar demonstra que joga contrariado, e foi substituído, acertadamente, por Danilinho, que nada fez.
Eduardo Ramos, a esperança azulina por ser diferenciado, em nenhum momento conduziu a bola em direção ao gol de Mota. Não organizou as jogadas. Não foi o jogador que atua de uma intermediária à outra. Não foi elo, a sinapse, entre os jogadores, principalmente os atacantes. Foi substituído por Jaime, que, também, não correspondeu.
Luiz Eduardo se perde na referência de área, porque vem buscar a bola, já que ela não chega.
E o França, o “sinistro”, joga como se fosse um xerifão, às vezes jogando como atacante, o que não é a sua.
Pelo lado do CSA, Didira entrou no posto de Rosinei, e fez o segundo gol do CSA, numa falha de Vinícius, aos 40’.
Remo volta a jogar domingo, 20, contra o Botafogo-PB, no Mangueirão. E precisa vencer!
BAFEJADO PELA SORTE
Em futebol não basta jogar bem. Tem que ter um pouquinho de sorte.
Antes um Oeste, que não perdia havia nove jogos na Arena Barueri, Paysandu jogou sereno, tocando a bola e Nando Carandina, Rodrigo e Lucas Taylor jogaram sem medo de ser feliz!
Time de Marquinho marcava no seu campo e saia tocando a bola, e assim nasceu o primeiro gol com triangulação envolvendo Augusto Recife, Rodrigo e Lucas Taylor, que meteu cruzado da direita, rasteiro, e na trajetória a bola bate na perna de Rodrigo Sam, fazendo Papão 1 a 0, aos 12’.
Meio-campo do Oeste com Mazinho e Gabriel não articularam as jogadas devido à forte marcação de Augusto Recife, pelo setor direito, e Carandina pelo lado esquerdo.
Em jogada iniciada por Rodrigo, a bola chega em Lucas Taylor, que serve Bérgson, e este de peito de pé mete no canto direito do goleiro Rodolfo, em gol espetacular, aos 29’, com o Papão fechando o primeiro tempo com o placar de 2 a 0.
Time de Roberto Cavalo voltou para o segundo tempo com Henrique no posto de Rodrigo Sam, e passou a jogar no campo bicolor com intensidade.
Aos 16’ em jogada recuado de Lucas Taylor para Gualberto, este escorregou a bola sobrou para Robert que fez o primeiro gol do Oeste: PSC 2 a 1 no Oeste.
Com a saída de Augusto Recife para a entrada de Rodrigo Andrade, Papão perde o poder ofensivo, e o Mazinho e Gabriel dominam o setor de meio-campo.
Aí surge o segundo momento de luminosidade do técnico bicolor: tira Rodrigo, que fazia boa partida, e mete Magno para dar mais consistência ao ataque bicolor pelo setor esquerdo.
Em arrancada de Gualberto, Lucas Taylor é servido pelo lado direito e mete na cabeça de Magno, para fechar o cachão do Oeste, aos 28’: Papão 3 a 1.
E logo em seguida, em jogada iniciada por Carandina, Bérgson ao receber a bola e penetrar na área é derrubado pelo goleiro Rodolfo e o árbitro não marca pênalti claro.
Time bicolor sobe para a 14º colocação com 26 pontos.
Sábado, 19, em jogo que pode ser na Curuzu, Papão enfrentará o Paraná.
PAI
Sou como sou, espelho do seu caráter, imagem da sua consciência, reflexo da sua sabedoria, luz da sua imaginação.
Sou como sou, sua criação, sua extensão para sempre!
“Olha para mim, que eu não estou criando bandido, monstro, vagabundo! Estou criando Homem! ”
Pereirinha, obrigadinho, pelos exemplos, ensinamentos de não querer nada o que é dos outros. Com trabalho e retidão, você forjou o meu caráter.
É o que há!

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REMO DESCUMPRE PROFUT

Das seis (6) contrapartidas do PROFUT, Clube do Remo não cumpre com três (3).
Ter demonstrações contábeis auditadas. O Remo não tem ainda a prestação de contas de 2016.
Pagamento de funcionários e jogadores em dia. O Remo deve cinco (5) meses para funcionários e julho aos jogadores profissionais.
Não antecipar receitas futuras. A atual diretoria azulina comprometeu receitas publicitárias do Clube, na justiça do trabalho, até 2020. É a mais grave!
Para participar de competições ano que vem, Remo terá que apresentar Certidão Negativa de Débitos (CND).
Limite de 70% da receita bruta nos gastos com salários dos jogadores.
Investimento mínimo nas categorias de base e no futebol feminino.
São os principais pontos do PROFUT, que estão sendo questionados na Câmara dos Deputados, em Brasília.
O Remo aderiu ao PROFUT, mas não disponibiliza de recursos financeiros para pagar mensalmente R$ 42 mil. Segundo fonte real, o Clube não deixa inteirar os três meses de atraso. Paga um mês e deixa dois. Clube não pode atrasar três meses, porque se acontecer, perde tudo.
No dia 5 de julho, em residência do presidente da Câmara dos Deputados, em BSB, Rodrigo Maia, representantes da CBF, Ministério dos Esportes, clubes, federações e políticos pediram ajuda para flexibilizar a Lei do PROFUT.
De Belém do Pará estiveram presentes o presidente do Clube do Remo, Manoel Ribeiro; Maurício Bororó, vice-presidente da Federação Paraense de Futebol, e o deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA) (foto).
No retorno da capital federal, Manoel Ribeiro revelou ao blogue que se torna difícil para o CR cumprir com os encargos do PROFUT devido as dívidas trabalhistas. “Se pagar PROFUT, não paga justiça e vice-versa”, disse Ribeiro.
Em Brasília, na Câmara dos Deputados, há um movimento para mudar a lei, e o diretor de Assuntos Internacionais da CBF, deputado federal Vicente Cândido (PT-SP) é o articulador junto ao governo federal para que este edite Medida Provisória para flexibilizar o PROFUT e, consequentemente, minimizar temporariamente o problema dos clubes que não conseguiram se adaptar à lei.
Ansiosamente, Cartolas aguardam pela viabilização da MP e, assim, os clubes deverão ter mais um ano de prazo para a legalização junto à Receita Federal e a obtenção da Certidão Negativa de Débitos (CND).
Para os clubes que estão em débito com o PROFUT, surge uma luz no fim do túnel: consultado por advogados, Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, revelou que a medida é inconstitucional por ser “imposição de regularidade fiscal como critério técnico para habilitação de entidades desportivas profissionais em competições esportivas por caracterizar meio indireto de cobrança de tributos e restrições indevida ao livre exercício de atividade econômica ou profissional. ”
A maior aliada dos clubes inadimplentes com o PROFUT é a Federação Paulista de Futebol, através do presidente Reinaldo Carneio Bastos, que dos 16 clubes da série A1, apenas 9 estão regularizados.
No Pará, além do Remo, clubes do interior e ligas não têm a Certidão Negativa de Débitos (CND).
É o que há!

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PROJEÇÃO

O departamento de matemática da UFMG, todo ano, publica às projeções sobre as chances de classificação à série A, de título e os 4 mulambeiros ou “graxeiros” da série B.
Realizados 190 jogos, o Paysandu inicia neste sábado a segunda fase contra o Oeste, com 23 pontos conquistados na primeira fase, o Papão terá nove (9) partidas em casa e dez fora.
Desse total, o Papão tem que vencer sete (7) jogos em casa e trazer um ponto de fora para chegar aos 45 e ter 80% de chance de permanecer na B de 2018.
O blogue compilou a estatística da UFMG: “A partir de cálculos sobre o desempenho em casa, histórico em confrontos que dão mais ‘garantias’ a cada opção. Na segunda divisão, a média histórica de pontuação para o acesso (4º lugar), considerando as onze edições nos pontos corridos, é de 63 pontos. Nesta temporada, essa campanha tem, na pior das hipóteses, 90% de confiança. Em relação ao rebaixamento, o índice histórico para escapar, na 16ª posição, é de ’45.18’. Arredondando para 45, significa 80% de chance de sucesso. ”
Eis a projeção do Paysandu, segundo Chance de Gol e a UFMG.
PAYSANDU
Título: 0,02% a 0,32%
Acesso: 0,8% a 4,1%
Rebaixamento: 24.8% a 25.1%
A acesso (em 4º lugar), o clube necessitará entre 61 a 71 pontos.
Para permanecer na B (16º lugar), o clube precisa fazer entre 44 a 50 pontos.
Ano passado, Papão somou 49 pontos e ficou em 14º lugar. E o Oeste, com 41, escapou em 16º lugar.
 À VENDA
Está valendo: o prédio onde funciona a sede da Federação Paraense de Futebol está à venda.
Localizada na Paes de Souza, Guamá (foto), a sede da entidade está assentada em área de 26×62 e vale R$ 2.5 mi.
Após conversar com o presidente Adelcio Torres, o escritório imobiliário Mauro Guimarães é o responsável pela negociação a quem interessar.
Se a venda acontecer ainda este ano, Maurício Bororó, vice-presidente, garantiu que a entidade passará a funcionar no CEJU – Centro da Juventude, até que o novo prédio seja construído.
É o que há!

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SOLIDARIEDADE

Não existe nada tão chato quanto a verdade, diz Charles Bukowski em NOTAS DE UM VELHO SAFADO (L&PM POCKET).
Alguns leitores deste, que nasceu passatempo, mas que agora é apostolado, têm me questionado porque vivo dizendo que o Paysandu “paga suas contas na ponta do lápis”.
Outros, sobretudo críticos virulentos, dizem que sou parcial com o Remo e imparcial com as coisas do Paysandu.
Vivo em busca de fatos, tento desnudar as intimidades dos fatos, como por exemplo: a proposta de compra da área da piscina da sede bicolor e as entranhas do Remo na justiça trabalhista.
Abro parêntese: a proposta de compra da área da piscina nos fundos da sede bicolor será motivo de “batalha” jornalística entre O LIBERAL e o DIÁRIO DO PARÁ. Fecho parêntese.
Os leitores dos dois jornais ficarão num fogo cruzado sem saber quem divulga a verdade. Este blogue, que sempre primou pelos fatos, afirma que ao Paysandu não interessa “comprar patrimônio às adjacências da área e nem vender parte do seu imóvel”.
Os torcedores, principalmente os do Clube do Remo, são enganados diariamente por repórter inescrupuloso que está mais para “palhaço de loja” que verdadeiramente repórter. É “marqueteiro” de si mesmo.
Tenho sido um FDP devido a minha ousadia em alertar que o dia que o Remo cuidar e vender sua própria marca, a instituição deixará de viver nas mãos de agiota, e nenhum endinheirado fará “vaquinha” para ajudar o Filho da Glória e do Triunfo.
A desgraça do Remo é a terceirização das vendas da sua marca! O Remo não tem controle da quantidade de camisas que são vendidas pelos atravessadores.
É fato! A LOBO é a empresa que mais vende roupa com as cores do Paysandu. Não é à toa que a LUPO quer tirar do Clube a marca. O processo está na justiça paulista e o departamento jurídico do Papão estar antenado com o caso.
É real! No mês de junho, Paysandu terminou de pagar 600 mil reais para Gilson Grazotin, do tempo de Geral do Rabelo. O Mancha, que passou 14 anos comandando a base bicolor, recebeu 660 mil reais em acerto com o ex-presidente Alberto Maia, e ontem o Clube depositou R$ 114.500,00 (cento e quatorze mil e quinhentos reais) na 6ª Vara-TRT-PA, de acertos com Arinelson e Jobson e o projeto conciliar.
De onde vem toda essa dinheirama? Da venda dos produtos LOBO. Antes de deixar o Paysandu, Sérgio Serra revelou: “Na ponta do lápis, Paysandu paga seus compromissos em dia”. E foi confirmado pelo presente Tony Couceiro.
O dia que o Remo lançar a sua própria marca, o Clube paga o que deve e não atrasa pagamentos de funcionários e jogadores.
Diante da situação de penúria que vivem os funcionários do CR, um grupo de empresários reuniu na noite de terça-feira, 8, em restaurante da Braz de Aguiar, e uma conta será aberta em agência bancária e – mensalmente – cada um doará 300 reais para que o montante seja repassado à diretoria azulina e esta pagar funcionários.
É a solidariedade de quem tem,  ajudando os que necessitam ter em dia seus salários.
É o que há!

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NÃO COMPRA E NÃO VENDE; ENDINHEIRADOS FAZEM “VAQUINHA”

A proposta de compra da área da piscina da sede bicolor mexeu com o mundo esportivo belenense e até com a consagradíssima coluna REPÓRTER 70, de O LIBERAL.
“A diretoria do Paysandu está querendo comprar, na avenida Braz de Aguiar, um imóvel que dá fundos para sua sede…”, diz a nota em seu primeiro parágrafo. Não é verdade!
O blogue, desde o momento que teve acesso ao documento da proposta de compra, protocolado na secretaria do CONDEL, às 10h20, de segunda-feira, 7, consultou beneméritos, grandes beneméritos de alto coturno dentro do Paysandu e todos foram categóricos em afirmar que “o Paysandu não tem interesse em comprar nada e muito menos vender o seu patrimônio”.
“Não será na administração Tony Couceiro que o Paysandu irá perder parte do seu patrimônio”, revelou-me Lobo de fina pelugem.
A diretoria alviceleste ratificará ao CONDEL que não há interesse em vender área da piscina, na parte de trás da sede alviceleste, na avenida Nazaré.
PROMESSA NÃO CUMPRIDA
Enquanto os diretores azulinos não se decidirem a cuidar do patrimônio do CR, a instituição viverá nesta pindaíba financeira. Falta propósito aos cartolas!
Urgentemente, o Remo tem que cuidar da sua marca. O Remo tem que tirar das mãos de terceiros a venda da sua marca. Enquanto o Paysandu ganha 79 reais por venda de cada camisa, o Remo recebe míseros 12 reais. É um descalabro! É um prejuízo danoso à instituição!
Jogadores azulinos deram o aviso domingo contra o Confiança e ratificaram este estado de coisa na tarde de terça-feira, 8, ao não entrarem em campo para o treino.
Sexta-feira, 4, o deputado Milton Campos telefonou para Eduardo Ramos dizendo: “Eduardo, fala para a rapaziada que terça-feira, 8, nos pagaremos o mês de junho. Já tem dinheiro! ”
Terça-feira, 8, na concentração azulina, no Baenão, jogadores esperaram pelo deputado Milton Campos, que não mostrou a cara e nem deu explicação via “uatizap”. Em represália, jogadores não entraram em campo para o treino.
Carlos Gamos chefiando a delegação remista, que vai a Alagoas para o jogo de sábado contra o CSA, fez Marco Antônio Pina e Sergio Dias, os diretores de futebol do Leão Azul, ficarem irresolutos.
Endinheirados remistas reuniram à noite de terça-feira, 8, em restaurante da Braz de Aguiar e decidiram meter a mão no bolso e doar “vaquinha” à diretoria para que pague o mês de junho aos jogadores azulinos.
É o que há!

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R$ 2 MI PELA ÁREA DA PISCINA DA SEDE BICOLOR

Há quem queira comprar a área da piscina da sede bicolor, na Avenida Nazaré.
Corretor de imóveis Mauro Guimarães protocolou na manhã de segunda-feira, 7, proposta de R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais), na secretaria do CONDEL (Conselho Deliberativo) do Paysandu Sport Club.
Dizem que é um vizinho endinheirado.
Na área de 25×40 (1000m²) está assentada a piscina de 25×12,50, que foi construída em 1953 pelo então presidente bicolor, Valdemar Valério, e conselheiro alviceleste Aluísio Chaves.
Com verba disponibilizada, em 1973, do Ministério da Educação e Cultura, e que contou com a ajuda do ministro Jarbas Passarinho, a diretoria bicolor da época fez reforma completa da piscina e construiu deque.
A escolinha da natação bicolor passou a funcionar no local, e, aos sábados, domingos e feriados, a piscina, bar e restaurante funcionavam e atendiam sócios do Clube, que iam ao local para momentos de lazer. Inclusive com música ao vivo.
À época do presidente Rui Sales, de 1991 a 1994, a piscina, aos finais de semana, era bem frequentada pelos sócios.
A partir do presidente Geraldo Rabelo o espaço perdeu a sua finalidade e hoje está abandonada.
Grande benemérito Antônio Couceiro revelou ao blogue que já se pensou em demolir a piscina e construir uma quadra de futsal para a escolinha bicolor, mas o espaço “é exíguo para retirada do material pesado”.
“É muito complicado porque o entulho é pesado e corre-se o risco de danificar o piso da quadra de basquete, mas a proposta deve ser apresentada à diretoria”, informou Couceiro.
À tarde de segunda-feira, 7, o presidente do CONDEL, Paulo Maciel, repassou a proposta ao presidente da diretoria bicolor, Tony Couceiro, que, em conjunto com seus pares de diretoria, dirá se aceita ou não.
O blogue se antecipa e, pelo que apurou entre alguns grandes beneméritos, beneméritos e conselheiros, dificilmente o patrimônio bicolor será vendido na administração de Tony Couceiro.
O corretor Mauro Guimarães disse ao blogue que o endinheirado tem “baba” para pagar na hora que o Clube apresentar a documentação, mas que o interessado é “segredo de estado”.
É o que há!

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