É PROIBIDO FUMAR

Maia garante que na Curuzu lei antifumo será respeitada

“É proibido fumar/Diz o aviso que li/É proibido fumar/Pois o fogo pode pegar…”, diz letra do cancioneiro popular.
A partir de cinco de janeiro não será permitido fumar no estádio “Leonidas Castro”. “Pois é, finalmente, a lei veio em boa hora, e na Curuzu serão colocados avisos para que os fumantes obedeçam a lei”, afirmou o presidente Alberto Maia.
Embora assuma o comando bicolor dia 5 de janeiro, Alberto Maia  trabalha incansavelmente para que o clube tenha uma estrutura sólida para encarar as várias competições que participará em 2015: campeonato paraense, Copa do Brasil, Copa Verde e Série da Esperança do Brasileiro, a “B”.
A GIL PUBLICIDADE é a nova parceiro do Paysandu Sport Club, segundo o presidente bicolor é esta conceituada emprersa de publicidade que venderá a marca Paysandu. “Já está tudo definido entre o clube e a empresa. Vamos profissionalizar todos os setores do clube, i nclusive o marketing, que terá importãncia primordial para que possamos ter fortes parceriais”, acrescentou o presidente bicolor.
Maia revelou ao blog que reuniu com todos os diretores e colaboradores e pediu que os mesmos mantenham-se unidos e que a preferência dos fatos que acontecem no clube sejam veiculados no site bicolor e que futuramente os sócios torcedores do Paysandu receberão em seus celulares tudo que for considerado notícia. “Espero que a imprensa entenda o nosso interesse em veicular primeiro no nosso veículo e forçar vocês visitarem a nossa página virtual”, disse.
Sobre o caixa zerado que receberá do presidente Wandick, revelou Maia que sabe, mas que está feliz por saber que ninguém baterá à porta do seu gabinete pra cobrar dívidas contraídas pela diretoria de Wandick.
É necessário que o sócio torcedor entenda que a colaboração dele é importante neste momento. Não é só quando o clube está jogando, agora é essencial a adimplêrncia para que possamos contratar jogadores que estejam dentro do nosso planejamento. Não vamos fazer contrataações além da capacidade financeira do Paysandu, garantiu o presidente.
Se fumar não será permitido no ambiente da Curuzu, em contrapartida, diz o presidente, o torcedor poderá deliciar uma chapa de frios, de filé com batatas, picolé de qualidade, água, refrigerantes pois o serviço será terceirizado. “Estamos conversando com uma excelente rede de restaurante para oferecer este tipo de serviço ao nosso torcedor”, concluiu Maia.
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ZÉ TEODORO ACERTA COM CR

Zé Teodoro chegou pro CR dizendo que é "estudioso" do futebol

 Goiano Zé Teodoro, 51, chegou às 11h40 e do aeroporto foi à sede do Clube do Remo disse Teodoro.
No aeroporto, aos repórteres, enfatizou que é “estudioso” e que com a internet sabe o que se passa nos clubes.
“Sei o que tem o time, mas preciso ver e analisar os jogadores que estão no clube”, disse.
Zé Teodoro escorregou quando se referiu ao Remo como o clube de ”camisa azul e branco.”
Técnico definiu contrato e retorna nesta sexta-feira, 19, a Goiania para voltar a Belém dia 4 de janeiro para inicar temporada no Baenão.
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OS CAVALEIROS DO APOCALIPSE

Personificação dos cavaleiros do apocalipse (google)

Peste, Guerra, Fome e Morte são os quatro cavaleiros do apocalipse bíblico.
Peste está inserida nas doenças mortais.
Guerra é ver inimigos.
Fome afeta desejos e vícios humanos.
E a morte tem controle sobre nossas vidas.
Há quem diga que a arte imita a vida.
Oscar Wilde dizia que a vida imita a arte muito mais do que a arte imita a vida.
Quem me acompanha no rádio, no tuiter e no face sabe que eu, no início da temporada, citava os “cavaleiros do apocalipse”, porque não acreditava no que via e ouvia sobre a “nova arena da Amazônia”, as contratações aberrantes, “33” etc.
Os dias passaram e vi também que se de um lado os “cavaleiros” pregavam ilusões aos milhares de seguidores, do outro lado da avenida, outros “cavaleiros” anunciavam, pra comemorar data festiva, sessão no Teatro da Paz, Livro do Centenário. Ressuscitaram uma banda! Não passou de engodo!
Hoje, no final da temporada, percebo que os quatro “cavaleiros do apocalipse” do nosso futebol estão evidenciados nas personagens de POLÍTICO, MENTIROSO, MARQUETEIRO “RABO DE CABRA” e PIRANGUEIRO. São as 4 pragas do pobre futebol paraense em 2014.
O político se enrolou com a bandeira do clube, a fim de conquistar ascensão na carreira; humilhou adversário; tirou jogador do concorrente; comprou fiado, derrubou casa de pobre cadeirante e não pagou, e, como se não bastasse, arrebentou patrimônio do clube. Embusteiro.
“Enquanto ele ficar enganando meu pai, ele não terá futuro”, revelou uma das filhas do pobre coitado enganado.
O mentiroso se configura na pessoa de repórter de rádio que alardeava que o político transformaria o estádio na melhor arena da Amazônia. O estádio está destruído, sem iluminação, o gramado de qualidade duvidosa e os vidros (alguns) já estão rachados. É um “Castigado”.
Marqueteiro “rabo de cabra” não teve visão de a instituição homenagear a figura do seu maior atleta que empresta seu nome ao clube; faltou inteligência a este “rabo de cabro” (que é professor de marketing – coitado dos alunos) pra produzir em DVD a única vitória da instituição ao ar livre – o carnaval.
E finalmente, o pirangueiro, o “desmantelado da pasta preta”, useiro e vezeiro em servir, num passado não muito distante, corrupto, que em nome da instituição pirangou de salgadinhos a cifras dos endinheirados.
Infelizmente, os amantes que impulsionam as nossas duas maiores “locomotivas” desconhecem esses indigestos “cavaleiros” beócios que pensam em si e não nas instituições.
Advogado e jornalista “Crítico dos Críticos” Hamilton Gualberto, da Liberal, questionou se é fato jornalístico (se merece ser noticiado) alguém viajar pra entregar medalhas aos confrades de centenário e indagou: “Cadê Suiço?”. São aproveitadores!
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NO BICO DO URUBU

Albani, quando lembra que foi humilhado no CR, chora

Quando lembra de um dia do ano de 1993 que disseram que ele não poderia ser diretor do Remo porque era camelô, Albani Pontes, 49, empresário, fica com a voz embargada e olhos vermelhos de lágrimas.
“Eu e o Minowa sempre fomos humilhados no clube que amamos. Eu porque fui camelô e o Minowa porque não sabe se expressar, mas quando batem a minha porta eu sempre ajudei o clube. Eu tenho uma confissão de dívida de um ex-presidente no valor de R$ 177 mil e é doutor. Tenho 150 funcionários na minha empresa e nunca bati ponto no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) porque trato bem meus amigos que me ajudam a ganhar dinheiro, mas quando lembro dessa presepada me arrepio, mas quem nos humilhou está no bico do urubu”, sentenciou
Há quem diga que Albani não goza da simpatia de muitos “cardeais”, porque fala o que pensa e quando tem que falar, fala na lata. Não é homem de meias palavras. “Como não sou bem visto no clube se na primeira eleição fui o 2º mais votado(398 votos) – só perdi para o Bororó -, e agora fui o 5º num bolo de mais de cem candidatos”, indaga.
Na tarde de terça-feira, 16, o novo diretor de futebol do Clube do Remo recebeu no Baenão o empresário Paulo Oliveira, que tratou da participação do Remo no torneio internacional, em Belém, no mês de janeiro, e em seguida conversou com o advogado Marco Antônio Pina, “Magnata”, que estará no Baenão ao lado de Albani.
“Recebi convite dos dirigentes, mas preciso descansar e em janeiro posso dedicar um pouco do meu tempo ao Clube do Remo”, confirmou “Magnata”, que poderá ser o representante do Leão Azul na FPF.
Albani Pontes chegou no Remo em 1993 e desempenhou a função de diretor de patrimônio de Raimundo Ribeiro, depois diretor de futebol de Roberto Porto e Hamilton Gualberto e de Sérgio Cabeça de quem não prefere falar… “Eu vivo 22 anos dentro do Remo e nunca meti a mão em dinheiro do clube. Pelo contrario, sempre deixei e nunca cobrei, agora, é claro, tenho provas. Um presidente passou a perna em mim e eu fiquei chupando o dedo, e este mesmo cara é abraçado por todos dentro do clube”, garante.
O novo diretor, antes da apuração da eleição, recebeu apoio de Manoel Ribeiro e Ubirajara Salgado que declararam que “se o Minowa vencer, você tem que ser o diretor de futebol” e isso o fez ficar alegre, mas reconhece que algumas pessoas não o toleram “porque escreveu, não leu é analfabeto”.
“É um tiro curto e certo. Se deu certo deu, se não deu, ele pega o rumo dele e eu o meu. Ou trabalha com seriedade ou não trabalha comigo. Tenho 26 anos nesta minha empresa e nunca pisei no Tribunal do Trabalho. Pago todos eles corretamente e quando tem problema paramos e acertamos. E assim será no Baenão. Já falei pra Minowa e Henrique Custódio que não trabalho com Emerson Dias, que ele resolva seu problema no departamento jurídico. No Baenão, perto de mim, eu não quero, ele tem que procurar o rumo dele. Fizeram um contrato errado com ele. Taí o pepino pra nova diretoria, mas comigo não quero ele do meu lado”, asseverou
Outro problema que Albani fez questão de ressaltar aos dirigentes é que o material (chuteira, tênis, camisa, shorte, meião, roupa de treino) tem que ser estocado na sala de material do Baenão. “Tem que ficar no Baenão. É lá que o time treina e o diretor de material é o Miguel Costa”, revelou.
Além de Miguel Costa, Albani elogiou caráter e aplicação profissional de Eliezer (que voltará a ter acesso à senha do clube junto à CBF), Fernando Oliveira, cozinheira Nazaré, “Japonês” (cuida da grama), porteiros e o “Mudinho”.
Todos os contratos de comissão técnica (técnico, auxiliar e preparador físico) e jogadores passarão pelo Departamento Jurídico do Clube do Remo.
Pedro Minowa, Henrique Custódio e Albani terão a responsabilidade de contratar com aval do treinador que deve ter nome anunciado dentro das próximas horas.
Albani encerrou a reportagem declarando: “O ‘Maganata’ é meu amigo há muito tempo, mas disse a ele que trabalharia para o Minowa, porque fomos muito humilhados dentro do Remo. Eu tenho essa mágoa dentro de mim, porque a pessoa que disse que eu não poderia ser diretor do clube, porque era camelô, ele nunca deu um centavo pro Remo. Fui camelô, sim, e hoje tenho o que tenho e não devo nada pra ninguém e nem baterão a minha porta. Zé, eu chorei agarrado com Minowa, porque a gente sabia que eles disseram que enquanto eles fossem vivos nem eu e nem o Minowa seria presidente do Clube do Remo. Zé, é triste a gente ser humilhado por pessoas que têm formação jurídica, médica; nós não temos diplomas, somos simples comerciantes… Pirão, vou trabalhar pro Minowa, porque eles estão do teu lado.”
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EXCLUSIVO

Do acordo no dia 15.01.2014 na Corregedoria do TRT

 

Do acordo em 15.01.2014 em que o presidente Pirão se comprometeu pagar 120 mil reais todo dia 17 de cada mês e que pagou 4 parcelas (fevereiro, março, abril e maio) e não quitando o restante.

Post segue abaixo…

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EXCLUSIVO 2

Intimação ao Clube do Remo

Mandados de bloqueios
Assinaturas dos advogados
Endereço ds empresas

Advogados Carlos Kayath e Henrique Lobato mandaram documento à Corregedoria do TRT e à 13ª Vara sobre bloqueios de cotas de publicidades do CR do exercício 2015.

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SECRETARIA LACRADA

Vice-presidente Henrique Custódio revelou que secretaria do CR foi lacrada

No programa SHOW DE BOLA (Rádio Marajoara) o vice-presidente remista, Henrique Custódio, revelou que pediu a chave da secretaria do clube ao funcionário Mário Sérgio.
Que PC Gusmão não vem mais pro Baenão em virtude de convite recebido de dirigente do Qatar.
Ex-vice-presidente Marco Antônio Pina foi convidado a continuar trabalhando pelo clube, no Baenão.
Que a prioridade esta semana é pagar funcionários do clube, conversar com advogdos Henrique Custódio e Carlos Kayath, tranqulizar dona Nazaré (moradora havia 33 anos da área do carrossel) e conversar com procuradora do “seu” Lulu, dono do terreno da Mercês, que Pirão comprou e não pagou.
E que o Baenão será reformado por empresa que fará parceria com a diretoria.
Em síntese, a entrevista de Henrique Custódio no SHOW DE BOLA:
SB – Chave da secretaria do clube?
HC – Correto. Chegamos com Mário Sérgio e pedimos as chaves e ele nos passou, mas decidimos que ele continuasse, mas hoje de manhã (domingo) fomos lá e vamos mudar as chaves. É uma nova gestão
SB – Quem comandará o setor?
HC – Agnelo, Ricardo Castro, o João e lacramos o setor pra fazer inventário. Vamos fazer levantamento do material. Tem muito material. É uma nova gestão!
SB – Mário Sérgio continuará?
HC – Continuará. Ele é funcionário do clube, mas é claro que terá uma nova coordenação geral do CR, que será o doutor Cláudio Jorge. Ele será o diretor geral do CR com sala na sede.
SB – Baenão?
HC – Dois diretores: coronel Maroja e o doutor Cláudio Bernard.
SB – Diretor de segurança?
HC – Deve ser um militar com capacitação em segurança. Vou conversar com Minowa sobre o nome.
SB – Salários dos funcionários?
HC – É meta prioritária da semana que começa. Pagaremos 13º. Vamos fazer levantamento de recursos pra quitar. Até o dia 23 temos que ter esses recursos pra pagar.
SB – Técnico de futebol?
HC – Nesta segunda-feira vamos sentar com o presidente Minowa. PC Gusmão recebeu convite do Qatar e os dirigentes querem que ele fique por duas temporadas, mas temos um outro nome forte que não pretendo revelar.
SB – Executivo de futebol?
HC – Estamos em negociação com o Gustavo Mendes. Estamos fechando a parte financeira com ele e eu acredito que ele virá para profissionalizar este setor do Remo. E eu convidei o “Magnata” a continuar trabalhando pelo Remo.
SB – 1º título?
HC – No sub-15 do futsal, hoje (domingo, 14). O CR foi campeão. E os diretores continuarão.
SB – Emerson Dias?
HC – Ele tem contrato até final de 2015. Eu e o Minowa precisamos ver este contrato. Será visto com calmo com o nosso jurídico.
SB – Jurídico?
HC – Nelson Tupinambá será o diretor e o doutor Hamilton Guedes, Evandro, Hermes Tupinambá, Pedro Tupinambá. Será um grupo de advogados.
SB – André Cavalcante?
HC – Conversarei com o presidente Minowa pra ver a possibilidade de permanecer com André porque ele é valoroso.
SB – Dona Nazaré que mora na área do carrossel havia 33 anos?
HC – Jamais trataremos mal esta senhora idosa. Em hipótese alguma deixaremos ela desamparada.
SB – Terreno da Mercês (“seu” Lulu) que o Pirão derrubou a casa e não pagou?
HC – É trabalho para o nosso departamento jurídico. Vamos chamar a família e temos que resolver.
Abro parênteses: No domingo de manhã, a Sulamita, procuradora, telefonou pro Pirão e este disse que perdera a eleição, mas que conversaria com Minowa, segunda-feira, 15, sobre o tema.
SB – TRT?
HC – Marcamos para amanhã (segunda-feira, 15) reunião com os advogados do Remo pra justamente ver esta situação de dívidas do CR na Justiça do Trablho. Vamos reunir amanhã cedo. Vamos ter que resolver este problema. Temos que fazer planejamento de pagamento.

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“CARDEAIS”, JA ERA

Minowa e Henrique Custódio recebendo cumprimentos

Robério, presidente da AG, anunciando Minowa, presidente

Minowa resistiu, insistiu, persistiu e acabou com a era dos “cardeais” azulinos.
No dia 8 de novembro Pedro Minowa ganhou de Pirão por uma diferença de 18 votos.
Minowa obteve 647 votos e Pirão, 629. Mas, como a eleição foi nula, Minowa não foi empossado. Injustiça!
Passados 35 dias, sócios remistas fizerram justiça ao consagrar Pedro Minowa, 75, presidente do Clube do Remo com 882 votos, contra 691 de Zeca Pirão. Este não teve a altivez de reconhecer a derrota. Foi embora sem cumprimentar os vitoriosos.
Coube ao seu vice, advogado Marco Antônio Pina, a sensibilidade de abraçar e parabenizar Pedro Minowa e Henrique Custódio logo que às urnas deram a vitória a chapa 2.
Os anais do Remo não podem deixar de registrar a data 13 de dezembro como um marco na hisrtória do clube: um dia em que sócios, beneméritos e grandes beneméritos consolidaram a democracia no Filho da Glória e do Triunfo.
Altemar Paes, Pedro Lima, Robério D’oliveira, Zeca Pirão, Marco Antônio Pina, Pedro Minowa, Henrique Custódio e Hamilton Guedes foram as vigas do momento histórico em que viveu o Clube do Remo no sábado, 13 de dezembro.
Agora, é hora de desarmar palanques e todos trabalhando pelo sucesso do Clube do Remo.
Henrique Custódio anunciou a contratação do técnico PC Gusmão. É um baita nome! De imediato, o vice se dirigiu ao secretário azulino, Mário Sérgio, que trabalha havia 21 anos como secretário do clube, e pediu a chave da sala. Obediente, Mário entregou ao novo mandatário!
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LEMBRANDO DO “MALUCO BELEZA”

Administrativamente, este trio quebrou estigma de que liso não pode ser cartola

Administração Wandick-Serra à frente dos destinos do Paysandu ultrapassa fronteiras do Estado do Pará.
Jogadores que rescindiram com o clube espalham, no boca a boca, que o Paysandu paga em dias.
Roger Aguilera não está encontrando dificuldades de fechar com novos atletas para a temporada 2015, porque sabem que o clube cumpriu com suas obrigações com os que jogaram em 2014 no Paysandu.
Departamento de Esportes da TV Verdes Mares (Fortaleza) procurou Wandick para reportagem sobre a administração bicolor nos anos 2013/2014.
No período que comandou o Papão, Wandick pagou R$ 5,5 mi de dívidas de administrações passadas: no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) o clube pagou R$ 2,5 mi. E 3 milhões de reais de dívidas com hotéis, imobiliárias (apartamentos para jogadores e técnicos), concessionárias de carros, empréstimos juntos a “factory”, dívidas com ex-jogadores Zé Augusto e Lecheva.
Empréstimo de R$ 150 mil junto a empresa de Elmar Saúde, do tempo de Luis Omar, foi quitado. Elmar Saúde, embora esteja com a saúde debilitada, confirmou que continuará comandando as finanças do Papão.
As parcelas dos acertos com Jobson e Arinelson, Wandick confirmou que às do mês de novembro serão depositadas no TRT na semana vindoura. “Já conversei com os dois – Jobson e Arinelson – e o doutor Henrique Lobato e eles entenderam o problema”, disse.
Paysandu pagou 13º salário de funcionários na sexta-feira, 12. “Não deixo dinheiro em caixa para o Maia, mas também ninguém baterá a porta do seu gabinete para cobrar dívidas da minha administração”, revelou Wandick.
No mês de dezembro o sócio torcedor rendeu ao Papão R$ 300 mil e nos primeiros dez dias do mês de dezembro, 100 mil reais. “É a salvação da lavoura”, disse Serra.
O projeto Meu time, minha luz rendeu ao Paysandu 120 mil reais, o que deu pra abater nas contas de luz da Curuzu.
Wandick, Serra e Elmar Saúde acabaram com o estigma de que liso não pode comandar clube de futebol. “Queira! Basta ser sincero/ E desejar profundo/Vocé será capaz de sacudir o mundo.”
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RONALDO NÃO ESCALAVA GOLEIROS

Ronaldo (centro): "Eu não escalava goleiros. Estou triste!"

“É um dos pontos que pode ter mudanças no Paysandu. A gente terá calma, vamos conversar com ele porque o Mazola passou uma situação pra gente e vamos passar a ele o raio-x que o Mazola passou pra gente, porque são algumas ponderações de um técnico que passou por aqui o ano todo e acho que vale a pena ele conhecer o que aconteceu de certo e errado que aconteceu por aqui, e coisas que está dentro da viabilidade do clube, a gente vai fazer. A gente tem que mudar a filosofia do futebol aqui na Curuzu. Temos que trabalhar com o pé no chão”, longa expressão dita pelo diretor de futebol do Paysandu, Roger Aguilera, quando da apresentação do técnico Sidney Moraes, na Curuzu, segunda-feira, 8, e inquirido pelo repórter José Maria Trindade sobre preparador de goleiros.
E disse mais: “É um dos pontos que a comissão técnica já tinha passado pra gente e nós estamos analisando e vamos fazer as mudanças devidas e já tem nomes que estamos trabalhando e não é de Belém, mas com tranquilidade nós vamos fazer estas mudanças na comissão técnica do Paysandu”, afirmou Roger Aguilera.
Portanto, o técnico Mazola deixou relatório pra diretoria indicando falhas na preparação dos goleiros e que a diretoria resolveu acatar, e vai trazer de fora do Estado um profissional pra trabalhar os goleiros bicolores na temporada 2015.
Quarta-feira, 10, 17h, chego no Bar do Costinha e encontro Ronaldo, o preparador de goleiros do Paysandu, 39, dizendo o seguinte: “O Vica quando chegou disse: Ronaldo, treina os goleiros, mas quem escala sou eu. O Mazola disse-me que o titular seria o Paulo Rafael, e este estava passando por problemas familiares. O técnico Mazola é de temperamento forte, mas conversava com a gente, agora, se ele deixou este relatório, fico decepcionado com ele porque ninguém sabe o que se passava na Curuzu”, revelou Ronaldo Willis Dias, 39, que como goleiro ganhou nove (9) títulos vestindo a camisa 1 do Paysandu.
Em junho de 2012, Ronaldo deixou de ser goleiro titular do Paysandu e se integrou a comissão técnica bicolor como o responsável pela preparação dos goleiros no período de 2 anos: João Ricardo, Dalton, Zé Carlos, Paulo Rafael, Paulo Wanzeler, Marcelo e Matheus passas
O blog fez indagações a Ronaldo. Eis:
TT – Se preparou pra ser técnico de goleiros?
RW – Fiz estágio no Atlético Mineiro com o professor Chiquinho e com ele aprendi a dividir bem o trabalho. É claro que sou novo na profissão, mas adquiri experiência muito grande.
TT – E o estigma que Ronaldo não sabia sair do gol?
RW – A gente tem que avaliar com muito cuidado. É verdade! Eu escutei muito isso! Em Mato Grosso, em duas temporadas, eu fui escolhido o goleiro das temporadas, e o goleiro que melhor fazia cobertura dos zagueiros. Eu não me via, no Paysandu, como goleiro que não sabia sair do gol. Realmente, dentro da pequena área a bola é do goleiro, mas nem toda bola (ela tem um tempo) não dá pro goleiro saí. É preciso analisar com muito cuidado! Tem goleiro que não tem problemas nessas bolas, mas há quem tenha dificuldades nessas bolas. A solução é treinar diariamente pra que ele melhore.
TT – Goleiros massacrados no Paysandu.
RW – É verdade! Mas havia 6 meses o Matheus foi o melhor goleiro do campeonato. Os goleiros contribuíram muito pra campanha do Paysandu no Brasileiro. Na semifinal da Copa Verde, o melhor foi o Matheus; Nos pênaltis, em Brasília, o Matheus pegou o 1º e o Lima perdeu. É muita injustiça!
TT – O rodízio de goleiros?
RW – Não foi bom para o time. Não foi bom pro meu trabalho. O certo seria firmar um goleiro. A gente não conseguiu fazer isso por opção do treinador.
TT – Exemplo?
RW – O Vica chegou no clube e a primeira coisa que ele falou pra mim: “Ronaldo, treina os goleiros, mas quem escala sou eu”. A minha opinião não era importante. O Douglas chegou aqui 6 meses sem jogar e com percentual de gordura de 18%. O Vica falou que queria o Douglas para o sábado e eu disse que não tinha condições. “Não interessa, a responsabilidade é minha; eu quero colocar ele pra jogar”, disse Vica. O Douglas estava fora de forma, mas ele, o Vica, colocou pra jogar. A responsabilidade foi dele, não minha.
TT – Paulo Rafael?
RW – Infelizmente, o Paulo teve altos e baixos na competição e principalmente na fase final do brasileiro. Ele teve falhas individuais, mas aí é o que te digo: quando a opinião da gente é válida, temos que colocar a cara a tapa. Em nenhum momento eu fui sondado qual o melhor goleiro para o momento do final do campeonato brasileiro. O Douglas se machucou e ficamos com Paulo Rafael e Matheus, então neste momento quem decidiu quem ia jogar no gol foi o Mazola, que preferiu Paulo Rafael. “Ronaldo, o Paulo Rafael vai jogar”, disse Mazola. Tudo bem! Eu entendo que é um direito que o técnico tem de escalar o goleiro que ele quer. E eu respeitei.
TT – Ficas calado?
RW – Eu fico triste em analisarem a falta de um goleiro e colocarem a responsabilidade sobre o treino dele. A gente sabia que recentemente o Paulo perdeu a mãe. Ele falou que foi falha individual. Acabou respingando no nosso trabalho.
TT – Mazola?
RW – A escalação de Paulo Rafael foi uma decisão dele. A única vez que o Mazola me perguntou quem deveria escalar no gol foi naquele ato de indisciplinas do Paulo Rafaele e Capanema que ele me perguntou quem escalar: “Coloque o Douglas”, confirmei.
TT – E o relatório do Mazola sobre preparador de goleiros?
RW – Eu vejo com tristeza! Vejo como injustiça isso que o Mazola fez! Ele não pode reclamar do suporte da comissão técnica da casa. Eu, Rogerinho e os outros sempre demos o melhor pra ajudar ele. Eu sempre procurei ser sincero com ele. Vejo com estranheza e injustiça. Ele não pode reclamar que faltou qualidade no meu trabalho e que faltou empenho. É injustiça a gente colocar a culpa em cima de uma posição (goleiro). Fico muito triste!
TT – Mazola é fácil?
RW – É claro que Mazola não é fácil de lidar com ele. Ele é um cara bem difícil. Ele é exigente no trabalho e no dia a dia (algumas pessoas pensam) ele exagera, a gente que trabalhava o dia a dia com ele sabe que não era fácil a convivência com ele. Ele tem temperamento forte. Ele cobra muito. Ele quer sempre o melhor e a gente se adaptou rápido ao trabalho dele. Eu entendo que o Rogerinho foi um profissional fundamental para o trabalho dele na Curuzu. Ele reunia com a gente e ouvia as nossas opiniões. O Rogerinho passava todas as informações pra ele.
Para Ronaldo, Paysandu vive um ótimo momento por ter uma diretoria preocupada com a estrutura do clube e com a responsabilidade de pagar em dias os profissionais.
Opinião do palpiteiro: em vez do Paysandu trazer profissional de fora (pagando altos salários, passagens e moradia), o clube deveria investir em Ronaldo, Rogerinho, Fernando Silva (que é o melhor preparador físico do Estado do Pará) por ser mestre e estudioso da matéria. Taí a verdade sobre as falhas de goleiros. Paulo Rafael no dia do jogo contra Macaé perdeu a mãe e foi pra debaixo da trave. O excelente técnico Mazola não ouviu o preparador Ronaldo.
É o que há!

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