AÇÃO DE GRAÇA

Ao comando de Maia, diretoria bicolor agradece a Deus em missa de Ação de Graça

A grande maioria dos dirigentes esportivos belenenses é religiosa.
Aos domingos, 7h, Miguel Alexandre Pinho, ex-presidente bicolor, todo de branco, era um dos fervorosos devoto de Nossa Senhora de Nazaré, na Basílica Santuário.
Ubirajara Salgado até hoje faz parte da Congregação Nazarena.
Luís Omar, quando estava em Belém, não perdia a novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Os dois atuais comandantes das “locomotivas”, advogado Alberto Maia e empresário Pedro Minowa, são católicos. Minowa e Maia falam muito em Nossa Senhora de Nazaré.
Alberto Maia congrega na Igreja de Santo Antônio Maria Zacarias, na 9 de Janeiro com Boaventura da Silva, bairro do Umarizal.
Na noite de sábado, 24, presidente do Paysandu Sport Club, advogado Alberto Maia, levou toda a sua diretoria à igreja de Santo Antônio Maria Zacarias para agradecer a Deus pelo quadriênio da Novos Rumos ao comando do clube que deu às maiores glórias ao futebol da Amazônia.
“Missa de Ação de Graças para que Deus continue nos iluminando. Tenho por princípio de que sem Deus não somos nada e os membros da diretoria estão aqui, e isso é um agradecimento a Deus pela oportunidade que ele nos dá de conduzir o Paysandu, que é uma tarefa difícil, e vamos pedi forças a ele para que nós possamos continuar esta caminhada”, rogou Maia.
Discernimento, tranquilidade e a saúde do diretor financeiro do clube, Elmar Saúde, que encontra-se acamado, é o que pede Maia e os demais diretores rogam à Nossa Senhora de Nazaré. “Todos os diretores são importantes no clube e o Elmar é um deles, mas ele está doente e esta Ação de Graças é para ele, também, para que Deus lhe dê saúde. A seriedade e a honestidade de Elmar são importantes ao Paysandu”, disse.
Com relação a denúncia do cel.-PM Artur, Comandante do Policiamento Especial da Capital, de que no Paysandu “há gente importante” que foi envolvida em flagrante policial de ingressos falsos, Maia não nega, mas afirma que não foi “gente importante” e sim uma pessoa que trabalhava na Curuzu quando dos jogos de forma terceirizada.
“Tomamos todas as providências e esta pessoa não faz mais parte dos que trabalham para o clube de forma terceirizada, mas segunda-feira enviarei ao coronel Artur expediente pedindo para que ele me revele quem é esta “pessoa importante” que é para eu tomar providências, mas afirmo que na minha diretoria não tem ladrão. São pessoas honestas que dão ao clube um pouco do seu tempo”, concluiu presidente bicolor.
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CORRUPÇÃO

Cel.-PM Artur revela aos presentes, no MP, como CR e PSC são lesados

“Estou de saco cheio porque não se cria padrão de organização no RE-PA. O Paysandu é organizado; no Remo tem gente ganhando dinheiro.”
A expressão carregada de insatisfação é do Promotor Público, Domingos Sávio, que havia oito anos comanda reuniões no Ministério Público com todos os representantes dos órgãos envolvidos nos grandes jogos realizados no Mangueirão.
Na prática, nada funciona no Mangueirão porque o estádio, construído em área de 109 mil m², é antifuncional: é cerca-que-cerca-cerca-cercando-cerca! Estacionamento interno! Flanelinhas mandam e desmandam no estacionamento externo! Ambulantes tomam conta do sistema viário que circunda o estádio! A corrupção de agentes públicos e a roubalheira de pessoas ligadas a Remo e Paysandu na falsificação de ingressos. E o “bate-volta” (Um bilhete é vendido várias vezes)
3 mil latinhas de cerveja, shop de caipirinha, garrafas de uísque, merenda de péssima qualidade e a denúncia do coronel bombeiro Daniel de que o Mangueirão está recebendo torcedor acima da sua capacidade, que é de 35 mil. “A gente olha e percebe que nas arquibancadas têm acima de 60 mil pessoas”, afirmou o militar. “A denúncia é séria”, concluiu Domingos Sávio.
E quem está levando vantagem financeira com a entrada de todo este mundaréu de gente?
Coronel Artur, Comandante do Policiamento Especializado do Estado do Pará, disse aos presentes que ingressos falsos “foi uma ocorrência flagrada pela PM, no último RE-PA, de funcionários do Remo. Existe a evasão desta renda, que o clube sente e sai prejudicado”, revelou.
A ocorrência foi flagrada pelo serviço de inteligência da PM e foi registrado BO na Delegacia Itinerante do Mangueirão e, posteriormente, levado à Seccional da Marambaia.
No Paysandu, a PM identificou caso similar e houve processo judicial. “É uma pessoa que é influente no Paysandu”, confirmou coronel PM Artur, no Ministério Público. As denúncias deixaram o promotor público, Domingos Sávio, balançando a cabeça, como que dizendo intimamente: “Não tem jeito!”
“Eles usam ingressos de jogos passados e tudo isso caracteriza o dolo. O crime está caracterizado. Foi aberto um processo e os dirigentes devem acompanhar para que não ocorra mais”, confirmou coronel Artur.
Para o RE-PA de domingo, 26, a PM recomenda aos torcedores das duas “locomotivas” que vistam camisas brancas e que não coloquem bandeiras nos seus carros. “Não provoquem. Guardem a camisa do seu clube e venham ao estádio com o espirito desarmado”, pediu Artur.
RENÚNCIA
Cláudio Jorge é ex-diretor geral do Clube do Remo.
Renúncia foi protocolada na secretaria do Remo no início da noite de sexta-feira, 24.
O quê da decisão do “anjo da Guarda” do presidente Minowa não foi revelado ao blog.
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INVEJA

Miléo abre revela que tem ex-presidenrte que lhe enganou e que no CR tem invejoso

Muita coisa se fala nos meios esportivos desta terra e há disse-me-disse ser difícil provar.
Dois axiomas fazem parte das relações sociais: “Perguntas absurdas não merecem respostas”. E, embasado nesta desculpa, muitos preferem o silêncio em nome da educação. Mas há quem defenda o verso da moeda: “Quem cala consente”. Será?
Nos tititis dos arraiais remistas, o advogado Antônio Miléo Gomes, 69, tem sido crucificado por (diz-que) estar ganhando dinheiro, por detrás das cortinas, com a venda do Rony para o Cruzeiro, que pagou aos empresários R$ 1,3 mi., e deste total o Remo receberá R$ 321 mil por consideração do atleta e do empresário Hércules Jr.
O Remo não vendeu Rony. O Remo perdeu o atleta por incompetência de quem deveria ter feito contrato de parceria entre clube e atleta. Por que não fez?
Por que Ameixa não jogava com Zé Teodoro? Por que o empresário Hércules viu o que ninguém no Remo viu? E, no tempo de Zé Teodoro, o atacante Rony era reserva de Caça-Rato?
Este blog tem a resposta: a intenção era a desvalorização desses atletas. Após o campeonato seriam indicados por técnicos que por aqui passaram e que têm “olhos” dentro do Baenão.
No clube há conselheiros contrários que Minowa pegue no dinheiro, mas Antônio Miléo defende a ideia de que o sistema azulino é presidencialista e a “Pedro Minowa cabe receber, em nome do Remo, e pagar prioridades”.
Miléo fala magoado de pessoas “invejosas” dentro do Clube do Remo, e que está se preparando para mostrar ao CONDEL documentos que comprovam que um ex-presidente lhe enganou passando cheque sem fundo (“Não mostrarei, Zé”,) e até o momento não lhe dá satisfação.
Indagado sobre as verbas da FUNTELPA e BANPARÁ que foram parar em suas contas bancárias, Miléo respondeu: “Não foram parar em minha conta. O da FUNTELPA serviu para limpar meu nome na factory de amigo, que não empresta ao Remo, empresta para mim colocar no Remo. Os 150 mil reais do BANPARÁ serviram para limpar meu nome no Banco do Brasil, onde emprestei dinheiro em nome do Remo”, disse.
Advogado Antônio Miléo revelou ao blog que tem conhecimento de tudo que falam sobre a ajuda que tem dado ao Remo (de bom e ruim); contudo, tem consciência que todo ser humano que se expõe causa “inveja”. “Ela dói nos outros. Provoca intriga. Me chateia. Me magoa, mas tento passar por cima de tudo isso em nome do Remo”.
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GRATIDÃO

Rony foi grato ao Clube do Remo e pensou nos ex-companheiros

O Clube do Remo não vendeu Rony como foi noticiado.
O Clube de Periçá perdeu os direitos econômicos e federativos do atleta Rony Élson da Silva Barbosa, 19, por falta de cumprimento contratual.
Por generosidade e gratidão com o Clube do Remo, Rony deu ao clube R$ 321.000,00 (Trezentos e vinte e um mil reais) desde que o dinheiro seja empregado no pagamento dos salários dos jogadores e funcionários do Baenão.
“…se não cumprir com compromissos financeiros com o atleta a multa rescisória será de R$ 500.000,00 (Quinhentos mil reais) por descumprimento de contrato exclusivo”, está no contrato.
Após o jogo contra o Paysandu (sábado, 19), quando teve a certeza que viajaria a Belo Horizonte para realização de exames e assinatura de contrato com o Cruzeiro, Rony indagou ao seu empresário, Hércules Jr., se estaria garantido os 50% do Remo, no que teve a confirmação.
À tarde de quarta-feira, 22, o secretário Eliezer, responsável pela legalização de jogadores junto a FPF,  acompanhado de Hércules jr. e Rony, foi à Federação Paraense de Futebol e o atleta foi liberado pelo Remo para o Cruzeiro, com a devida autorização do presidente Minowa.
O blog conversou com Rony.
TT – Os 321 mil?
R – Eu tenho que pensar nos meus companheiros. Será bom para mim, bom para eles.
TT – Toca da Raposa?
R – Eles foram gentis comigo e eu acredito não encontrar dificuldades.
TT – E o futuro?
R – Só depende de mim. Penso muito em ajudar minha família.
TT – E o carro?
R – Levaram, mas graças a Deus ganhei um novo e estou deixando para a minha mãe.
TT – Embarca quando?
R – Sexta-feira
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RE-PA
Paysandu e Parauapebas empataram em zero a zero no tempo normal.
Na cobrança de tiros livres diretos da marca do pênalti o Paysandu venceu por 4 x 3.
Souza, Radamés, Pikachu e Carlinhos marcaram para o Papão. Augusto Recife desperdiçou.
Julinho, Fabiano e Gustavo marcaram para o PEBA. Dedeco e Magno perderam.
Domingo, no Mangueirão, Remo e Paysandu decidirão a Taça Estado do Pará.
O vencedor vai à final contra o Independente, que ganhou o primeiro turno, decidindo o Parazão/2015.
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RONY É DO CRUZEIRO

Casa que Rony manda construir pra sua mãe em Vila Quadros (Magalhães Barata)

No mês de fevereiro deste ano, audiência de conciliação entre Rony e Clube do Remo, jogador ganha liberação, mas atendendo pedido do diretor de futebol do Leão Azul, advogado Antônio Miléo, o atleta concorda jogar o campeonato paraense pelo Remo e cede 50% dos seus direitos econômicos em caso de ser negociado.
O clube devia salários atrasados referentes aos meses de setembro, outubro, novembro, dezembro e 13º salário de 2014. Empresário do atleta, Hércules Júnior, zelando pelos interesses de Rony, força a diretoria azulina a assinar acordo, comprometendo-se a pagar vencimentos atrasados e a doação de um carro. Contrato feito, contratado assinado.
O carro, que Rony ganhou do clube, foi um Kia-Soul/2014.
No contrato há multa rescisória e a desvinculação imediata do jogador se o clube não cumprisse com os compromissos financeiros. Não cumpriu.
Remo não pagou os atrasados. O carro: vendedor foi ao Baenão e comunicou ao jogador que o clube não pagou as parcelas que lhe cabia quitar. Levou o veículo. “Foi o estopim”, disse Hércules Júnior, empresário do atleta, entendendo que houve humilhação.
Chateado, Rony comunica ao gerente de futebol, Fred Gomes, e ao treinador Cacaio, que não jogaria contra o Paragominas se o clube não pagasse o que lhe deve.
Rony ganhou um carro do seu empresário, e se mandou para Magalhães Barata, onde constrói casa para sua genitora (foto).
No sábado, 18, no Mangueirão, olheiros do Cruzeiro-BH viram a desenvoltura do atleta contra o Paysandu e não tiveram dúvida sobre o talento de Rony. “Ele tem arrancada e é rápido, presidente”, disse um dos observadores ao presidente do Cruzeiro, por celular.
“Então, ele não joga mais pelo Remo e traz o garoto para a Toca”, confirmou o presidente cruzeirense, Gilvan de Pinho.
Rony, após o jogo contra o Paysandu, foi a Belo Horizonte, fez exames na Toca da Raposa e voltou a Belém para se despedir da família.
Empresário Hércules, honrando com a palavra do Rony, repassará ao Clube do Remo R$ 321 mil reais, como parte do acordo econômico.
Atacante, que já assinou com o Cruzeiro-BH, não joga mais pelo Remo e embarca neste final de semana para Belo Horizonte.
FINALISTA
No Mangueirão, time azulino ganhou do Paragominas por 1 x 0, gol de Eduardo Ramos, aos 37m do primeiro tempo.
Agora, os azulinos esperam o vencedor de Paysandu e Parauapebas, que jogam nesta quarta-feira, 22, às 20h30, no Mangueirão, para decidir, domingo, 26, a Taça Estado do Pará.
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TRANQUILIDADE, CONFORTO E SEGURANÇA

Guilhermino, Bororó, Maia e Olivaldo em conversa informal

Maia confirma que torcedor comprará ingresso pela internet no brasileiro e que idoso, meia e gratuidades terão que se cadastrar.
Em jogos do Paysandu, a diretoria tem que disponibilizar de 1025 bilhetes: 455 para idosos; Associação de Necessidades Especiais: 195; Menor idade: 65; PM: 130; CB: 100; Polícia Civil: 50, e Associação dos ex-atletas: 30.
O Remo distribui a mesma quantidade nos RE-PAs. São, portanto: 2050 ingressos doados.
Na sede da FPF, ao participar do sorteio que indicou goiano (Fifa), Wilton Pereira Sampaio, para comandar PSC e Parauapebas, quarta-feira, 22, 20h30, no Mangueirão, presidente Alberto Maia confirmou o que o blog noticiou com primazia:
“Tanto que a gente esteja finalizando contrato, o site do Paysandu estará informando nome da empresa que ficará responsável por esta organização de confeccionar ingressos dos jogos do clube no campeonato brasileiro”, confirmou Maia.
Com a contratação de empresa que disponibiliza de tecnologia de ponta, diretoria bicolor está dando segurança e tranquilidade ao torcedor que comprará ingresso nominal e com o seu CPF e a “ideia é acabar com ação dos cambistas”.
Por assim dizer, os ingressos da PM, da Polícia Civil, idosos, menores, bombeiros, enfim, todas as cortesias terão identificação, inclusive as parcerias como BANPARÁ e Governo do Estado.
A comodidade do torcedor que poderá comprar seu ingresso pela internet. “É fantástico. O nosso torcedor poderá comprar seu ingresso na sua casa e imprimir o seu bilhete”, disse Maia.
O torcedor que comprar seu ingresso nas bilheterias da Curuzu terá seu bilhete com o seu nome e CPF e nos shoppings de Belém.
Idosos e Associação de Necessidades Especiais deverão se cadastrar no site do Paysandu.
Sobre custos para o Paysandu, Maia revelou: “Ou nós entramos na modernidade ou continuamos com catracas velhas, bilhetes sendo cortados por tesouras e os cambistas fazendo a festa. Já acabamos com ingressos de estudantes em mãos de cambistas. O Paysandu tem preferido a modernidade”, concluiu.
Aliás, vaidade e modernidade têm custos. O Paysandu está pensando na tranquilidade, no conforto e na segurança do seu torcedor, no brasileiro.
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FERNANDO SÉRGIO VOLTA À FPF

Aposentado da PF, Fernando volta à FPF (foto removida)

Durante 36 anos Fernando Sérgio Castro dos Santos, 61, serviu a Polícia Federal.
Na quinta-feira, 16, ele se aposentou da Assessoria de Imprensa da Polícia Federal, em Belém.
Por 25 anos Fernando Castro foi árbitro de futebol, no período de 1972 a 1997.
Trabalhou em 34 RE-PAs (entre apito e bandeira) e agora está disposto a servir o futebol paraense assumindo cargo na estrutura administrativa da Federação Paraense de Futebol.
Já houve conversa preliminar entre Fernando e o presidente da FPF, Antônio Nunes, que manifestou desejo em tê-lo na Casa do Futebol, mas faltava chegar o momento exato. E este tempo chegou com a aposentadoria de Fernando Castro na Polícia Federal.
Sexta-feira, 17, Fernando Castro esteve na sede da FPF, mas o presidente Nunes estava no Rio de Janeiro participando da cerimônia de posse de Del Nero no comando da Confederação Brasileira de Futebol – CBF.
Após o feriado de 21 de abril, Nunes e Fernando se encontrarão para definir o cargo que o ex-árbitro terá na Federação.
Além de conhecer profundamente a arbitragem de futebol, Fernando Sérgio é graduado em marketing pela Universidade Paulista.
A FPF não tem especialista em marketing.
JÁ ERA FALSIFICAÇÃO
Chega em Belém nos próximos dias executivos de empresa paulista que confecciona ingressos na hora da compra.
Segundo fontes reais, presidente Maia está entusiasmado com a tecnologia de ponta da empresa que, além de fabricar bilhetes na hora da aquisição, imprimi no ingresso nome e CPF do torcedor.
Em caso de acordo fechado, roletas serão instaladas nos portões da Curuzu e no Mangueirão, quando o Paysandu for o mandante.
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ABECEDÁRIO DO RE-PA

Dadá, o monstro, fez por merecer o golaço

A – Ameixa, o cara do jogo; Alberto Maia, em momento difícil, parabenizou Minowa e reconheceu que o Remo foi melhor em campo.
B – Bismark, um leão no jogo; Bruno Veiga não viu a cor da bola.
C – Cacaio, o determinado. Taticamente sabe fazer leitura de futebol e deu traço em Dado.
D – Dadá, o monstro; Dado Cavalcante errou ao escalar Capanema de lateral, deixando desprotegido meio-campo bicolor.
E – Em momento algum o Paysandu se encontrou em campo.
F – Fantástico gol do Dadá, aos 40m do primeiro tempo.
G – Grupo do Remo teve resiliência.
H – “Humilhados serão exaltados”. Há muita soberba no Paysandu.
I – Ilailson anulou Bruno Veiga.
J – Justiça do Trabalho levou todo dinheiro que CR arrecadou num ônibus nos arredores do Mangueirão.
L – Leleu, a decepção.
M – Marcos André, o árbitro, ruim;
N – Nunca na história do Paysandu o clube nunca jogou tão mal. Não se encontrou em campo.
O – Obstinação  dos jogadores do Remo.
P – Paysandu vendeu 14.054 bilhetes e arrecadou: R$ 318.377,00
Q – Quarteto de meio-campo bicolor não armou e não atacou.
R – Remo foi superior nos 90m e mereceu vencer, mas perdeu nas arquibancadas: R$ 172.686,00 para 7.807 pagantes. Renda: R$ 491.063,00;
S – Silvio, o garoto iluminado.
T – Troca de posições no PSC não deram certo: Capanema deixa a lateral direita e vai para o meio; e Djalma sai do meio-campo indo para a lateral. Era tarde!
U – Uniformidade dos três setores do Remo: zaga, meio-campo e ataque
V – Vergonha, no intervalo de jogo, funcionários da SEEL tapando buracos no gramado do Mangueirão. “Tapete” que custou mais de 700 mil reais.
W – Wal Barreto tem sido importante ao Remo em momentos decisivos.
X – Xexelento foi o futebol bicolor contra o Remo.
Y – Yang (símbolo de luminoso, ativo): foi o time do Remo durante 90m.
Z – Zagueiros Max e Igor João foram seguros na marcação, porque não houve pressão do ataque bicolor.
Clube do Remo se classificou para a final da Copa Verde contra o Cuiabá.
Dia 29.04 o primeiro jogo em Belém, e o segundo, dia 6 de maio, em
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“MEU PAIZÃO”

Rony chama de "paizão" para o empesário Héercules

O pensador espanhol José Ortega (1883-1955) revelou ao mundo uma expressão que mexe comigo: EU SOU EU E A MINHA CIRCUNSTÂNCIA.
Conhecer os limites do meu trabalho como repórter tem sido minha preocupação diária.
Tenho medo de “chutar” inverdades; tenho impaciências em ser mentiroso; ser leviano…
Diariamente penso numa verdade: “Amamos quando a verdade nos esclarece; odiamos quando a verdade nos acusa”. É verdade!
Busco fatos. Não sou daqueles que ficam “sentados em poltronas de apartamentos com a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar”. Longe disso. Adoro o jornalismo imersivo.
E é por este jornalismo, olhando na retina dos meus entrevistados que me faz às vezes encarar pessoas que não toleram o repórter José Maria Trindade.
Hércules Jr, 44, artista plástico com ateliê montado no centro de Belém, pensava que eu não “valho nada”, pelo jornalismo que desenvolve nesta terra, onde todos são “jornalistas”.
‘Só que quando eu comentava que eu gostava do teu trabalho, diziam: ‘Toma cuidado. Não vale nada’”, revelou-me Hércules, empresário que cuida da carreira do atacante Rony.
É com Hércules Jr que o blog conversa.
TT – Não gosta de mim?
HJ – Na verdade, eu não gostava de ti, não, pelos comentários que falavam. Só que eu não preciso da cabeça de ninguém para ter discernimento para saber o que é correto e o que é errado. Eu penso que a mente do José Maria Trindade é superior ao que existe de superior. É diferente. Zé, tu conheces o que falas!
TT – Por que Rony foi à justiça ano passado?
HJ – Havia débitos. Entramos com processo na justiça do trabalho e o Rony ganhou a questão e estava livre, mas eu fui procurado pelo doutor Miléo, mas antes do presidente Minowa, e eu não tinha como negar pelo caráter do doutor Miléo. Ele veio aqui e me pediu em nome da Nação Azulina que eu não fizesse isso contra o Remo e eu pedi a ele que não atrasasse salário do Rony e ele cumpriu como vem cumprindo até hoje. As exigências que fiz estão sendo cumpridas até hoje através do doutor Miléo.
TT – Rony cedeu ao Remo direitos econômicos?
HJ – É. O Rony cedeu ao Remo 50% dos seus direitos econômicos.
TT – Quem banca Rony?
HJ – Sou eu. O doutor Miléo apenas não permite que o Remo  atrase seus compromissos. Eu cobro do doutor Miléo.
TT – Futuro de Rony após o Parazão?
HJ – Eu e o meu sócio pagaremos ao Remo, mas no momento não tem clube nenhum, apenas especulações de Internacional, Atlético Paranaense, Cruzeiro e outros clubes
TT – Há concretização?
HJ – Só é real depois que transferir na CBF. É só especulação.
TT – Não acredito!
HJ – Eu te aviso. É melhor ficar calado. Eu tenho dois sócios a nível Fifa. O que eu vi não viram, o que não valorizaram eu valorizei, o que não enxergaram eu enxerguei, que está lapidando sou eu. O Rony será valorizado.
TT – Quanto o Remo ganhará com Rony?
HJ – Eu quero que você respeite este lado!
Depois de conversar com Hércules, fiquei cara a cara com Rony, 19, que revelou que está construindo a casa da sua mamãe na Vila Quadros, em Magalhães Barata.
Rony e Hércules se encontraram na Igreja Universal do Reino de Deus e daí começou uma amizade. Os dois são pentecostais.
“Eu vinha pedindo para Deus me mostrar uma pessoa certa que administrasse meu futuro e graças a Deus, dentro da igreja, Deus me colocou de frente com Hércules. Eu fiz um propósito com Deus e ele está me honrando”, diz Rony.
Se o Hércules é seu paizão, o doutor Miléo representa o quê para você, indagou o repórter ao Rony.
- O doutor Miléo tá ajudando bastante a gente, como a gente está ajudando ele, também, ele tá honrando com a gente direitinho.
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DE DESPEJO A CHEIRO DA PERPÉTUA

Advogados Alexandre Pires, Antônio Maciel e auditor do TJD Antônio Siqueira, na FPF.

Apensas ao estádio “Leônidas Castro” há 26 salas.
Dessas 26, 11 estão ocupadas (4 pelo lado da travessa do Chaco, 4 de frente para a Almirante Barroso e 3, na Curuzu) e todos os locatários estão sem contratos com o Paysandu Sport Club.
“Nós queremos fazer tudo direito, bem elaborado para que não haja erros e na semana que vem as ações de despejos estarão sendo protocoladas em juízo”, revelou o advogado Alexandre Pires, 44, diretor jurídico do Paysandu.
Sobre os locatários que permanecem ocupando as salas e que não pretendem deixar os imóveis de comum acordo, Pires disse ao blog que em janeiro deste ano os contratos se encerraram e “nenhum foi renovado”.
Portanto, o clube está respaldado porque não há contrato em vigência. “Aliás, há locatários com contratos vencidos desde 2012. Ou seja: o clube não renovou contrato com nenhum locatário”, garantiu.
Ao Paysandu, então, cabe o pedido de despejo, o que deverá acontecer em dias da próxima semana.
Sobre o levantamento da dívida do Paysandu para com a União, doutor Alexandre disse que o débito de R$ 13.925.000,00 poderá diminuir porque há dívida que já está prescrita, mas o departamento contábil do clube está trabalhando minuciosamente para chegar à realidade.
“Da feita que nós fizermos este levantamento, e a certeza dos números do débito, o Paysandu se cadastrará no REFIS. A partir do momento que o Paysandu aderir ao programa, ele tem que ser bem calculado para evitar danos futuros”, concluiu Pires.
CONVOCAÇÃO
Dinheiro arrecadado nos jogos contra o Paysandu e Paragominas deve ser destinado para pagar jogadores e funcionários do Clube do Remo.
É o que solicita a Comissão indicada pelo CONDEL azulino (advogados Hamilton Gualberto e Ulisses Oliveira e o empresário Haroldo Picanço), através de ofício, ao presidente do Conselho Diretor do Clube do Remo, Pedro Minowa.
Documento está sobre a mesa do presidente Minowa.
Comissão reuniu na quinta-feira, 16, e definiu data e conselheiros que serão ouvidos por Hamilton Gualberto, Ulisses Oliveira e Haroldo Picanço.
Dia 22: André Cavalcante e Heitor Freitas (denunciantes); 24: Pedro Minowa, Henrique Custódio, Mário Sérgio e Zeca Pirão.
Após declarações, comissão produzirá relatório que será enviado ao CONDEL – Conselho Deliberativo do Clube do Remo.
CHEIRO DA PERPÉTUA
Eduardo Guizzo, que administra Sócio Torcedor  (NAÇÃO AZUL), deixa Clube do Remo.
Empresário se encontrou com o presidente Pedro Minowa e manifestou interesse, na tarde de quinta-feira, 16, em distratar acordo entre o clube e a empresa PRIME SPORTS LTDA ME.
Nos corredores da sede remista comenta-se que Guizzo sente o “cheiro da perpétua” com a comissão que o convocou para depor sobre a denúncia de que o dinheiro do Sócio Torcedor Azulino cai diretamente em sua conta bancária, denunciado pelo conselheiro André Cavalcante.
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