“CARNIS LEVALI”

Clube do Remo não depositou os 30% na 16ª Vara do TRT-PA dos seus 3 últimos jogos pelo Parazão/17 que teve mando de campo.
Remo 5 a 0 no Cametá – R$ 52.946.67.
Remo ganhou de 2 a 1 do Paysandu – R$ 97.627,52.
E Remo 3 a 2 sobre o Paragominas – R$ 540.00.
Do acordo com os credores representados pelo advogado Henrique Lobato, o Remo deve um pouco mais de 150 mil reais a serem depositados na 16ª Vara que tem o magistrado Raimundo Itamar Lemos Fernandes Júnior como titular.
Na semana passada, Lobato representou contra o Clube do Remo junto ao juiz pela falta de cumprimento do acordo, mas o jurídico do Clube, em ofício, solicitou a compreensão e a prorrogação do prazo de 30 dias para fazer o depósito. Juiz Raimundo Itamar deferiu o pedido.
Na última campanha eleitoral azulina revelei a alguns cardeais que o sucesso financeiro do Clube do Remo passa pelo caixa único e a administração do próprio clube da sua “serra pelada”, a exemplo do que faz o Paysandu desde 2013, quando Vandick assumiu o clube.
O Remo tem que administrar as vendas das suas camisas e o seu Sócio Torcedor (Nação Azulina) e não colocar nas mãos de terceiros, como acontece havia tempo. O exemplo é o Paysandu.
Nas mãos de terceiros, o Remo não tem como controlar venda das camisas e se sujeita a receber 15 reais por unidade vendida. É um absurdo.
Por mais que os diretores não sonhem em ter marca própria, mas é viável que o Clube do Remo monte suas lojas, contrate profissionais de gerenciamento e venda a sua marca. E saia, urgentemente, desta desgraça de terceirização.
Tem gente ganhando dinheiro com a marca da instituição, e esta se “vira nos 30” para cumprir com os acordos na justiça trabalhista, porque todo dinheiro arrecadado mal dá para pagar funcionários, comissão técnica e jogadores.
Sérgio Serra, o presidente bicolor, me revelou que as ações da LOBO e o Sócio Torcedor de final do ano foram essenciais para que o Paysandu pagasse direito de imagem dos seus jogadores (302 mil reais), 120 mil reais para Jobson e Arinelson (janeiro e fevereiro), é claro, que a ótima receita do RE-PA contribuiu para equilibrar o orçamento do Clube neste início de exercício financeiro.
Quando Manoel Ribeiro e Ricardo Ribeiro venceram a eleição pensei que o Clube do Remos saísse das mãos de empresários que vendem camisas e que um azulino probo tomasse conta da Nação Azul. Tá, jabá!
A Acesso Fácil, do empresário Leandro, administra o Sócio Torcedor (Nação Azul) do Clube do Remo, que em tempos de “Pós-verdade”,  vive momentos esquisitos financeiramente, mas que tem solução: cortar na carne. Nada mais expressivo do que o momento que vivemos – “carnis levali” (adeus à carne) -, o carnaval.
É o que há!

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“É NULO DE PLENO DIREITO”, DIZEM JURISTAS

MAURO, ISOMAR E LUAN EM BUSCA DOS DIREITOS

FELIPE FERNANDES(1º ESQUERDA) NÃO PODE COBRAR NA JUSTIÇA 120 MIL REAIS QUE O PSC LHE DEVE

Com o falecimento de Miguel Pinho, em fevereiro de 2008, Leonam Cruz assumiu a presidência do Paysandu Sport Club.
Com a sua ascensão ao desembargo da justiça paraense, Leonam deixou o Paysandu, mas reconhecendo que Miguel Pinho, Ricardo Rezende, Isomar Souza muito fizeram pelo Clube de Suíço.
Em entrevista ao programa SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara, Cruz revelou que é “direito certo de petição de qualquer cidadão junto à justiça”, referindo-se ao caso de Isomar Souza, Mauro Souza e Luan Souza que foram desligados das condições de sócios do clube e benemérito porque discordaram de decisão de um presidente de órgão bicolor.
“O ajuizamento de demanda contra o Paysandu Sport Club é incompatível com a condição de associado do clube”, diz o artigo 216 do Estatuto do PSC.
Parágrafo único: “A demanda judicial proposta por associado contra o Clube será entendida como pedido expresso de desligamento do quadro social, para todos os fins. ”
Promotor público, reconhecido pelo berço bicolor, revelou ao blogue exemplo de inconstitucionalidade do artigo 216 do novo estatuto bicolor: “O mundo bicolor reconhece que o clube deve 120 mil reais, desde 2012, ao ex-presidente do CONDEL alviceleste, empresário Felipe Fernandes, e o Clube não paga, e, por assim dizer, não poderá recorrer à justiça porque será eliminado da instituição. Que artigo é este? É inconstitucional”, afirma.
Empresário Mauro Souza, filho de Isomar Souza, e filho daquele, o jovem Luan Souza, foram desligados do Paysandu porque foram à justiça buscar o direito de votar e serem votados na última eleição que elegeu Sérgio Serra presidente bicolor.
Pelo celular, Mauro revelou que não entrou na justiça contra o Paysandu, recorreu de “uma decisão de um diretor do Paysandu, que teve decisão arbitraria de não liberar a candidatura à presidência do CONDEL”, disse.
Para Mauro Souza houve uma decisão isolada que não sabe de quem e por isso fica impedido de acusar alguém. (O ofício que chegou às suas mãos foi assinado pelo chefe da secretaria do Paysandu, Severino).
“Este funcionário não tem poder de assinar o documento deste nível, principalmente quando se trata de exclusão de sócio remido do Conselho e de benemérito, como é nossa família que tem trabalho prestado ao Clube e que não é de hoje”, lamenta Mauro.
Mauro informou que recebeu ligações de lobos de alta pelugem que propuseram uma conversa a fim de que o fato não chegue à justiça: “É verdade. Bicolores nos procuraram para que nós não tomemos nenhuma atitude a fim de que se costure uma conversa entre a diretoria bicolor e nós, para ver se tem como desfazer este mal-entendido. Realmente, isso aconteceu”, confirmou Mauro Sousa.
Os “bombeiros” já estão trabalhando neste sentido para alinhavar conversa e amenizar a situação. “Eu acho que seria uma decisão sábia de ambos os lados. Esta é a minha opinião”, finaliza Mauro Sousa, que se encontra em Salinas passando o período carnavalesco e espera que tudo termine na quarta-feira de cinzas.
É o que há!

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PARA DESESPERO DO ‘QUASÍMODO’

OS LOBOS DE ALTA PELUGEM REUNIDOS NO "AP" DO VANDICK EM NOITE DE CONVECSCOTE

Este blogue divulgou o desacordo entre Vandick e o presidente bicolor Sérgio Serra.
Sérgio Serra não compareceu às últimas ações da diretoria comandada por Alberto Maia.
As ausências do ex-vice, hoje presidente alviceleste, Sérgio Serra, deu azo às várias insinuações.
Muito tem se falado que Serra assumiu o Paysandu em estado caótico, financeiramente.
“Estamos gerindo as contas na ponta do lápis”, revelou o presidente Sergio Serra em post aí debaixo e acrescentou que as contas do clube estão sendo pagas em dia porque a Lobo e o Sócio Torcedor têm correspondido com às ações incrementadas pelas diretorias.
Às contas do Maia estão perfeitas”, confirmou o diretor de financeiro, Elmar Saúde.
José Ângelo Miranda, presidente do Conselho Fiscal do Paysandu, informou ao blogue que já reuniu com o Elmar Saúde e dia 6 de março a maçaroca de papel está sendo entregue ao CONFIS para análise e posterior conhecimento do Conselho Fiscal (CONDEL).
Bicolor de alta pelugem revelou ao blogue as diferenças que há entre os caracteres de Vandick, Maia e Sérgio Serra. “Vandick é calado, fala pouco e ouve muito; Maia é um ‘trator’ e diz o que pensa, e Sérgio Serra tem linguagem técnico-dialética; compartilha projetos com a diretoria, delegando poderes aos seus comandados. ”
Entre 4 paredes, sentados à mesa de reunião, Alberto Maia recebeu o vice Toni Couceiro no escritório de advocacia daquele, e nada vasou de mais de uma hora deste encontro, em dia da semana passada.
Toni Couceiro é um conciliador por excelência e foi uma das “locomotivas” (ao lado de Leonardo Lopes Maia) que impulsionaram às obras que consagraram a administração Maia.
Se havia dissensões entre Alberto Maia e Sérgio Serra, penso, que é coisa do passado, posto que depois do convescote no salão de recepções do prédio do ex-presidente bicolor Vandick ninguém poderá alimentar a ilusão de que Maia e Serra estão “trocando de mal” (união dos dois dedos indicadores e alguém corta).
Em mesa farta, os lobos de alta pelugem celebraram a paz para o bem do Clube que deu e continua dando às maiores glórias para o futebol da Amazônia, para desespero do Quasímodo.
“Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce um irmão”, diz Salomão em Provérbios 17:17.
É o que há!

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CELEBRAR O QUÊ?

Não consigo celebrar bom futebol em Clube do Remo e Paysandu.
1 A 0 do Papão contra o Castanhal que aplicou forte marcação e o jogo foi truncado.
Num primeiro tempo apático, sendo mais ativo nos quarenta e cinco minutos finais.
Ser repetitivo chega a ser sistemático, mas não consigo ver padrão tático no time bicolor.
A elasticidade de Emerson; o dinamismo de Rodrigo Andrade; as arrancadas de Leandro Carvalho arrastando quem se mete à sua frente, e a capacidade de guardião da zaga de Ricardo Capanema fazem a diferença no time alviceleste.
No elenco bicolor, não vejo nenhum jogador que tenha intimidade com a bola.
E o técnico ao que parece tem dúvida em armar o time com que tem em mãos.
São medianidades.
Diante do Cametá, no Parque do Bacurau, o time do Remo foi indiferente, mas ganhou de 1 a 0 em gol que salvou a participação do argentino Nano Krieger, que é mais um entre tantas trivialidades que há no nosso futebol.
Se Riquelme fosse finalizador nato, time de Josué Teixeira teria saído do Parque do Bacurau derrotado.
“Mapará” teve domínio e posse de bola, mas incompetente nas conclusões, principalmente no primeiro tempo, e no futebol não basta a pegada, tem que saber definir.
Com Riquelma caindo pela direita da zaga bicolor, Léo Rosas preferiu marcar a apoiar.
Remo recuado, no primeiro tempo, não brigou pela posse de bola e o Cametá se perdeu nas finalizações, aparecendo a boa performance do goleiro azulino, André Luís.
O ótimo técnico é aquele que tira suas lições nos primeiros 45’ e tem quinze minutos para mudar a sua equipe: foi o que fez Josué Teixeira, no segundo tempo, adiantando a marcação da onzena azulina.
Flamel iniciou a jogada que redundou no único gol da partida, passando por Jaime e Rosas.
No segundo tempo, time azulino teve ação e reação, mas sem poder celebrar ótimo futebol.
É o que há!

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“EU TENHO UMA HISTÓRIA”

ADVOGADO ISOMAR SOUZA DIZ QUE TEM HISTÓRIA NO PAYSANDU

Em decorrência do post PAI, FILHO E NETO SÃO DESLIGADOS DO PSC, blogue recebeu pedido de direito de resposta do advogado Isomar Ferreira de Souza, 83. Eis:
Diante de uma situação inusitada que foi apresentada a nós (meu filho Mauro e o meu neto Luan) na qual, não se sabe quem, está assinada por um funcionário, e evidentemente, funcionário do clube não tem competência para cassar ou eliminar qualquer sócio, e através de uma correspondência tomamos conhecimento, que estamos eliminados do clube sob a anuência do artigo 216 do Estatuto Social, o novo estatuto, que foi feito diretamente por esta nova diretoria, mas especificamente, pela diretoria da Assembleia Geral, presidida pelo senhor Tuma.
É evidente que causou surpresa e desânimo diante de decisão ditatorial de alguém que não teve coragem de assinar, coragem de mostrar a cara, porque errou duas vezes: a primeira, por ter tomada uma decisão totalmente que contraria à legislação brasileira vigente, porque nenhum estatuto de clube pode ficar à parte da Constituição Federal ( o artigo quinto da CF dá direito de ir à justiça em busca dos seus direitos); segundo, o artigo 216 do Estatuto do Paysandu fere frontalmente o artigo quinto da Constituição Brasileira. Então, quem fez isso, se foi advogado, algum jurista, ou seja, lá quem seja, feriu a lei maior. É um ato inconstitucional! E por ser inconstitucional, devidamente nulo de direito!
Houve um desrespeito. A história do Paysandu está sendo rasgada porque não nos foi dado o direito de defesa nem para mim, nem para o meu filho e nem para o meu neto. E o direito de defesa, é um direito inalienável de qualquer cidadão, e no meu caso especifico por todo o trabalho, por toda minha vida dentro do clube, que iniciei em 1974.
Eu ocupei todas as posições em todas as diretorias dentro do clube. A partir daí eles deveriam respeitar-me porque ocupei tudo, fui tudo no Paysandu: na administração Paulo Castro fui diretor de natação, diretor social, vice-presidente de futebol; trabalhei com Álvaro Kzan, Gervásio Brito; ocupei a diretoria jurídica de Artur Tourinho, e trabalhei com Miguel Pinho, Leonan Cruz, Ricardo Rezende e Luís Omar Pinheiro.
De Paulo Castro para cá, fui 4 vezes diretor de futebol, diretor administrativo, diretor social, presidente do CONDEL, presidente da Assembleia Geral; eu fiz a transição do Tourinho para Miguel Pinho e trabalhei no Departamento Jurídico do Paysandu. Eu tenho uma história. Fui vice-presidente administrativo eleito ao lado do Rui Sales e neste período fui presidente do Paysandu porque o Rui Sales foi afastado pela confederação. Então, eu merecia um pouco mais de respeito! De consideração! Eu merecia um pouco mais de oportunidade para me defender, porque não entrei na justiça contra o Paysandu; nós entramos na justiça contra uma decisão ilegal e ilegítima do presidente da Assembleia Geral. Isso não fere o artigo 216. Repito: este artigo que é inconstitucional. Nós não entramos na justiça contra o Clube, fomos contra um ato do presidente de um órgão do clube.
Pleiteamos, simplesmente, o direito de votar e ser votado. Parece piada: é uma situação de revanchismo.
O meu filho, o Mauro, foi um dos primeiros a se recadastrar. Ele foi recadastrado em 2014. É uma situação extremamente delicada, mas quando você tem seu direito líquido e certo ofendido é evidente que temos que procurar uma forma de retomar o nosso direito. É muito triste eu ter que aceitar que eu não sou mais benemérito do Paysandu. Eu não posso mais participar de reuniões e eventos, como sempre fiz, todo este tempo, porque cassaram o meu direito, sem motivo, sem razão, seja ela de ordem legal ou de ordem moral e por isso passamos por constrangimento – tanto eu, como meu filho, como meu neto, com nossos nomes expostos nas redes sociais e emissoras de rádio.
Isso não é bom para a minha vida profissional, que sou advogado; para vida do meu filho, que é empresário, e do meu neto que está começando uma vida, porque aonde chegamos perguntam: “O que vocês fizeram no clube para serem alijados?
Obrigado, José Maria Trindade.
Isomar Ferreira de Souza.

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“CADA PROFISSIONAL VIVE DE AUTOCOBRANÇA”

PRESIDENRE SERGIO SERRA DIZ QUE NÃO HÁ ROMBO NAS CONTAS DO PSC

Entrevistar o presidente do Paysandu, engenheiro eletricista Sérgio Serra, é preciso estar conectado com sua linguagem técnica com estilo dialético.
Ao me dizer que os recursos bicolores, neste início de gestão, “estão na ponta do lápis e que tem que ter muito zelo sobre as despesas” não significa que o Paysandu esteja com o pires na mão.
Não há rombo nas finanças do clube, e que a parcela de R$ 1.100.000,00 (um milhão e cem mil reais) da cota inicial da TV será usada para “fazer reserva de caixa”, pensando na construção do CT.
O novo estilo de gestão bicolor, implantado pelo presidente Sérgio Serra, foca muito nos recursos oriundos de projetos sustentáveis como a LOBO, Sócio Torcedor e, como ele mesmo revelou, a “boa receita do RE-PA” que serviram para quitar direito de imagem dos jogadores (302 mil reais), pagamentos em dia das parcelas de Jobson e Arinelson junto ao TRT-PA.
O sucesso do Paysandu em suas finanças, presidente, está na sua própria administração, posto que o clube não terceiriza seus projetos sustentáveis, indaguei às 3h da manhã em uma conversa serena e esclarecedora sobre o Paysandu, em que ele se limitou a sorri, mas que me revelou verdades.
CBF
A minha primeira experiência, ressalto com prazer em ser ciceroneado pelo coronel Nunes e o vice-presidente da FPF, Maurício Bororó, que conhece a estrutura interna e conversei com o Flores, diretor de competições com quem troquei ideais, olhando a série B em algumas particularidades referente ao Paysandu, enfim, conheci todo mundo do apoio administrativo da CBF e construir relações com a turma que poderá nos ajudar no futuro.
PROJETOS DA FIFA
É. Compreendi os projetos da Fifa para o futebol brasileiro com a visão para a infraestrutura dos estádios e que terão investimentos nesta área e o Paysandu precisa ser contemplado com aquilo que não temos recursos para fazer e de repente haja janelas de oportunidades através da CBF que nós temos que agarrar.
COTA DO PSC
São cinco milhões e duzentos mil reais (R$ 5.200.000,00). Tem uma parte que vamos tentar receber antes para ajudar no refluxo de caixa do Paysandu para que dê mais tranquilidade para a gente e para que possamos ter capacidade de investimento, olhando o Centro de Treinamento (CT) e em mais a gente poder dar o pontapé lá.
(Essa parte que o Paysandu receberá, antecipadamente, é de R$ 1.100.000,00 (um milhão e cem mil reais)
CURUZU
A CBF tenta buscar nos estádios das séries A, B e C condição melhor para que a gente tenha melhor espetáculo, passando pelas dimensões do gramado e os projetos de iluminação. O que está sendo proposto é o que chamamos de diagnóstico, ou seja, entregar ao clube os níveis de iluminação em diferentes pontos do gramado. A segunda etapa deverá ter concluída em maio ou junho deste ano, que é o projeto básico, e a partir daí poderá ter inúmeros desdobramentos, mas que neste setor tem empresas poderosas no setor, é muito provável que um desses gigantes do setor de iluminação abrace isso, e os clubes poderão trabalhar no processo de iluminação dos seus estádios, e para o Paysandu é um “plus” muito interessante para o nosso estádio.
HÁ ROMBO FINANCEIRO NO PSC?
Não! Não tem rombo financeiro nenhum! O que tem é a necessidade de uma gestão muito forte, e, talvez, está expressão a gente não esteja acostumado no mundo do futebol corporativo, o que é extremamente normal, e tem um fator: cada profissional vive de auto- cobrança, e o meu é alto, sempre foi alto na minha vida profissional, e quem está ao meu lado geralmente me acompanha. Repito: o clube precisa ter uma capacidade de investimento, nós precisamos nos responder no Paysandu; até que ponto este clube tenha uma capacidade de investimento, e isso é um desafio, e nada mais do que responder para a gente a necessidade de fazer um Centro de Treinamento (CT).
SERRA, ELMAR, MAIA E ZÉ ÂNGELO
Primeiro: esta reunião eu não participei. Eu tenho pouco a te acrescentar da reunião entre Maia, Elmar e Zé Ângelo. Com relação às contas do Paysandu ela está na ponta do lápis, e a gente tem que administrar com mão de ferro, então, a gente tem que ter muito zelo, a gente tem que ter muito controle sobre às despesas e um olhar agudo para obter novos recursos de todas as possibilidades possíveis. É o olhar do gestor! Entendo que a gente tem que buscar recursos de todas as maneiras. A gente tem que ter foco muito grande na capacidade de investimentos.
A LOBO E O SÓCIO TORCEDOR
São duas coisas: primeiro para realizar tudo isso tem que ter gestão, tem que ser forte, tem que ser determinado, e aí vai uma observação neste período tão curto: a grande receita do RE-PA e os demais são os projetos sustentáveis do Paysandu como o Sócio Bicolor, que vem sendo construído desde agosto e setembro com muitas ações, uma avalanche de ações, e por outro lado uma coleção nova, que sempre atrai, da Lobo. Está tudo concatenado, tudo lincado, para que a gente tenha essa receita, e tudo isso é feito com muita vontade, com muita garra de toda diretoria, que está empenhada para cumprir com todos esses objetivos, e a gente fica muito feliz porque é fruto de gestão.
“LARANJA POBRE”
Não há “laranja pobre” no Paysandu, o que há é uma determinação gigantesca por parte da diretoria em fazer o melhor e produzir resultados.
IMPRESSÃO DO PALPITEIRO
Nem tudo são flores no ambiente do Paysandu Sport Club.
Por ter sido um “trator” nos dois anos de administração, o ex-presidente Alberto Maia mexeu com a “vaidade” de algumas pessoas que não toleraram (e não toleram) o jeito Maia de ser administrador que foi do Clube.
Para alguns bifrontes bicolores que me acusam de ser puxa-saco do ex-presidente Alberto Maia mando um aviso: quem tem telhado de vidro não atira pedra no telhado dos outros; eu não tenho limites com quem conheço o berço, que o digam monstro, assassino, corrupto e assessor de corrupto.
É o que há!

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PAI, FILHO E NETO SÃO DESLIGADOS DO PSC

DOCUMENTO DA SEC. DO PSC AOS QUE DESOBEDECERAM ESTATUTO

Desde a época do presidente do CONDEL bicolor, Ney Siqueira, que houve intensa convocação dos sócios para se recadastrarem.
No período de 2015 a 2016 CONDEL e Assembleia Geral do Paysandu ratificaram a campanha de recadastramento de todos os sócios. Mais de 500 atenderam ao chamado do clube e ganharam condições de voto.
O sócio Mauro Souza não se recadastrou e bateu à porta da justiça para ter direito a voto no dia 6 de dezembro, que elegeu Sérgio Serra presidente. Ganhou liminar.
Presidente da Assembleia Geral do Paysandu, Márcio Tuma, em obediência ao mandado judicial, colocou Marcio Souza na relação dos votantes, mas recorreu, e em segunda instância a liminar de Marcio foi cassada.
Às vésperas da eleição bicolor, 5 de dezembro, advogado Izomar Souza, benemérito, pai de Mauro, e o filho deste Luan (neto de Izomar) ajuizaram ação pedindo a suspensão da eleição programada para o dia 6 de dezembro.
Juiz não concedeu a liminar e a eleição transcorreu na santa paz: Serra foi eleito presidente bicolor.
“Não foi nenhum ato da Assembleia Geral, do CONDEL e da Diretoria Executiva do Clube, foi opção deles em demandarem o Clube, sabendo que seria recebida como pedido de desligamento” e concluiu o ex-presidente da AG bicolor, Marcio Tuma: “Cada um assuma as consequências dos seus atos. ”
Consagra o artigo 216 do Estatuto do Paysandu Sport Club: O ajuizamento de demanda contra o Paysandu Sport Club é incompatível com a condição de associado do clube.
Parágrafo Primeiro – A demanda judicial proposta por associado contra o Clube será entendida como pedido expresso de desligamento do quadro social, para todos os fins. 
No dia 16 deste mês o gerente administrativo do Paysandu Sport Club, Severino Gonçalves da Costa, expediu ofício circular aos senhores Luan Freire Diniz de Souza, Mauro Souza e Izomar Souza, solicitando que os mesmos devolvam “todo e qualquer documento de identificação social para ser descartado”.
Izomar Souza, pelo celular, informou ao blogue que estava tomando pé do quê da questão, mas que as providências serão tomadas, “mas com absoluta serenidade, e não vamos fazer nada de forma açodada como eles fizeram. ”
Além de benemérito, Izomar Souza foi tudo no Paysandu: diretor de futebol de salão, vice-presidente de Rui Sales, presidente do CONDEL, presidente da Assembleia Geral e diretor administrativo do Papão à época de Luiz Omar Pinheiro.
Começam a aflorar no Paysandu as questões políticas. Guilherme Tadeu, que foi secretário do CONDEL à época de Ney Siqueira, foi desligado do Clube por faltas.
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PAGA EM DIA E CONTAS DO MAIA “ESTÃO PERFEITAS”

ORDEM DO PRESIDENTE É PAGAR EM DIA

"CONTAS PERFEITA" DO EX-PRESIDENTE MAIA

“O Paysandu depositou as duas desse ano em dia. Não teve atraso. Até agora é a melhor gestão neste aspecto, porque não paga atrasado. ”
A expressão é do advogado Henrique Lobato, que representa Jobson e Arinelson no Tribunal Regional do Trabalho em processos trabalhistas que o Paysandu deve aos dois ex-jogadores.
A ordem no Paysandu de Sérgio Serra é pagar impostos e credores em dia. “Não deixar para depois”, revelou ao blogue diretor financeiro do Papão, Elmar Saúde, que nesta segunda-feira, 20, quitou débito do Clube com direito de imagem dos seus jogadores, avaliado em R$ 302 mil.
Paysandu devia para Arinelson R$ 3,5 mi e para Jobson R$ 1,7 mi e a dívida rolava na 6ª Vara do TRT-PA, sob a jurisdição do juiz Fernando Moreira Bessa, que por várias vezes determinou o leilão do palacete Alviceleste.
Ao ser eleito presidente bicolor, Wandick bateu de porta em porta dos credores bicolores  (Hotel Paraíso, Jobson e Arinelson), manifestando interesse em pagar o que o clube lhes devia.
No “Paraíso”, o dono aceitou parcelar a dívida sem que fosse necessário irem em juízo às partes.
Em 30 de janeiro de 2013, Wandick, presidente, e Alberto Maia, diretor jurídico do Paysandu, sentaram ante a presença do juiz Fernando Moreira Bessa, da 6ª Vara-TRT, e mais o advogado Henrique Lobato, representante de Jobson e Arinelson, e acordaram pagamento de 30 mil reais/mês a cada um dos atletas.
Batido o martelo, o Paysandu começou a depositar 60 mil reais/mês a partir de fevereiro de 2013, repassando R$ 54.500 (cinquenta e quatro mil e quinhentos reais) do BANPARÁ, e o clube inteirava o resto.
Em fevereiro de 2017, Paysandu totalizou repasse de R$ 2.940.000,00 (dois milhões, novecentos e quarenta mil reais), sendo R$ 1.470.000,00 (um milhão, quatrocentos e setenta mil reais) a Arinelson e Jobson.
A dívida com Jobson o clube quita em novembro deste ano, totalizando R$ 1.740.000,00 (um milhão, setecentos e quarenta mil reais).
Com Arinelson, Papão acaba de pagar o débito em maio de 2020.
“Tem dinheiro, paga, nada de deixar para depois”, é a determinação de Sérgio Serra, que me revelou em conversa que “serão dois anos focados nas coisas do Paysandu. ”
Segundo Elmar Saúde, diretor financeiro, a prioridade em pagamento é para o futebol (jogadores e comissão técnica) e funcionários do clube.
Em reunião à noite de ontem entre Elmar Saúde, Alberto Maia, ex-presidente, e José Ângelo Miranda, presidente do Conselho Fiscal bicolor, às contas do período referente a administração Maia “estão perfeitas”, revelou ao blogue Elmar Saúde. Dia 6 de março o balancete chega às mãos de José Ângelo Miranda, presidente do CONFIS(Conselho Fiscal) bicolor.

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OUSADIA, FUTEBOL ENGANADOR E DÍVIDA

Os ousados, os que pensam ser diferentes, pagam caro pela coragem, pelo atrevimento de fazerem a diferença ou se rebelarem contra o poder dos poderosos.
Em 1971, Afonsinho bateu às portas da justiça e conseguiu o seu direito de ser dono do seu destino como jogador futebol: o passe livre em disputa com o Botafogo (RJ).
Para os cartolas, Afonsinho, por usar barba e cabelos longos, era subversivo – a palavra da época para quem ousava discordar dos patrões sociais ou políticos da sociedade brasileira.
Após conseguir o seu passe livre, Afonsinho jogou em Vasco da Gama, Santos, Flamengo e Fluminense. Afonsinho eu vi jogar pelo Santos de Pelé e Cia no Vivaldo Lima, em 07.10.1971, em Manaus.
Na tarde de domingo, 19, Atlético-PR e Coritiba ousaram a desafiar a poderosa RPC (filiada da Globo) e a Federação Paranaense de Futebol por não aceitarem a proposta financeira para a transmissão dos seus jogos.
O clássico ATLETIBA seria jogado com transmissão dos canais fechados dos clubes pelo “Feicebuque” e “Yutube” e a Federação Paranaense não permitiu que a arbitragem entrasse em campo, como não entrou, enquanto os profissionais das produtoras estivessem em campo, porque não houve credenciamento.
O Sul e Sudeste do Brasil têm sido um grande tambor em todos os seguimentos profissionais deste país: o que bate lá ressoa cá.
A ousadia dos dirigentes de Coritiba e Atlético-PR pode marcar uma nova era no futebol brasileiro, como aconteceu com Afonsinho, em 1971, que ousou a desafiar o “status quo”.
FUTEBOL ENGANADOR
Não falo do jogo porque não vi e nem ouvi em decorrência de questão de não acreditar no que estou vendo no futebol de Remo e Paysandu.
Não é patacoada, não, mas não consigo ver na maioria dos jogadores de CR e PSC intimidade com a bola, passes perfeitos, dribles desconcertantes, dribles curtos e futebol coletivo.
Josué Teixeira, no Remo, desenvolve pedagogia de aproveitamento das qualidades de cada atleta, e, assim por dizer, tem conseguido tirar leite de pedra.
No Paysandu, não vejo padrão tático, e o técnico Marcelo Chamusca é bom de verbo, mas em campo ainda não vi um Paysandu organizado taticamente, ação, reação e contra-ataque e tática. É preocupante!
FINALMENTE, A DÍVIDA
O áudio que recebi e que rodeio no SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara, é do “seu” Carlos, pai de Eduardo Ramos, relatando a um homem que ele trata de Sodré.
Eis: Sodré, você sendo um diretor do ₢, que gosta do Remo do jeito que você fala, você é o único cara que não pode falar mal do Eduardo. Deixa eu te falar um negocinho aqui, que talvez você não saiba: Ô, o Eduardo tem no Remo 100 mil que ficou do tempo do Pirão; quando o Minowa assumiu dois meses e meio de salários atrasados; o Eduardo tem de 2014, de um acordo que foi feito e não foi cumprido, 120 mil e mais 30 mil reais; de 2015, 125 mil e mais 50 mil; de 2016, 120 mil e mais 50 mil reais, e este ano cinco meses e meio de salários atrasados. O Eduardo não tem um encargo depositado de INSS e FGTS que o Remo não depositou. O Eduardo nunca recebeu férias e décimo-terceiro salário, entendeu? O Eduardo, o único jogador dos 16, que não colocou o Remo na justiça. Os 16 jogadores ou 14 colocou o Remo na justiça. Então, só de INSS e FGTS, Remo deve uma fortuna para o Eduardo, entendeu? Você como remista não podia falar mal do Eduardo: ele é o único jogador que não levou o clube para a justiça. Então, se for soma tudo isso, só de salários atrasados, o Remo deve 700 mil reais para o Eduardo…700 mil reais. Fora outras coisas, entendeu? Você tinha que reconhecer isso que o Eduardo não colocou o clube na justiça. Sabe porque ele não colocou o clube na justiça? Você devia falar porque ele não colocou o clube na justiça! Isso você não fala, né? Você sabe meter o pau nele!
Veio à tona quanto o Remo deve para um jogador que para alguns torcedores é um mito!
Cedo ou mais tarde, Eduardo Ramos se tornará mais um dos grandes credores do Remo, como é Thiago Belém, que cobra do clube no TRT, R$ 1,8 mi.
É o que há!

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CURUZU TERÁ ILUMINAÇÃO DE LED

CBF, ATRAVÉS DO NUNES, PODERÁ AJUDAR PSC A ILUMINAR CURUZU COM LUZ DE LED

Os clubes de futebol brasileiros têm até 2020 para se adaptarem às determinações da CBF, e já começam a valer para os clubes da série “A” a partir de 2018.
É o futebol moderno chegando de mansinho e pedindo passagem, e a CBF, como entidade gestora do futebol brasileiro, faz exigência aos seus filiados: práticas de gestões eficientes, equilíbrio e transparência financeira, categorias de base, futebol feminino, Centro de Treinamentos, estádios adequados, gestão profissional, departamentos de comunicação e marketing.
Depois da padronização dos gramados pelo Brasil afora (105 metros de comprimento por 68 metros de largura), a Confederação Brasileira de Futebol em breve expedirá comunicado aos Estados e municípios donos de estádios de futebol que a nova padronização de iluminação exigida pela Fifa é de LED e com potência de 2.500 LUX.
Segundo Paulo Romano, diretor técnico da FPF e engenheiro eletricista, o novo sistema “dá mais segurança e é viável economicamente. ”
Paulo Romano, que foi convidado pelo vice-presidente “cebefiano”, Antônio Carlos Nunes de Lima, para compor a chapa da situação, encabeçada pelo Adélcio, revelou ao blog que a entidade nacional disponibilizará de 70 milhões de reais para injetar nos clubes que têm estádios e que precisam de suporte financeiro para se integrarem ao novo padrão de iluminação.
Toni Couceiro, vice-presidente bicolor, confirmou ao blogue que a CBF faz um trabalho para a “uniformização da iluminação dos campos de futebol” e os técnicos eletricistas da entidade já visitaram a Curuzu.
“Já fizeram este serviço na Curuzu. Eles estiveram no estádio um dia à noite, mediram toda a iluminação do estádio, detalharam as falhas, e estamos esperando o relatório desse levantamento para podermos fazer as modificações”, afirmou couceiro.
Fontes fidedignas informaram ao blogue que o presidente Sérgio Serra, que representou o Paysandu na abertura da Copa Verde, em Macapá, conversou com o Nunes, vice da CBF, sobre ajuda da entidade para que o Paysandu mude o sistema de iluminação do velho “Leônidas Castro” para LED e com 2.500 LUX, ainda este ano.
FUTEBOL ENGANADOR
O futebol enganador do Paysandu ameaça muito, mas realiza pouco.
Não consigo ver padrão tático no time do Paysandu.
Enquanto o Águia, no primeiro tempo, foi um time covarde, Paysandu fez 3.
No segundo tempo, com a marcação forte, o “Azulão” marabaense mudou o panorama do jogo.
O que os técnicos ensinam aos jogadores: jogadas ensaiadas, capacidade física, concentração, finalizações, passes certos, dribles curtos, cabeceio e técnica coletiva. São os fundamentos técnicos do futebol moderno.
Em grande parte, não vejo essas qualidades no atual elenco bicolor.
É o que há!

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