EM NOME DO BERÇO QUE TEM (MUTATIS MUTANDIS)

Onzena bicolor sem marcação joga como time de primeira grandeza.
Santa Cruz veio a Belém e entrou em campo de forma protocolar.
Pela 37ª rodada da “B”, Paysandu meteu 4 a 2 no Coral Pernambucano.
Ao lado de Mazinho, do Oeste, Bérgson é o artilheiro com 16 gols.
Papão é o 11º colocado com 48 pontos, e, aos trancos e barrancos, vem se acostumando na segundona do brasileiro.
Time bicolor, no primeiro tempo teve posse de bola, e, com Bérgson, perdeu rosário de oportunidades de golear o Coral Pernambucano.
A triangulação entre Fábio Matos, Ayrton e Magno, nas costas do Yuri, funcionou perfeita, porque o meio-campo do Santa Cruz deixava jogar.
A única jogada que fez goleiro bicolor se espertar aconteceu aos 19’ em cruzamento do lateral direito Bruno que Halef Pitbull meteu o peito do pé direito na bola em voleio espetacular para a defesa de Marco Milanezi.
Gol bicolor surgiu em jogada cruzada na área do Coral Pernambucano para cabeceio de Caion para o centro, encontrando Bérgson,  que concluiu 1 a 0 Papão, aos 27’.
Em jogada de contra-ataque rápido e mortal, Magno, que se destacou jogando nas costas do ruim Yuri, meteu cruzado e Fábio Matos chegou concluindo : 2 a 0 Papão, aos 29’.
A “fominha” de Bérgson, no primeiro tempo, não permitiu que time bicolor saísse de campo com o resultado mais dilatado.
E a preocupação de Guilherme Santos em levantar as “pernas” do shorte, o faz um lateral exibicionista.
Com a entrada de ítalo no posto de Welington, com àquele sendo o lateral direito, e Bruno passando para o meio-campo, Santa Cruz melhorou o setor de meio-campo, com a entrada de Marcílio no posto de Natan.
“Aos 12”, em cruzamento de Yuri, falhou o zagueiro Rafael Dumas, e Augusto, diminuiu, fazendo 2 a 1.
Triangulação entre Fábio Matos, Ayrton e Magno voltou a funcionar: aos 16’ Bérgson fez 3 a 1.
Jogador de maior lucidez no time do Coral Pernambucano foi premiado com o gol mais belo da partida: Marcílio, ao receber de Augusto, na intermediária chutou de pé esquerdo para fazer o segundo gol do rebaixado Santa Cruz.
Terceiro gol bicolor veio em cruzamento de Ayrton; falhou o zagueiro Augusto Sales e Bérgson matou no peito e na caída da bola chutou forte, fazendo seu terceiro gol e o quarto do Paysandu Sport Clube.
O Coral Pernambucano não esteve em campo e dessa “nhanha” se aproveitou o Paysandu para jogar como nunca fez nesta competição, principalmente quando teve pela frente time com ótima marcação.
Em 27 jogos no comando do time bicolor, os números não são favoráveis ao técnico Marquinhos Santos: 10 vitórias, 6 empates, 11 derrotas, num aproveitamento de 44%.
Mas, a bem da verdade, Marquinhos entrou no “barco” em pleno mar e não formou a sua equipe. Por assim dizer, o técnico bicolor foi muito mais gestor do que um “professor” de um elenco de jogadores velhos, exibidos (caso de Guilherme Santos) e tecnicamente ruins.
Passadas as “procelas”, presidente Tony Couceiro tem que mostrar seu “DNA” e fazer fazendo e “mutatis mutandis”.
Pelo berço que tem, ao final de 2018, você tem que se perguntar presidente Tony Couceiro: Qual é a minha obra?
“Mudar é complicado”, às vezes dói, fere, sem dúvida, “mas acomodar é perecer”. Não se acomode ao lado de incompetentes, despreparados e exibicionistas.
É o que há!

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LUCIDEZ

“Dos dezesseis a dezoito jogadores que o Remo contratará, já fechamos com dois e seis estão com pré-contratos”, afirmação do executivo remista, Zé Renato.
Da base do Clube do Remo, que se prepara para a Copa São Paulo, de cinco a oito jogadores farão parte do elenco de profissionais.
Douglas Dias (goleiro), Fernandes (volante|), Esquerdinha (lateral-esquerdo) e Felipe Recife são atletas da nova safra que estão contratados.
Há 16 dias em Belém, Zé Renato, executivo, além de procurar apartamento para acomodar a família, trabalha intensamente para que no dia 4 de dezembro o elenco esteja à disposição do comandante Ney da Matta.
Sem ter afinidade profissional com o técnico Ney da Matta, posto que ainda não houvessem trabalhados juntos, Zé Renato confirmou que o que há entre o dois, são as informações profissionais, que conhece a pedagogia do mineiro da Matta: “Sei como ele conduz o dia a dia e temos trabalhado 24h para isso, e o Ney tem uma definição de time: os atletas têm que ter um perfil que se encaixe no esquema tático dele. Então, estamos buscando estes atletas com o perfil que ele quer”.
A atipicidade dos campos de futebol no Pará tem sido levada em conta na formação do novo elenco azulino e que a preparação seja para que os atletas suportem a temporada toda. “A montagem do time é para que os atletas suportem até o final da temporada e para isso o Clube do Remo tem que ter estrutura”, confirma Renato.
O executivo azulino revelou que quem vem para compor o elenco remista sabe da forma de agir do técnico Ney da Matta que não tolera atletas irresponsáveis. “Eles sabem quem está aqui, sabem que têm que respeitar e como conduzir o dia a dia deles”, acrescenta.
Zé Renato revelou ao blogue que a estrutura do Baenão tem algo a ser feito para que ofereça estrutura melhor ao elenco no trabalho do dia a dia. “Já fiz uma leitura disso e passei à diretoria para que o Clube do Remo melhore ainda mais a estrutura para que tenhamos condições perfeitas de trabalho”, concluiu.
Carioca da gema, Zé Renato está irmanado com funcionários do Baenão e fez questão de ressaltar a dedicação da tropa que age nos bastidores no dia a dia do estádio leonino.
Ao final do papo, o repórter desejou que ele tenha lucidez para conduzir a “locomotiva” remista, e o executivo respondeu, que “pensar e agir com inteligência passa por lucidez”.
É o que há!

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1109 SÓCIOS

“Estou fazendo tudo o que eles estão pedindo, quero ver o futebol”, disse-me o presidente Manoel Ribeiro.
Nomeado na quarta-feira, 15, a pedido dos diretores de futebol, João Nazareno Mota, 62, sócio remista, aposentado do Banco do Brasil, já estava no batente na quinta-feira, 16, como no novo diretor de fato e de direito da Nação Azul.
Na administração Pedro Minowa, em 2015, Mota comandou o programa por seis meses, e, portanto, conhece e tem experiência.
“Tem muita coisa a ser feito, pelo número de sócios adimplentes porque o time do Remo não se houve bem, e baixou bastante o número de quem paga, mas assim como eu, 1109 (mil, cento e nove) sócios pagam regiamente o plano, mas nós vamos incentivar o sócio inadimplente a voltar a pagar”, acredita Mota.
O blogue conversou com João Mota.
PARCEIROS
Convidei o Deo Filho, que esteve comigo no tempo de Minowa, e agora contamos com apoio do Glauber, que continua no marketing, que vai nos dá suporte muito bom. O “eu” não faz nada, quem faz somos “nós”.
NAÇÃO AZUL
O futebol é autônomo, então a NAÇÃO AZUL está ligada ao futebol, e os diretores estão fazendo a coisa com critério, porque nós unidos, a NAÇÃO AZUL vai deslanchar.
ARRECADAÇÃO
Todo dinheiro arrecadado no programa será transferido para o futebol. Tudo que está relacionado ao futebol – comissão técnica, jogadores e funcionários – serão pagos com o dinheiro arrecadado pela NAÇÃO AZUL.
TRANSPARÊNCIA
Primamos por essa condição: o dinheiro vai para o futebol e o sócio saberá através do site do Clube do Remo quanto arrecadou e quanto pagou. Será prestada conta de todo dinheiro arrecadado no programa.
No final desta semana, João Mota reunirá com Manoel Ribeiro e os diretores de futebol do Clube do Remo para traçar planos para implementar campanha para trazer o sócio de volta ao clube.
É o que há!

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“NÃO SOU PATETA…”

O tempo passa rápido. É a sensação que se tem! Tudo é rápido, veloz!
É “fast-food”! É lava-jato! É “drive thur”! É “drive-in”!
“Quando o jogo e a estratégia mudam rapidamente, não basta se contentar com o possível. É preciso fazer o seu melhor.”, diz o filósofo Sérgio Cortella.
É por isso que os jogadores de futebol, por mais inculto que sejam, dizem, nas entrevistas, “fazer o meu melhor”, porque nas preleções motivadoras, técnicos de futebol incutem neles a expressão.
“E vamos que vamos!” E às vezes tomam goleadas. “O animal satisfeito dorme”, disse Guimarães Rosa.
O tempo passou tão rápido que não paramos para pensar que os 365 dias da temporada foram os piores para Clube do Remo e Paysandu dos últimos cinco anos.
Dirigentes e jogadores dessas “locomotivas” não fizeram os seus melhores.
Remo, com jogadores cachaceiros e “barqueiros”, ficou pela metade do caminho. E, agora, se apega a um político que pensa em reeleição embrulhado na bandeira do Filho da Glória e do Triunfo. Tomara que dê certo, e que não seja mais um “Pirão” na longa estrada azulina em 2018.
Estou acreditando na nova diretoria remista, no executivo, no técnico e na nova forma de fazer futebol no Baenão em 2018.
Presidente Manoel Ribeiro nomeou, como deseja diretoria de futebol, o honesto João Mota, o diretor da Nação Azul.
Paysandu, que começou com Sérgio Serra, a grande promessa administrativa bicolor, abandonou o barco, e Tony Couceiro teve que comandar a nau com os “marinheiros” que encontrou, e, aos trancos e barrancos, time permanecerá na “B” de 2018. É muita praga se não permanecer na segunda divisão do futebol brasileiro.
Presidente Tony Couceiro, “liderança é uma virtude e não um dom.” Você precisa, em 2018, dá ao Paysandu o seu DNA de empresário bem sucedido, mas melhorando o ambiente da Curuzu com profissionais competentes e aplicados.
Em Remo e Paysandu se faz necessário “audácia” e não “aventuras”. Planejar, estruturar e se organizar; não ser caloteiros, prometer e não cumprir, não contratar “barqueiros”, “ladrões”, e os dirigentes serem audaciosos e não aventureiros, pensando em suas vaidades.
“Concordo contigo, Zé, quando dizes que não sabes se és imbecil ou muito inteligente!”, me disse o desembargador Leonam Cruz(foto), afirmando que o “seu dinheiro é limpo e sagrado”, concluindo: “Deixei de pagar o sócio torcedor, porque não sou pateta!” Quem fura a zabumba?!
É o que há!

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JOGA MAL, PERDE, MAS CONTINUA BAFEJADO PELA SORTE

Voltou a falhar o goleiro Emerson no chutaço de Pio, aos 16’ do primeiro tempo, fazendo Ceará 1 a 0.
Antes, aos 14’, Pedro Kan meteu uma bola no travessão bicolor.
Falhou o técnico Marquinhos Santos em substituições sem vivacidade.
Pela 36ª rodada da “B” do brasileiro, Ceará ganhou de 2 a 0 do Paysandu, no Castelão, que recebeu mais de 44 mil torcedores.
Ayrton e Peri não apoiaram o ataque, e o time bicolor preferiu as jogadas centralizadas, mas sem finalizações que levassem perigo ao goleiro Everson.
Bérgson e Caion jogaram centralizados e em nenhum momento ameaçaram a defesa do time de Chamusca porque o meio-campo alviceleste se limitou a marcar.
Os laterais cearenses – Pio, pelo lado direito, e Romário, pelo esquerdo – transitavam sem dificuldades pelas beiradas e sempre levando perigo em bolas cruzadas para a defesa bicolor.
Ainda no primeiro tempo sentindo distensão muscular, Romário foi substituído por Rafael Carioca.
Na etapa de complemento em dois momentos, o Paysandu chegou ao gol alencarino: aos 3’ Bérgson chutou de frente para defesa de Everson, e aos 12’ Caion chutou forte para a defesa do goleiro do “Vovô” alencarino. Foi só!
O segundo gol do Ceará veio depois de uma bola cruzada na área e resvalou em Pery, e sobrou para Elton, que fez 2 a 0, em gol legal, aos 20’.
Em seguida, Perema e Elton foram expulsos de campo pelo árbitro carioca Wagner do Nascimento.
Anselmo, no lugar de Rodrigo Andrade; Alan, no de Caion, e Welington Junior no de Fábio Matos não cheiraram e nem federam.
Com 2 a 0 no placar, time de Chamusca tocou a bola e administrou o resultado.
Bafejado pela sorte, que foi uma constante neste brasileiro em prol do Paysandu, Luverdense perdeu de 1ª 0 para o Boa, e o time de Suíço caiu uma posição, passando a ser o 12º colocado com seus 45 pontos.
Paysandu poderá até perder na próxima rodada para o Santa Cruz e se manter na B, em 2018, desde que o Guarany, em casa, contra o Luverdense, empate ou vença.
Na penúltima rodada, na Curuzu, sábado, Papão pega o rebaixado Santa Cruz.
É o que há!

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DEDO-DURO DE FLOZÔ

O Brasil é uma “nhanha”. Ou melhor: um paraíso para corruptos.
Quando sentiu o “cheiro da perpétua”, Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, morando em Las Vegas, deixa a cidade americana e se refugia no Brasil.
Aqui chegando, ao ser entrevistado, revelou cinicamente: “Não há lugar mais seguro para estar do que o Brasil e que não tinha do que fugir se aqui não é acusado de nada”.
Mas a justiça americana pode tardar, mas não falha: preso em 2015, na Suíça, José Maria Marin está sendo julgado em Nova York por crimes de fraude, lavagem de dinheiro e organização criminosa, e juntamente com ele os ex-dirigentes Juan Angel Napout, da Conmebol, e Manuel Burga, da Federação Peruana de Futebol. Todos são inocentados pelos seus advogados.
Enquanto isso, Del Nero e Ricardo Teixeira, valendo-se de que o Brasil não extradita seus cidadãos, continuam de flozô na Cidade Maravilhosa, mas foram citados em depoimento de Marin à justiça americana.
“Del Nero era o todo poderoso na CBF desde Ricardo Teixeira”, revelou Marin em depoimento.
O que não foi divulgado pela imprensa mundial: argumento do qual se apega advogado de defesa de José Maria Marin: “O Brasil não pune seus cidadãos por corrupção privada, que não é crime receber milhões de reais para beneficiar empresas de marketing esportivo”.
Se os jurados concluírem que o cartola brasileiro é culpado, Marin poderá morrer na cadeia: a pena é de 60 anos. Ele tem 85.
As desgraças de Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Del Nero se agravaram quando Eugênio Figueiredo, ex-presidente da Federação Uruguaia de Futebol (AUF), firmou acordo de delação premiada com o FBI, em 2015, e “relatou o caminho do dinheiro nas negociações” entre os confrades de Conmebol.
“Ricardo Teixeira, presidente da CBF, comandava a divisão da propina,” confessou Figueiredo, e teve bloqueado 33 milhões de reais.
Igual a Teixeira e Del Nero, Eugênio Figueiredo responde processo em liberdade no Uruguai, graças à competência e sacada de mestra da jovem advogada Karen Pinto, que conseguiu junto ao FBI que seu cliente “vomitasse” as “babas” recebidas pelos brasileiros.
Em troca da extradição, Eugênio Figueiredo contaria tudo sobre as safadezas dos cartolas do futebol latino americano. E contou!
É o que há!

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PÓS-VERDADE, FAKE NEWS OU FACTÓIDE?

Cadê os executivos do canal interativo que vinham a Belém visitar instalações do Baenão?
Pós-verdade, fake news ou factóide?
O mundo político vive recheado de neologismos, e o pós-verdade é um fato de somenos importância em que a comunidade acredita como “pedra noventa”.
“Fake news” é uma notícia “plantada” com a finalidade de fazer com que a comunidade acredite como verdade e este tipo de “notícia” tem servido para dar vitórias a políticos do tipo Donald Trump, que o mundo passou a denominá-la, também, de “trumpismo”.
Lembro de um tempo não muito distante, cartolas como Artur Tourinho e Miguel Pinho, no Paysandu, diante de derrotas em que a torcida ficava rosnando em torno da Curuzu, eles, imediatamente, lançavam uma notícia “bombástica” a fim de causar impacto junto à torcida, era o “factóide”, espécie de notícia divulgada maciçamente pelos repórteres e que acabariam atraindo a atenção da opinião publica, mas que no fundo não passaria de um “mememe”, ou seja, informação falsa.
Cá com meus botões, lembro da “Princesinha” em que Artur Tourinho, em 2002, desafiou a este repórter a comer grama se a Curuzu não se transformasse numa pequena arena multiuso.
Tourinho acabou sendo defenestrado do Clube e a Curuzu sofre mudanças com a Novos Rumos.
Voltando ao primeiro parágrafo deste texto, os endinheirados do canal Interativo que viriam a Belém, não veem mais porque o Clube do Remo não ascendeu à série “B” do brasileiro de 2018, como era desejo dos americanos para se concretizar o acordo.
Reformariam o Baenão e, em contra partida, teriam direitos de comandar a Nação Azul por um ano. Nada feito!
Com a ascensão de Milton Campos e Miléo Junior a frente do futebol remista, a Nação Azul passaria a ser gerenciada por pessoa de inteira confiança dos dois dirigentes: João Mota, que no tempo de Pedro Minowa foi o diretor do programa azulino, mas que há entre este e o presidente Manoel Ribeiro uma animosidade.
Ao assumir o comando do Clube do Remo, com a deposição de Minowa, Manoel Ribeiro reuniu, num dia de manhã, com toda a diretoria, e ao indagar quanto havia de “baba” no Nação Azul, João Mota teria respondido que haveria em caixa “52 mil reais”.
No outro dia, ao receber telefonema de Manoel Ribeiro que pedia o repasse dos 52 mil reais para saldar compromissos financeiros da diretoria, João Mota teria negado o repasse…
João Mota foi anunciado como o novo gestor do Nação Azul e do Sócio Torcedor, mas depende de portaria assinada pelo presidente Manoel Ribeiro para ser efetivado no cargo.
“Zé, não posso te conceder entrevista porque o Manoel Ribeiro ainda não assinou portaria me nomeando como tal”, me revelou João Mota.
Manoel Ribeiro, no sábado, 11, pelo celular, me disse que não sabe se João Mota será o diretor, porque ainda não foi comunicado. “Não sei nada disso, Zé,” acrescentou o presidente da diretoria remista.
Como não sei brigar com os fatos, fui a busca de informações mais apuradas e cheguei a verdade: Glauber Pontes é o diretor nomeado por portaria pelo presidente Manoel Ribeiro.
Os programas Nação Azul e Sócio Torcedor do Clube do Remo são vinculados a empresa MEU BILHETE, do empresário Leandro, a quem o Remo deve dinheiro que foi adiantado à atual diretoria.
É esperar e apurar com esmero o desenrolar dos acontecimentos nos arraias azulinos.
É o que há!

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MULAMBAGEM

Paysandu perde para a marcação homem a homem, “frango” de Emerson e para a furada de Perema: 3 a 2 para o Brasil de Pelotas, que deixou Curuzu comemorando a permanência na “B” de 2018, perante quase 10 mil torcedores.
Todo adversário que processou marcação alta, time bicolor se perdeu porque não tem hábito de tocar a bola. É um mulambo. Taticamente, mal arrumado!
Breno, Calyson e Misael com triangulações pelo setor esquerdo do ataque Xavante infernizaram a defesa bicolor por onde construíram a vitória do time gaúcho.
Diogo Oliveira e Rodrigo Andrade foram apáticos e não conseguiram se impor no meio-campo bicolor.
E Augusto Recife não tem mais fôlego para fazer a cobertura de qualquer um dos alas.
Os volantes Leandro Leite e Itaqui taticamente foram perfeitos, marcando e fazendo as coberturas dos alas Edney e Breno, este o melhor jogador, taticamente, em campo.
Guilherme Santos teve a primeira chance de gol, ao chutar cruzado, aos 20’, com a bola saindo a esquerda do goleiro Marcelo Pitol.
Cobrando falta, aos 23’, Ednei meteu direto e o goleiro Emerson espanou vento: 1 a 0 Brasil.
Aos 34 e 37’, Bérgson e Caion esbarraram na ótima presença do goleiro Marcelo Pitol, que ao final do primeiro tempo, na saída para os vestiários, se pegou com o colega Ednei e se socaram.
Aos 39’, Diego Ivo, lesionado, é substituído por Rafael Dumas.
No retorno para o segundo tempo, Carlos Eduardo entrou no gol do time gaúcho.
Time bicolor voltou afoito, mas sem poder de finalização.
Ayrton, aos 2’30”, chutou forte e forçou Carlos Eduardo espalmar para escanteio.
Aos 12’, Calyson meteu nas costas de Ayrton, e Breno entrou pela esquerda e cruzou rasteiro para a entrada de Cassiano fazer Brasil de Pelotas 2 a 1. Emerson voltou a falhar, porque a bola passou à sua frente.
Aos 26’, Edney salvou em cima da linha de gol, cabeceio de Perema.
Juninho, que entrara no posto de Rodrigo Andrade, aos 27’, com o gol escancarado cabeceou para o lado.
Aos 30’ alguns refletores da Curuzu apagam; árbitro Rodrigo Batista Raposo esperou 15’ para a recuperação do sistema de iluminação do estádio.
Aos 45’ de tempo corrido, a bola volta a rolar, e logo aos 47’, Perema deixa a bola escapar entre suas pernas e Cassiano, o destaque da partida, se aproveitou da bobeira do zagueiro bicolor e amplia para 3 a 1.
Aos 58’, Juninho diminuiu para 3 a 2, porém, tarde para uma reação.
Com a derrota, Papão cai para 11º lugar com 45 pontos e sai para enfrentar o Ceará, e fica a cinco pontos do primeiro da mulambagem, o Luverdense.
Terça-feira, 14, Papão vai a Fortaleza para o jogo contra o Ceará, pela 36ª rodada.
É o que há!

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“PAYSANDU É BINGO!”

Paysandu disponibilizou na sexta-feira, 10, de R$ 444.500,000,00 (quatrocentos e quarenta e quatro mil e quinhentos reais) para pagar débitos trabalhistas e direito de imagem dos jogadores.
R$ 114.500,00 (cento e quatorze mil e quinhentos reais) para pagar Arinelson, Jobson, Balão, Fávaro e outros processos na 6ª Vara TRT-PA.
330 mil reais para pagar direito de imagem do atual elenco de profissionais.
R 1,8 mi com Jobson está quitado. Bingo!
“Desde Vandick que não tenho preocupação com o Paysandu. Parabéns, à diretoria bicolor que se empenhou em honrar o acordo”, revelou ao blogue advogado Henrique Lobato.
Vandick (2013/14) Alberto Maia (2015/16), Sérgio Serra (seis meses) foram os presidentes bicolores que respeitaram os acordos processados pelo departamento jurídico do clube com advogados dos credores, e continua com o atual chefe do executivo alviceleste, Tony Couceiro.
No período, de 2013 a 2017, além dos apoios dos presidentes, três pessoas tiveram importância nos acordos que o Paysandu Sport Club exercitou perante a 6ª Vara-TRT-PA, onde estão centralizados os processos: Elmar Saúde, diretor financeiro; Alexandre Pires, diretor jurídico e atualmente vice-presidente do Papão, e o advogado representante de alguns credores, Henrique Lobato (foto).
“Henrique Lobato sempre compreendeu alguns senões que houve, mas sem nunca perder a postura de credibilidade na nossa diretoria. Quitamos Jobson, e estamos pensando em reunir com o Henrique sobre os 60 mil reais que iremos repassar para Arinelson. Não está fácil. A realidade financeira do Paysandu é outra. O time não foi bem em campo, e isso influenciou na venda da Lobo, do Sócio Torcedor, e diminuiu o orçamento previsto para este ano de 34 milhões de reais para 31 milhões de reais, mas estamos trabalhando com a mão de ferro”, revelou Saúde.
Além de Arinelson, Paysandu paga, ainda de acordo com advogado Henrique Lobato, Alexandre Fávaro 200 mil reais em 15 parcelas, e o Clube já pagou 6 de 13 mil e 300 reais; Balão, 207 mil reais em 69 parcelas de 3 mil reais, e quitou 57 parcelas, faltam 12.
“Com o Paysandu é bingo! ”, concluiu Henrique Lobato!
Segundo Elmar Saúde, a previsão orçamentária do Paysandu para 2018 está em torno de R$ 38.000.000,00 (Trinta e oito milhões de reais).
É o que há!

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NOVOS RUMOS PAGA R$ 8 MI DE DÍVIDAS TRABALHISTAS

Desde fevereiro de 2013 que o Paysandu pagou R$ 8 mi na 6ª Vara do TRT-PA.
Vandick, quando assumiu o Papão, teve uma preocupação: chamar credores e fazer acordo dentro das possibilidades do Clube, contando com a assessoria jurídica do advogado Alberto Maia.
Para o Arinelson o clube devia R$ 3.8 mi; Jobson, R$ 1,8 mi e outros processos acumulados na sexta vara da justiça trabalhista e na justiça cível mais de dois milhões de reais.
Jobson aceitou receber 30 mil reais todo dia 10 de cada mês, e outros dois processos, Vandick se comprometeu a repassar a cota do BANPARÁ, hoje avaliada em R$ 54.500,00, mas que desde o ano passado, quando o Paysandu ganhou contrato com a CEF, que o clube repassa o mesmo valor.
Arinelson, também, aceitou 30 mil reis mensais. Henrique Lobato, advogado de Jobson e Arinelson, foi essencial nos acordos entre as partes.
No total de R$ 8 mi pagos em cinco anos de NOVO RUMOS, foram quitadas divididas como à do Gilson num total de R$ 600 mil.
Nesta sexta-feira, 10, Paysandu quita dívida com Jobson, avaliada em R$ 1,8 mi, ficando os 60 mil reais, a partir de dezembro, a serem repassados para Arinelson, que o Clube quita dívida em maio de 2020.
Além das 29 parcelas de R$ 60 mil reais para Arinelson, Paysandu ainda tem por acordar, na 6ª Vara, oito processos que estão avaliados em R$ 1,1 mi, e um milhão de reais com o ex-jogador Antônio Carlos Devilis, que o advogado Alexandre Pires está negociando com advogado do ex-atleta bicolor.
Incluindo R$ 1.7 mi para Arinelson, R$ 1 mi para Antônio Carlos e R$ 1,1 nos processos na 6ª vara trabalhista, Paysandu fecha 2017 com dívida de R$ 3,8 mi.
“Com dificuldades, os ex-presidentes e o Tony cumprem com os acordos processados na 6ª Vara pelo jurídico do Paysandu. Agora, pretendemos fazer acordo com o Antônio Carlos”, afirmou Alexandre Pires, vice-presidente bicolor.
É o que há!

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