FACÇÕES: O PROBLEMA DO CR

LINO E TEREZEINHA NO STÚDIO DA RÁDIO MARAJOARA

Terezinha Pinheiro da Silva, 35, administradora; Lino Machado, repórter da TV RBA, e advogado Gilberto Barleta estiveram ao vivo no SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara. Que honra!
Ela foi a pivô de o presidente do Remo, André Cavalcante, ter abandonado reunião do CONDEL, do CR, segunda-feira, 25, à noite. O meu confrade fez-me visita honrosa, e o advogado Gilberto acompanhou Terezinha, que foi ao programa dizer sua versão sobre os fatos envolvendo ela e o dirigente remista.
Eis depoimento de Terezinha…
Começou a reunião, eu fiquei sentada bem distante da mesa e dos conselheiros, calada, sentada, escutando o que se passava na reunião, quando de repente (eu não vi este senhor chegando à reunião), ia começar as perguntas dos conselheiros, ele pegou o microfone e disse que se recusaria a responder qualquer pergunta dos conselheiros porque eu estava na reunião e pegou um áudio em que uma pessoa diz: ‘Como é que uma pessoa desempregada, que está dentro do Clube do Remo, compra dois carros novos? ” E esta a indagação que ele põe para cem pessoas ouvirem. Eu não vejo maldade nenhuma na pergunta…então uma pessoa desempregada não vai crescer…
O repórter indaga se o áudio é de Terezinha e ela confirma…
O áudio é meu, mas em momento algum eu cito o nome dele, agora se a carapuça serviu… paciência…Ele (o presidente André) leu a mensagem e disse que eu estava ofendendo…em momento algum eu cito o nome dele…não cito, nesta mensagem, que ele lê, eu quero esclarecer bem: eu mandei esta mensagem para o DIARIO DO PARÁ, mostrei ao Caxiado, ao Gerson Nogueira e foi virilizada, mas nesta mensagem que ele mandou para o seu grupo não sou, porque quando tenho que falar, falo na cara. Lá no Mangueirão falei na cara dele tudo que penso: é excelente advogado, mas não me representa como dirigente do Clube do Remo. Uma pessoa que já hostilizou o Remo, como posso ter uma pessoa dessa como presidente do meu clube? Eu falei para ele. Eu não tenho problema algum com este senhor. Ele, como presidente do Remo, não me representa. Um grupo de estagiário dentro Remo vive denegrindo a imagem dos outros. Sou oposição com responsabilidade. Somos pessoas formadas e todos muito bem empregados, graças a Deus. Não precisamos e tão pouco vivemos à sombra do Remo… ao contrário de muitos que estão no Clube do Remo porque se beneficiam e vivem às custas do Remo e nós não precisamos disso. Eu e meus pares somos oposição com responsabilidade. Em momento algum eu insultei este senhor… eu disse um ai para ele. É uma forma injuriosa de me denegrirem. Eu não atrapalhei a reunião. Eu ia me levantar e ir embora da reunião, mas ele largou o microfone e falou que não responderia nada, se levantou e foi embora…ficou mais do que provado que ele usou minha presença no local para se abster das perguntas dos conselheiros que iam cobrar a decadência que o clube vive no momento.
O título de sócio proprietário que foi cassado…
Eu comprei o título e estava pagando, mas fiquei um tempo sem trabalhar e na terça-feira,26, (um dia após a reunião) telefonei para a sede e disseram que meu título estava ok, isso de manhã, mas de tarde me comunicaram que o meu título havia sido cancelado, mas estou tranquila porque já consegui um título remido (pago a transferência), mas, segundo a última informação, é que não estão fazendo transferência porque estão fazendo o levantamento patrimonial do clube, mas quando voltar, com orgulho, serei remida. Quero deixar bem claro: se ele como presidente não sabe conviver com a oposição, meu amigo, você está no cargo errado.
O problema do Remo são as facções que há no clube!
Os grupos se entendem em torno de um bem comum porque há amor, respeito!
As facções lutam também por um bem comum, mas com ódio, com desejo de vingança, de destruição dos adversários. É o problema das nações do Oriente Médio!
É o que há!

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TEM DIRIGENTE QUE NÃO TEM O QUE FAZER

DEWSON: ESSA SITUAÇÃO VEIO ANTES...

O paraense Dewson Fernando, 35, árbitro Fifa, pode se desvincular da FPF.
“Eu esperava pelo convite no final do ano, mas chegou agora”, confirmou Dewson com primazia ao blog.
Ano passado, quando recebeu o símbolo da Fifa, Dewson recebeu convite da Federação Goiana de Futebol, mas preferiu permanecer em Belém.
Demonstrando amor pela cidade que o viu nascer, Dewson, ao viajar para apitar em outros Estados, vestia camisas com às cores da bandeira do Pará.
Dewson Fernando Freitas da Silva hoje está entre os dez melhores árbitros do futebol brasileiro.
Neste domingo, 1 de maio, Dewson está em Belo Horizonte para apitar a final do campeonato mineiro entre Atlético Mineiro e América. “É honra. É reconhecimento do meu trabalho”, revelou ao blog ao embarcar para Belo Horizonte no Aeroporto Internacional de Belém, na tarde de sábado, 30 de abril.
Ao ser indagado sobre a cisma dos cartolas paraenses sobre o atual apito paraense, com os dirigentes azulinos mandando à CBF “denúncia” porque ele estava na Câmara de Vereadores conversando com Wandick e Pio Neto, Dewson disse: “Além de Deus, temos a chancela estadual, a chancela nacional e à internacional, então não me preocupo porque a arbitragem paraense é top. E nós somos públicos e temos o direito de ir e vir. Tem que acabar com isso. A Comissão Nacional no momento que recebeu a documentação não deu vista…Dirigentes querendo se reportar sobre a arbitragem. Será que esse dirigente não tem o que fazer no seu clube? ”
Sobre o seu futuro este ano, após receber convite da Federação Carioca, revelou: “Vou ratificar: quando eu tiver algo assinado, alinhado, tudo certo comunico primeiramente à Federação, à minha família e depois vocês…”
Eu insisto sobre o convite: “A gente vai sentar com os dirigentes da federação e vamos conversar… Essas situações vieram antes do esperado, sempre acontece no final do ano e veio agora…”
O repórter agradeceu. Desejou ao Dewson um ótimo desempenho à frente da decisão do campeonato mineiro desta temporada…
- Ah, Zé Maria Trindade, deixa eu terminar com uma frase? – Pediu Dewson.
- Pois não, Dewson!
- Deus é justo!
COPA DO BRASIL
Jogando na Curuzu, Paysandu ganhou de 2 a 0 do Independente (Tucuruí) e avançou na Copa do Brasil.
Celsinho e Rafael Luz marcaram para o Papão.
Na segunda fase, Paysandu enfrentará o Operário-PR, no dia 17 de maio, em Ponta Grossa-PR, e o segundo jogo em 6 de julho, em Belém, às 20h30.
É o que há!

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CRUZ-CREDO, “TRAÍRA”!

ZECA PIRÃO COM NONATO PEREIRA NA MIX

Em julho de 2013 Sérgio Cabeça, depois de sete meses do segundo mandato, renuncia ao cargo de presidente do Clube do Remo
José Wilson Costa Araújo, “Zeca Pirão”, 57, vice-presidente, assume e chega ao comando do clube de Periçá com sangue no olho.
No primeiro dia que sentou na cadeira de presidente por pouco não foi preso: oficial de justiça e polícia bateram na sede do Remo cobrando dívida de 90 mil reais referente a morte de uma criança em uma das piscinas do parque aquático do clube, na Avenida Nazaré.
Pirão foi ao banco sacou 90 mil reais e pagou o débito. Foi o cartão de visita! …
“Zeca Pirão” tirou Eduardo Ramos do Paysandu; adquiriu ônibus usado e batizou de “33”, fez acordos no TRT com mais de trinta credores e a sua maior ousadia foi o anuncio de fazer do Baenão uma arena moderna, que o repórter Paulo Caxiado anunciava no microfone da Rádio Clube ser a “mais moderna arena do Pará”. Deu chabu!
Presidente compra terreno pelo lado da travessa das Mercedes para ampliar entrada para os setores de cadeiras e não paga.
Baenão ganha novo gramado e blindex nas laterais e torres de iluminação são derrubadas e partes das cadeiras, pelo lado sul do estádio, é destruído para construção de lances de camarotes e cadeiras. Não saiu do papel.
Em janeiro de 2015, Pirão perde eleição para Pedro Minowa que chegou ao clube dizendo que o “Remo era uma mina de ouro inexplorada”. Falou a verdade, mas sofreu pressão dos “cardeais” e renunciou.
Sobrou ao Pirão dívida de mais de um milhão de reais em agência do Banco do Brasil, em que teve que fazer parcelamento a perder de vista para reconquistar crédito na instituição bancária.
Em janeiro deste ano, Pirão volta a ser candidato a presidente do Remo e sofre nova derrota: perdeu para o seu ex-assessor na Câmara de Vereadores de Belém, André Cavalcante, que no Remo Pirão lhe deu a “galinha dos ovos de ouro” – a Nação Azul.
Recentemente, “Pirão” foi convidado para comandar o departamento de futebol do Remo e não aceitou, mas deixou alguns conselhos aos dirigentes: mandar embora o executivo Fred Gomes e mudar para melhor o elenco de jogadores.
Zeca Pirão revelou que o que os atuais dirigentes remistas fizeram com ele é atitude de “traíras”.
AS DIFICULDADES DO CR
Ele (André) sabia das dificuldades do clube porque ele fez parte da minha administração, tanto ele como o Fábio. Os contratos dos jogadores ele sabia o que estava escrito nesses contratos e agora ele fala que esses jogadores foram à justiça. O André tinha esses contratos em mão e ele sabia como fazer a defesa. Não fez porque não quis.
DÍVIDA DO CLUBE
Paguei de outros gestores mais de um milhão e setecentos mil reais e não vivo a reclamar de ex-presidentes. Dizer que não vai investir no clube porque não fará o que outros presidentes fizeram é enganação.
VERGONHA
Não tenho vergonha de nada, porque tudo que fiz foi por amor ao Remo. Errei e errar é uma sequência da vida.
BAENÃO
Chorei quando entrei no Baenão. O Baenão estava acabado: não tinha gramado, não tinha drenagem, alambrado, não tinha rampa, água, parte elétrica por fazer, não tinha pintura, enfrentei a justiça do trabalho, então, eu fiz meu papel de presidente. Antes de eu saí o Remo teve duas vitórias no Baenão. Eu tenho filmagens do Corpo de Bombeiro que o Baenão tem condições de jogo. Tudo é mentira. O Baenão é questão de manutenção. E eles não fazem manutenção do estádio. O que arrecadei sobre o Baenão está no balanço devidamente explicado. O presidente tem que vestir calça de homem e falar da sua administração.
DÍVIDA
Tenho uma dívida de R$ 750.000,00 (setecentos e cinquenta mil reais) que hoje supera R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) em agência do Banco do Brasil, mas parcelei e estou pagando. Dinheiro que coloquei no Remo para pagar funcionários e jogadores. A dívida não é minha é do Clube do Remo, mas sobrou para mim e minha esposa.
INGRATO OU TRAÍRA
Eles sabem (André e Fábio) que eu já chamei eles de “traíra”. Chamei de “traíra” para os dois. O que eles fizeram comigo foi uma sacanagem. Digo na cara deles e sempre disse e nunca vou deixar de dizer. O que eles fizeram foi uma “traíragem”. É falta de personalidade. Não é passando por cima das pessoas que se chega aos objetivos. Eu já superei essa “traíragem”. Eles são se preocupam com o marketing e vender camisas. Passei 8 meses sem calendário no Remo e não deixei de pagar funcionários e jogadores.
Mais detalhes sobre esta reportagem, os leitores terão tintim por tintim no domingo, 1, às 12h, no SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara-AM-1130.
É o que há!

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SERRA ESTÁ PREPARADO

SERRA EWANDICK COM OS DIRIGENTES DA FPF

“Agradeço ao Wandick e ao Maia por me aceitarem como vice. Aprendi muito nesses anos ao lado deles e estou preparado para comandar o Paysandu. ”
Engenheiro eletricista Sérgio Tadeu Ferreira Serra, 44, funcionário da ELETRONORTE, está tão consciente de que será o próximo presidente alviceleste que pedirá licença sem vencimentos de dois anos (a partir de janeiro de 2017) do Instituto de Ciências e Tecnologia do Pará onde leciona.
Não abre mão de ter o engenheiro civil Toni Couceiro como vice por ser conterrâneo e contemporâneo de bairro e estudos.
Em dias da semana passada, acompanhado do Wandick, Serra foi à FPF e conversou com Adelcio, presidente; Maurício Bororó, vice, e o diretor técnico Paulo Romano sobre as reformas na fórmula dos campeonatos estaduais de 2017 e 2018.
Sérgio Serra falou ao blog sobre o seu futuro como presidente bicolor.
CAMPEONATO PARAENSE
Em dias nós estaremos debatendo sobre o regulamento que irá regular os campeonatos de 2017 e 18, então, o Maia me delegou poderes para eu comparecer à federação e ouvir sobre o que há dentro do regulamento.
O QUE PENSA
Baseado no que vimos nestes dois últimos dois anos, quando as duas “locomotivas” se defrontaram uma vez em turnos diferentes, a gente tem a ideia de que não é uma competição de pontos corridos, mas sim “mata-mata” meio disfarçado o que é risco para as duas forças do futebol paraense. Nós não estamos pensando no Paysandu, pensamos na valorização da competição e no volume financeiro dos campeonatos.
MAIS RE-PAs
É isso. Pensamos numa fórmula que garanta mais jogos entre Remo e Paysandu, sem cansar o torcedor. Mas, um apenas é pouco, como foi este ano.
TEMPO PARA O PAYSANDU
O magistério sempre foi um dos empecilhos: eu sou filho de professor, neto de professor e sou professor do Instituto de Ciência e Tecnologia do Pará, então, a decisão não foi fácil: vou me licenciar por dois anos (sem vencimentos). Vou pedir licença da Escola Técnica e de outras instituições. De onde não sairei é desta sala (se refere ao local de trabalho na ELETRONORTE).
TININDO
Minha pele está curtida pelo Wandick e o Maia pelos valores que os dois têm, cada um dentro das suas características. O Paysandu está repleto de pessoas com amor no coração e é por isso que as coisas conspiram a favor: ambos me ensinaram muitas coisas.
Sérgio Serra falou da importância de valorização da base do clube e explicou o quê de Leandro Carvalho não ter se dado bem no profissional. Na próxima administração, Papão poderá ter dois vice-presidentes. Estatuto está sendo reexaminado.
Todos os detalhes, em sonora, desta entrevista com Sérgio Serra, no SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara, domingo, 12h.
É o que há!

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HÁ INDÍCIOS DE NOTAS FRIAS

SECRETÁRIA RENILCE CONFIRMA QUE AS NOTAS FISCAIS SÃO FALSAS

Desde 2008 que notas fiscais “frias” são apresentadas à Federação Paraense de Futebol e esta repassa à Secretaria de Estado de Esporte e Lazer.
Convênio SEEL/FPF, no valor de R$ 1.300.000,00 (um milhão e trezentos reais), serve para garantir a logística dos clubes participantes dos campeonatos paraenses de futebol profissional.
O transporte terrestre das delegações sempre foi serviço prestado pela empresa TRANSULISSES, do empresário Ulisses Martins.
Em Belém, a hospedagem dos clubes tem como local o Hotel Paraíso, localizado na Travessa Timbó, 3099 – Marco.
Desde que este blog revelou as falcatruas, em post do dia 19 de abril (NOTAS FISCAIS FALSAS: CRIME CONTRA A ORDEM TRIBUTÁRIA NO CAMPEONATO PARAENSE), que o repórter José Maria Trindade tem procurado ouvir desportistas que denunciaram o crime e autoridades que estão analisando os documentos.
Na Federação Paraense de Futebol, o presidente Adelcio Torres revelou que todos os documentos contábeis foram repassados ao promotor público Sávio Brabo, da Promotoria de Tutelas das Fundações e Entidades de Interesses Sociais do Estado do Pará, e ao delegado Neyvaldo Silva, diretor da Divisão de Investigações e Operações Especiais.
“Detectamos as falsificações e denunciamos às autoridades competentes”, garantiu Adelcio.
Promotor público Sávio Brabo disse ao blog que ainda é cedo para conclusões, mas que a denúncia dos dirigentes federacionistas é “pertinente”.
Neyvaldo Silva, da DIOE, revelou que tem documentos e que em breve convocará os envolvidos para ouvi-los em depoimentos.
Na tarde de quarta-feira, 27, fui à SEEL e conversei com a secretária Renilce Conceição do Espírito Santo Nicodemos, que disse está configurado o crime contra a ordem tributária, mas que toda a documentação está sendo auditada.
“No momento que os auditores concluírem a auditagem, enviarei o relatório ao Tribunal de Contas do Estado e ao Ministério Público”, disse Renilce.
Inquirida pelo repórter sobre culpados, Nicodemos disse: “Vai sobrar para alguém, porque há indícios de notas falsas.
Sobre o gramado do Mangueirão, a secretária confirmou que clube nenhum mais treinará no  campo.
É o que há!

P.S: Urbanamente, secretária Renilce  me solicita para retirar o termo “crime” do texto, e como não há sonora, atendo-a, substituindo a oração: PORQUE O CRIME ESTÁ CONFIGURADO,  por: PORQUE HÁ INDÍCIOS DE NOTAS FRIAS.

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JUÍZA SUSPENDE LEILÃO

ADVOGADO RICARDO SEFER COM A DECISÃO DA JUÍZA EM MÃOS

Advogado Ricardo Sefer agiu rápido e juíza suspende leilão da sede náutica.
Diretoria remista na terça-feira, 26, parcelou a dívida de um pouco mais de 100 mil reais e parcelou em 60 meses.
A primeira parcela de R$ 1.698,66 (um mil, seiscentos e noventa e oito reais e sessenta e seis centavos) foi depositada na agência da CEF, em prédio da Justiça Federal.
Na manhã desta quarta-feira, 27, nos corredores da 7ª Vara Federal o leiloeiro Sandro de Oliveira foi comunicado pela juíza Lucyana Said que o leilão da sede náutica remista estava suspenso em virtude de acordo com a justiça.
Cento e um mil reais é o débito remista com a União que o clube se compromete a pagar em 60 meses.
Por volta das 11h30, advogado Ricardo Sefer protocolou acordo na secretaria da 7ª Vara.
É o que há!

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SEDE NÁUTICA DO CR VAI A LEILÃO

JUÍZA FEDERAL CONFIRMA LEILÃO DA SEDE NÁUTICA DO CR (foto removida)

Juíza federal autoriza leilão da sede náutica do Clube do Remo.
O primeiro patrimônio azulino, localizado na Rua Siqueira Mendes, Cidade Velha, irá a leilão nesta quarta-feira, 27, às 10h, na 7ª Vara Federal, autorizado pela juíza Lucyana Said Daibes Pereira.
Débito do Clube do Remo com a União vem rolando e já houve acordo de parcelamento e a instituição não cumpriu e nem apresentou defesa como afirma em despacho decisório a magistrada do feito.
“Destaco que não houve impugnação à avaliação pela parte executada, não trazendo o executado aos autos quaisquer documentos para ataca-la, apenas apontando a diferença existente conseguida de tal forma, que referido valor passou a ser utilizado como válido para execução supramencionada, conforme decisão proferida naqueles autos…”
Em outro despacho, a juíza Lucyana afirma: “…ressalto que, caso seja realizado o parcelamento do débito, antes do leilão, a parte executada deverá recolher o valor referente à remuneração prevista no item 7 do edital equivalente a 2% (dois por cento) sobre o valor do débito exequendo, na hipótese dos autos, face a título de ressarcimento das despesas realizadas, ficando a suspensão do leilão condicionada ao pagamento devido. Ante o exposto, INDEFIRO, o pedido de suspensão do leilão e mantenho a hasta pública designada para o dia 27 de abril, às 10h. Lucyana Said Daibes Pereira. ”
Valor da avaliação: R$ 1.690.000,00 (um milhão, seiscentos e noventa mil reais).
Valor mínimo: R$ 845.000,00 (oitocentos e quarenta e cinco mil reais).
É o que há!

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RUAN E PAYSANDU: AÍ TEM…

MAIA, RUAN E EMPRESÁRIO JULIO CÉSAR: AÍ TEM...

Em 25 de outubro de 2014 o Paysandu voltou à 2ª Divisão do Brasileiro.
Ganhou do Tupi-MG, no estádio “Mário Helênio”, de 1 a 0, gol de Ruan, aos 41’ do segundo tempo.
Ruan Carlos Gomes Costa da Silva, com 21 anos à época, fez o gol e foi expulso por tirar a camisa na hora do gol.
Ruan é natalense (RGN), mas apareceu para o futebol brasileiro no Sport Recife.
Por ser atacante veloz, foi contratado pelo Internacional (RS), se destacando na equipe sub-23 do colorado gaúcho.
No final de 2015, Ruan deixa a Curuzu, em transferência para o Goiás, que ofereceu mais do que o Paysandu lhe propunha.
Após anunciar atacante Alexandre; Jonathan, meia-armador, e Domingues, zagueiro, para a campanha do Brasileiro da série B deste ano, presidente Alberto Maia é flagrado pelo blog jantando em restaurante da Estação das Docas, domingo, com o Ruan e o empresário Júlio César.
Ao serem flagrado pelo José Maria Trindade, Maia sorriu, saboreou o filhote na chapa e depois recebeu o repórter na mesa e falou: “Vim à Estação com meu filho jantar um filhote na chapa e aqui encontrei Juan e o empresário Júlio César e estamos conversando, mas nada de contratação do Ruan”, disse Maia.
A persistência do repórter em saber se havia interesse do Paysandu em tê-lo no elenco para a campanha do brasileiro, o presidente bicolor, que não gostou da interferência do repórter, confirmou se tratar de “ótimo” jogador, mas que contratação poderia ser mais adiante, que no momento estavam em “mesa de amigos”.
Insisto sem apertar o “stop” do gravador: Juan, está de volta ao Paysandu? ”, indaguei.
“Estou em Belém visitando amigos e vim aqui com o Júlio e encontrei com o presidente Maia, mas neste momento conversamos sobre futebol, mas não se trata, ainda, de contrato com o clube. É bom trabalhar com pessoas íntegras, honestas, e está aqui não tem preço. ”
Ao ser inquirido qual o clube a que está vinculado, Ruan respondeu que voltaria nesta segunda-feira, 25, a Goiânia para tratar de algumas coisas com o Goiás, mas que estava no Ituano, e o seu futuro não está definido, e que no decorrer dos próximos dias decidirá sobre o seu futuro.
“E foi e sempre será orgulho para eu vestir a camisa do Paysandu, mas estou conversando com o presidente Maia”, concluiu Ruan.
Por enquanto, o que separa Ruan da Curuzu é o valor financeiro do contrato,
Mas, este blog ousa afirmar que Ruan será a próxima contratação bicolor.
É o que há!

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O MAIOR DE TODOS OS IDIOTAS

MAIA E JOGADORES SOBRE O ALGODÃO

Tenho dito que quem trabalha como repórter, narrador, comentarista esportivo e diz que não tem bandeira clubística é arregão. Ou está em profissão errada. É o que penso.
Eu sei o momento de ser o José Maria Trindade Pereira, o torcedor do Paysandu; mas sei, também, o momento de ser repórter esportivo. Eu penso que ser torcedor e profissional uma condição exclui à outra.
Penso ser pior para quem me ouve no rádio ou me acessa nos meus “condomínios” digitais ficar em dúvida quanto à minha paixão clubística. Torço, sim, para o Paysandu, e qual é o pó?
É hipocrisia! É enganar sua própria natureza! Quem nos ouve e lê sabe que nós – imprensa esportiva – temos preferência.
O ótimo profissional está acima de qualquer suspeita pelo que fala, pelo que escreve. Pela competência e credibilidade de abordar os temas. Coragem em denunciar. Isenção de ânimo ao comentar, analisar um fato.
Por que não posso saí do armário quanto ao meu amor pelo Paysandu? Clube que já ajudei a salvar o patrimônio o que muitos camafeus nunca fizeram, mas que adoram ostentar a pose de benemérito ou grande benemérito.
Os grandes nomes da imprensa nacional mostram em seus programas de rádio e TV os clubes que torcem. Em Belém é crime: um dia deixarei de ser repórter, mas torcedor do Paysandu, nunca! Morrerei ouvindo a modinha, como diz Mauro Borges: “Meu Paysandu tem duas cores…!
Meu fino leitor, busco um excerto da obra de Dostoiévski – O IDIOTA – para mais adiante abordar no que mais interessa nestas más traçadas linhas: “ – Já aconteceu, amigos, como a todos nós, cometer ações em minha vida que não fossem lá muito bonitas…. É estranho que eu ainda considere o breve incidente que vou descrever como tendo sido a mais vil ação da minha vida…trata-se, contudo, de um caso extremamente idiota…”
A ação vil da minha vida foi não ter resistido a tentação do advogado criminalista Marco Antônio Pina, o “Magnata”: na sexta-feira, 22,16h, em uma das mesas do Bistrô, do Shopping Bulevar, apostei mil reais pela classificação do Paysandu contra o Remo. Testemunharam a ação Fábio Cebolão, Mauro Borges, Eliercio Santino, Paulo Fernandes, e empresário Washington. Deu 4 a 2 Papão!
Logo, logo, as imagens virilizaram na rede. Para quê? Os endinheirados bicolores me cercaram querendo quadriplicar aposta: Chermont, João Carlos Pontes e Aguilera putos porque só apostei tão-somente mil reais! – Calma! – Pedi a eles!
Paysandu ganha do Remo de 4 a 2 e se classifica. Desliguei o celular. Parei para pensar e o meu Deus – que é rico, poderoso e festeiro – manda que eu não seja usufrutuário dos mil reais.
Sem conversar com advogado Marco Antônio Pina, tuitei minha decisão. Para quê? Uns elogiaram, outros me taxaram de imbecil, burro…
Por que não aceito os mil reais? Penso não ser justo: o dinheiro que me chega às mãos fruto de uma desgraça com o Clube do Remo. Não é correto!
Embora, não ame profundamente o Remo, mas sou fraterno, e neste momento sinto compaixão à Instituição que não merece passar pelos momentos difíceis pelos quais passa por incompetência dos seus soberbos e ingratos dirigentes.
Por respeitar e amar fraternalmente o Remo, é que sou um dos maiores idiotas desta cidade.
João Braga de Farias Jr. (que me salvou de ser expulso de um “apê” no Império Amazônico, quando era presidente do BNH, e morar sob a ponte com esposa e filhos) e Jorge Dahas (que matou minha fome quando aqui cheguei, em 1979) me fizeram pensar e repensar em gratidão.
Prefiro ser idiota, imbecil, burro a ser monstro – é como me sentiria se nesta segunda-feira, 25, me refestelasse com mil reais às custas da infelicidade do Clube do Remo.
O Remo precisa da união dos verdadeiros remistas que tenham amor à Nação Azulina.
É o que há!

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ABECEDÁRIO DO RE-PA

GALAERA AZULINA ESPERANDO PELOS CAMAFEUS NA SAÍDA DO ESTÁDIO

A – André Cavalcante, presidente do Remo, fugiu com medo da galera remista….
B – Boa arrecadação: R$ 412.854.00 (quatrocentos e doze mil, oitocentos e cinquenta e quatro reais)
C – Conjunto bicolor fez a diferença.
D – Dado Cavalcanti começa colher frutos de trabalho planejado.
E – Eduardo Ramos não soube saí da forte marcação de Recife.
F – Fabinho Alves executou bem a função tática caindo pela esquerda.
G – Grandiosa atuação do time bicolor: 4 a 2 Paysandu.
H – Heroico, o limitado time azulino.
I – Ímpeto remista no início do jogo, mas tecnicamente o time é limitado.
J – Joelson, o árbitro, indeciso e permitiu algumas jogadas violentas.
L – Leandro Cearense entrou no posto de Betinho e segurou a zaga remista.
M – Max tomou cartão vermelho, aos 25’ do segundo tempo, e abriu a porteira para o Papão.
N – Nenhuma culpa tem o técnico remista pela desclassificação azulina.
O – Obrigado, agradeceu o técnico Dado ao torcedor bicolor.
P – Polícia Militar teve que dar proteção aos dirigentes do CR no final do jogo.
Q – Qualidade técnica bicolor foi superior à do Remo.
R – Raí, o melhor em campo, principalmente no segundo tempo: fez dois gols.
S – Sentindo o cheiro da perpétua, o vice-presidente do Remo, Fábio Bentes, deixou carro no estacionamento do Mangueirão.
T- Tiraram o diretor de segurança da FPF, coronel Cláudio. Pressão da diretoria do CR.
U – Uivar do lobo: uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!
V – Vinte e um é o número de jogos invicto do PSC: 12 vitórias e 9 empates.
X – Xavecada de torcedor bicolor, no final do jogo, fez Marcelo Veiga, técnico do CR, perder a paciência.
Z – Zequinha ganhou mil reais do advogado Marco Antônio Pina, o “Magnata”, e devolvo a “baba” por não me sentir bem em tê-lo como usufruto.
É o que há!

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