PREGO BATIDO E PONTA VIRADA

Os clubes são pobres, disse advogado Jorge Borba

Pedro Minowa é um homem de comportamento frio e, aparentemente, humilde, vivendo, no Remo, situação fora do comum.
Tem sido resiliente. Não  cede às pressões que vem sofrendo de todos os lados: do vice-presidente, que nunca foi seu amigo, e de alguns conselheiros e sócios proprietários que não aceitam a divisão de renda do RE-PA do dia 29, no Mangueirão.
Antônio Miléo deixou o cargo de diretor de futebol do Remo porque o presidente Minowa concorda com a divisão de renda.
Advogado Miléo tem uma “baba” generosa emprestada ao clube e pretende ter ressarcimento dos mais de 500 mil aplicados no futebol azulino.
Conselheiro Hamilton Gualberto, na reunião do CONDEL, da noite de quarta-feira, 4, propôs aos confrades nota de repúdio ao presidente da Federação Paraense de Futebol, o Nunes, por que este assinou RESOLUÇÃO determinando que seja 50% para cada uma das “locomotivas”.
Advogado André Cavalcante, ex-diretor jurídico do clube, e sócio proprietário mandou ao presidente Minowa requerimento em que afirma em um dos excertos: “…pugno a V. Excelência que, honrando o cargo de Presidente confiado pela maioria dos Associados, afaste qualquer pretensão que vise cercear o CLUBE DO REMO DE UM DIREITO LEGÍTIMO CONQUISTADO EM CAMPO, e assim busque o cumprimento integral do disposto no Art., 43 DO REGULAMENTO DO CAMPEONATO PARAENSE DE FUTEBOL 2015, mantendo100% da renda da partida a ser disputada contra o PAYSANDU S.C., válida pela quarta rodada do 2º turno do Campeonato Paraense, que realizar-se-á no dia 29/03/2015.”
Antes da reunião do CONDEL, Pedro Minowa reuniu com “cardeais” de alto coturno azulino: Manoel Ribeiro, Antônio Carlos Teixeira, Ubirajara Salgado, Hermes Tupinambá e o vice-presidente da FPF, Maurício Bororó, que também é conselheiro azulino, e por unanimidade, decidiram que a “decisão” é de competência do presidente.
Se é da competência de Minowa, está decidido pela divisão da “baba”. Inclusive, os “cardeais” são também favoráveis.
Por desportista influente em todos os seguimentos do futebol paraense, o presidente do Paysandu, Alberto Maia, foi aconselhado a ficar calado. Não tugir e nem mugir.
Nunes, que está no Rio de Janeiro ao lado do presidente Maia, foi comunicado da decisão dos “cardeais” remistas; reunião entre Minowa, Maia, Nunes e Bororó está marcada para a próxima semana, quando acordo será assinado. Portanto, prego batido e ponta virada!
Advogado Jorge Borba, ex-presidente do TJD-PA, revelou ao blog sua opinião: “Clubes pobres que estão com pires nas mãos não podem ter esse desejo de antropofagia cabocla. A renda tem que ser dividida, mas o doutor Maia foi infeliz ao imiscuir-se em assunto ‘interna corporis’ do Clube do Remo”.
É o que há!

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O GRANDE SOL

A toda hora funcionários atendem bicolores que aderem ao projeto

O Paysandu é uma instituição que sempre contou com a generosidade de seus amantes.
Desde que nasceu, o Papão, em momentos difíceis, é adotado por amantes que se tornam o grande sol que ilumina o caminho do clube que deu (e continua dando) as maiores glórias para o futebol da Amazônia.
Nabor de Castro e Silva, Fausto Silva, Raul Aguilera, Miguel Pinho, Maurício Santiago, Zé do Vale, Álvaro Prata, Ricardo Rezende, Antônio Carlos Trindade de Moraes, Joaquim Ramos, Felipe Fernandes e muitos que preferem o anonimato sacrificaram seus patrimônios em prol do Paysandu Sport Club.
A paixão desmesurada desses homens serviu de exemplo para os jovens que hoje estão em vários seguimentos do clube. Com certeza: é tempo de Novos Rumos.
2013: presidente Wandick teve a ideia de lançar o Sócio BICOLOR e lhe faltava dinheiro para bancar o projeto. Do Rio Grande do Sul veio o Júlio César Emmel, que tinha a experiência do plano do Internacional.
O jovem empresário Ícaro Sereni mete a mão no bolso e banca o projeto: R$ 60 mil.
Ao Ícaro se juntam dois empreendedores: Erick Almeida e Clovis Abnader que tocam o Sócio BICOLOR com ajuda de dez funcionários, que disponibilizam de uma estrutura de ponta. No terceiro piso da sede social do Paysandu há um “CALL CENTER” para atender a demanda dos mais de 11 mil sócios que hoje estão cadastrados nos computadores do Sócio BICOLOR.
Júlio Emmel conclui seu projeto; em dezembro de 2014 retorna a Porto Alegre, mas deixa o projeto em boas mãos: Erick, Ícaro e Clovis estão preparados.
No mês de janeiro, quando o Paysandu mais precisava de dinheiro, a adimplência bateu todos os recordes desde a implantação do projeto: mais de 400 mil reais foram arrecadados e a expectativa para fevereiro vai além.
Sem falar em números, Erick Almeida falou ao blog que o projeto restituiu o valor empregado por Ícaro, e hoje o plano se paga e ajuda o Paysandu a pagar compromissos com funcionários e credores.
“É verdade. Em janeiro o plano atingiu o limite dos 60% de adimplência, mas não paramos e hoje temos mais 100 parceiros que nos ajudam a propagar o Sócio BICOLOR: drogarias, supermercados, faculdades, academias, restaurantes, curso de idiomas fazem parte do pacote”, revelou Erick.
Inquirido sobre o que leva a trabalhar pelo clube, Erick disse: “Eu nasci numa família bicolor, fui batizado por um bicolor e eu abri os olhos para o mundo ouvindo falar do Paysandu, e hoje eu e meus colegas dedicamos uma hora, duas horas ao clube que amamos”, disse.
Com amor, dedicação e honestidade dos que estão à frente do projeto, o Sócio BICOLOR é o grande sol que ilumina o caminho do Paysandu.
É o que há!

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UMA BÊNÇÃO, DISSE MORADOR

Idalgiza vibrando com as presenças de CR e PSC na comunidade

Área de 90.000m2 no Tapanã tomada de mato e lixo

Em 2000 a Petrobrás transfere sua base de Belém para Manaus.
Ademir Andrade, senador à época pelo Pará, fez o possível e impossível para manter a base da estatal petrolífera em área da Rodovia Artur Bernardes, no Tapanã. Não teve jeito.
Com o surgimento do poço de Urucum, com gás em abundância, no Amazonas, a empresa mudou-se com escritório, balsas, funcionários burocratas e geólogos para Manaus.
Os petroleiros eram mais de 3 mil em Belém. O SINDIPETRO (Sindicato dos Petroleiros) era atuante e tinha sede na Serzedelo Correa.
Em 1995, na Estrada do Tapanã, em área de 90.000m2, os funcionários ganharam imenso espaço do governo paraense e construíram o CLUBE ESPORTIVO PETROBRÁS.
Duas piscinas, torre de caixa d’água, e prédio administrativo e social. “Era muito movimentado e nós ganhávamos dinheiro, porque vendíamos guloseimas aos sócios do clube que aos domingos e feriados estavam aí se divertindo”, disse Idagilza de Souza, 60, moradora da Passagem Carmem.
Com a transferência da base da Petrobrás para Manaus, em 2000, a sede do CEP perdeu a finalidade e foi, por sete vezes, invadida por sem-terra, informam os vizinhos da área, que está tomada pelo mato e lixo.
“Será uma bênção se Remo e Paysandu tomarem conta dessa área. Além da valorização, nossos filhos terão onde treinar e quem sabe se tornarem atletas”, prediz Antenor Soares, 58, morador da Passagem 2 de Maio (o terreno fica entre as passagens Carmem e 2 de Maio).
Só depende da desapropriação da área pelo governo do Estado, repassar aos clubes que a Prefeitura de Belém constrói os CTs de Remo e Paysandu”, afirmou vereador Wandick.
Dos 90.0000m2 da área, segundo Wandick, as “locomotivas” terão 30.000m2, cada uma, e os 30.000m2 restantes governo construirá parque verde. A comunidade agradece e aguarda com expectativa!
É o que há!

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EMPOLGAÇÃO

Alguns neófitos, em termos de Remo, mas excelentes profissionais em suas atividades fins, que acabaram de entrar na aeronave azul, já querem ensinar o Padre Nosso aos vigários Manoel Ribeiro, Ubirajara Salgado, Ronaldo Passarinho, Paulo Mota, Vinícius Bauri de Oliveira, Jones Tavares, Rafael Levi, Tonhão, e para completar, o hilário, ameaçam destituir o Presidente Pedro Minowa. Hei! pera aí! Menos gente! Menos! Uma coisa é torcer por um clube, ser associado e vivenciar a trajetória da instituição desportiva e ter visão de profundidade da mesma, especialmente quando esta, é do porte de um gigante, qual o Clube do Remo; outra é acabar de adentrar no bonde da vida azul, e querer tomar a janela do primeiro assento. Meus amigos, o passionalíssimo, tem duas condicionantes: a primeira é a doação total do torcedor, associado e dirigente; segunda, é a assunção a cargos exponenciais no clube, considerando seu organograma administrativo e a capacidade do associado indicado; e, por fim, a terceira, que é a falta de introspecção, quando então, a ação ou intenção, se eleva acima da razão, aí já não haverá mais o raciocínio lógico. É o fanatismo doentio que se agiganta a tal ponto, que as ações ou reações descompensadas, denotam o desiquilíbrio incompatível, imperando a irracionalidade, quando então, tudo pode acontecer, e, destaque-se: o Glorioso Clube do Remo vivenciou, recentemente, os efeitos desta postura animalesca, em, pasmem, no seu momento eleitoral, com quebra-quebra dentro das dependências de um dos maiores e respeitados clubes do Brasil. A tranquilidade, a autoridade e a formação do Presidente Altemar Paz, com sua experiência de grande magistrado que o é, fez recompor a ordem na ambiência da sede azul, de um dos maiores clubes da Amazônia e do Brasil, o Clube do Remo. Meus amigos! É estapafúrdia, impensada e descompensada as declarações isoladas do noviço e bem formado conselheiro do Clube do Remo, que, ao nosso juízo, extrapolou em seu direito de divergir. Esperamos e com certeza, haveremos de rever uma outra ação com o mesmo objetivo, que é direito de qualquer conselheiro, mas, desta feita pautada na sensatez, respeito e sobretudo em conformidade com as normas estatutárias. Queiram ou não, o Senhor Pedro Minowa foi eleito em um processo transparente e democrático como Presidente do Clube do Remo e com votação avassaladora, como tal, tem que ser respeitado. A instituição está acima de tudo e de todos, e Pedro Minowa e sua diretoria representam e, juridicamente, se fundem e personalizam ela: a instituição Clube do Remo. Respeitemo-la.
GUILHERME TADEU é advogado, professor de direito marítimo do CIABA, radialista e colunista do AMAZÔNIA JORNAL.
MINHA OPINIÃO: O editor deste condomínio digital, repórter José Maria Trindade, estava com o texto pronto para postar sobre  as declarações do advogado André Cavalcante em o caderno de esportes de O LIBERAL de segunda-feira, 2, em que afirma que se Pedro Minowa aceitar a divisão de renda no RE-PA, ele, como conselheiro, denunciará o presidente ao CONDEL (Conselho Deliberativo) azulino. É um direito do diligente advogado azulino.
Mas: entre aceitar dividir renda do RE-PA e destruir o Baenão, e não reconstruir, o que é pior?
Num dia de agosto de 2010, presidente Amaro Klautau mandou derrubar a marretadas o símbolo do clube que estava no portal do Baenão, pela Almirante Barroso, muitos conselheiros abraçaram simbolicamente o “Antônio Baena”. E ficou o dito pelo não dito.
Zeca Pirão fez pior: destruiu o campo do Remo.
É o que há!

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DE CTs e CORO DURO

Zenaldo Coutinho confirmou construção dos CTs do CR e PSC

Nesta segunda-feira, 2, prefeito Zenaldo Coutinho receberá em seu gabinete o vereador Wandick e tratarão dos CTs de Clube do Remo e Paysandu.
Quando candidato, Zenaldo prometeu que se fosse eleito construiria dois centros de treinamentos para as duas “locomotivas” em área adjacente ao Mangueirão.
Na área pretendida não será possível porque o governo estadual construirá centos administrativos para Secretaria de Esporte e Lazer (SEEL) e Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN) e prédio garagem, conforme anunciou o Secretário Adjunto de Obras, Pedro Abílio, em reunião no Ministério Público.
Domingo, 1, na Marcha de Belém Contra o Trabalho Infantil, patrocinada pelo TRT-PA (Tribunal Regional do Trabalho), na Praça da República, Zenaldo falou ao blog.
“O Mangueirão que era área inicial não será possível, mas o governo do Estado já indicou terreno no Tapanã; então, espero que o governador repasse o terreno à prefeitura para que a gente faça, em comum acordo com os dois clubes, os centros de treinamentos”, confirmou Zenaldo.
VINGANÇA
Fernando Castro, diretor técnico do Federação Paraense de Futebol, tem levado taca a torto e a direito de parte da imprensa esportiva belenense, porque o regulamento do campeonato paraense deste ano, em seu artigo 43, conclui que a “renda liquida será destinada ao clube mando de jogo…”
Primeiro: foram destinadas 14 datas para o campeonato paraense e, em consenso em reunião com os clubes, foram aceitas pelos dirigentes o atual modelo. “Não só a forma de disputa do campeonato como a divisão de renda fora votada pelos dirigentes”, disse Fernando ao programa SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara.
A verdade é que os dirigentes de Remo e Paysandu, em campeonatos passados, iam a FPF e acordavam a divisão de renda: ultimamente, cada um vende suas cotas de bilhetes.
O que não se pode esquecer é que há uma vingança azulina: Independente 1 x 0 CR, no dia 4 de fevereiro, em Tucuruí, os dirigentes queriam que fosse no Mangueirão. O presidente Maia bradou que o “regulamento tinha que ser respeitado”. E foi.
Agora, como o regulamento é claro, os azulinos querem o cumprimento, como disse o ex-diretor remista Antônio Miléo.
Presidente Minowa confirmou ao blog que quarta-feira, 4, ouvirá Manoel Ribeiro e Antônio Carlos Teixeira, “Tonhão”, presidente e vice do CONDE, respectivamente, e o grande benemérito Ubirajaras Salgado. “Levarei ao CONDEL o problema, e eles dirão se o clube dividi ou não a renda”, disse Minowa.
Aliás, pelo presidente Minowa, “Tonhão” foi convidado a assumir o departamento de futebol do Remo. Disse “não, não e não!”
FINAL
Parauapebas ganhou do Cametá de 1 x 0.
Independente venceu o Tapajós de 2 x 1.
Os dois – Independente e Parauapebas – decidirão o primeiro turno do Parazão/15 (TAÇA CIDADE DE BELÉM) em um único jogo domingo, 8, em Tucuruí, às 16h.
CORO DURO
Num domingo de fevereiro de 2014, ao deixar a Rádio Marajoara, paro na banca de revista do Alvino, na Praça da República, e deparo-me com o senador Jader Barbalho no interior da banca e houve reciprocidade dele ao meu cumprimento de “boa-tarde, senador”. Fui eu que cheguei!
Conversamos sobre política e na oportunidade revelou que o Elder seria o candidato ao governo do Estado. Não lhe pedi emprego e nem ele me convidou.
Ao final da nossa conversa, que durou uns 15m, pedi ao filho que tirasse nosso retrato e ele se colocou a minha disposição quando eu precisasse dele e me cedeu o número do seu celular.
Postei no face e tomei muita taca. Sofri calado!
Terça-feira, 24, 21h, telefone para um dirigente esportivo e ele ao atender me diz que está reunido com Jader Barbalho Filho, e me pergunta se falo com ele. “Porque, não”, respondi.
E pelo celular do empresário, conversei, sim, com jovem empresário Jader Barbalho Filho, que me falou que “gosta” do que faço no rádio e que quando eu precisar para lhe procurar.
Agradeci e respondi: “O seu pai tem coro duro, quanto mais dou porrada mais ele tufa” (risos).
Depois desses dois encontros (um pessoal e outro telefônico), concluo que o puxa-saquismo é uma praga.
E aos maledicentes digo: costumo olhar para o retrovisor da minha vida e ler meu passado, que é eivado de erros. Aliás, estes erros faziam com que algumas gostosinhas que comigo dividiram cama e mesa, e que algumas me deram pé na bunda, me indagavam: “Por que tu não queres prestar?” Minha resposta: “Eu não presto, mas te amo!”
Sem mais comentários…
É o que há!

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FUTEBOL PARAENSE ESTÁ EVOLUINDO OU DECADENTE?

Meus amigos! quando os ingleses um século atrás, tiveram a intuição para inventarem o futebol, obviamente, jamais poderiam estar cientes, que encontravam-se sob uma sintonia elevada, a fluir do espaço sideral, por tratar-se de uma ciência nova, que, em estado embrionário, teria. obviamente, seu período delongado para fertilização. Fora assim com Tomas Edson, a quando do invento da lâmpáda. Pois bem: necessitamos proceder este parâmetro, para que, os amantes desta ciência, pudessem compreendê-la e contempla-la com mais acuidade e sobretudo com raciocínio lógico, sobre todos os elementos que a conduz, agregando milhões de aficionados, e operando uma cadeia produtiva que, hoje, geram bilhões de dólares, se fazendo presente em todos os continentes terrenos.
Minha gente! Convenhamos: é surpreendente e interessante a imprevisibilidade de sua prática intra campo, o que acaba enriquecendo e arrebatando mais e mais adeptos, envolvidos por uma paixão avassaladora. O mais interessante e preponderante de sua executoriedade é a capacidade de, concomitantemente, fazer sorrir e fazer chorar seus milhões de aficionados. Meus amigos! nos atenhamos agora, em uma particularidade, que eu jamais conceituaria de dicotomia. Explico: ora se futebol é talento, logo, ele, sempre estará, diametricamente, ligado a capacidade de agir, de jogar e de obter triunfos em sua praticidade, através dos componentes de uma equipe, que enfrentam os mesmos desafios, para assegurarem conquistas, e para tal, o elemento chave é o talento grupal que personaliza uma equipe vencedora, concordam? É justamente isto, que estamos a contemplar no futebol paraense, onde a mais de cinquenta anos, não víamos uma equipe de pequeno porte financeiro e estrutural, chegarem a uma decisão de titulo de turno, com Remo e Paysandu fora da arena decisiva. O fato é que, o embate final, deixa de fora, os dois gigantes do futebol paraense. É esta perplexidade, que impele-nos a uma reflexão antecedida do questionamento: 1º) Estes resultados advieram, pelo fato de no interior do Estado, haver mais campos de futebol, que ensejam o surgimento de talentosos praticantes deste esporte rei? 2º) A especulação mobiliária em Belém, sob a cobiça de construtoras que constroem centenas de conjuntos habitacionais e fazem subir mais e mais espigões em nossa cidade, fazendo desaparecer todos os campos suburbanos, mais de cinquenta, que Belém possuía? Como vemos, são conjecturas e análises como estas, que vão expondo a nossa seríssima preocupação, com o rumo do futebol paraense, com nossos dois maiorais, Remo e Paysandu, com folhas de pagamentos suntuosas, com as equipes interioranas, triunfando sobre nossos cancões deixando-os de fora da decisão do primeiro turno. O fato, minha gente, é que, não sabemos se aplaudimos ou lamentamos, este cenário, a pouco imprevisível, mas, desgraçadamente, ora verdadeiro e pungente, para as direções de Remo e Paysandu. Dado que, fica a indagação: O futebol paraense está evoluindo ou encontra-se decadente. Você decide.
GUILHERME TADEU
ADVOGADO, RADIALISTA, PROFESSOR DO CIABA E
COLUNISTA ESPORTIVO DO AMAZONIA JORNAL.

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IRREVOGÁVEL

É IRREVOGÁVEL, DISSE MILÉO

Com a desistência de Albani Pontes, advogado Antônio Miléo assumiu o comando do departamento de futebol do Clube do Remo.
Em dois meses, Miléo meteu a mão no bolso e bancou sozinho o futebol remista. Fala-se, à boca miúda, que o diretor tem mais de R$ 500 mil metido no Baenão.
Não foi à toa que o técnico revelou que ele, Zé Teodoro, “tem mais dinheiro que muitos diretores do remo”. Segundo o ex-preparador físico Ricardo Monteiro.
Se falou nos corredores do Baenão, a carapuça não serviu para o doutor Miléo. É dono de uma das bancas de advocacia mais concorridas e caríssimas do Estado do Pará.
Mas: de onde se tira que não se põe, pinga mas não seca…
Sexta-feira, 27, início de noite, na sede azulina, Antônio Miléo se encontrou com o presidente Pedro Minowa e entregou o cargo de diretor de futebol. “Presidente, preciso me dedicar aos processos que estão engavetados no meu escritório, e o Remo me consome boa parte do meu tempo. Peço que coloque outro no Baenão”, disse.
O presidente Minowa entendeu e revelou que Cláudio Bernardes será o novo diretor de futebol do Leão Azul, mas pediu ao amigo Miléo que não tomasse chá de sumiço. “Quando precisar, pode contar comigo, presidente”, confirmou.
Tanto que a notícia chegou ao conhecimento do repórter José Maria Trindade (por volta das 10h de sábado), houve contato telefônico e o doutor Miléo revelou:
“Estou saindo do futebol. Eu fico até o pagamento dos jogadores e funcionários. Eu não tenho tempo. É incompatível a função de diretor com a minha profissão, então já conversei com o presidente: não vou abandonar o clube e vou assessorá-lo em outra área e ele buscará uma outra pessoa porque eu não tenho tempo. É em caráter irrevogável”, sentenciou.
Quanto a questão da divisão de renda do RE-PA do dia 29, Miléo é pelo “cumprimento do regulamento, como defendeu o presidente do Paysandu por ocasião do Independente e Remo”.
Sobre o tema, presidente Pedro Minowa ouvirá Manoel Ribeiro, Antônio Carlos Teixeira, o “Tonhão” e Ubirajara Salgado em reunião que acontecerá quarta-feira, 4.
É o que há!

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ANTÔNIO MILÉO DEIXA CR

Advogado Antônio Miléo(e o filho Jr.) entregou cargo de diretor do CR

Em conversa à noite de sexta-feira, 27,  na sede, com o presidente Minowa, advogado Antônio Miléo entregou cargo de diretor de futebol do CR.
Repórter José Maria Trindade, editor deste, recebeu a informação através de fonte fiel, e conversou pelo telefone com Miléo, que confirmou o fato, mas não entrou em  detalhes.
Daqui a pouco darei mais detalhes!
É o que há!

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“CALMA, JOELSON!”

Guilhermino(1º a esquerda) deu esperança ao árbitro Joelson

José Guilhermino de Abreu, diretor do Departamento de Árbitros da Federação Paraense de Futebol, pediu “calma” ao árbitro Joelson Silva dos Santos, que não foi convocado para a pré-temporada dos apitadores em 2015.
Joelson foi acusado de traição ao presidente Nunes na eleição de dezembro de 2013 e por isso, a pedido do presidente da FPF, foi defenestrado do quadro nacional em 2014.
Segundo o presidente Nunes revelou ao blog, Joelson teria pedido ao presidente da Liga de Tailândia, Edilson, que votasse em outro candidato concorrente ao pleito de presidente da FPF.
“Ele veio aqui e me relatou o fato, e eu mandei que o Guilhermino trouxesse ao meu gabinete o quadro de fotografias dos árbitros, e ele indicou o Joelson. Então, ele sabe o que fez”, contou Nunes ao blog.
O árbitro nega que nunca houve tal encontro com o presidente da Liga de Tailândia.
Joelson consultou advogado e relatou sua situação. “Vamos entrar com mandado de segurança com pedido de liminar para inclusão do seu nome na relação de sorteios da FPF”, aconselhou advogado criminalista Marco Antônio Pina, “Magnata”, ex-vice-presidente do Clube do Remo.
Na quarta-feira, 25, Joelson foi à FPF e foi recebido pelo diretor José Guilhermino que, trancados em uma das salas, conversaram demoradamente, mas ao final Joelson deixou a sala com a certeza de que terça-feira, 3, estará voltando a participar da sessão física dos árbitros na Escola Superior de Educação Física do Pará.
“Guilhermino me disse que é para eu ter calma que eu não estou fora do quadro e que terça-feira é para eu voltar a fazer física”, revelou Joelson ao blog.
Por telefone Guilhermino disse ao repórter José Maria Trindade que pediu “calma” ao árbitro e que tudo está “resolvido”.
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VITÓRIA MAIÚSCULA

Tupinambá dando conhecimento ao Minowa da vitoria no TRT

“Em função do que exposto na petição retro, susta-se o leilão do imóvel penhorado de acordo com o art. 620 c/c o art. 655, I, do CPC; dê-se ciência e recolha-se o Alvará do histórico. Em 26.02.2015. Jorge Vieira”.
Este é o despacho do juiz da 13ª Vara, Jorge Vieira, determinando o recolhimento do Alvará que se encontrava nas mãos do leiloeiro público Aldenor Boadana.
Vitória do Departamento Jurídico do Clube do Remo, que tem a frente o calado, mas aplicadíssimo advogado Nelson Tupinambá, que agiu de forma estratégica para obter a vitória no início da tarde de quinta-feira, 26 de fevereiro.
As tratativas dos advogados Henrique Lobato e Carlos Kayath, representantes dos credores de maior volume financeiro perante o TRT, foram importantíssimas para que o magistrado se convencesse de que o Remo cumprirá com o acordo firmado em depositar todo dia 15 de cada mês, em conta bancária, a importância de 100 mil reais e mais os repasses das cotas de publicidades do BANPARÁ e metade do valor pago pela FUNTELPA.
Advogado e professor universitário Nelson Tourinho Tupinambá, 40, revelou-me, logo que chegou ao Remo, que a principal finalidade “era recuperar a credibilidade do Clube do Remo junto a Justiça do Trabalho”. E no dia de ontem deu início a este desafio, conseguindo uma esplendorosa vitória no TRT.
Ao blog, Tupinambá ressaltou a importância do pacto acordado com Henrique Lobato e Kayath, em reunião que aconteceu no final do mês de janeiro em que o presidente Minowa esteve presente e demonstrou desejo de pagar o que o clube deve à Justiça do Trabalho.
“Nós tivemos um tratamento respeitoso e aberto com os doutores Henrique Lobato e Carlos Kayath e começamos a desenhar este resultado de hoje a partir do momento que o Remo colocou a cara de fora, botou a cara para bater e vai honrar com esses compromissos na sua gestão e fomos ao doutor Jorge Vieira pedir esta oportunidade para essas novas pessoas que estão no comando do Remo. O doutor Jorge Vieira foi sensível ao nosso pleito”, confirmou Tupinambá.
E o outro desafio da arena da “Romulo Maiorana”, que está com leilão programado para março, indagou o repórter. “Nós vamos atuar de forma estratégica e já estamos trabalhando em cima deste processo que é em torno de 40 mil reais.”, confirmou diretor jurídico azulino.
Processo do Zé Soares, que ganhou 400 mil reais do clube, Departamento Jurídico do Clube do Remo interpôs recurso ordinário ao pleno do TRT, que deverá ser colocado em pauta no mês de março.
É o que há!

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