“ELE NOS ROUBOU”

HAROLDO VEIO A BELÉM E REVELOU QUE FOI LESADO EM 17 MIL REAIS...

Começo este texto falando de fé, porque é o que eu mais tenho quando estou empenhado na descoberta de um fato.
Passei dez anos denunciando Guilherme Salze e Iva na qualidade de tesoureiros da Federação Paraense de Futebol, porque eu tinha convicção no que eu denunciava. O resultado, agora, todos são conhecedores: às notas frias que causaram rombo de mais de 3 milhões de reais à Casa do Futebol.
Não basta tão-somente ter fé. “A fé exige decisão e firmeza”. A motivação que me leva a fazer o que faço como jornalista esportivo é porque tenho fé e amo o que faço.
Inobstante a minha condição de deísta,  adoro ler a Bíblia e o Bhagavad-Gita. Àquela por se tratar de um compendio de sabedoria; e este por retratar às tradições filosóficas e religiosas da Índia milenar.
“Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos”. Diz o escriba de Hebreus: “A fé é aquilo que dá substância às nossas esperanças e nos convence das realidades que não vemos. ”
“A mente é inquieta, turbulenta, obstinada e muito forte, parece-me que subjugá-la é mais difícil do que controlar o vento. ” “Sou a manteiga, o fogo e a oferenda”. Isso me faz lembrar de Raul Seixas… É o “Gita”
Quando o “Camafeu” ganhou a eleição remista, ao me encontrar com o Manoel Ribeiro, disse a ele: “Vocês deram um talão de cheque ouro em branco para este homem. Só vocês não sabem o que ele aprontou em Santarém. ”
Por determinação judicial há interdito proibitório para que eu não cite o nome do ex-presidente do Clube do Remo. Respeito absoluto!
Eis o caráter do ex-presidente do Clube do Remo, que eu o denominei de “Camafeu”, em depoimento do senhor Haroldo Carvalho, 58, um dos donos do Independente Esporte Clube.
Viemos aqui decidir, ano passado, primeiro turno contra o Remo, e a renda seria dividida, mas após o jogo o presidente do Remo disse para que a gente passasse na sede do clube, e o nosso diretor financeiro foi lá, chegando lá ele passou uma parte da renda para o nosso diretor e o resto ele pagaria no próximo jogo entre os times, que seria no segundo turno. Coisa errada porque ele não poderia usar o que não seria dele, mas ele usou e a gente teve que aceitar.
Só que no outro jogo, pelo segundo turno, este rapaz nunca honrou o compromisso, e nós temos um documento assinado por ele declarando a dívida de R$ 17 mil reais (dezessete mil reais) e se comprometeu a pagar, mas até hoje não pagou os dezessete mil reais, que ele ficou do restante da nossa renda.
Logo após esses jogos, o Remo teve jogo pela Copa Brasil contra o Vasco e Copa Verde e eu vim aqui, e ele não pagou porque não quis porque as rendas foram boas. E aí tivemos uma discussão muito calorosa lá com ele e quase a gente vai às vias de fato, onde chamei ele de tudo que não presta: ladrão, desonesto e vagabundo porque a pessoa que faz isso não pode ser honesto, tem que ser vagabundo.
Ele chamou a segurança para me retirar e eu disse para ele: eu sou sócio remido deste clube e eu não falei nada mais do que a verdade. Eu sou sócio remido do Remido.
Agora, o nosso presidente Delei conversou com o presidente M anoel Ribeiro e não nos interessa ir à justiça, mas como ele (CAMAFEU) já saiu e assinou documento com a intenção de não cumprir, e ele é uma pessoa sem caráter. Ele nos roubou.
Ao senhor Haroldo Carvalho, diretor do Independente, obrigadinho pela credibilidade.
E eu vivo o jornalismo esportivo avesso aos cartolas bandidos e alguns embusteiros e picaretas, mas o meu gravador é inteiramente isento, desde que eu aperte o botão certo – REC.
É o que há!
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A LOBO DÁ UMA BAITA RECEITA E O PSC TEM QUE DEIXAR DE DEPENDER DE ABNEGADOS

SERRA DISSE AO BLOG QUE A LOBO´TEM BAITA RECEITA E QUE PSC...

As ausências de Sérgio Serra nos eventos realizados no final da administração Alberto Maia fizeram surgir bochinchos na Curuzu e na sede alviceleste.
Entre os integrantes da Novos Rumos há muito boataria de que o grupo rachou: Maia deixa de ser presidente de mal com uma tal de jôse, que o ex-presidente a empregou na empresa Lobo; Leonardo Lopes Maia por pouco não foi às vias de fato com o irmão do presidente Sérgio Serra, o Abelardo “Abelha”, no dia 28, por ocasião da festa de confraternização dos funcionários; no dia 31, sábado, por ocasião da inauguração do Pórtico um diretor ao cumprimentar o presidente Maia pela obra disse: “Está belo o seu Pórtico, presidente!” Maia que não é de engolir em seco, respondeu: “Meu, um caralho, FDP! Do Paysandu! ” E por último, Wandick, que seria o executivo de futebol, perdeu para um carregador de malas de jogador e técnico: Vitor Sampaio, que igual ao pai, adora se enrolar com a bandeira do clube para aparecer.
Os tititis, nas arquibancadas da Curuzu, eram de que no basquetebol bicolor – ele e o pai – nunca ganharam nada. Perderam todas para o Sérgio Dias. “Espero que, no futebol, ele ganhe do ‘Sarjeta’”, revelou bicolor influente.
Wandick teria dito em mesa de restaurante que estava decepcionado com Sérgio Serra, porque teria aceito trabalhar na Curuzu, mas que foi preterido. O ex-presidente não atende chamada telefônica. Não responde mensagens no “uatizape”.
Na manhã de sábado, 14, no portão da Curuzu, cheguei cedo e fiquei de tocaia, esperando pelo presidente Sérgio Serra para ouvir sobre tudo que se comenta nos bastidores do Papão da Curuzu.
7h5 vara o presidente Sérgio Serra. Ao me cumprimentar (estava ao celular), diz: “Volto aqui contigo! ” E varou Curuzu adentro falando ao celular (“vou a Castanhal…”).
Eis a conversa
CEF
É um assunto que demanda prudência, cuidado ao tratar. Houve evolução, mas não chegou ao que queríamos. Vamos a Brasília quarta-feira, 18, para encontro com o presidente da CEF. Zé existe termo em inglês “bench mark” (marca de referência) e acaba que a gente tem informações dos clubes que a CEF patrocina. A gente tem paramétrios de acordos negociados com clubes do Nordeste, e é neste fim que a gente vai a Brasília negociar com a CEF.
REUNIÃO NA CASA CIVIL
Eu não posso ir à reunião que não fui convidado. Não tenho porque me alongar neste assunto. Reunião sem pauta é uma desgraça.
120 MIL REAIS DE MERITOCRACIA DO BANPARÁ
A gente está vislumbrando outras situações com a CEF.
CARIDADE
É a diretoria de Responsabilidade Social. E a professora Iêda está assumindo esse departamento. Cada diretoria tem um time, então terá uma programação ao longo do ano. Vamos praticar essa “responsabilidade social”.
TIME
Está fechado. Está dentro do orçamento pré-estabelecido.
CT
Um dos maiores desafios, este ano, é conseguir construir, através da gestão, uma capacidade de investimento própria. Está na hora do Paysandu construir, através de uma gestão eficaz, profissional, ele próprio ter uma capacidade de investimento de CNPJ, e cada vez menos os CPFs, nada contra os CPFs, só que eu acho que os CPFs já ajudaram bastantes, já se esforçaram muito. A gente tem este ano para produzir uma capacidade de investimento e mostrar pujança econômica do Paysandu. Se não for assim a gente vai continuar praticando o pedido aos CPFs. (Pessoas físicas).
ABNEGADOS?
Temos que associar os abnegados em termos de valor. Mas há os abnegados júniores. Eu talvez seja um abnegado júnior. Eu acho que o clube tem que caminhar tendo a capacidade de investimento. Será excelente o clube continuar tendo a colaboração de todos, mesmo porque o Paysandu é um clube aberto, mas o clube tem que demonstrar a sua capacidade de investimento.
PARA REFLEXÃO
O Paysandu conseguiu fechar suas contas em 2013, 2014. 2015 e em 2016 surgiu a LOBO. A Lobo é um fator novo e é uma baita receita, então a gente tem que se cobrar para que a Lobo seja esta capacidade de investimento nos próximos anos e não somente para fechar as contas.
RACHA COM O MAIA
Racha? Nós somos pessoas que nos respeitamos, porque temos uma trajetória política, o Maia fez (e faz) parte do mesmo grupo. Essa pergunta que estas me fazendo mais de 10 pessoas já me fizeram. Zé, isso faz parte da evolução das pessoas e da sociedade: pessoas pensarem diferentes sobre vários assuntos não significa se afastarem. A gente continua debatendo os assuntos. O Maia tem ideia sobre certas ferramentas, eu tenho diferente e isso não nos afasta.
WANDICK
Um grande amigo. Antes de assumir, foi a primeira pessoa que eu contatei. Sobre executivo eu nunca tratei deste assunto com o Wandick. Nunca, nunca! Fui ao Wandick e ele sabe o quanto dos meus sonhos. Assim como eu sei dos sonhos dele no Paysandu, ele sabe dos meus e o grande olhar que eu tenho é para a base, e dentro do capítulo base há um capítulo que é fundamental: a capacitação, captar atletas e eu preciso de pessoa que tenha credibilidade e que seja os meus olhos lá, então eu sempre sinalizei a ele o grande desejo dele participar deste projeto de captação nas categorias de base. Foi essa situação que eu tratei com ele.

IMPRESSÃO DO PALPITEIRO
Os 4 anos de vice-presidente deu a Sérgio Serra maturidade, equilíbrio suficientes para saber o que quer como presidente do clube que deu – e continua dando – as maiores glórias para o futebol da Amazônia.
Serra não sofre de insônia e não se afeta com os que pensam que ele é medroso. Pelo contrário: é muito corajoso e não se desviará do plano traçado para os seus dois anos de administração. Sucesso, presidente, mas tome cuidado com os incompetentes, com os assoberbados que querem se enrolar com a bandeira do Papão.
É o que há!

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HUMILDE E SERENO

AO LADO DE MARQUINHO, GIAN DIZ QUE REMISTAS DEVEM SE UNIR...

“Príncipe Gian” está de volta ao Baenão como executivo de futebol do Clube do Remo.
Gian Carlos Dias Dantas, 42, paranaense, pisa no Baenão contra a vontade de “radialistas”, de jornalistas e de diretores do clube.
Um picareta de rádio esportivo revelou, no ar, que Gian não tem curso de executivo de futebol.
Um jornalista comentarista esportivo opinou que Gian foi um dos credores que fez com que a justiça do trabalho, em Belém, leiloasse o terreno da BR-316 por 3 milhões de reais para pagar ex-jogadores. Gian foi um dos beneficiados.
Leilão da área de 517.588,04 m², em Benfica, ocorreu em 10 de julho de 2008, pela quinta Vara Trabalhista de Belém, e tinha como principais credores Junior Amorim, hoje técnico do Pinheirense, e Gian.
2003, 2004 e 2005 o excelente camisa 10 fez parte de um timaço formado pelo Remo e que foi campeão 100% em 2004.
Volta a vestir a camisa do Remo em 2010, mas em 2014 volta exercendo o cargo de auxiliar técnico do amigo Agnaldo de jesus, o “Seu Boneco”.
Atualmente, Gian exercia cargo de assessoria na prefeitura de Castanhal.
Gian é quase que uma imposição do vice-presidente remista, Ricardo Ribeiro, porque diretores azulinos não veem com bons olhos a contratação do novo executivo.
No campo da Tuna, na quinta-feira, 12, reencontro Gian e revelou ao blog que está tranquilo e que se preparou para desempenhar a função de executivo de futebol do Clube do Remo.
“Estou preparado. Espero corresponder à história que se desenvolverá no Clube, porque isso leva tempo, mas fiz estágio no Vasco da Gama e aprendi várias coisas, contudo, é lógico que o momento é complicado no Remo, mas estou para somar”, revelou Gian.
Humilde, que é a marca do seu caráter, Gian revelou que soube – e sabe – de tudo que se passou quando foi anunciado que seria o executivo do Remo, mas isso “de menos”, o que importa é trabalha afinado com Sérgio Dias, Marco Antônio Pina e o técnico Josué Teixeira.
“Um jogador que atuou por muito tempo e não conhecer o mercado nacional é porque vive desinformado; hoje a internet nos favorece demais, então eu tenho que ir em busca disso, e o treinador indica e eu informo se o atleta tem ou não tem condições de ser contratado, porque vou buscar informações sobre este jogador”, confirma Gian.
Gian diz que os “remistas têm que se unir e deixar a vaidade de lado e trabalhar em prol do clube para que todos possam crescer”, concluiu.
Humilde e sereno, Gian está preparado para executar o metiê para o qual foi contratado, sem se preocupar com quem pensa que ele é despreparado.
É o que há!

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CARABARBELO

SECRETÁRIA RENILCE RECEBE CAMISA DAS MÃOS DE MANOEL RIBEIRO E EMPRESTA NOME AO TROFÉU

O Remo faz 4 a 0 no Castanhal em manhã que a Fenômeno Azul fez sua parte nas arquibancadas do Souza.
Em campo do pouco que vi, gostei da transição que o volante Elizeu faz sendo um terceiro zagueiro, quando o time perde a bola.
Fininho voltou a me encher as retinas com passes decisivos e na medida para os atacantes.
O meio-campo remista ao comando de Josué não dá passe para trás: foi o detalhe do jogo em que teve ótima evolução tática de todos os setores do time remista. Gostei!
Time de Samuel teve falhas na marcação, mas nada que não possa ser pensado e consertado.
Samuel é ótimo na observação dos times que monta.
O campeonato paraense deste ano – para este velho repórter – será uma competição marcada pelo saber teórico e técnico de Josué Teixeira e Chamusca: os dois são estudiosos e atentos a evolução da ciência dinâmica do futebol.
“A diferença entre os técnicos de futebol não está no conhecimento tático e nem na informação, e sim na ousadia e na maneira de observação dos detalhes de cada partida de futebol. ” O que fará a diferença entre os dois é a forma de ler a partida e criar…
Na cabine do Souza destinada aos dirigentes e autoridades, a secretária Renilce Nicodemos (SEEL) foi recepcionada pelo presidente Manoel Ribeiro e diretores, que lhes emprestaram o nome ao troféu que ficou com o time azulino.
Renilce recebeu, na cabine, das mãos do presidente Manoel Ribeiro uma camisa remista.
Ao blogue, o presidente remista confirmou que trio de empresário apresentou proposta para reformar o estádio “Evandro Almeida”.
Em 30 dias, os empresários entregam o Baenão para oito mil pessoas ao preço de R$ 1.300.000,00 (um milhão e trezentos mil reais), com a forma de pagamento sendo parcelado em desconto de um percentual nos borderôs dos jogos em que o Remo for o mandante.
“Vamos sentar para conversar na próxima semana”, confirmou Manoel Ribeiro.
Sobre o telefonema que recebeu do ex-presidente remista (“Camafeu”), pedindo encontro a sós com o atual presidente azulino, Ribeiro preferiu o “deixa para lá! ”
Nos igarapés da Amazônia há um “pixinho” chamado de carabarbelo. Este, quando se depara diante de um anzol recheado de minhoca, ele para, observa,  e, de repente, nada para tras. Sente o “cheiro da perpétua. ” Será que o “Camafeu” está igual ao carabarbelo?
É o que há!
P.S: Obrigadinho, aos 112 “emeios”, “uatizapes”, “torpedinhos” que recebi sobre o post aí debaixo: RELACIONAMENTO INCESTUOSO. Não é coragem, é a verdade!
De um velho serventuário da SEGUP recebi, e o que me chamou mais atenção: “O jornalista Pimenta Neves, que matou a namorada, em São Paulo, está para se transferir para Belém, onde, com certeza, será colunista de jornal. ”
Parei furado!
Pira paz, não quero mais!

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RELACIONAMENTO INCESTUOSO

Aonde quer que eu chegue alguém me pergunta o que houve entre eu e o advogado e jornalista Hamilton Gualberto.
Antes de qualquer explicação sobre minhas idiossincrasias, confirmo meu respeito e admiração pelo advogado e jornalista esportivo. Abordarei neste texto a nossa fragilidade humana.
Como disse Marx: “Tudo que é sólido se desmancha no ar.” E nosso relacionamento amigável se desfez. E não é a primeira vez!
Zigmunt Bauman, que morreu recentemente, em AMOR LÍQUIDO afirma que “o nosso amor se dissolve em água, em dinheiro, em estratégias interesseiras…”
O próprio Hamilton tem dito no rádio “que uma amizade que não resiste aos desentendimentos, não é amizade”. A nossa nunca foi uma ótima amizade. Primeiro, porque nunca permitir que ele fizesse comigo como faz com outros repórteres. O Agripino Furtado que o diga.
Alguns me têm dito que o “Crítico dos Críticos” tem se queixado das minhas dialéticas radiofônicas, e se indagando “o que fiz para o Zeca. ”
Pois bem, advogado e jornalista Hamilton Gualberto:
O primeiro arranca-rabo entre mim e você aconteceu em 1998, na porta da sede da Federação Paraense de Futebol, quando discordou de notícia por mim publicada na Rádio Liberal. Lembra?
Ao me ver partiu para cima de mim, e eu disse na lata o que sei e o que penso de você. Fernando Oliveira, Sérgio Dias, Luiz Araújo (que já morreu) entraram na parada como “bombeiros”…
O tempo passa!
Voltamos a nos relacionar quando Chico Ferreira arrenda a equipe de esportes da Rádio Liberal, em 2002, que eu apresentava o BOLA NA ÁREA, aos domingos, das 12h às 15, formamos uma dupla imbatível, às 13h, com a sequência QUEM GOSTA OUVE, QUEM NÃO GOSTA OUVE TAMBÉM. IBOPE absoluto!
Em 2007 fui acusado de extorsão pelos asseclas do Jader Barbalho (Amauri “Sujeira” e Joaquim Campos “Rasga mãe”), e você fez, brilhantemente, minha defesa, e até hoje nunca fui chamado a depor. O seu trabalho jurídico me custou 15 mil reais. Lembra, Hamilton?
Com a minha saída da Rádio Liberal, em 2011, o nosso relacionamento passou a ser esporádico, mas geralmente por telefone, checando notícias.
Em 2013, quando Sérgio Cabeça se elege presidente do Clube do Remo, você me procurou querendo saber qual a minha opinião sobre a sua condição de diretor de futebol do clube. Lembra, Hamilton?
Fomos almoçar no BETO, e lhe disse: “Hamilton, tu és hoje o melhor comentarista esportivo no Pará, e podes jogar fora toda a credibilidade conquistada como jornalista. É a minha opinião! ”
Mas, como depois vir a saber que você seria diretor remunerado, não foi surpresa para este velho repórter lhe entrevistar como diretor de futebol do Clube do Remo. Apoio total! É mentira?
O tempo passa. Chega ao Remo o advogado que ficou conhecido como CAMAFEU (Deixo de citar nome por causa de determinação judicial), e o dito cujo, por comportamento ditatorial, racha com os “cardeais”, que passaram a ser chamados de “múmias”.
Eu, você e o Paulo Fernandes assumimos postura de defesa dos “cardeais”.
6h da manhã de uma segunda-feira do mês de outubro do ano passado, no programa MIX ATUALIDADES, apresentado pelo Nonato Pereira, o presidente do Remo é entrevistado e lembra do passado criminoso do ex-delegado de polícia civil, Hamilton Gualberto, e cita as referências críticas do jornalista BARATA, como exemplo, do que publica em seu blogue.
Chego cedo à emissora para a produção do programa que apresento às 9h – O SHOW DA CIDADE. Celular chama: é você Hamilton que me diz: “Tu ouviste o que este FDP disse de mim no programa do Nonato? ” “Ouvi”, respondi. “Vamos pegar este FDP? ” Você indaga. E eu respondo: “Vamos!” É taca!
Lá um dia, na Rádio Marajoara, recebo a visita de um oficial de justiça que me intima em processo judicial.
Em seguida telefono para você, dr. Hamilton Gualberto relatando que estou sendo processado pelo presidente do Clube do Remo. Você faz ouvido de marcador! Percebi sua indiferença, e isso me fez lembrar do seu comportamento quando o Luís Araújo foi preso: o seu celular passou mais de dez dias desligado para não atender familiares do seu amigo “ex-corde”.
Então, entendi que fui usado como “laranja”, e como não sou de dar o outro lado da face, toco, vez por outra, na sua “ferida insarável”. Ferida essa que sangrou no dia 19.04.1974, nas escadarias da velha Central de Polícia, no centro de Belém do Pará.
Doutor Hamilton, diz o velho adágio popular: “Quem bate esquece, quem apanha lembra”.
Continuo respeitando e admirando o advogado e jornalista, mas o amigo está descartado da minha agenda. Doutor Hamilton, olhe no “espelhismo” da sua vida.
É o que há!

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“A TETA VAI ACABAR”

QUEM AVISA AMIGO É: A TETA VAI ACABAR, AVISOU MEGALE AOS DIRIGENTES

Tenho por hábito a pontualidade.
Procuro ser britânico em se tratando de cumprir a pauta como repórter.
Se a reunião está marcada para às 8h, chego às 7 ou 7h30.
Não tolero esperar ninguém, mas não faço ninguém esperar por mim.
Nos encontros entre autoridades, empresários e políticos há sempre uma antessala onde os participantes se reúnem para bate-papo do tipo “quebra-gelo” ou acertos entre às partes.
Nas reuniões dos dirigentes da Federação Paraense de Futebol com os do BANPARÁ e FUNTELPA, no gabinete do Chefe da Casa Civil do Governo do Estado do Pará, José Megale, para acordarem sobre patrocínio do Campeonato Paraense de Futebol Profissional deste ano, ouvi duas “preciosidades”…
No dia 4, a jornalista Adelaide Oliveira, superintendente da FUNTELPA (Fundação de Telecomunicações do Pará), num papo informal revelou: “Não vou aceitar imagens ‘sujas’. Os repórteres de rádio têm que se adaptarem às regras da TV. Não aceito o ‘jabá’.”
A jornalista Adelaide fala dos “papagaios de piratas” que ficam atrás dos entrevistados fazendo “merchandising”.
Na manhã de terça-feira, 10, na antessala estavam Sérgio Dias (CR), Adélcio Torres, Bororó E Paulo Romano (FPF), Cláudia Moura (SEEL), Adelaide Oliveira (FUNTELPA) e Jorge Antunes (diretor de crédito e fomento do BANPARÁ) e começou um papo sobre clubes sociais: Grêmio Literário Português e Pará Clube.
Sobre a administração de Zezinho Alírio, o Literário Português tem ótima estrutura, mas que quem tem título não pode passar a terceiros.
O Pará Clube tem vasta área, mas está em crise porque tinha mais de cem funcionários.
Sérgio Dias revelou que o ex-presidente remista, conhecido por “Camafeu”, “inchou” o quadro funcional do clube, que hoje tem 141.
“O problema do Pará Clube é a imensa dívida trabalhista e o TRT-PA deve colocar a sede a leilão”, disse o repórter.
“O BANPARÁ se interessou pelo Pará Clube, e quando fomos negociar, o diretor disse: ‘Quanto eu levo?’”, revelação de Jorge Antunes, diretor do BANPARÁ.
Os presentes se voltaram para mim, e eu disse: “Ô coisa mais linda! ”
O chefe do cerimonial da Casa Civil abre a porta e convida a todos para entrarem à sala de reunião, onde os cartolas e os executivos decidiram sobre as finanças do Parazão/17.
R$ 6.357.600,00 (seis milhões, trezentos e cinquenta e sete mil e seiscentos reais) é o custo do Campeonato, sendo R$ 2.956.800,00 (dois milhões, novecentos e cinquenta e seis mil e oitocentos reais) da FUNTELPA.
Desse total a FUNTELPA, repassa ao Sindicato dos Jogadores Profissional do Brasil, como direito de arena, 5% totalizando R$ 147.840,00 (cento e quarenta e sete mil e oitocentos e quarenta reais).
Direito de TV de CR e PSC: R$ 758.508,00 (setecentos e cinquenta e oito mil e quinhentos e oito reais) pagos em duas parcelas. (À do CR a FUNTELPA manda para o TRT-PA)
Clubes pequenos: R$ 84.268,80 (oitenta e quatro mil, duzentos e sessenta e oito reais e oitenta centavos)
Meritocracia da FUNTLPA:
Campeão: R$ 224.721.80 (duzentos e vinte e quatro mil, setecentos e vinte e um mil e oitenta centavos)
Vice-campeão: R$ 168.537,60 (cento e sessenta e oito mil, quinhentos e trinta e sete reais e sessenta centavos).
3º colocado: R$ 112.358,40 (cento e doze mil, trezentos e cinquenta e oito reais e quarenta centavos)
4º colocado: R$ 56.179,20 (cinquenta e seis mil, cento e setenta e nove reais e vinte centavos)
BANPARÁ: R$ 3.400.800,00 (três milhões, quatrocentos mil e oitocentos reais).
Clube do Remo receberá mensalmente R$ 54.500,00 (cinquenta e quatro mil e quinhentos reais) num total anual de R$ 654.000,00 (seiscentos e cinquenta e quatro mil reais). (Cota que o BANPARÁ repassa ao TRT-PA).
A FPF receberá a cota que seria do Paysandu: R$ 654.000,00 (seiscentos e cinquenta e quatro mil reais).
Os demais clubes receberão por mês R$ 19.800,00 (dezenove mil e oitocentos reais) num total de R$ 237.600,00 (duzentos e trinta e sete mil e seiscentos reais).
Meritocracia do BANPARÁ ao campeão: R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais).
(Se o Paysandu for o campeão não receberá a premiação por não ser patrocinado pelo BANPARÁ. O vice-campeão leva o prêmio).
O BANPARÁ terá direitos dos clubes mandantes a 40 ingressos: 20 cadeiras e 20 arquibancadas.
Os clubes terão direito a duas placas de publicidades à beira do gramado.
E o Chefe da Casa Civil, José Megale, avisou: “A teta vai acabar”. Clubes e Federação deverão ter outras parcerias para 2018.
É o que há!

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DIRETORIA BICOLOR RECUSA WANDICK COMO EXECUTIVO DE FUTEBOL

WANDICK ACEITA SER EXECUTIVO BICOLOR, MAS SERRA COLOCA NOME EM DISCUSSÃO. PIRA PAZ!

Atrasando algumas vezes, Paysandu desde 2013, na administração Wandick, que paga os acordos firmados com os credores no TRT-PA.
São sessenta mil reais para Jobson e Arinelson (30 mil reais para cada) e R$ 54.500,00 (cinquenta e quatro mil e quinhentos reais) para pagar os outros credores.
Em novembro deste ano, o clube acaba de pagar jobson; somente em maio de 2020 é que o Paysandu termina de cumprir o acordo com Arinelson.
Antes do Natal, o ex-presidente Alberto Maia pagou os dois ex-jogadores referente a dezembro.
O depósito referente ao acordo com outros credores, só será feito quando a Caixa Econômica Federal quitar o mês de dezembro, que será pago entre dez e quinze janeiro deste ano.
Advogado Henrique Lobato, que representa Jobson e Arinelson, revelou ao blogue que nos últimos 4 anos o Paysandu cumpriu com os acordos, mas o Wandick e Maia contaram com a paciência dos ex-atletas.
“O Maia, antes do término da sua administração, deixou quites o mês de dezembro, agora se inicia uma nova administração e já entrei em contato com o Alexandre Pires e já informei para ele que os credores não têm interesse em receber atrasado, espero que o clube cumpra com os pagamentos na data aprazada”, confirmou advogado Henrique Lobato.
Henrique Lobato parabenizou os esforços de Wandick e Maia, embora existissem alguns atrasos, mas os dois se esforçaram para respeitar o acordo. “Eu pedi ao dr. Alexandre que o novo presidente cumpra com os pagamentos nas datas”, confirmou Lobato.
NOME EM DISCUSSÃO
Desde que Wandick perdeu a condição de vereador de Belém, que houve um movimento dentro do Paysandu para que ele assumisse um posto na administração Sérgio Serra.
A princípio, o ex-presidente, que administrou o Paysandu no período 2013/2014, não aceitou convite para representar o Papão junto à Federação Paraense de Futebol na administração do presidente Sérgio Serra.
Com a vacância do cargo de diretor executivo de futebol do Paysandu, posto que Alexandre Faria, pediu demissão, amigos de Wandick o convenceram a ser o executivo do Papão. Cargo que ele poderia desempenhar com aplicação posto que conhece o mercado e tem contato com a grande maioria dos dirigentes dos clubes brasileiros.
Wandick telefonou para o presidente Sérgio Serra comunicando que estava disposto a ser o executivo bicolor. Serra respondeu que consultaria sua diretoria a fim de colocar em discussão o nome do ex-presidente, mas que a princípio Wandick poderia assumir a base bicolor.
Essa condição imposta pelo presidente Sérgio Serra, teria deixado Wandick abespinhado.
Sérgio Serra e Wandick não atenderam às chamadas telefônicas do repórter José Maria Trindade, editor deste blogue.
É o que há!

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IMPRESSÕES DO PALPITEIRO

Quando, às vezes, me deparo em certas circunstâncias penso em ter o poder da ubiquidade.
Em outras condições penso estar na pele de um heterônimo ou alter ego – ser um outro eu.
Ou ser um repórter visagem para poder saber por onde andam os comandantes das duas “locomotivas” – Sérgio Serra (Paysandu) e Manoel Ribeiro (Clube do Remo) – e o presidente da FPF, Adelcio Torres.
Para ser realista: ter os poderes da onipresença e da onisciência, mas como não tenho poderes, vivo o estado onírico.
Do Sérgio Serra sonho em saber o que pensa sobre a festa de lançamento da Lobo/17, no dia 16 de dezembro, no Cidade Folia, e da inauguração do Pórtico do CT, no dia 31 de dezembro, último ato da administração Alberto Maia e que ele – Serra – não se fez presente.
E por quê o técnico Chamusca não ficou hospedado no hotel-concentração do clube quando aqui chegou pela primeira vez, em 30 de novembro, e que no aeroporto Serra me revelou que o técnico ficaria hospedado no hotel bicolor.
Marcelo Chamusca não pôde ficar no hotel do Papão e teve que ir para uma casa hoteleira no centro de Belém.
Do Manoel Ribeiro qual o sentimento do engenheiro que é sobre a destruição do Baenão pelo ex-presidente Zeca Pirão, que vive tranquilamente entrando e saindo na sede como se nada de grave houvesse acontecido.
E por que o Remo não administra o seu patrimônio?
De Adelcio Torres, presidente da FPF, que tinha Zé Ângelo como o salvador da pátria e de repente, mas que de repente, corta e apara o “esteio” da entidade, no dizer o coronel Nunes, vice-presidente da CBF.
Sérgio Serra é diferente de Alberto Maia, que é diferente de Sergio Serra em tudo.
Maia é elétrico; Serra é sereno; Maia decide; Serra dividi poderes com o grupo; Maia pensa rápido; Serra é reflexivo, ponderado; Maia é do tipo bateu levou; Serra é imperturbável; Maia gosta das redes sociais; Serra – até o presente momento – não o vejo “tuitando”; Maia fazia fazendo; Serra talvez, neste início de administração, faça o “jogo do contente” demonstrando “indiferença”.
Ficarei atento à primeira reunião do CONDEL bicolor…
Wandick, Maia e, agora, Sergio Serra, líderes da Novos Rumos, andam em “desequilíbrio emocional” e que estas “emoções” não atinjam a instituição Paysandu Sport Club.
Sexta-feira, 6, entrei na sede do Clube do Remo após quase um ano de interdito proibitório do ex-presidente que ficou conhecido como CAMAFEU – e que moveu ação contra mim – me surpreendi em saber que a Nação Azul, a “serra pelada” azulina, não tem mil sócios pagando mensalidades.
A Acesso Fácil gerenciará a Nação Azul, em vez do próprio Clube do Remo tomar para si a responsabilidade como faz o Paysandu com o seu Sócio bicolor.
Não consigo entender como o Remo não se torna o dono do seu próprio negócio, como venda das camisas. Prefere a terceirização, e a consagrada marca azulina enche às “burras” de empresários, que repassam ao clube merrecas de 15 reais por camisa. E sem fiscalização!
Na Federação Paraense de Futebol a venalidade faz parte do caráter de quem sonha em ser presidente – de fato e de direito – pensando nos 15 mil reais que a CBF manda mensalmente como salário.
“O apego ao dinheiro é o mal da humanidade. ” É a eterna contradição humana!
É o que há!

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EM VEZ DE DINHEIRO, A PALAVRA…

EM 2014, RONY, NO JADERLÂNDIA, AO LADO DOS AMIGOS

INÍCIO DE 2017, EM VAL-DE-CÃES, RONY E ESPOSA EMBARCANDO PRO JAPÃO

Aos 14 anos chegou em Belém para ajudar o irmão mais velho, Dinho, consertar moto no bairro do Jaderlândia, zona norte de Belém.
Aos finais de semana batia pelada com amigos nos campinhos do bairro e a fama de ser bom atacante chegou ao Baenão.
Num dia do ano de 2013, Ronielson da Silva Barbosa, Rony, com 17 anos, é apresentado ao técnico Waltinho, que, no primeiro treino, viu qualidade no menino franzino oriundo de Magalhães Barata, Vila de Quadros, no nordeste paraense, a 120 km de Belém.
Em 2014 é guindado o elenco profissional do Remo, e em 2015 arrebenta sendo campeão, em oportunidade que lhe dera o técnico Agnaldo, o “Seu Boneco”.
Um grupo de empresários compra direitos federativos de Rony e, em fim de 2015, é levado à Toca da Raposa, onde inicia carreira nas divisões de base do Cruzeiro.
Em 2016 é emprestado ao Náutico, e no campeonato da segunda divisão do nacional consagra-se artilheiro do clube pernambucano com 16 gols, e merecendo encômios do técnico Givanildo de Oliveira.
Rony, em Belém, teve a assessoria de Hércules, o seu procurador, e juridicamente do advogado Henrique Lobato.
O diferencial em Rony é o caráter de bom filho e de lealdade aos seus amigos que o cercam.
Na Vila de Quadros, em Magalhães Barata, manda construir casa da sua genitora e doa um carro para o irmão mais velho ganhar a vida.
Ao se destacar no Náutico, em 2016, Rony foi assediado por empresários milionários (de jogador de seleção brasileira), mas o garoto não se quedou diante das propostas milionárias para mudar de procurador e de assessoria jurídica.
Ao ser negociado com o clube japonês AlBIREX NIIGATA, em dezembro de 2016, pelo empresário J. Havilla, da TRAFFIC, Rony veio a Belém e se recolhe à Vila de Quadros, ao lado da sua mamãe, dona Maria.
Na tarde de sábado, 7, no aeroporto de Belém, Rony e esposa Graice, antes do embarque em avião da TAP, para Lisboa, revelou ao blogue que sempre pensou “alto” e que às oportunidades são para serem aproveitadas.
“Eu quero viver essa história com muitas vitórias, principalmente porque penso na minha família e se Deus me deu esta oportunidade tenho que agarra com todas as minhas forças. Eu tenho prazer em ajudar minha família e na Bíblia está escrito: ‘Honra teu pai e tua mãe para que tenha vida longa na terra’ e honro minha mãe com muito orgulho”, falou emocionado.
Advogado Henrique Lobato falou ao blog sobre o caráter de Rony: “Este garoto tem caráter diferenciado. Ele me surpreendeu na sua integridade de honrar e respeitar os acordos conosco. Verdadeiramente, ele merece ser abençoado pelo caráter, homem sério, tem que vencer”, disse.
Ao despontar do Náutico, Rony foi assediado por empresários ricos e poderosos do Brasil e da Europa, mas não cedeu às ofertas milionárias, preferindo respeitar a quem sempre lhe estendeu às mãos: Hercules Júnior e Henrique Lobato.
Rony se apresenta dia 11 ao ALBIREX NIIGATA.
É o que há!

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FPF DEVOLVE DINHEIRO À SEEL

PAULO ROMANO (AO LADO DE BRASILINO - BANPARÁ) DIZ NÃO PRECISAR SE LOCUPLETAR COM DINHEIRO PÚBLICO

Em abril de 2013 o senador – à época – Mário Couto (PSDB-PA) denunciou corrupção na FPF.
Na Assembleia Legislativa do Pará o deputado estadual Alfredo Costa (PT-PA) encabeçou o movimento para abertura de CPI do Futebol Paraense.
À época Mário Couto era o presidente do Santa Cruz de Cuiarana (Salinas).
Lá um dia eu fui convocado para prestar depoimento perante os deputados membros da CPI.
Exigi que prestaria depoimento, mas em sigilo. Fui atendido.
A finalidade da CPI era para “pegar” Paulo Romano, diretor técnico da Federação Paraense de Futebol. “Não sei nada sobre este desportista. O que vocês deveriam fazer era bisbilhotar os sigilos fiscais e bancários de Guilherme Salze e Iva, os tesoureiros da Federação.
Não me ouviram porque a finalidade era Paulo Romano. E em 2016 destambocou o rombo de mais de 3 milhões de reais na Casa do Futebol. Salze e Iva foram exonerados dos cargos.
Acabrunhado, Paulo Romano deixou a Federação Paraense de Futebol.
Em 2016, Paulo Romano volta à Federação porque faz parte da escola de José Ângelo Miranda: correto nos negócios, principalmente quando se trata de lidar com dinheiro público.
O campeonato de 2017, que começa em 28 de janeiro (dia em que Romano comemora 51 anos), teve o condão da ideia do engenheiro eletricista, que mostrou aos dirigentes do BANPARÁ, FUNTELPA que o Parazão/17 poderia ter a marca do banco estatal.
Por debaixo de toró na tarde de sexta-feira, 6, Paulo Cesar da Rocha Romano falou ao blogue.
IDEIA
Quando veio à tona que o Paysandu não faria parte do pacote de patrocínio do BANPARÁ falei para o Zé Ângelo que o valor (R$ 654 mil) seria transformado em logística para o campeonato.
SEDEX
É verdade. Recebemos proposta da empresa e o campeonato se chamaria SEDEXPARAZÃO/17. O valor seria menor do que os 654 mil reais do BANPARÁ.
COBRE A LOGÍSTICA
Não. Não cobre o valor total da logística do campeonato que era de R$ 1.180.000,00 (um milhão, centro e oitenta mil reais), mas quando negociamos com as companhias aéreas esse valor tem uma redução de 30 a 40 por cento. Outra: nessa planilha consideramos os times de Santarém nas semifinais. E essas passagens serão compradas com antecedências e os valores são reduzidos.
REPASSE DE VERBA
Esperamos que o BANPARÁ repasse parte da verba para que possamos negociar com as empresas aéreas. Vamos sugerir ao BANPARÁ.
MERITOCRACIA DA FUNTELPA
Parte do valor da meritocracia da FUNTELPA, que é de R$ 591 mil, e desse dinheiro 200 mil reais serão repassados à FPF para se juntar aos 654 mil reais do BANPARÁ. Quase 900 mil reais, então, o campeonato está bancado.
PSC
Ele está fora da meritocracia do BANPARÁ, porque o banco só premiará às equipes que têm sua marca. O Paysandu está inserido na meritocracia da FUNTELPA.
(Adendo: sou visceralmente contrário à proposta do BANPARÁ em não premiar o Paysandu se este for o campeão. Então, não é meritocracia, é: DEMÉRITOCRACIA
 DIVISÃO
200 mil reais para o campeão; 100 mil para o vice-campeão; 60 mil reais para o 3º colocado, e o 4º receberá 40 mil reais.
COTAÇÃO DE PREÇO
Pelo que rege a lei, faremos cotação de preço entre 3 ou 4 empresas estabelecidas em Belém para fazermos a contração pelo menor preço da empresa que fará o traslado das equipes. A FPF exigirá que haja acompanhamento do gestor do BANPARÁ.
TRANSPARÊNCIA
A FPF criará um link, no seu site, para quem quiser acessar essa movimentação financeira. Será o site da transparência, como já é feito na CBF.
ACUSAÇÕES EM 2013
Esta veio através do Santa Cruz de Cuiarana que queria que eu fizesse uma tabela voltada para favorecer o Santa Cruz e à época o presidente do clube, que achava que ele tinha mais dinheiro que às outras equipes (na segunda divisão) e por ter cinco jogos (3 como visitante e dois como mandante) e isso foi feito e ele, o presidente (senador Mário Couto) não aceitou e por isso criou-se antipatia sobre mim.
MOCHILA
Está na minha mochila a documentação de toda a segunda divisão; lavrei à diretoria financeira da SEEL (Secretaria de Esporte e Lazer) transporte, hospedagem e alimentação da segundinha. O orçamento foi de R$ 176 mil reais e no campeonato foram gastos R$ 124 mil reais, então estou devolvendo R$ 52 mil reais. Não tem segredo: é trabalhar correto. Não preciso me locupletar com dinheiro público.
É o que há!

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