ELES

O tempo passa e eu não quero perder a capacidade de pensar e de visualizar o futuro…
Enquanto vejo a felicidade de ser Paysandu nos rostos de jovens que cercam o Wandick, não posso dizer o mesmo do Clube do Remo. Vejo estampado no semblante do presidente Zeca Pirão o desânimo, a fraqueza.
Ouvi ele dizer na Corregedoria do TRT que o “Remo não tem dinheiro e não há perspectiva”.
Na noite de terça-feira, 28, menos de 20 conselheiros compareceram à reunião do Conselho Deliberativo do Remo. Nem às contas da diretoria e o conselheiro Orlando Ruffeil apareceram. Há emperramento administrativo no Filho da Glória e do Triunfo.
No momento em que o Remo passa por indecisões sobre quem será o presidente, na eleição do dia 8 de novembro, concorrentes trazem marqueteiros do Sul do país para falarem do futuro administrtativo do Leão Azul. Recuso-me a comparecer porque nada do que esses profissionais falam são aplicados na prática.
Não me interssa valores financeiros desses profissionais, mas caiu no lugar comum a quando das eleições no Remo.
O Remo precisa de união. De Amor. “Quem ama cuida”. É fazer o que fez Wandick no Paysandu, que não precisou de marqueteiro de fora do Estado (se bem que o do clube é um rabo de cabra) para colocar a “locomotiva” no trilho. Precisou de pessoas dispostas e honestas.
Em dezembro do ano passado, a pedido do presidente Pirão, o contador remista Francisco Rosas colocou três funcionários da sua empresa no TRT, na RF e no INSS para fazerem levantamento dos débitos. E foi feito e apresentado ao cartola remista.
Na Receita federal (IR e PIS): R$ 392.169,R43.
Previdência Social (INSS): R$ 8.121.745,01 (Partes da empresa e desconto de funcionários).
PGFN (Procuradoria Geral da Fazenda Nacional): R$ 358.483,64 (Dívida em execução).
No TRT (Tribunal Regional do Trabalho/8ª Região): R$ 22.000,000,00.
O Paysandu deve o dobro na Previdência Social e o levantamento está pronto para ser negociado com a União. Não precisou contratar auditor de fora do Estado.
Quem for eleito presidente do Remo, a partir do dia 8 de novembro, tem que colocar em cada departamento profissionais competentes, aplicados e honestos.
A relação clube-jogador (falo de contratos) tem que ser advogado que não pense no seu bolso. Que não seja leviano. Que não elabore contratos absurdos, como aconteceu com Zé Soares. E o Remo tem este profissional: André Cavalcante. É inteligente, experiente no trato com jogador de futebol.
No Baenão, um técnico que queira trabalhar em parceria com os treinadores das divisões de base. Que não tenha o caráter de Roberto Fernandes. Executivo antenado com o mundo da bola e que saiba por onde anda jogador tal e o que está fazendo.
O maior gargalo no Remo tem sido a relação clube-jogador, que ao final de cada temporada, as dívidas se avolumam nas Varas do TRT, É uma enorme bola de neve.
A modernização estrutural do Remo é iminente. No Paysandu há ainda enormes problemas, mas já se visualiza avanços administrativos e eles estão atentos com o patrimônio do clube, embora ainda haja os aproveitadores de plantão. “Pior a emenda que o soneto/Está sempre à esquerda a porta do banheiro/E há gente que se conhece no cheiro”
CONFIRMADO
Pelo celular, editor deste blog, repórter José Maria Trindade conversou com o empresário HENRIQUE JORGE RIBEIRO DA SILVA, que aparece como suplente do Conselho Fiscal na chapa PARA CIMA, PAPÃO.
“Sou sócio proprietário do Paysandu, mas não pago há tempo a mensalidade porque o cobrador não passa na empresa para cobrar”, confirmou “Henricão”, como é chamado entre amigos de Assembleia Paraense, clube que já foi presidente.

DECISÃO DA AG BICOLOR

Doutor Edson Ortiz, presidente da Assembleia Geral do Paysandu, convocará, por intermédio de edital, publicado em jornais de circulação em Belém,  os membros das chapas concorrentes – PARA CIMA, PAPÃO e NOVO RRUMOS, SEMPRE – e conselheiros para divulgação da decisão da mesa diretora na sexta-feira, 31, sobre irregularidade da chapa de Luiz Omar.
É o que há!

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A C…DE CAVALO

A chapa PARA CIMA, PAPÃO encabeçada por Luiz Omar Cardoso Pinheiro (presidente) e Mauro Cézar Diniz de Souza (vice-presidente) está irregular, por que um dos seus membros não pagou mensalidades de sócio proprietário nos períodos de 2013 e 2014.
Embasado em fonte fiel, o blog tomou conhecimento que Henrique Jorge Ribeiro da Silva, suplente do Conselho Fiscal da chapa PARA CIMA, PAPÃO, não havia quitado débito com o clube até às 18h de terça-feira, 28.
Diante da irregularidade, presidente da Assembleia Geral, doutor Edson Ortiz, na semana passada, deu prazo de três dias para que as chapas concorrentes – NOVO RUMOS, SEMPRE e PARA CIMA, PAPÃO – apresentassem suas defesas.
Sem poder identificar, o blog tomou conhecimento que uma chapa apresentou toda a documentação necessária (teria sido a NOVOS RUMOS, SEMPRE) e a outra não apresentou documentos comprobatórios, mas sim questionamentos (PARA CIMA, PAPÃO). Estes questionamentos não chegaram ao conhecimento do blog.
Início da noite, repórter José Maria Trindade tentou contato telefônico com Henrique Jorge e não foi possível, porque não atendeu às chamadas telefônicas.
Há indícios de que a chapa encabeçada por Luiz Omar não consta, entre os membros do Conselho Fiscal, um contador, conforme determina o estatuto do clube.
Artigo 61: “O conselho deverá ter, obrigatoriamente, entre seus membros efetivos, um contador e, entre os suplentes um outro, que será o primeiro deste grupo, na ordem de sucessão”.
O que se percebe é que a chapa PARA CIMA, PAPÃO foi montada de afogadilho.
Membros da mesa diretora da Assembleia Geral bicolor – Edson Ortiz (presidente), César Neves (vice-presidente) e Antônio Ataíde (secretário) – têm três dias para decidir pelo futuro da eleição para presidente do Paysandu, que está marcada para o dia 19 de novembro.
Será que haverá eleição?
É o que há!

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“SÓ QUERO 2 ANOS”

O vice Sérgio Serra: está tudo legal!

Alberto Maia cumprimentando um a um dos seus eleitores

Em noite de pompa no CAPITAL (bar-restaurante na Braz de Aguiar), NOVOS RUMOS, SEMPRE  lançou plataforma de propostas para o biênio 2015/16.
Maia e Serra, presidente e vice, respectivamente, na chapa, foram alvos do entusiasmo de todos que se fizeram presentes ao acontecimento.
Presidente Wandick, irmãos Couceiro (Antônio e Abílio), Joaquim Ramos, promotor público Newton Gurjão, José Ângelo Miranda, Gabriel Souza Castro, irmãos Sereni, sócios, conselheiros, beneméritos e grandes beneméritos participaram da noite de gala.
Proposta da NOVOS RUMOS, SEMPRE consta de hotel-concentração, CT, reforma da parte externa do estádio “Leônidas Castro” e a formação de elenco competitivo para a temporada 2015.
“igual ao Wandick, eu só quero dois anos. Tem gente na fila querendo ser presidente do Paysandu”, revelou o candidato Alberto Maia, que estava acompanhado da família.

É o que há!

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O AMANHÃ

Terreno que o Remo comprõu e não pagou na Mercedês

No dia 15 de janeiro deste ano o Remo, representado pelo presidente Zeca Pirão, se comprometeu depositar 120 mil reais e mais 5% por cento das rendas contra os pequenos e 10% dos jogos contra o Paysandu, em conta no TRT – Tribunal Regional do Trabalho-Pará. Todo dia 20 de cada mês.
À época o Remo devia na justiça do trabalho 11 milhões de reais.
Advogado Henrique Lobato representa 25 processos já sentenciados num total de R$ 7 milhões.
Um milhão e meio de reais para Tiago Belém que tem como advogado Carlos Kayath.
Processos de menor monta representam 2,5 mi.
No período de 20 de março a 20 de junho, o Remo cumpriu com o acordo, depositando 480 mil reais, mas não depositou os percentuais dos jogos pelo campeonato paraense. São dados obtidos no TRT.
Além de cobrarem os atrasados – julho, agosto, setembro e outubro (R$ 480 mil) -, advogados Henrique Lobato e Kayath estão pressionando a corregedoria do TRT para que o clube pague os percentuais dos jogos do Parazão.
“Não pode haver acordo com a BIS, para o arrendamento da área do carrossel, sem antes acertar conosco os atrasados”, revelou ao blog o advogado Henrique Lobato.
“Não somos contra o acordo entre Remo e BIS, o que queremos é receber o que clube acordou em janeiro nesta corregedoria”, conclui Kaiath.
Qualquer um que venha a comandar o Remo, a partir da eleição do dia 8 de novembro, tem problemas financeiros seríssimos a resolver de imediato.
Dia 30 deste mês, na corregedoria do TRT, o presidente Pirão volta a se encontrar com executivos da BIS, que manifestaram interesse em arrendar área do carrossel.
O editor desta página, em conversa com o candidato a vice, na chapa de Minowa, médico Henrique Custódio, alertou-o para o encontro do presidente azulino com executivos da emprersa de entretenimentos e o corregedor do TRT, Marcos Lousada Maia, que está intermediando às negociações.
O problema: a BIS se interessa pela área, mas não quer a rampa de acesso à arquibancada construída pelo presidente Zeca Pirão.
“Advogado representará   nossa chapa para acompanhar às negociações”, disse Custódio.
O pior estar por vir: o “seu” Lulu, dono da casa que o Remo comprou na travessa das Mercedês (é assim que está na placa da rua), por R$ 300 mil (em dois pagamentos de 150 mil reais em 28.02 e a outra parcela em 28.03.2014) foi destruída e o Remo não pagou.
“Deixei de vender para o Jairo Vasconcelos (sucateiro da Mercedês) por 250 mil reais, à vista, para vender ao Remo, porque o papai é remista, e o Pirão não pagou nenhuma parcela. Eu não sei o que fazer, porque um advogado me pediu 3 mil reais para dar andamento no processo junto a justiça para que a gente possa colocar a placar e vendar o terreno”, confirmou Sulamita Filgueiras de Souza, a locadora.
Na década de 70, Caetano Veloso cantou: “O bem e o mal/ Tem medo da maçã/ A sombra do arvoredo/ O dia de amanhã…”
Na política e no esporte paraense, nunca foi tão atual os versos do letrista popular.
É o que há!

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O ILUMINADO

Lenine, o melhor em campo contra o Tupi

Time chegando na Curuzu

Wandick sendo cumprimentado por Paulinho e Raul Aguilera Neto

Wandick sendo carregado e jogado ao alto pelos jogadores

No dia 21 de setembro, quando o Paysandu perdeu de 2 x 1 para o Cuiabá (MT), na Curuzu, Wandick confessou: “Está difícil”.
O Paysandu passou a depender de si e de outros resultados. Deu tudo certo. E o Paysandu, como um cavalo de corrida, disparou e deixou pra trás adversários poderosos.
Com aplicação o “jóquei” Mazola Júnior soube comandar o cavalo.
“O diferencial do Mazola é que ele interage, ele conversa e ouve os seus auxiliares, eu e o Brigatti”, revelou Rogerinho.
Assistindo aos vídeos dos jogos do Tupi, Mazola e seus auxiliares detectaram que a defesa do time mineiro era lenta, e o time bicolor foi orientado a se fechar e sair em velocidade no contra-ataque. Foi assim que gnhou de 2 x 1, no Mangueirão, e de 1 x 0 em Juiz de Fora-MG.
No dia 12 de setembro, Wandick tem a confirmação dos endinheirados da “baba” de 300 mil reais para premiar os jogadores. Dia 13, na Curuzu, Wandick firma compromisso, passado em papel, com os líderes do elenco bicolor: Zé Antônio, Héverton, Picachu e Lombardi.
Mazola é intuitivo. Sabe fazer leitura de futebol. “O técnico mais sábio é o que muda pouco e sabe o momento de mudar.” Este é o Mazola, que no momento exato meteu Lenine, que foi o melhor em campo contra o Tupi.
Wandick chegou à Curuzu, à tarde de domingo, 26, e foi ovacionado pelo torcedor presente. Foi carregado pelos jogadores e jogado ao alto. Derramou lágrimas ao ser entrevistado pelo blog. Falou que deixará o Paysandu com o seu patrimônio ampliado, na segunda divisão, mas, como político, trabalhará para dar ao clube o seu CT – Centro de Treinamento.
“Em janeiro deixo o Paysandu e, como político, trabalharei para dar ao Paysandu o CT”, confirmou o iluminado Wandick (Peço vênia ao ex-presidene Rui Sales a quem Luís Araújo um dia o denominou de iluminado).
É o que há!

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HAPPY END

No dia 1º de setembro, segunda-feira, chego à Curuzu e vejo o sofrimento estampado no rosto do presidente Wandick. Era um homem arrasado diante dos fatos extracampo do dia 30 de agosto, na Curuzu, contra o Salgueiro, em que o Papão ganhou de 1 x 0.

Eis o texto:
Três personagens bíblico são considerados de caráter retilíneo: Noé, Daniel e Jó.
Desses três homens dignos, Jó é exemplo de paciência e obediência a Deus. Mas, lá um dia, se viu em estado de miséria. Era rico.
Perdeu dez filhos (sete homens e três mulheres), o rebanho, ficou coberto de chagas e mesmo assim não perdeu a paciência. Enfrentou com propósito todo tipo de desgraça. Tudo isso em um dia.
Cansado de tanto sofrimento, Jó indaga: “Quantas culpas e pecados tenho eu?” Questionava, com Deus, as transgressões que, porventura, teria cometido, pois, em estado de minudente reflexão, indagava do Criador se o “tinha como inimigo”.
Jó fedeu. A mulher o reijatava pelo mau hálito: “…é intolerável à minha mulher”. O que mais me comove no personagem é a sua fé: “…eu sei que o meu redentor vive, e por fim se levantará sobre a terra”.
O livro de Jó trata de um tema didático: aborda o sofrimento dos homens bons.
Faço este prólogo com o personagem bíblico porque sei que Wandick é um homem caridoso, e sábado, após o jogo do Paysandu contra o Salgueiro, o presidente chorou. Não sei se ele intimamente se perguntou “o que fiz para merecer tantas vicissitudes como presidente bicolor”.
Meus finos leitores, não sou chegado a mesuras. Wandick é filho de gente pobre, mas de genoma de boa procedência e preocupa-se com o futuro do clube do qual é presidente. Não foi à toa, que ao assumir em janeiro de 2013, procurou todos os credores do Paysandu para acordar pagamentos. Dívidas como às de Jobson, Arinelson, Hotel Paraíso, Hotel Sagres, e o jurídico do clube, ao comando de Alberto Maia, acabou com os contratos de gavetas dos atletas profissionais.
São inquestionáveis os avanços administrativos no Paysandu Sport Club. Wandick foi cercado por gente de boa cepa porque é prudente, sério, honesto, caráter retilíneo e deixará para o próximo presidente bicolor projeto administrativo viável.
Wandick e Serra colocaram o dedo no suspiro e botaram pra fora os aproveitadores que viviam dentro do clube, ganhando dinheiro de forma desonesta. O Paysandu hoje é transparente. Ninguém pega em dinheiro no clube. Renda dos jogos são transportadas em carros de valores. Paysandu tem conta bancária.
Nada tem dado certo dentro de campo. É verdade. E por isso Wandick carrega na alma um sofrimento oculto. É criticado e sofre calado. Eu, no meu programa de rádio – O SHOW DE BOLA (Marajoara-AM) –, indaguei quem é o espraguejado no Paysandu.
O que fizeram com o Paysandu, na noite de sábado, 30, doeu na alma de quem ama o clube. Não fizeram para o Wandick e seus diretores, fizeram para a instituição que deu às maiores glórias para o futebol da Amazônia. Saí do campo com vontade de chorar.
Perdão, meu fino e exigente leitor. É sentimento. É alma. É a falta de dignidade de quem fez (ou de quem mandou fazer) a maldade com o Paysandu. A Curuzu, plasticamente, está graciosa.
Igual a Jó, Wandick, antes de deixar de ser presidente, acredito na glória; acredito que sua administração terminará, em campo, num “Happy End”. É o destino dos homens bons.
É o que há!
FEELING
Não acredito em profeta! Não acredito em adivinhação! Não acredito em religião! Não acredito em adivinhão! Não acredito em cartomante! Não acredito em búzio! Acreditar em Deus é uma hipótese irrelevante.
Acrédito na honestidade! Acredito na verdade! Acredito na bondade! Acredito no poder da caridade! Acredito num Deus Rico, poderoso e festeiro. Wandick é tudo isso e mais ainda: humilde!
Wandick e seus diretores são OPUS ONE!
E o Payandu, agora, é a única ESPERANÇA do futebol da Amazônia, porque o Papão pode ser campeão da Copa Verde!
ACHISMO
Mazola foi alvo de parte da imprensa paraense que tudo “acha”.
Criticavam o técnico bicolor porque efetivou Picachu na ala direita, com liberdade para entrar em diagonal e, às vezes, caindo pela esquerda.
Time do Tupi tem bom toque de bola do meio-campo pra frente, mas a defesa é lenta. E foi aí que Mazola soube explorar e acabou em três lances com o “Golias” mineiro: dois aqui (Mangueirão) e um no jogo deste domingo (Juiz de Fora),  saindo em velocidade, que culminou com o golaço de Ruan. Mazola ler (não ver) futebol.
“Esta vitória é do presidente Wandick que pegou muita porrada de vagabundos, aproveitadores que saquearam este clube”. Falou tudo Mazola!
É o que há!

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CONTRATO LEONINO

Contrato assinado enre Pirão e Sulamita

O Remo vive situações incomuns.
No momento em que Zeca Pirão e Minowa concorrem à presidência do clube, falam em CT, em palestras de executivos que deram certos nos clubes do Sul do país, de formação de time e de técnicos, mas não abordam arrendamento da área do carrossel, pela BIS, e o pagamento do terreno que o clube comprou (e não pagou) na travessa das Mercês, no valor de R$ 300 mil.
Minowa deveria acompanhar Pirão ao TRT, dia 30.10, às 10h, quando será decidida a negociação da área do carrossel com os executivos da BIS, que pretende construir no local casa de espetáculo.
No primeiro encontro, a BIS ofereceu R$ 180 mil/ano (R$ 15 mil/mês) adiantado. Representante azulino  contrapropôs R$ 240 mil/ano (R$ 20 mil/mês).
A princípio a BIS aceitou, mas deseja que o Remo destrua a rampa constuída pelo presidente Pirão de acesso à arquibancada.
O contrato firmado entre Remo e o locador do terreno da travessa das Mercês, SULAMITA FILGUEIRAS DE SOUZA, é leonino, segundo advogado consultado pela dona da área entre as avenidas Almirante Barroso e Rômulo Maiorana.
Quarta-feira, 29, Sulamita estará na sede azulina a fim de ter uma decisão do presidente Pirão. “Se ele não pagar, coloco placa de “VENDE-SE” na nossa propriedade e vou cuidar do meu pai, que está entre a vida e a morte em Capanema”, concluiu.
É o que há!

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SÓCIOS INADIMPLENTES

Edson Ortiz, presidente da AG bicolor, pediu explicações aos sócios inadimplentes

“Só poderá ser votado o sócio, maior de dezoito (18) anos, em pleno gozo de seus direitos sociais que integram o quadro social há, pelo menos, um ano”. ( DA ASSEMBLEIA GERAL – Art. 44 – § ÚNICO)R
“Pagar a mensalidade social até o dia cinco do mês de competência” (Art. 24 – DEVERES DOS ASSOCIADOS)
“Aos que não pagarem, durante três (3) meses consecutivos, a mensalidade social” (Art. 28 – A PENA DE SUSPENSÃO É APLICÁVEL). (São excertos do Estatuto do Paysandu)
A inadimplência de três sócios proprietários que fazem parte da chapa PRA CIMA, PAPÃO mexeu com os bastidores do Paysandu na quinta-feira, 23.
Sem poder falar por estar afônico, professor Edson Ortiz de Matos, 61, Pró-Reitor de Administração da Universidade Federal do Pará, presidente da Assembleia Geral do Paysandu, foi encontrado às 17h de quinta-feira, 23, em seu gabinete de trabalho pelo repórter José Maria Trindade.
Diante das inadimplências dos sócios, integrantes da chapa PRA CIMA, PAPÃO, Ortiz notificou às chapas concorrentes à eleição do dia 19 de novembro, no horário das 16 às 22h, e sócios proprietários a apresentarem suas amplas defesas no prazo de três(3) dias a contar da data de 24 de outubro.
Mas: como dia 26 será domingo e segunda-feira, 27, é feriado, o prazo se estenderá até terça-feira, 28.
A mesa diretora da Assembleia Geral do Paysandu Sport Club é constituída de Edson Ortiz (presidente), César Neves (vice-presidente) e Antônio Ataíde (secretário) que, de posse das defesas, reunirão pra analisá-las e darem parecer final sobre o tema.
Fernandinho Guimarães, que é titular do Conselho Fiscal da chapa PRA CIMA, PAPÃO, devia, mas na tarde de quinta-feira, 23, foi à sede e pagou até dezembro de 2014.
Outro que quitou-se foi o suplente do Conselho Fiscal, Cláudio José Reis de Carvalho Junior.
Há membro na chapa de Luís Omar que está em atraso com mensalidades havia dois anos – 2013/14.
É o que há!

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“VAMOS AVANÇAR”

Governador Simão Jatene tendo ao lado Silvinho e Carlos Santos

“Eu fico muito feliz em perceber a cada ano o crescimento do número de clubes, porque acho que é isso que faz o campeonato se tornar de fato paraense”, palavras do governador Simão Jatene ao ser entrevistado pelo repórter José Maria Trindade.
Na manhã de quarta-feira, 22, Simão Jatene esteve na Rádio Majaora onde foi recebido pelo superintendente do grupo Marajoara de Comunicação, empresário Carlos Santos.
Em 2015 serão 10 clubes no Parazão e o governador manifestou prazer porque o campeoanato atingi quase todas as regiões do Pará. “O esporte tem o condão de integrar. Anteriormente era um campeonato de Belém. Agora, o campeonato tem o condão de integrar às pessoas e o esporte e a arte têm as mesmas linguagem”.
E exemplificou: “Se você pegar dois jogadores, que nunca se viram, e se colocarem juntos eles sabem o que fazer. A mesma coisa são os músicos”, disse.
Foi mais que rápido o papo do repórter com o governador, porque ele tinha que embarcar às 11h, conforme orientação da assessoria de comunicação.
TT – Se reeleito, qual a proposta governador?
SJ – Primeiro, já está definido com a prefeitura que no entorno do Mangueirão haverá áreas para construção de CTs para Remo e Paysandu para que os clubes possam formar essa meninada. A criança, os garotos possam dedicar parte de suas vidas ao esporte. Nós precisamos nos unirmos para que os clubes possam se posicionar no esporte nacional.
TT – Clube do Remo e Paysandu, governador?
SJ – Eu vou discutir com todos. Agora, é importante que fique claro: vamos discutir, também, com os clubes do interior. É preciso ver que o campeonato paraense tem o caráter de estadual mesmo. Nós vamos avançar muito e não podemos retroagir. Eu quero, cada vez mais, Santarém, Marabá, Cametá, Castanhal, Parauapebas eu quero municípios envolvidos e o governo tem ajudado e vai ajudar mais… Quer continuar ajudando. Eu entendo que isso é importante.
TT – Está garantido o apoio financeiro, governador?
SJ – É de natureza pública. O esporte é importante para o equilibriu da sociedade. E o futebol é uma paixão fantástica da nossa gente, do nosso povo.
É o que há!

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“DIREITOS ADQUIRIDOS E AMPLIADOS”

Hélder Barbalho na Rádio Marajoara com o empresário Carlos e Sandrinha

Em 2000 o Nunes, presidente da FPF, tinha em mãos o projeto de interiorização do campeonato paraense.
O deputado estadual Adenauer Góes levou Antônio Carlos Nunes de Lima ao governador Almir José de Oliveira Gabriel.
Ao ver e analisar o projeto, disse que o Estado patrocinava com passagens, hospedagens e comida. “Não dou dinheiro a Remo e Paysandu porque eles vão contratar pernas-de-pau”, teria dito o governador.
A partir deste ano os “estaduais” têm sido patrocinado pelo  poder público estadual.
Em 2014, o Estado repassou a Remo e Paysandu, via FUNTELPA, R$ 1.320.000,00, divididos em duas parcelas de R$ 660.000,00 a cada uma das “locomotivas”, que receberam de duas vezes: R$ 330.000,00 e mais patrocínio de R$ 50.000,00 do BANPARÁ.
Neste domingo, 26, à noite, saberemos quem será o nosso governador: se Simão Jatene continua ou Hélder Barbalho assumirá a partir de 1º de janeiro de 2015. E o Parazão do próximo ano?
Como não ouvi em nenhum debate os candidatos tocarem no assunto (também, não foram questionados não sei se por ignorância ou omissão), é que tomei a iniciativa de questionar os candidatos sobre o tema.
Na manhã de terça-feira, 21, Helder Barbalho esteve no programa do confrade Nonato Pereira, na 100.9, e, no gabinete do empresário Carlos Santos, conversei com o candidato ao governo do Estado sobre o Parazão/2015.
TT – Se governador, qual a proposta para o esporte?
HB – Eu tenho um compromisso com o esporte profissional e esporte amador. É fundamental que o esporte paraense volte a ter momentos de glórias e que nos dê orgulho a nível nacional. Eu estou feliz em saber que ampliaram o número de times, e quanto mais você interioriza, mais você permite o envolvimento de cada região do Estado, portanto, eu sou um entusiasta de fazer com que haja a ampliação da participação de todas as regiões do Pará.
TT – E Remo e Paysandu?
HB – Não se pode deixar de reconhecer que Remo, Paysandu e Tuna fazem parte da Cultura do povo paraense. Remo e Paysandu, particularmente, precisam ter um olhar especial por parte do governo. Sou favorável a ampliação, mas temos que preservar os direitos de Remo e Paysandu, garantindo que os mesmos tenham apoio do governo para fazer suas estruturas e que se tornem competitivos a nível nacional; é fundamental olhar para os demais clubes, também. É fundamental compreender que o esporte faz parte da cultura do povo paraense. No meu governo o Parazão será um dos campeonatos mais importante do país.
TT – Está garantido o apoio financeiro?

HB – Garantido apoio pra Remo, Paysandu, Tuna e clubes do interior, e o governo vai apoiar os clubes que disputarem campeonatos nacionais. Portanto, nós podemos fazer isso, sim, com apoio da federação e das entidades municipais para que os nossos clubes tenham momentos de glórias.
TT – CR e PSC poderão ficar tranquilos sobre suas cotas?
HB – O meu governo será parceiro deles por compreender que o futebol faz parte da cultura paraense.
TT – insisto com as cotas de Remo e Paysandu.
HB – O meu governo será um governo de ganhos e não um governo de perdas. Os ganhos conquistados de Remo e Paysandu têm que ser preservados e ampliados e isso é um compromisso que faço com Remo e Paysandu e faço com os clubes do interior que precisam sobreviver. (Estas mesmas perguntas serão formuladas ao governador Simão Jatene)
É o que há!
P.S. Se não fosse a benevolência do patrão Carlos Santos, esta matéria não seria possível. Obriagdo, patrão.

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