3 A 0 FOI POUCO

A resposta do ótimo atacante Giancarlo, ao final do primeiro tempo, para o repórter de Televisão foi a síntese do futebol aplicado e determinado do Tupy para ganhar do Paysandu de 3 a 0.
“Saímos para jogar sem medo de ser feliz. ” E o Tupy sufocou, esganou o time bicolor tocando a bola e saindo em velocidade.
Enquanto que o Paysandu não põe a bola no chão. É só lançamento. Bola rifada. Isso não é futebol, “seu” Dado! Futebol é coletivo. Foi o que fez o Tupy.
Num 3-5-2, com a bola saindo dos pés de Marcos Serrato em passes certeiros, Tupy não deu espaço marcando homem a homem.
Meio-campo do time de Dado não toca a bola e prefere os lançamentos dos pés de Thiago Luiz para uma zaga alta e bem postada. Não deu em nada e nem poderia dar.
3 a 0 foi pouco porque o time de Estevam Soares, taticamente, foi perfeito no roque de bola e Giancarlo e Jonathan, logo no início da partida, perderam oportunidades cristalinas de gol.
Enquanto que o Paysandu teve uma única jogada perigosa em bola parada dos pés de Thiago Luiz. Só e nada mais.
Bem marcado, Maílson não soube saí da forte marcação e se perdeu e nem foi substituído.
O gol do Tupy, no primeiro tempo, surgiu de cruzamento da esquerda do ala Bruno Costa para cabeceio de Giancarlo em falha da defesa bicolor. 1 a 0 aos 32 minutos.
Robert e Rivaldinho apareceram no elenco bicolor nos postos de Celsinho e Lucas, e o meio-campo alviceleste teve postura ofensiva.
Abro parêntese: Penso que o retorno de Dado Cavalcanti ao Paysandu não foi um bom negócio, porque tem jogador que não tolera a metodologia do técnico. Fecho parêntese.
E o Paysandu voltou para o segundo do tempo tocando a bola e com a marcação no campo do Tupy.
A melhor oportunidade bicolor surgiu em passe de Rivaldinho para Maílson, aos 4’, que chutou sobre o goleiro Rafael Santos.
Penso que o Mailson pensa que é DC-10. No futebol moderno este tipo de jogador não tem futuro. Tem que pensar.
Ricardo Capanema, aos 11’ jogou tudo a perder a reação bicolor: entrou criminosamente na canela do Marcos Serrato, o motorzinho do time mineiro.
Árbitro Paulo Henrique, jovem, que marca em cima do lance, não teve dúvida: cartão vermelho para Capanema. Acabou de matar o time bicolor. Só deu Tupy!
Aos 25’, em metida de Pedrinho, que havia entrado no lugar de Hiroshi, Jonathan faz 2 a 0.
E aos 47’, em jogada de Marcos Serrato, Giancarlo faz Tupy 3 a 0. E foi pouco!
A torcida bicolor protestou chamando Dado de “burro” e pediu o retorno de Rogerinho ao comando do elenco bicolor.
É o que há!

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“PSC NÃO TEM O QUE TEMER”

OMAR ENTRE REZENDE E ASSEF: "NÃO TEM CONTRATO..."

Luiz Omar Pinheiro, ex-presidente bicolor, é um homem de frontispício.
Telefonou para o repórter José Maria Trindade e revelou que a “diretoria bicolor não tem o que temer”, posto que o contrato assinado, pelo vice-presidente Toninho Assef, foi “especifico para a Copa Belo Horizonte de sub-20 de 2012. ”
Eis o depoimento do ex-presidente Luiz Omar ao blog.
O único contrato que o Paysandu assinou com a empresa do Hélio Duarte, aliás, assinado pelo Toninho Assef, o meu vice-presidente (eu estava viajando), foi específico para a Copa Belo Horizonte sub-20, de 2012. Portanto, foi só para a Copa Sub-20 de Belo Horizonte.
No contrato havia cláusula que garantia 40% dos direitos econômicos para a empresa de Hélio se o Paysandu vendesse alguns jogadores. O Paysandu não vendeu e nem emprestou nenhum jogador.
Os dois jogadores que o Hélio levou para o Fluminense – Leandro Carvalho e Rodriguinho – bateram e voltaram. Rodriguinho não sei por onde anda, mas o Leandro está na Tuna.
O Maia e sua diretoria podem ficar tranquilos que não há nada que possa prejudicar financeiramente o Paysandu. Afirmo: o contrato assinado pelo Toninho Assef foi específico para a Copa Belo Horizonte sub-20 de 2012.
Ao receber a ação extrajudicial da empresa BELOMONTE ESPORTE CLUBE, empesa de Hélio Duarte, cobrando R$ 5 mi do Paysandu, departamento jurídico bicolor informa que “apesar de exaustiva pesquisa realizada em seus arquivos, não encontrou registro do referido instrumento contratual”.
Em outro parágrafo, explica o jurídico bicolor: “…informamos que a legalidade, validade e eficácia do alegado contrato em questão, exige previa autorização do Conselho Deliberativo do Paysandu Sport Club…”
Alexandre Pires e Antônio Maciel aguardam que o empresário Hélio mande ao clube cópia do contrato, o que Luiz Omar, ex-presidente bicolor, diz que não tem.
REMO PERDE EM CAMPO E TRT EXIGE DEPÓSITO
Por ter Sky e esta não tem canal Interativo, deixo de comentar a derrota remista para o ABC por 2 a 0.
Remo até ontem não havia depositado R$ 75.295,84 (setenta e cinco mil, duzentos e noventa e cinco reais e oitenta e quatro centavos) referentes aos 30% da renda líquida do jogo contra o River.
Advogado Henrique Lobato peticionou ao juiz Jorge Vieira, da 13ª Vara-TRT-PA, bloqueio de futuras rendas do Clube do Remo.
Na segunda-feira, 29, magistrado Jorge Vieira deferiu petição de Henrique Lobato mandando notificar diretoria remista para que o clube apresente os comprovantes de depósitos da renda da partida contra o River, no dia 6 de agosto, no Mangueirão (1 a 0 para o Remo).
Remo tem uma semana para depositar o valor, do contrário renda de domingo será bloqueada pela justiça do trabalho.
É o que há!

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EMPRESÁRIO COBRA R$ 5 MILHÕES DO PAYSANDU

POR TER INJETADO DINHEIRO NA BASE DO PSC, HÉLIO COBRA R$ 5 MI DO PAPÃO

O Paysandu de Alberto Maia é hermético. Mas, quanto mais fechadinho aos repórteres, melhor para este velho editor deste blog.
Há um monstro rondando os cofres do Paysandu, e se ganhar, na justiça, pode arrebentar com o caixa bicolor. É o temor da atual diretoria do Paysandu Sport Club.
É nitroglicerina pura!
No dia 16 de dezembro de 2012 este blog entrevistou o empresário mineiro Hélio Ferreira Duarte Jr, (hoje com 56 anos).
Eu tenho investido muito na base do Paysandu, não só com dinheiro, mas com atuação junto aos grandes clubes, e que as pessoas saibam que é muito importante não fazer dinheiro agora, mas dá condições e valorizar o jogador para que ele mais tarde atinja cifras enormes e que o Paysandu tenha uma boa parcela nessas negociações. Não se pode pegar um jogador da base e deixar sair sem nenhuma reciprocidade com o clube e muito pior que isso: sem o clube ter um percentual nas futuras negociações desses jogadores. Então o que a gente procura fazer? Estamos trabalhando para ganhar dinheiro, mas com o sucesso dos jogadores e não do Paysandu, mas com o Paysandu. Os jogadores da base do Paysandu são protagonistas da história. Eu sou um meio que pode ajudar o Paysandu a ter sucesso nas negociações.
Para participar da Taça Belo Horizonte/2012, Hélio bancou a ida da delegação sub-20 do Papão com 50 mil reais.
A época de Luiz Omar Pinheiro, empresário Hélio Duarte bancava a base bicolor, doando mensalmente R$ 15 mil/mês a título de ajuda, mas tinha direito a 35% sobre os direitos econômicos de qualquer jogador da base bicolor que fosse negociado.
Este mesmo empresário, comprou junto ao Paysandu os direitos econômicos do atacante Rafael Oliveira.
Em 2013, com a chegada de Wandick e Serra na Curuzu, acabou a parceria entre Paysandu e empresário Hélio Duarte.
A REBORDOSA
Está sobre a mesa do presidente Alberto Maia Ação Extrajudicial assinada pelo empresário Hélio Duarte cobrando R$ 5 mi por ter bancado a base do Paysandu à época de Luiz Omar, tendo como “Mancha” o diretor da divisão de base do clube.
Departamento jurídico do Papão, através dos advogados Alexandre Pires e Antônio Maciel, cobraram do empresário cópia de contrato assinado pelo ex-presidente bicolor, Luiz Omar.
Até o presente momento, Hélio não deu resposta, mas o Departamento Jurídico do Paysandu está atento para qualquer investida do empresário mineiro na justiça paulista.
É o que há!

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PAYSANDU PERDEU PARA O ÁRBITRO

A derrota do Paysandu para o Oeste, por 1 a 0, na Arena Barueri, deva-se a parcialidade do apitador baiano Jaílson Macedo Freitas.
Aos 3’ de jogo Thiago Luís foi tocado dentro da área, em jogada que levava vantagem, e o árbitro deu sequência no lance.
Mas, aos 29’, do segundo tempo, só o apitador viu toque de Roniery que desequilibrou Felipe Rodrigues. Pênalti que Crysan cobrou e confirmou a vitória do Rubrão paulista.
No primeiro tempo, meio-campo do Oeste foi dominante, tocando a bola com rapidez.
Pelo lado bicolor, meio-campo não existiu errando muitos passes.
Com Rodolfo pela ala direita e Léo Artur pela esquerda, Oeste teve posse de bola e dominou.
Com duas linhas de 4, Paysandu fechou-se e não soube sair em contra-ataques, porque Maílson não se houve bem.
A melhor jogada da primeira etapa quem teve foi o Oeste, aos 22’, quando Marquinho, ao receber em lançamento, ficou de frente com Emerson, mas jogou a bola sobre o arco bicolor.
No retorno para a segunda etapa, time de Dado fechou a marcação no campo do Oeste e explorou os espaços que deixava pelo lado esquerdo da defensiva do time paulista.
Sai Francisco Alex e entra Danielzinho; Mazinho entra no posto de Rodolfo.
Pelo lado bicolor, Dado insistiu com Mailson em campo, que nada fez. Tira Celsinho entra Robert. E Lucas sai para a entrada de Rivaldinho. Não influenciou em nada.
Com 1 a 0, Oeste se fecha e o Paysandu pressiona, mas sem chegar ao arco do goleiro Felipe Alves.
Alessandro entra faltando cinco minutos para terminar o jogo no posto de quem não se houve bem em momento algum do jogo: Maílson.
Com 28 pontos, Papão desceu para a décima segunda posição.
Na terça-feira, 30, Papão receberá o Tupy, na Curuzu.
É o que há!

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ULISSES DENUNCIA FUNCIONÁRIO DA SEFIN

DELEGADO NEIVALDO CONVOCARÁ FUNCIONÁRIO DA SEFIN

O empresário Antônio Ulisses de Oliveira Martins, dono da TRANSULISSES, e seus dois advogados não quiseram falar para o repórter José Maria Trindade, editor deste blog, sobre as notas frias.
“Nós não falaremos a este repórter do blog Tudão e Tudinho”, revelou um dos advogados em nome dos demais ao delegado Neivaldo Silva, diretor da DIOE ( diretor da Divisão de Investigações e Operações Especiais da SEGUP-PA).
O direito de resposta neste “condomínio” digital é sagrado. E tentei ouvir o que tinha (ou tem) para dizer o empresário Antônio Ulisses, que através da sua empresa TRANSULISSES, presta serviço à Federação Paraense de Futebol, e que repassou à entidade “notas falsas”.
Como o meu direito de noticiar é constitucional. Nada me intimida diante do factual, que é a marca deste blog.
Ao delegado Neivaldo, Ulisses revelou que foi enganado por um funcionário da Secretaria de Finanças da Prefeitura de Belém, mas que as “notas frias” foram anuladas pela própria Sefin e o empresário custeou às despesas com o fisco municipal.
“Ele revelou que foi vítima de um funcionário da Sefin, que teria repassado para ele os documentos que apresentam inconsistência, ou seja, de origem fraudulenta e ele declinou o nome do funcionário, e para restabelecer a ordem tributária ele já emitiu novas notas e recolheu os tributos correspondente”, revelou ao blog delegado Neivaldo.
Sobre a identidade do funcionário, a autoridade policial preferiu manter sigilo em nome das investigações que continuarão, agora voltadas para intimar e ouvir o funcionário municipal denunciado por Ulisses.
A denúncia é grave por envolver agente municipal, reconhece o delegado, mas “precisamos primeiro confirmar junto a Sefin se ele recolheu os impostos devidos. ”
Nada, mas nada mesmo, me afastará (ou me intimidará) das minhas obrigações como repórter esportivo em Belém do Pará.
Tudo que revelei, neste blog, sobre notas frias passadas à FPF, foram devidamente embasadas em depoimentos de diretores da Federação Paraense de Futebol, do delegado Neivaldo, da secretária Renilce (SEEL) e até do promotor público Sávio Brabo, que me disse o seguinte: “As investigações ainda estão em andamento, não posso adiantar nenhuma informação para não atrapalhar a apuração. ”
É o que há!

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CATREPA

Deu no REPÓRTER70 – EM POUCAS LINHAS (25.08)
“O procurador-geral do Estado, Ophir Cavalcante Jr, vai criar no órgão um setor de inteligência, responsável por encontrar grandes devedores do Estado que fecharam suas empresas e sumiram.
“A PGE está trabalhando junto com a Sefa para saber quanto o governo tem a receber de dívidas, a maioria de ICMS. Muitos delas estão sendo cobrados na justiça. ”

A RASTEIRA DA FPV
Na década de 40 o jornalista, escritor e funcionário público Graciliano Ramos, o Velho Graça, dizia que o Brasil era campeão mundial de “rasteira”. E continua sendo.
A Federação Paraense de Voleibol desapareceu depois de aplicar uma “rasteira” de R$ 2,5 mi na Secretaria de Estado da Fazenda – Sefa.
Por emprestar sua bandeira ao POUPA GANHA, em 1999, Federação Paraense de Voleibol deixou de repassar cotas de ICMS dos carros adquiridos em São Paulo para serem sorteados em Belém.
Em São Paulo, o POUPA GANHA adquiria os carros pagando 12% ICMS, e aqui o governo exigia a diferença de R$ 5%, porque os veículos eram sorteados na praça local.
Como a Federação Paraense de Voleibol não teve como pagar valor tributário ao Estado, a solução foi aplicar o “catrepa”, e uma nova entidade surgiu com novo CNPJ: Federação de Voleibol do Pará
Numa terça-feira, 3 de setembro de 2013 deu entrada no Cartório de Títulos e Documentos, na Praça da Bandeira, documentação necessária à criação da FVP.
Dirigentes de CR, PSC, TLB. Assembleia Paraense, AABB, Castanhal e Liga Castanhalense assinaram a ATA de criação da nova entidade que tem como presidente o professor Rui Guilherme Messias Castro e vice-presidente Hugo José de Magalhães Montenegro.
P.S. Este post foi “furo” jornalístico em 5 de setembro de 2013.
Custou-me ameaça de porrada por um dos filhos do presidente da Federação Paraense de Voleibol do Pará à época, Carlos Gama.
É o que há!

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DERRUBARAM PARTE DO MURO

NA MARRETA, DERRUBARAM 52M DE MURO

FONTE QUE JORRA ÁGUA CRISTALINA

Dos 120 mil m² que o Paysandu comprou em Águas Lindas, em Ananindeua, 90% estão cercados.
10% de cerca não podem ser construídas porque é área de igarapé de água corrente.
52m de cerca amanheceram derrubas porque a comunidade não pôde realizar o seu campeonato de futebol no campinho que há dentro da área bicolor.
Empresa responsável pela construção do muro agiu rapidamente e os operários, na manhã de quarta-feira, 24, trabalhavam na reconstrução da parte destruída.
“Algumas pessoas destruíram porque neste campinho a comunidade bate a sua ‘pelada’ e agora colocaram areia e seixo no meio do campo, então eles resolveram se vingar”, revelou um dos operários.
A polícia foi chamada a área, mas nada foi revelado ao blog sobre as providências.
Além de madeiras nobres que há na área, e que o Paysandu deve preservar, o terreno bicolor de oeste a leste é cortado por um igarapé com nascente dentro da área e a comunidade diz que a água é mineral.
“Nasci aqui no bairro e desde os 5 anos que ando por esta mata, conheço todos os caminhos e a fonte do igarapé nos dá agua mineral. Nós não compramos água. Eu, que tenho 18 anos, quando tenho sede vou lá na bica e tomo água na palma da mão. É limpa, ” revelou ao blog Helson Castro Modesto, 18.
- Então, você é mateiro? – Indaguei de Helson
- Não sou mateiro, mas esta mata eu conheço e sei até aonde tem camapú, murici e batata. Vamos lá? – Convidou o jovem mateiro.
Comendo camapú, eu e Helson caminhamos por algumas horas em toda a área e me mostrou a fonte em que ele se banha todos os dias e bebe da água que pinga de uma fonte, mas não seca e serenamente corta a mata a dentro. É belo!
“Esta água é mineral”, diz Helson se apoiando em uma pinguela e com as mãos em forma de concha mergulha nas águas do igarapé e sacia a sede.
A diretoria do Paysandu comprou a área para construção do Centro de Treinamento (CT), mas o arquiteto que engendrar o projeto deve saber fazer o acasalamento dos elementos sólidos (concreto, vidro e alumínio) com o verde e a água cristalina que há na área.
É o que há!

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NINGUÉM ENGANA NINGUÉM POR MUITO TEMPO

MARCO ANTÔNIO PINA PAGA DÉBITO DO CR PARA TER CONTA BANCÁRIA LIBERADA

Dirigente azulino diz que não paga dívidas dos outros ex-cartolas.
Pelo “uotizap”, em dia da semana passada, a comunicação foi tensa, nervosa e ameaçadora entre o presidente do Clube do Remo e o advogado Marco Antônio Pina de Araújo, 39, tudo por causa de dinheiro.
Em 2014, quando vice-presidente de Zeca Pirão, Marco Antônio Pina foi avalista do Clube do Remo no aluguel de apartamentos para 7 jogadores, e o Clube não honrou o compromisso.
Numa imobiliária Pina deve 70 mil reais e em outra, 35 mil reais.
Quando a nova diretoria remista assumiu, Pina conversou com Fábio Bentes, vice-presidente, sobre os débitos e houve garantia de pagamento.
Não pagou. Uma das imobiliárias abre processo contra o advogado Marco Antônio Pina, e em julho o juiz manda bloquear as contas bancárias de Marco Antônio Pina, conhecido por “Magnata”.
De advogado para advogado, chega-se a um acordo: débito de 35 mil reais cai para 25 mil reais com Pina garantindo pagamento em cinco cheques pré-datados para cada dia 20.
Marco Antônio Pina vai à sede e conversa com o presidente que dá garantia de quitações.
Passam-se dois meses e o Remo não paga. Pina, em dias da semana passada, pelo “uotizap”, cobra do presidente o cumprimento do acordo. “Marco Pina, esta diretoria não paga dívidas de vocês! ”
A partir desta resposta começa uma intensa e ofensiva comunicação entre os dois, que o blog teve acesso em excertos do diálogo.
Pina: – Eu pago porque tenho escritório e não dependo do Remo para viver!
Presidente: – Tu andas pesquisando minha vida particular!
Pina: – Eu sou Remo e tu és São Raimundo. Eu nunca advoguei contra o Remo
Presidente: – Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Enquanto eu estiver aqui vocês não terão vez mais no Remo!
Presidente azulino e Marco Pina se irritam e se ofendem, havendo ameaças de agressões físicas entre às partes.
A atual diretoria remista está entre a cruz e a espada com mais dois advogados que trabalharam para o Clube do Remo por mais de dois anos e foram dispensados e não receberam vencimentos: Pablo Coimbra e André Meira.
São mais de 80 mil reais para os dois causídicos.
Advogado Ângelo Carrascosa e o promotor público Domingos Sávio, por desentendimento com a atual diretoria azulina, deixaram a coordenação dos acordos perante o TRT-PA.
Ao longo do tempo, o Remo tem sido ingrato (aliás, alguns dirigentes), não reconhecendo dívidas contraídas por administrações passadas.
Foi assim com Hamilton Gualberto (75 mil reais).
Pedro Minowa (550 mil reais, que doou ao clube).
Albani Pontes (275 mil reais e o processo está em juízo)
Ninguém, mas ninguém mesmo, pode ser feliz se se vive enganando os outros!
Este post me faz lembrar da máxima: “Você pode enganar algumas pessoas todo o tempo. Você pode também enganar todas as pessoas algum tempo. Mas você não pode enganar todas as pessoas todo o tempo. ”
Eu alertei!
É o que há!

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PAYSANDU RECUSA PROPOSTA DE MEGA EMPRESA

PRESIDENTE MAIA, MINHA FONTE ESTÁ NESTE AMBIENTE QUE VOCÊ CONHECE

O novo dicionário da Academia Brasileira de Letras sinonimiza a terminologia “clipagem” como “atividade profissional de recorte de jornais e revistas que trazem matérias sobre personalidades, empresas, assuntos etc.”
Alberto Maia contratou empresa de clipagem para mostrar ao Brasil e ao mundo o Paysandu e a marca LOBO.
A diretoria bicolor não confirma, mas fonte real me informou na sede da CBF, no Rio de janeiro, que desde o ano passado que empresa carioca tem contrato com o Paysandu Sport Club para recortar matérias impressas nos jornais e revistas brasileiras e gravar matérias sonorizadas em rádios e TVs que retratam o Paysandu.
“É o primeiro clube da Amazônia a contratar empresa para mostrar sua potência em mídias aos bancos (estatais e privados), empresas nacionais e às estatais como ELETRONORTE, ELETROBRAS E PETROBRAS, é o caminho para se chegar às megas empresas brasileiras e às multinacionais. E o Paysandu já recebeu proposta”, garantiu a fonte.
Esta mesma fonte revelou-me que o presidente Alberto Maia já recebeu proposta de uma empresa nacional para colocar a sua logomarca no peitoral da camisa bicolor, mas o presidente bicolor recusou a proposta por ser igual às que tem de empresas paraenses, mas um encontro deve acontecer em breve entre executivos da empresa e Alberto Maia.
À tarde de segunda-feira, 22, pelo celular, conversei com o presidente bicolor e indaguei a ele sobre a empresa carioca de clipagem no que disse “sim”, mas quando quis saber sobre a empresa que apresentou proposta ao Papão, o dirigente preferiu mudar de prosa…
Informou que o clube comprou um LIFAN X60 para servir à diretoria bicolor e buscar contratados em Val-de-Cães, mas malandramente sorri ao telefone e disse ao presidente “obrigadinho”, contudo o que eu desejava saber era sobre a empresa que apresentou proposta ao Papão que ele havia recusado.
Maia me informou que é “segredo de estado”, e se interessou pela minha fonte, e revelei que ele tem o direito de ficar calado sobre o tema, e que não é preciso eu revelar fonte, porque ele sabe aonde passei 21 dias, conversando com Nunes, Tite, Dino Gentile (diretor de patrimônio da CBF), Fernando Sérgio Castro e José Ângelo Miranda e alguns funcionários da CBF.
NA CABEÇA
Não vi (e pouco ouvi) o jogo em que o Clube do Remo ganhou de 2 a 0 do Confiança.
Edno marcou os dois gols remistas, que deram ao Remo o primeiro lugar, com 23 pontos, no grupo A da série C.
Segunda-feira, 29, Remo joga em Natal contra o ABC, às 19h15.
Tudo que sei sobre o jogo quem me revelou foi meu “Epafrodito” Carlos Alberto Melo de Alverga.
É o que há!

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NUNES E O OURO OLÍMPICO

AOS 77 ANOS, NUNES CHEGA À CBF E BRASIL GANHA OURO

“Antônio Carlos Nunes de Lima é um iluminado e o número 7 é místico. ”
As expressões são do odontólogo Sérgio Chermont e o do candidato a presidente do Paysandu, engenheiro eletricista Sérgio Serra.
Aos 77 anos de idade, a CBF cai no colo de Nunes, como vice-presidente da entidade, e a seleção Canarinho ganha o seu primeiro título olímpico. O Nunes não pediu para ser dirigente da entidade.
Nunes sempre esteve nas Tribunas de Honra do “Engenhão” e do Maracanã ao lado do presidente Marco Polo Del Nero na festa de abertura da Rio-2016 e nos jogos de futebol – feminino e masculino.
A CBF tem cinco vice-presidentes: Fernando Sarney, Gustavo Dantas, Delfim de Pádua Peixoto, Marcus Antônio Vicente e Antônio Carlos Nunes de Lima. Desses cinco, Nunes é o único a dá expediente na sede da Confederação Brasileira de Futebol.
Depois de 21 dias, visitando por três vezes a suntuosa sede da CBF, na Barra da Tijuca, deixo o Rio de Janeiro com a convicção de que – cedo ou mais tarde – a entidade será comandada pelo nosso “velho coronel”.
Embora ele se esquive quando alguém toca no tema, talvez por respeito e fidelidade a Del Nero, mas Nunes – faça chuva ou faça sol – lá está ele com o seu crachá de vice-presidente recebendo dirigentes do Brasil e do mundo.
“Zé, sei quem são os jornalistas – do Rio, São Paulo e Belém – que não aceitam eu aqui, mas eu estou por escolha da maioria; vamos fazer mudanças na estrutura do futebol brasileiro. Agora, a CBF contratou empresa de consultoria para administrar cursos de gestão administrativa e financeira para dirigentes de clubes e presidentes das federações”, revelou-me Nunes.
Três dirigentes têm relações estreitas com o futuro presidente da CBF: Fernando Castro (assessor), presidente do Paysandu, Alberto Maia, e o diretor executivo de gestão e finanças da FPF, José Ângelo Miranda.
Não me causará surpresa se Alberto Maia, após deixar o Paysandu, chegar à CBF como assessor (ele faz curso de gestão esportiva patrocinado pela entidade e a cada final de mês passa 3 dias no Rio de Janeiro) com apartamento e carro pago pela entidade).
Zé Ângelo é o candidato do Nunes à próxima eleição da FPF. “Se eu aceitar, o meu vice será o Fernando Castro”, revelou-me Ângelo.
Chego a Belém, e se não vi a melhor Olímpiada do mundo, participei – como repórter – de uma festa alegre e calorosa, com olhos voltados para o mundo que vivi durante 21 dias e antenado com o que se passava na sede da Confederação Brasileira de Futebol.
“O Brasil não tem vocação para conquistar medalhas de ouro em jogos Olímpicos”, escreveu jornalista consagrado em coluna de jornal paulista, o que discordo.
O dia que os governos – federal, estadual e municipal – (insisto nisso) investirem nos esportes os recursos financeiros da forma como deveria investir, o Brasil será uma potência olímpica.
A cultura da corrupção é uma praga neste país. Sei que há recursos para investir em programas Brasil a fora, mas o dinheiro, na maioria das vezes, cai em mãos de apadrinhados de políticos e que são desviados para fins pessoais.
É o que há!

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