ESCORRAÇADO DO GINÁSIO; EXPULSO DA SEDE DO CR

MANOEL E RICARDO RIBEIRO SÃO OS NOVOS DIRIGENTES AZULINOS

O sábado foi de refúgio, lendo e pensando.
Desliguei-me do rádio e da TV, pensando que os jogadores da Chapecoense queriam ganhar a América, e com a tragédia, com o passamento ganharam o mundo. É válido?
E aí me vem à mente um aforismo de que “nada que fazemos é bom ou ruim por si só, depende das consequências”. Neste momento o Jornal Nacional (TV GLOBO), 20h25, mostra vídeo do goleiro Danilo fazendo a defesa com o pé direito, aos 48’ do segundo tempo, na partida contra o San Lorenzo.
É para pensar: se a bola entra a Chapecoense estaria desclassificada, mas estaria vivinha da silva.
Abro parêntese: não foi tragédia, foi assassinato em massa por culpa da usura de um empresário que não cumpria com as regras da aviação mundial. O tempo dirá a verdade! Fecho parêntese.
E isso me faz pensar que Deus, além de ser amor, caridade, compaixão é, também, “entusiasmo, emoção, convulsão social” em torno de um aziago acontecimento.
Ah, nem lembrava que era dia de eleição para presidente do Clube do Remo.
14h10 telefono para o Bessa, um dos entusiastas da chapa 20: “Zé, pelo que vejo o MR já ganhou. Ele foi estrategista. Há muita abstenção. ”
15h ligo para o Fábio Cebolão: “A chapa 10 leva essa. A turma da velha guarda veio em peso. ”
(Cebolão foi eleito conselheiro com 168 votos).
As previsões de Bessa e Cebolão se confirmaram às 17h20 quando o presidente da Assembleia Geral, Robério D’Oliveira, anunciou a vitória de Manoel Ribeiro e Ricardo Ribeiro por 609 votos a 400 dado à chapa 20.
Vitória da honestidade, de quem nunca se aproveitou do Remo para viver nababescamente.
“Eu não fujo da luta. Vamos trabalhar pela união do Clube do Remo”, foram às primeiras palavras de Manoel Ribeiro em microfone da Rádio Clube do Pará.
“Eu botei, eu tirei”, dizia Manoel Ribeiro para os mais íntimos.
E no ginásio “Serra Freire” a turba ecoava: “Fora, pantera camafeu!!!”
E o pior estava por acontecer: escorraçado do ginásio “Serra Freire”, o ex-presidente se dirigiu à sede do Clube do Remo, entrando pelos fundos, e foi proibido, por funcionários, de entrar na sala de onde despachava.
“Aqui tu não entras mais, camafeu! ” E os seguranças faziam ouvido de marcador.
Manoel Ribeiro volta a comandar o Clube do Remo pela quinta vez: 74/75, 78/79, 84/85, 2015 e agora 2017/2018.
Sucesso, “Marechal da Vitória” ao lado do jovem Ricardo Ribeiro!
É o que há!

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“NÃO HÁ CREDIBILIDADE NAS PESSOAS QUE DIRIGEM O CR”

EMPRESÁRIO MARCELO CARNEIRO DIZ QUE FALTA TRANSPARÊNCIA AO CR

“Se a atual diretoria vencer eleição, o Clube do Remo implode em seis meses ” (Agnaldo, “Seu Boneco”).
“Não há transparência nas contas do Remo, e se assim continuar não piso no clube tão cedo” (Dico)
“Falta a atual diretoria credibilidade para que às pessoas possam chegar e ajudar o clube”.
Esta última expressão é do empresário Marcelo Matos Carneiro, 48, sócio remido há 36 anos e sócio torcedor do Clube do Remo e candidato a conselheiro com o número 179 na eleição deste sábado, 3.
Antes de qualquer tema que esteja vinculado ao Clube do Remo, o empresário Marcelo Carneiro fez questão de ratificar que a atual gestão azulina cumpriu com os acordos no TRT, porque foi a empresa SAGA, da qual Marcelo é dono, que transportou os valores depositados em conta conciliação no Tribunal Regional do Trabalho. “Isso é fato”, disse.
A paixão pelo Clube do Remo foi incentivada pelo pai que o levou para as escolinhas de basquetebol e vôlei, embora reconheça que “nunca foi bom em nada disso, mas havia muita amizade no Remo daquela época”, lembra o empresário.
Efetivamente, Marcelo se engajou ao Clube em 2005 ao lado de Tonhão, Emir Chaar, Guto Nobre, Joãozinho Santos, Castilho Cesar no departamento de futebol ajudando Rafael Levy. Este tinha credibilidade e compromisso com o grupo e com o Clube.
Para este blog Marcelo concedeu entrevista.
COMO VÊ O REMO
É com tristeza. Infelizmente, as últimas administrações foram nefastas para o Remo com diferentes situações: à do Pirão, no caso do Baenão, que foi absurdo dos absurdos, porque ele fez o que fez sabendo que não tinha condições de fazer (exemplifica com o piloto da LAMIA: achou que poderia chegar no local sem combustível. Calculou mal). O Pirão achou que vendendo camarotes ia fazer um novo Baenão, mas que não ia dar certo. É a minha opinião. Baenão, hoje, é um nojo (desculpe a palavra), um lixo. É uma tristeza você entrar no Baenão, hoje. Aqueles vidros que foram colocados ridículos, estão todos embaçados…está horrível; e agora a administração atual está sendo nefasta tanto quanto à do Pirão.
NEFASTA?
Situação insustentável, porque os funcionários não recebem; ninguém faz nada. Uns fingem que trabalham, mas não recebem, então, não sei para aonde o Remo irá. Hoje dá tristeza ver o Remo perto do que eu conheci.
UNIÃO, AMOR AO CR
O problema é o seguinte: é a falta de credibilidade das pessoas que dirigem o Remo. Quem está fora não ajuda porque sabe que não existe seriedade. Tem pessoas que querem ajudar o Clube, mas todo dia se cria é venda disso, é venda daquilo, vamos fazer não sei o quê, e ao final para aonde foi este dinheiro? Sumiu!
PORCELANATO
Taí. Vamos comprar porcelanato (por sinal uma coisa esdrúxula, ridícula, triste aquilo), mas cadê o porcelanato? (Estão colocando de novo em cima da eleição). Isso é para dar satisfação em véspera de eleição. Às pessoas que têm não ajudam o Remo porque falta credibilidade de quem está administrando o Clube. A gente pode até ajudar, mas não sabe se vai voltar.
VOCÊ AJUDOU O REMO
Já. E muito. Rafael Levy, Cabeça, Amaro, Orlando Frade estão vivos aí para contar, mas são pessoas honestas e corretas com os negócios. Nós não podemos enganar ninguém. Aqui na empresa eu tenho mais de 200 pessoas que trabalham comigo, e essas pessoas acreditam que no final do mês recebem seus vencimentos. Hoje é difícil ajudar o Remo se a gente não vê credibilidade nas pessoas que dirigem o Clube.
VOTO
Vou votar sábado e está claro em quem votarei. Se não vejo credibilidades nas pessoas que dirigem o Remo no momento, não tenho porque não falar: voto no Dr. Manoel e Ricardo Ribeiro.
HÁ UM GRUPO
Com certeza nós temos um grupo que vai acompanhar Manoel Ribeiro com o lema REMO ACIMA DE TUDO E DE TODOS porque vemos credibilidade, mas se o atual presidente vencer podemos ajudar, sim, mas se a gente vê transparência em sua administração. Eu e o grupo somos Remo. Queremos ver o Clube bem. Eu não devo nada a ninguém, mas para ajudar o Remo tem que haver transparência, e isso o Manoel Ribeiro tem.
MÚMIAS
Eu conheci o Remo vencedor através dessas pessoas que hoje são chamadas de “múmias”: Manoel Ribeiro, Ubirajara Salgado, Ronaldo Passarinho, José Miranda, Tonhão, Cabeça, Emir Chaar. Eu conheci o Remo bem administrado por essas pessoas e que sempre ajudaram o Remo. Sempre. E hoje tem aquela coisa que tem que tirar eles, tem que sumir com eles, mas nos dois últimos anos o Remo foi infestada por diversas pessoas que eu não sei de onde surgiram, e o que fazem dentro do Clube. Na sede há pessoas orbitando, sendo diretor disso, diretor daquilo, ajudante daquilo que não sabemos de onde vieram. E em que o Remo melhorou com essa gente? O que fizeram? Nada!
FALTA COMPROMETIMENTO
O Remo tem que ter jovens, sim, mas comprometidos com a causa do Clube. Hoje na sede do Remo você ouve coisas aberrantes. É só fuxico, fofoca. As “múmias” nunca se locupletaram com as coisas do Clube do Remo. Outra: a gente não sabe para onde foi o dinheiro do clube. Essas pessoas, que estão no Remo, não fizeram nada de bem ao Clube.
Marcelo Carneiro é empresário bem-sucedido nas áreas de segurança e educacional e está disposto a ajudar o Remo, mas desde que haja, no futuro dirigente, o espírito da transparência.
É o que há!

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SERRA TEM ORÇAMENTO PLANEJADO PARA 2017

NO LANÇAMENTO DA CHAPA, SERRA FAZ APRESENTAÇÃO DOS PLANOS PARA O BIENIO 17/18

Com orçamento previsto entre 25 a 27 milhões de reais, Sérgio Serra começa a pilotar a “locomotiva” bicolor. É a primeira vez que acontece esse sistema no Paysandu.
Na manhã de quinta-feira, na Curuzu, Marcelo Chamusca (técnico) e Roger Guedes (preparador físico) foram apresentados à imprensa.
Dia 2 de janeiro de 2017 Chamusca e sua comissão técnica começam a meter a mão na massa.
Mas, à tarde de quinta-feira, 1, Chamusca assistiu a uma movimentação com bola entre as equipes do sub-17 e sub-20 da base alviceleste.
“Chamusca atende o perfil planejado pela nossa diretoria, que é de ver e dar oportunidade aos jogadores que têm condições de ascenderem ao elenco de profissionais”, afirma o presidente Serra.
Marcelo Chamusca iniciou a bateria de perguntas dos repórteres, ressaltando a ótima estrutura encontrada na Curuzu, “que é das melhores”.
Sobre as condições de gramados pesados que o técnico encontrará no Parazão, Chamusca disse que pretende mesclar jogadores novos com os mais experientes.
Nos clubes por onde passou, Chamusca adota a metodologia da marcação por zona, mas quando necessário, conforme se apresenta o adversário, pode adotar marcação individual.
“No campo ninguém se esconde, então, é ver e aplicar a forma de jogar contra adversários mais aplicados”, ressaltou o técnico, que demonstrou ser bom de papo.
Auremir, jogador multiuso de meio-campo (joga de volante e meia-armador), que tem acompanhado Chamusca em outras equipes, “a princípio não está nos planos, mas que é um jogador que tem ótimas referencias por ser jovem e de pegada”.
Dificilmente, Tiago Luis voltará ao Paysandu por problemas pessoais. E Leandro Carvalho será emprestado, informou o presidente Sérgio Serra.
À noite, no restô do palacete bicolor, Sérgio Serra e Toni Couceiro (presidente e vice) foram apresentados como os comandantes da “locomotiva” alviceleste, e a NOVOS RUMOS e entra na sua terceira fase comandando os destinos do Paysandu Sport Club.
Antônio Couceiro, Joaquim Ramos, Antônio Maciel e outros bicolores tomaram assento à mesa.
Os projetos, dessa terceira fase da NOVOS RUMOS, foram evidenciados pelo presidente Sérgio Serra.
É o que há!

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VERDADE E HONESTIDADE

ROGER GUEDES, FERNANDO LEITE, SERRA, CHAMUSCA E ALEXANDRE FARIAS

“Nada melhor do que Marcelo Chamusca e Roger Guedes serem recepcionados em Belém pela nossa chuva”, expressão do presidente Sérgio Serra às 12h40 de quarta-feira, 30, ao receber o técnico e o preparador físico contratados pelo Paysandu.
Marcelo Augusto Oliveira Chamusca, 50, baiano, e o preparador físico, Roger Guedes foram recepcionados pelo presidente Sérgio Serra, Alexandre Farias (executivo) e Fernando Leite (gerente) e dois sócios torcedores do Clube.
Pela primeira vez o Paysandu hospedará em seu hotel um técnico de futebol e o preparador físico, a pedido do próprio Chamusca, que quer conhecer o Clube pela sua estrutura a partir da Curuzu, onde está localizado o hotel.
“Com esta postura do Chamusca, o Paysandu fará uma economia de, aproximadamente, 20 mil reais, porque, além de não pagarmos hotel, o técnico fará uso do carro do Clube”, confirmou presidente Sérgio Serra.
Enquanto esperavam o preparador físico Roger Guedes, que chegou em outro voo, em uma das mesas do saguão do aeroporto, Serra, Chamusca, Alexandre Farias e Fernando Leite conversavam sobre a tragédia com o time da Chapecoense, que enlutou o futebol brasileiro.
“Quando estive lá, observei a seriedade, a honestidade das pessoas que comandavam o futebol da Chapecoense. Para se ter ideia, eles já projetavam os recursos para 2017 forte, mas o que mais me chamou a atenção foi a simplicidade no lidar entre eles, lidar com os jogadores e comissão técnica, e os conceitos de futebol que três pessoas demonstraram para mim: o presidente Sandro Palaoro, o executivo Maurinho, e o gerente de futebol Kadu. Esses três demonstraram para mim uma afinidade muito grande com o conceito de futebol”, salientou.
Em relação as perdas de três pessoas que pensavam a Chapecoense como empresa, Serra disse ser difícil o Clube “recompor essas ausências”.
No Paysandu, em 2013, o Wandick e Serra, que era vice, promoveram a honestidade, acima de tudo, como a relação primordial entre às pessoas. “Você paga um preço por ser verdadeiro e honesto. Falar o que não quer se ouvir, mas este é o caminho que o Paysandu percorrerá nos próximos dois anos”, concluiu o presidente Serra.
Às 10h desta quinta-feira, 1, Chamusca, em coletiva, falará à imprensa, na Curuzu.
É o que há!

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IMPRESSÕES EM TRÊS MOMENTOS

CORTARAM AGUINALDO DA FOLHA DE PAGAMENTO

DADO: "PSC NÃO ME DEVE NADA; ATÉ BREVE..."

Três momentos de emoções diferentes, eu vivi na terça-feira, 29.
Não sou daqueles que ao acordar ligo celular; procuro fugir deste “amante” por algumas horas. E até o dia inteiro. Em especial quando estou a fim de terminar leitura de um livro.
Como de hábito, cheguei na rádio Marajoara, onde me refugio às primeiras horas do dia, por volta das 5h20, sem antes passar pelo Ver-o-Peso e tomar o caribé da caridade da Tuca.
(Cuí de farinha de mandioca com água, sal e manteiga levado ao fogo)
Ao abrir a TV para assistir ao PRIMEIRA HORA, deparo-me com a tragédia da Chapecoense.
Das vítimas do infausto acontecimento, lembro de duas pessoas, porque mantive contatos: Delfim Pádua Peixoto Filho, 75, presidente da Federação Catarinense de Futebol, que esteve em Belém, a convite da RBA, em 27.01.2015, e eu o entrevistei; atacante carioca Bruno Rangel, que apareceu no Ananindeua, Águia (Marabá) e em 2010 no Paysandu (dia 11.12 completaria 35 anos).
O meia Lucas Gomes da Silva, 25, é natural de Bragança (Pará) e apareceu no time do Bragantino, Tuna Luso Brasileira, Londrina, Fluminense (RJ) e estava no time da Chapecoense, e não me passa pela memória um encontro, mas o seu empresário Rodolfo Cirino revelou-me que ele sempre foi um atleta discreto, mas talentoso.
De Bruno Rangel lembro da forma alegre de falar; de Delfin um homem sisudo e com o verbo na ponta da língua. “O futebol catarinense não precisa de dinheiro público. Temos planos e parceiros”, disse.
Estão em mim às imagens de ótimos profissionais: Bruno, o goleador nato; Delfin, o dirigente antenado com a futurística forma de gerir futebol.
Ao ir ao aeroporto de Belém, como faço uma, duas vezes por semana almoçar, deparo-me com o Dado fazendo ”check-in”, e, de forma alegre, me disse “até breve”.
“Paysandu tem futuro, porque trata seus negócios com seriedade. Me pagou tudo e deixo uma porta aberta”, concluiu.
E ao final da tarde a notícia de que o presidente do Clube do Remo mandou excluir o Agnaldo, o “Seu Boneco”, da folha de pagamento depois de cinco meses sem receber vencimentos.
“Ao chegar no Baenão para receber pelo menos um mês, o Fernando Oliveira me informou que meu nome foi excluído da folha, e que não tinha dinheiro para mim. Dei meia-volta e voltei para casa”, revelou-me Agnaldo.
Isso me fez pensar nos monstros, que agem conforme seus interesses pessoais, e que não podem ter seus intentos contrariados. É ódio!
Por ter tido a dignidade de dizer o que pensa sobre o futuro do Clube do Remo, Agnaldo de Jesus, que faz parte da história gloriosa e impagável do Filho da Glória e do Triunfo, sofre represálias da atual diretoria do Leão Azul.
Infelizmente, é um comportamento disruptivo do presidente do CODIR azulino, que só faz, a cada dia, desagregar a Nação Azulina.
No frigir dos ovos, termino o dia macambúzio, pensando no axioma religioso: “Quem não serve para servir, não serve para viver”.
É o que há!

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SUCESSO NÃO VEM À TOA

NO DIA 27.01.2015 ENTREVISTEI DELFIN PEIXTO PRESIDENTE DA FCF, MORTO NO ACIDENTE DO AVIÃO DA CHAPECOENSE

Nos últimos dez anos, em nenhum Estado brasileiro o futebol foi tão ascendente como o de Santa Catarina.
Se nos maiores centros se destacam dois ou três clubes, no futebol de Santa Catarina cinco times estão nas duas principais séries do campeonato nacional: Figueirense e Avaí (Florianópolis, capital); Chapecoense, Joinville e Criciúma (interior). Economicamente a força está no interior. Figueirense passou a ser empresa e mudou a razão social: Figueirense Futebol Ltda.
Figueirense, Avaí, Chapecoense e Joinville estão na A do brasileiro; Criciúma, na B.
O sucesso do futebol catarinense não é por acaso. Deve-se a uma conjugação de fatores: planejamento, gestão, união e competividade entre as regiões do Estado, onde concentram-se empresas de porte nacional e internacional.
Laticínios, tecidos, agricultura, carvão, porcelanato, lajotas e a capital Florianópolis se sobressai através da empresa sem chaminé – o turismo.
Advogado Delfim Pádua Peixoto Filho, 74, está no comando da Federação desde 1985 e havia 30 anos incentiva os clubes a construir seus CTs e investir na base, com a entidade patrocinando campeonatos amadores com atletas a partir dos 15 anos. Inclusive o futebol feminino.
“Santa Catarina não tem tanta gente como aqui; Santa Catarina não tem estádio para 50 mil pessoas como aqui; Santa Catarina não tem torcedor apaixonado como aqui. O futebol catarinense não precisa de dinheiro público e de bilheterias para se manter. O futebol catarinense é organizado, estruturado e paga em dia”, vangloria-se Delfim.
Santa Catarina é um Estado diferenciado de outras unidades da Federação a começar com a capital, Florianópolis, que não tem a maior população e não tem indústria. “É a sede do poder, mas o forte é o turismo (é uma ilha), contudo, a força econômica está no interior: em Chapecó, a agroindústria; Joinville, indústria pesada; Brusque, tecidos; Criciúma, no carvão e no porcelanato, hoje temos a montadora da BMW bem perto de Criciúma; temos uma montadora da Chevrolet perto de Joinville. Com todas essas empresas no Estado, os nossos clubes não são aventuras nos campeonatos que participam”, diz Filho.
Todos os clubes catarinenses vivem dos patrocínios e do programa sócio torcedor; a iniciativa privada entendeu que investir nos clubes “é marketing”.
O Criciúma, segundo Delfim, é o clube mais rico do Estado, mas acabou decepcionando, ano passado, ao ser rebaixado para a B do brasileirão
Os megas negócios de laticínios do Brasil estão no interior de Santa Catarina: SEARA, PERDIGÃO, SADIA E AURORA. “O futebol catarinense é trabalho e planejamento. Nada é à toa”, concluiu Delfim.
É o que há!
P.S: Se não fosse o caráter benevolente do jornalista diplomado Gandur Zaire Filho, organizador do Troféu CAMISA 13, da RBA, não seria possível este post. Sou grato, Zaire

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DENÚNCIA

ESTE DOCUMENTO SERÁ APRESENTADO NO CONDEL

Alicerçado no Estatuto do Clube do Remo, sócio remista protocolará DENÚNCIA contra o presidente do CODIR – Conselho Diretor – nesta terça-feira, 29.
Por demandar judicialmente em processo tramitando no Fórum Cível do Estado do Pará desde o dia 2 de novembro, e, por assim dizer, contra o presidente do Conselho Fiscal, Heitor Freitas, e o presidente do CONDEL, Manoel Ribeiro.
Documento será apresentado aos conselheiros, em reunião nesta quarta-feira, 30, pelo presidente do CONDEL, Manoel Ribeiro.
Por todos os fatos expostos no documento (foto), requer o signatário que o presidente do CODIR “não participe das eleições para presidente do referido poder. ”
É o que há!

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PANTEÃO DO TUDÃO

ENTREVISTADO POR LINO, EMERSON, PARA ESTE BLOG, É O LÍDER DESTE PANTEÃO

Se o malandro soubesse que a malandragem da vida é ser honesto, não seria malandro.
A verdadeira frase diz que a “malandragem do futebol é ser honesto”.
Wandick é o maior exemplo de que ser malandro é ser honesto, correto com os negócios.
Em 2013, Wandick bateu de porta em porta para quem o Paysandu devia e manifestava interesse em pagar, mas na condição do Paysandu e fez acordo com Arinelson, com Jobson, com dono de hotel e no TRT, onde o clube passou a ser fiel com seus compromissos.
“Em maio de 2020, se continuar pagando como vem pagando, o Paysandu deixa de dever no Tribunal Regional do Trabalho”, revelou o presidente Alberto Maia.
O levantamento dos débitos perante à União (trabalho das contadoras Laélia e Agda) e a adesão ao PROFUT e o pagamento da dívida devidamente parcelada, renderam ao Paysandu, que desde 2013 é uma empresa, a devolução pela Receita Federal de R$ 900.000,00 (novecentos mil reais), e tem servido para abater, mensalmente, nas parcelas da dívida com a Fazenda Nacional.
No SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara-1130, dos 108 ouvintes que participaram do programa, 82 (bicolores e azulinos) disseram que Alberto Maia é o merecedor de estar no pico do PANTEÃO do programa. É reconhecimento ao trabalho digno e honesto de um dirigente que foi chamado de “bafento” por quem não se ver no espelhismo da vida…
Goleiro EMERSON foi o eleito com 76 indicações como o jogador da temporada no Pará. Eu concordo, porque o ótimo goleiro demonstrou lucidez, elasticidade e senso de colocação em aparar bolas em que o goleiro bicolor operou “milagres”.
A minha seleção será formada num 1-4-4-2 (goleiro, zagueiros, um volante, dois meias com dupla funções de defender e atacar, um meia-atacante e um meia chegando ao lado do atacante).
Emerson; Levy, Lombardi, Gilvan e jaquinha; Rodrigo Andrade, Jhonnatan, Ilailson e Eduardo Ramos; Thiago Luiz e Edno!
Dewson Freitas é o árbitro da temporada.
José Ângelo Miranda é o destaque do ano por ter tido a responsabilidade de mudar o que deveria ser mudado na Casa do Futebol Paraense, e negociar dívida superior a um milhão de reais junto ao INSS.
É o que há!

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RENOVA COM A CEF E A “LOBO” VESTIRÁ O “JAPIIM”

60 ANOS DE LEONARDO E O PRESENTE É A UNIÃO DOS ENDINHEIRADOS EM TORNO DO PSC

Desde que o Paysandu comprou a imensa área em Águas Lindas, área metropolitana de Belém, que tenho ida uma vez por semana no local. Geralmente, aos sábados.
Sábado, 26, cedo, pego a BR-316 para ir a São Francisco do Pará, e depois do viaduto do coqueiro, me bateu o pressentimento de entrar na estrada de Águas Lindas. Entrei e me dei bem.
Depois dos cinco quilômetros percorridos, cheguei no portão principal da carca que protege o maior e mais valioso patrimônio alviceleste – 120 mil m² de área, onde está sendo levantado o pórtico e futuramente o Centro de Treinamento (CT) do clube.
Alberto Maia e Alemar foram levar os parabéns a Leonardo Lopes Maia, a “locomotiva” que impulsiona às obras do Clube, pelos seus 60 anos de vida. Além de Maia e Alemar, o engenheiro residente, Maurício, que com competência toca a obra orientando os operários.
“O meu melhor presente é que todo o material deste pórtico está comprado e pago. Quando os bicolores se unem ninguém segura. Segunda-feira,28, todo o material estará aqui para que o Maurício e os operários toquem a obra sem problemas”, salientou Leonardo.
Maia falou da emoção, após o jogo em que o Paysandu perdeu de 2 a 1 para o Criciúma, que sentiu ao receber dos torcedores e funcionários do Clube, o reconhecimento pela profícua administração à frente da diretoria bicolor.
“É impagável este reconhecimento, mas felicíssimo porque estamos construindo o futuro do Paysandu e deixaremos projetos que serão tocados pelo Sergio Serra e sua equipe, como este CT que será – futuramente – a redenção do Paysandu”, afirmou Maia.
Cara a cara o presidente bicolor me disse que em determinados momentos ficou jururu comigo pelo que eu tuitava, mas não poderia me questionar porque eram verdades. “Entendia que você, às vezes, estava de madrugada no aeroporto me esperando, querendo fatos. É o teu trabalho”, confirmou.
Alberto Maia está envidando todos os esforços para pagar jogadores, funcionários e impostos para não deixar nada pendente ao presidente Sérgio Serra. E isso será possível porque o sócio torcedor deu uma alavancada nos últimos meses, e espera que as vendas das novas camisas e dos ingressos para o show deem alento às finanças do Paysandu.
“Pagamos tudo, e ainda fica dinheiro em caixa para o Sérgio começar a tocar sua administração”, confirma.
“Então, presidente, me fale da renovação com a Caixa Econômica Federal”, indaguei. “Estou alinhavando e o com o recebimento da Certidão com validade até maio de 2017, facilitou e pretendo deixar o contrato renovado até dezembro de 2017, mas não fala sobre isso”, pede Maia.
Sobre a LOBO vestir o “Japiim” em 2017, Alberto Maia, laconicamente, respondeu que “está conversando com o Helinho. ”
Como percebi que os amigos queriam conversar, fui a São Francisco com a certeza de que ninguém segura o Paysandu, porque há amor em tudo o que esses endinheirados fazem pelo clube que deu – e continua dando – as maiores glórias para o futebol da Amazônia.
É o que há!

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PEDIDO DE PUBLICAÇÃO

MOSCOSO: "HOUVE MANIPULAÇÃO DOLOSA NOS DADOS DOS SÓCIOS"

O blog recebeu de João Reinaldo Figueiredo Moscoso e Silva, 36, membro da Junta Eleitoral do CR, NOTA DE ESCLARECIMENTO, e, em razão do arrazoado ser longo, este espaço publica a essência.
RELATÓRIO TÉCNICO NO SISTEMA DE DADOS
1 – O acesso ao sistema foi restrito às informações contidas e só foi concedido a partir de 07/11/2016, quatro dias após a constituição da comissão;
2 – Foi negado acesso por usuário a senha de consulta que permitiriam a visualização de arquivos e pastas, sistemas contábeis, planilhas, recibos físicos ou digitais para verificar o pagamento de anistias, mensalidades e recadastramentos;
3 – Ausência de informações e levantamentos negados ou não fornecidos;
4 – No dia 11/11/2016 aos analistas foi removido, interrompendo os trabalhos e impossibilitando os mesmos de continuar seus trabalhos;
5 – Foram constatados inúmeros acessos ao sistema de banco de dados dos sócios inclusive aos sábados e domingos após às 23h, fora do horário de expediente e das instalações do clube;
6 – Os acessos ao sistema se intensificaram após a data limite de credenciamento eleitoral, qual seja 13/10/2016, após esta data o sistema foi acessado 226 vezes até a produção da última lista produzida pelo clube em 31/10/2016;
7 – Após o dia 13/10/2016 houve 376 alterações no cadastro de sócios aptos a votar, ou seja, as condições de sócios foram alteradas o que remete a quantidade de inclusão de sócios na última lista;
8 – Após o dia 13/10/2016, 25 sócios fizeram recadastramento, mais um fato demonstrando a quantidade de inclusões de sócios aptos a votar na lista do dia 31/10/2016;
9 – O relatório técnico encerra apontando irregularidades, falhas e dissonância de informações.
RELATÓRIO TÉCNICO CONTÁBIL
1 – Quanto a questão contábil não há registro no sistema, não foram realizados balanços, não existem registro de entrada de receitas por meio físico, não existe nenhum tipo de relatório da contabilidade e como informação da Diretoria Comercial não foram realizados balanços a partir do mês de julho/2016;
2 – Nenhuma informação foi concedida além do que foi encontrado no sistema, não havendo confrontações de informações obtidas no sistema com balanços e levantamentos financeiros confessados por dirigente do clube.
CONCLUSÃO
A comissão entendeu que a lista fornecida no dia 18/10/2016 deve ser adotada para a realização da eleição com os pedidos de inclusão deferidos pela Junta Eleitoral e exclusão dos anistiados e recadastrados após o período de credenciamento eleitoral seja 13/10/2016.
Encaminha o relatório ao CONDEL para que tome as medidas cabíveis em desfavor da diretoria do clube diante os indícios de manipulação dolosa de dados dos sócios.
Por fim cabe dizer, que a Junta Eleitoral continua firme no sentido de realizar as eleições de forma segura e transparente, assegurando o direito do associado que cumpre religiosamente suas obrigações estatutárias…
JOÃO REINALDO FIGUEIREDO MOSCOSO E SILVA
É o que há!

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